[FP] Lewis E. H. Meminger

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[FP] Lewis E. H. Meminger

Mensagem por Lewis E. H. Meminger em Sex 21 Fev 2014 - 0:57






Gustavo # 18 # -

Lewis Meminger












Características físicas


Lewis é alto e forte. Apresenta um tom de cabelo loiro arruivado e mantém uma barba rala e sempre bem aparada. Possui olhos verdes claros e seus lábios são finos e rosados. Contém tatuagens pela dimensão corporal, e procura se vestir de modo despojado e opta por tons mais escuros de vestimentas.


Características Psicológicas


Lewis é um garoto centrado e objetivo. Pelo seu passado covarde, onde se escondia de todos e de tudo,o cara resolveu reembolsar o tempo perdido, fazendo o que der na telha, e não hesitando em cumprir seus desejos. Portanto, se tornou uma pessoa atirada e abusiva. Além disso é educado e gentil, não costuma tratar mal terceiros, à não ser que esses mereçam o tratamento diferenciado. É muito vingativo, e não esquece fácil. É rancoroso e não perde uma oportunidade de revanche.



entrevista sem sentido





Qual a sua idade? 16 anos

Onde nasceu? Kansas City

Estado Civil? Solteiro


Grupos?? The Warblers

Orientação Sexual? Bissexual

O que gosta de fazer? Cantar, tocar e ler.

O que não gosta de fazer? Lavar louça.

Livros preferidos? Sagas HP, PJO, THG e Nárnia. A Menina que Roubava Livros, A Culpa é das Estrelas, Terra de Histórias, As Vantagens de Ser Invisível, Eu Sou o Mensageiro.

Filmes preferidos? Pitch Perfect, Marley and Me, Sempre ao seu lado, Grande Menina, Pequena Mulher, A Menina que Roubava Livros.

Frase marcante? Humanos por acaso, amigos por opção.

