Terraço/Varanda

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Terraço/Varanda

Mensagem por Ghail C. Mudder em Dom 6 Abr 2014 - 16:28

Relembrando a primeira mensagem :


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...try to be yourself...

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Alecssander L. Montecchio em Ter 31 Mar 2015 - 9:04


Party girls don't get hurt, Can't feel anything, when will I learn
I push it down, push it down, I'm the one "for a good time call", Phone's blowin' up
A festa estava com sua iluminação piscando, iluminando toda a estrutura da festa e uma leve brisa assoprava em meus cabelos fazendo-os esvoaçarem, que tratei de retirá-los do rosto enquanto abria um leve sorriso para a simpática Shannon, que não conhecia SanClair direito, mas que ela pelo visto sempre agia dessa forma. Quanto à minha pergunta sobre seu casamento, acho que foi um tanto quanto indiscreta e indelicada, pela forma como a morena de olhos verdes perolados pareceu embaraçosa, mas julgando pela forma como elas tinham um relacionamento aparentemente tão firme, provavelmente minha pergunta não viria a ser um incômodo. Relevei, cruzando os braços por conta do frio, a cobertura estava um pouco quente por conta do calor dos corpos dançantes, provavelmente. Dianna, que pelo visto conhecia muito sua amiga, e comentou unicamente que ela sabia chamar a atenção. É, eu havia notado. De certa forma, era algo bom obter tantas informações de forma tão fácil. Eu não era exatamente uma garota psicótica ou totalmente louca, apenas que gostava de conhecer as pessoas e firmar amizades com aqueles que forem mais correspondentes às minhas expectativas. Não era um defeito, era? Assenti para um garçom embasbacado com a formosura do pequeno grupo e aceitei um copo pequeno de plástico com vodca pura, virando-o e pondo-o de volta à bandeja, pegando um outro, mas mantendo-o em mãos e dando um leve sorriso para o garçom despertar do transe hipnótico e entender a deixa.

Antes que eu pudesse pensar em formular alguma pergunta, sou surpreendido assim como quase todos os presentes com o surgimento de uma verdadeira diva, cujas lendárias festas, boatos e roupas belas - não mais que sua beleza física - ecoavam sempre pelas salas e corredores do McKinley. Hanna McCain Morgenstein, seu nome. Fios loiros bem feitos e roupas de conhecidas e renomadas marcas desfilava como se o mundo lhe pertencesse, atraindo até mesmo a admiração e desejo daqueles que não curtiam garotas. Agora, parecíamos reunidos numa pequena reunião de amigas, no qual eu me sentia deslocada, mas disposta a integrar-me aos poucos, com nenhum objetivo malévolo. Com uma confirmação, Hanna diz não me conhecer, então apenas assenti.

- Sim, vero. - Falei num tom cordial com as mãos ainda a segurar o copo minúsculo com o líquido sem derramar nem uma gota. Abri um leve sorriso. Antes que eu pudesse pensar numa apresentação no mínimo digna, meus olhos voam para Dianna, apresentando-me à Hanna, o que agradeci mentalmente. - Ouvi boatos de que conhece meu primo. - era quase impossível não me atentar durante as longas e monótonas aulas de álgebra sobre as fantásticas peripécias da dupla mais badalada da cidade. Seria bom conhecer meu primo, aliás era um dos motivos de eu sempre estar disposta a ir à festas, mas ele simplesmente não havia aparecido ainda em nenhuma das duas festas na qual fui. Dianna afastava-se de nós, o que me fez fitá-la, vendo conversar com um loiro de aparência desolada. Amigo?

Eu não tinha assuntos, então apenas balancei levemente ao som da música, valendo-me de minhas aulas de dança de balé dentre outras. O copo em minhas mãos pedia por atenção, então logo o pus nos lábios virando o líquido ardente e fechei os olhos, abrindo-os e já vendo Dianna beijar e puxar para uma dança sensual sua noiva. Me virei para Hanna, erguendo um sorriso de lábios comprimidos, meio tímida, quase como se dissesse "estamos apenas nós, agora". Realmente. E agora? Pensei em algo, qualquer coisa que fizesse sentido em dizer para a loira. Por que não começar com algo sincero?

- Demétrio... - minha voz saiu meio que abafada, mas repeti seu nome completando com minha pergunta - ele é como? Digo, ouvi falar dele mas nunca vim a conhecê-lo pessoalmente, só por fotos, mas mesmo assim ele é pequeno... - senti uma pontada de incômodo por estar sendo tão expositiva daquela forma, mas eu realmente me sentia curiosa quanto ao meu primo.


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+
I'm a Heartbreaker


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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Ghail C. Mudder em Ter 31 Mar 2015 - 9:28




Top's and Vip's


"I am not afraid to walk this world alone...
Nothing you can say could stop me going home."
Beberiquei do meu vinho mais uma vez enquanto escutava Andrew comentando sobre ser um conselhero dos Warblers, arqueei minha sobrancelha e o cortei rapidinho falando:
- Timothy também é, então agora estão juntos nessa jornada. - soltei uma risada tentando o confortar. - Pode prosseguir, desculpa, só foi um comentário. - continuei olhando para ele de forma atencioso.
- Sozinho? Não acredito, Andy... Um rapaz lindo como você, praticamente um modelo, sozinho? Não aceito isso.
Neste momento um outro convidado chegou no local em que estávamos, tentei me lembrar de seu nome, mas pude perceber que ele sabia o meu e ainda o de Andrew foi quando lembrei pelos nomes que havia posto para a Dalton, Brandon.
- Não precisa agradecer, Brandon, obrigado por ter vindo... - sorri olhando pra ele e logo jogou um certo comentário que me fez morder meus dois lábios e olhar para o lado. - Vai lá, se divirta... - olhe para Andrew vendo ele se afastar.
- Desculpa, não queria que passasse por isso. - terminei a taça de vinho e aproveitei o garçom e entreguei a ele que colocava na bandeja.

Hanna então nos surpreendeu com sua euforia em nos ver, olhei para ela feliz em saber que uma das mais top's estava presente.
- Hanna! Que bom vê-la! - levantei-me e a cumprimentei beijando seu rosto e logo voltando a me sentar. - Estamos batendo um papo aqui, logo logo nos vemos na pista de dança... Aproveite a bebida, está da forma que a gente gosta. - pisquei e a vi se afastar, no mesmo momento em que Andrew se levantou, não entendi nada, mas fiquei um tanto receoso com o que ele fosse fazer, como tipo...
- Estou como estátua aqui parada, devo estar parecendo um morto-vivo. Acho que eu deveria ir... - mordi novamente meus lábios e fiz uma expressão desgostoso, me levantei no mesmo momento e segurei seu pulso o fazendo virar para mim.
- Por favor, fique... Não vá! - nossos olhos se encontravam criando uma conexão bem surreal, não entendi ao certo o que estava acontecendo ali. - Eu quero te agradecer pelo que fez comigo no hospital, mesmo sendo amigos eu achei de muita importância... - não estava percebendo, mas nós estávamos perto um do outro. - Fique comigo, curta comigo, estou pedindo muito?
Sério que meu coração estava acelerado?


Post: 05 ~ Tag: Andrew; Brandon; Hanna
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...try to be yourself...

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Nathaniel W. Sibley em Ter 31 Mar 2015 - 10:15

Pain is just one...
Quando eu já comentava mentalmente quantas pessoas deveriam estar por ali, mais chegavam, como que lembrando-me de que Tyler realmente conhecia muitas pessoas, tinha muitos amigos. Me senti integrado de certa forma, éramos amigos de longa data e, com exceção das festas, eu basicamente iria para qualquer lugar com o moreno tatuado. Meu certo nervosismo e temor quanto a ser um conselheiro dos Warblers se dissipou com a mansidade com a qual fui acalentado por Tyler, que fez um sorriso genuíno brotar em meus lábios comprimidos numa expressão séria. Não sabia se eu e Timothy estávamos exatamente "juntos nessa", mas eu daria tudo de mim pelo coral, se fosse necessário. O moreno mostrava-se atencioso e até recebi elogios, o que me fez subitamente corar e logo virei o rosto olhando para as piscantes luzes da iluminação da festa, voltando a fitá-lo.