Qual artista que mais se parece? Aaron Johnson





Uma história para boi dormir


Desde pequeno, Lewis era considerado um garoto magrelo e idiota. O nerd da classe, o indesejável e nada sociável. Os motivos por ser descriminada e por não ser aceito eram banais e sem sentido, emas, mesmo assim vivia em seu mundo solitário e vazio.
Tudo mudou quando Lewis teve seu primeiro contato com o violão. Numa tarde de quarta-feira, na fazendo de seus avós, onde morava com seu pai, sua mãe e sua irmã, Judith, o Senhor Russel, um velho conhecido de sua família, padrinho de Lewis e que possuía uma grande fazendo nos arredores do norte do Kansas,trouxe-lhe o instrumento. O presente foi entregue à Lewis sem nenhum motivo aparente, Russel alegou que quando olhou para aquele violão, lembrou de Lewis, e como não havia lhe presenteado em seu aniversário, resolveu recompensar.
A princípio, Lewis não se agradou tanto com o presente, afinal, nem mesmo sabia tocar. Subiu para seu quarto com o violão, e o encostou ajustadamente à parede, ignorando completamente o motivo de seu sucesso futuro.
Como de costume, acordou bem cedo e rumou para a escola na pickup de seu pai. O velho Max parecia cansado e desajustado. Vestia sua camiseta sem mangas laranja e uma simples camisa xadrez aberta. O diálogo ora curto, enquanto permaneciam parados no estacionamento para pais da escola. Max dissera ao filho que, na verdade, em sua juventude, fazia pequenas apresentações de cowntry. Tocava, e muito bem, violão, e não hesitaria em ensinar a arte do instrumento à Lewis. O garoto se excitara com a notícia, mas não sabia decerto o motivo por seu progenitor esconder tal fato de sua vida por tanto tempo. Resolveu relevar.
Naquele dia, não conseguira se concentrar corretamente nas explicações dos professores, tampouco focar-se nos exercícios acadêmicos. Sua mente vagava até a fazenda, e por algum instante, Lewis se imaginou num palco, rodeado por aplausos e gritos de excitação. Suspirou em menção de tamanha bobagem. Enquanto isso, mais dos valentões enchiam-no com piadinhas como “Hey, CDF, pensando no seu namoradinho, é?” Isso não lhe atingia mais, mas não podia negar que o desestabilizava emocionalmente.
Assim que o expediente letivo findou-se, Lewis seguiu à pé até a Fazenda, acompanhado de Judith, que era três anos mais velha. Sua ansiedade era tanta, que acabou por deixar que sua irmã fosse sozinha e rumou correndo na frente. Quando abriu a porta, a familiar sineta tintilou acima de sua cabeça. Max jazia sentado em uma poltrona com uma garrafa de cerveja apoiada à enorme barriga. Lewis foi logo cobrando a promessa que seu pai lhe fez, e o homem se alegrou, assim como se surpreendeu com o desejo do garoto. Sendo assim, ambos subiram até o desarrumado quarto do garoto Lewis, onde arriscaram as notas. Max mostrou ainda manter sua aptidão para com a música, enquanto Lewis observava fascinado a habilidade do pai.
A partir dos dias, o dom para a música obtida por Lewis foi se tornando presente. Era tão visível sua aptidão para tal arte que seu pai ficara impressionado e orgulhoso em um misto de emoções. Mas, de modo algum, deixavam de estudar e treinar as notas, sempre com o intuito de progredir naquilo que mais lhe proporcionava prazer.
Passaram-se os anos e Lewis já tocava inúmeras músicas de cor, não necessitava de partitura ou cifra, o jovem Lewis era muito bom, seus dedos moviam-se velozmente pela dimensão das cordas, assim como das casas. Ele se sentia incrível, sentia-se como se sua felicidade jamais acabaria. O que não era verdade. Chegara a hora de se decidir. O que faria da vida? Seu maior desejo, aquilo que mais lhe dava gosto e vontade de prosseguir era tocar, tocar e cantar, uma das habilidades que logo desenvolveu. Seu timbre era muito bom, havia dias em que deixava o violão de lado e se focava somente no canto. Cantava os famosos e aclamados cowntrys da região, mas arriscava outros como rock, que era realmente seu estilo musical favorito. Apresentava-se para seus pais, com sua voz doce e harmoniosa. Adorava ver o brilho nos olhos de sua família. Ele não queria deixar de fazer aquilo, não queria adentrar à uma faculdade, estava bem daquela forma. Por sorte, ainda lhe restavam 3 anos de estudo, antes de ingressar em uma faculdade. Não sabia o que fazer, à não ser...
A idéia veio-lhe a partir de uma garota, Kimberlly, à qual mantinha uma certa paixonite. Ela lhe mostrou um folheto, um folheto de uma escola em Ohio, lá formavam corais e...era tudo tão perfeito. Era simplesmente o que Lewis desejava. Seus pais, obviamente, não consentiram. A escapatória também veio facilmente: Fugir de casa. Arrumou suas coisas e partiu com suas economias. Não fora fácil chegar em Ohio sem uma longa e cansativa viagem. Estava exausto, mas conseguiu sua inscrição para a The Warblers, onde se situou e enturmou facilmente. Tudo estava perfeito, estava do modo como esperava. Mas ele queria mais, Lewis queria diversão, ele queria curtição, curtição e bebida. O que será que o aguarda por aí?      



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Re: [FP] Lewis E. H. Meminger

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sab 22 Fev 2014 - 10:07


ops, negada!

O problema de sua ficha, situasse no ponto em que você usou negrito em quase tudo, tirando o padrão que é necessário. Mude isso, apenas as perguntas deverão estar destacadas, e não tudo, da forma que você fez. Um outro problema, é seu "grupo". Foi respondido "The Warbles", o que todos sabem se tratar de um coral. E para fazer parte de um, é necessário a audição na ficha. O que faltou na sua. Cante uma música para o conselho, e não esqueça de tirar o negrito das regiões em que devem estar normais. Após a modificação, notifique-me por mp e voltarei a fazer uma nova análise na ficha.


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