- Bem, eu sou modelo, mas mesmo assim sou ainda que tímido. E não ria, modelos tímidos existem sim! - Comentei antes dele poder falar qualquer coisa. Geralmente as pessoas me achavam cínico por eu muitas vezes desfilar apenas com uma boxer e pessoalmente corar com qualquer coisa, ficando semelhante a um tomate. Lembrei de Logan. Ele e Logan tinham um relacionamento, não era? Talvez não fosse, ou talvez fosse. - E você, possui algum... - formulei a pergunta mas antes de completá-la, requisitado como sempre - e também por ser o anfitrião - logo surgiu um dos Warblers, eu havia esquecido seu nome mas Tyler era melhor com memória e o chamara de Brandon. - Olá, Brandon. - Assenti com a cabeça, sorrindo para ele, sorrindo divertidamente com as desculpas de Tyler. - Você é um cara querido pelas pessoas além de ser o anfitrião, logicamente você vai ter de dar oi à todos aqui... então, como eu estava dizendo... - logo Hanna surge, me fazendo engolir em seco e fechar os olhos buscando paciência.

Já ouviu falar na paciência dos russos? Não? Bem, deve ser porque não existe. Eu sempre tive a agressividade de minha mãe, mas a passividade pacífica de meu pai me dera uma aparente calma que comumente era assemelhada à uma personalidade e caráter cínico. Eu deveria ir embora, e era exatamente quando decidi fazê-lo que a mão forte de Tyler segura meu pulso. Seus olhos faiscaram, com uma dor aparente e expressiva refletida nos olhos verdes cor de musgo. Engoli em seco e meus lábios entreabriram, mas nada saía. Minhas sobrancelhas subiram e minha expressão queria dizer algo, mas apenas aproximei-me dele com um leve sorriso.

- Russos não possuem paciência, então ou conversamos a sós ou nada feito... - dei basicamente um ultimato, era arriscado ele dar as costas e ir dançar com Hanna, mas era melhor que ficar como uma estátua ali. - E isso faz tempo, você entrou em coma, acordou e está bem, muitos outros amigos também já lhe visitaram, então porque age como se apenas eu tivesse ido te visitar? - Foi arrogante? Foi. Fui um completo idiota? Óbvio. - Oh, desculpas, eu não quis ofender-lhe, é que atenção demais dada para mim me faz conspirar demais... - falei a verdade, então apenas me calei com um gole de tequila que peguei de uma bandeja com agilidade, mal notando o garçom que seguiu em frente. Um outro gole e o copo esvaziara. Eu ficaria, então apenas lhe respondi com um aceno de cabeço indicando positivamente.



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Sibley
Been trying hard not to get into trouble, but I, I’ve got a war in my mind, So, I just ride

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Michael C. Mudder em Ter 31 Mar 2015 - 10:50




Just Top's and Vip's

Meu pedido havia sido atendido de uma forma bem rápida, uma das garotas havia pego e me puxado para o a pista, a menor, digamos que a mais atirada de todas. Meu sorriso malicioso acompanhava meus olhos que observava ela de trás, nunca fui de ter quedas por meninas mais novas, mas em uma festa cujo a bebida era liberada e a música era alto acompanhado de efeitos de luzes bem empolgantes tudo poderia acontecer, tudo mesmo.

Começamos a dançar, a puxei para perto de mim pondo ela de costas, nossos corpos se roçavam de maneira bem sensual, a batida da música eu me aproximava de seu ouvindo cantando estrofes da música de forma sedutora.
- Baby, I’m preying on you tonight, hunt you down, eat you alive... - a virei para mim olhando em seus olhos.
- Just like animals... - mordi meu lábio inferior e me aproximei dela atacando como uma fera, o álcool já estava me instigando a fazer coisas, gostava disso quando eu bebia, levei minha mão até a nuca da outra e a puxei para um beijo bem caloroso. Nossas línguas dançavam em sincronismo diferente, as luzes vinham passando por nós fazendo ficar mais aflorado, a letra atiçava ainda mais, passei minhas mãos por toda as suas costas e então me afastei e a peguei pelo pulso levando para um canto mais escuro que não tivesse muita iluminação e me encostei na parede envolvendo minhas mãos em sua cintura e a puxando novamente pra beijá-la.

Minhas mãos estavam então nas polpas de seu bumbum, apertava com uma certa força levando então minha boca para seu pescoço, dava leves mordidas na pele macia dela e deslizei minha língua até o lóbulo da sua orelha.
- Como você disse, podemos fazer algo melhor com a boca.
Voltei a beijá-la enquanto a música nos conduzia a pensar em coisas acima do que estava acontecendo por ali, naquele exato momento.

Thanks for @Lovatic, on CG


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From my hands of the winter...the queen for the darkness not accepted..you loved.

Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Billy M. Currington em Ter 31 Mar 2015 - 10:59

You ain't Dolly, and I ain't Porter. So let's dance all night And fill the jukebox full of quarters.
Ele só teve noção de quanto estava desgastado quando se tocou que estava quase pegando no sono. Aquelas semanas dividindo a vida entre noas responsabilidades com as antigas certamente não estavam dando certo. A notícia de que a irmã viria morar junto dele então foi a cereja do bolo. Só de pensar ele ficava mais cansado ainda. Certamente teria se perdido em anacronimos se não tivesse visto Tyler, um ponto a ser destacado é que num jogo de mímica era bom não depender de Levine, os gestos que ele fizera pareciam mais uma marmota se afogando do que qualquer outra coisa, mas Gerrard entendeu o que queria dizer. Dançar, mas nem a pau que ele iria fazer algo do gênero, suas habilidades para dança eram tão boas quanto as de um elefante em voar, se somado a seu estado de fadiga assim que tentasse iria parecer um boneco de posto. Respondeu a Tyler balançando a cabeça negativamente e gesticulando uma continência muito preguiçosa enquanto no instante seguinte virava a garrafa de cerveja e notava o gosto ruim, mais do que o habitual. Quase se afogou, sim, mas logo que olhou o rótulo percebeu. - Cerveja preta... - comentou descontente pousando a garrafa sobre o balcão, em meio à falta de atenção não percebeu o que havia pego. Ele estava literalmente um bagaço.

Estava de cabeça baixa, encarando o balcão como se fosse seu inimigo mortal, quase começou a conversar com o bartender, mas felizmente não fez isso, se não poderia ser taxado para sempre como bebum de fim de carreira. Só notou a presença feminina a seu lado quando a voz ecoou em tom perceptível. Encarou Dianna com uma das sombrancelhas arqueadas e perguntando-se o que diabos ela estava falando, mas no fim apenas comprimiu uma risada. - Ótimo jeito de puxar conversa num bar, eu certamente vou anotar essa no meu cardeninho. - comentou fechando os olhos por um segundo e encarando-a logo em seguida. Encarar qualquer mulher naquela festa era dar asas à imaginação, era por isso que tanto cara ia preso, se envolve com qualquer mulher com corpo de 20, mas com 14. Só que às vezes a cadeia não parece um lugar tão ruim assi, diga-se de passagem.

Um banho incomum veio junto do pedido de Dianna, vamos resumir a história para não enrolar mais ainda. Os pedidos chegaram, ela foi pegar quando a wild man appears e o final disso foi Gerrard mais molhado que carne ensopada com fragância de puro álcool, o que certamente não era o lançamento da nova colônia masculina da jequiti. Em condições normais Steven teria perdido a cabeça e uma confusãozinho iria rolar com o sujeito que saiu cagando para tudo, mas só de imaginar a cena ele já tinha preguiça e desânimo de se envolver naquilo. Esboçou uma careta no maior gênero de "eu mereço", era quase como se imaginar voltando para casa depois de um trabalho exaustivo e bem na hora que você vai entrar no seu ônibus um pombo equipado com mira a lazer acerta bem o centro da sua cabeça. No fim apenas conseguiu rir de si mesmo enquanto observava que Dianna tentava segurar o riso. - É, não tá fácil pra ninguém... - comentou, mas foi supreendido com o semi-surto dela em quere lhe ajudar. - Ow, ow, respira, calma. Tá tudo bem, ei... - é, não adiantou, Dianna arrumou-lhe uma camiseta nova e sumiu. Steven ficou alguns segundos estáticos observando feito um suricato, mas quando voltou a si devolveu a camisa ao seu dono e apenas tirou a sua.

Para surpresa geral Dianna voltou, esbanjando mais simpatia que Sandra Bullock em Miss Simpatia. - The hero come back. - sussurrou recebendo-a com um sorriso de canto e fazendo uma alusão a uma música que, provavelmente só ele conhecia. Não fazia ideia do que ela havia pedido ao bar tender, mas não reclamou. Entre um tempo e outro tratou de fazer o tique que todo bom homem hurr durr faz, em palavras mais claras deu uma conferida básica nas curvas que a perigosa rodovia ostentava, lutou muito para não alimentar a imaginação, mas bem, era uma homem rústico do interior, algumas coisas são inevitáveis. Se recompôs antes de passar vergonha, mas ainda tinha uma expressão de surpresa no estilo "Rapaz, Deus não ajuda.". Saiu do transe sendo puxado para dançar. Boneco de posto feelings. Mas escutou melhor, era Meghan Trainor, ela cantava bem e era gostosa demais, ele nunca teve paixonite por cantoras, mas cara, era Meghan Trainor. Até ele que parecia mais um zumbi de The Walking Dead se encheu de vida quando conectou a música, a cantora e a mulher dançando consigo. Conseguiu fazer o básico para não passar vergonha, mas a cada três passos era um espirro.

Debruçado sobre o balcão novamente e com um ar muito mais vívido enquanto encarava a bebida. - Eu diria que estou sentindo que essa bebida é forte, que as malditas luzes que você falou não fazem bem pra saúde e que... - passou o braço sobre os ombros dela apoiando a mão no ombro oposto. - ...a menos que você queira causar ciúme naquela sua bela amiguinha ali ou Deus resolveu ser benevolente comigo, você está na companhia de peão tendo um misto de Artémis e Afrodite te esperando. - pausa para o primeiro gole. - Mas sim, você dança bem demais, diga-se de passagem. - não pensou nisso obviamente, mas falou mesmo assim.
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I'm a broken guitar
workin' on a broken song

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Ghail C. Mudder em Ter 31 Mar 2015 - 11:51




Top's and Vip's


"I am not afraid to walk this world alone...
Nothing you can say could stop me going home."
Achei muito engraçado a forma com que ele se impôs a minha pessoa, já tinha ouvido histórias de que as pessoas russas são bem frias e autoritárias e agora tenho a certeza de que isso é verdade. Cruzei meus braços o olhando por alguns instantes depois daquele choque estranho que tivemos com o olhar, soltei uma risada bem cômica lembrando da minha reação e então o vi pegar tequila e dar em dois goles fim ao copo, não me ofendi quanto as suas palavras que vieram a mim, eu sabia que muitos haviam ido me visitar, mas ele, sei lá, com ele era muito diferente e estranho ao mesmo, será que além de serem ríspidos são capazes de atiçar a curiosidade sobre como eles podem reagir quanto a questões tão supérfluas?

Sem medo peguei em sua mão e o puxei tirando da sala, passava pelas pessoas as cumprimentando novamente com apenas uma acenar de cabeça, levava Andrew para que eu e ele tivéssemos um particular, só eu e ele.
Entramos no corredor e passei pelos quartos indo ao fim da mediana passagem e assim entrando em meu quarto, o barulho estaria abafado pela distância e pela porta fechada.
- Pronto, agora podemos conversar sem interrupções.
Tranquei a porta e me joguei na cama sentando na beirada dela olhando para o outro.
- Então, respondendo a sua pergunta, porque eu simplesmente o considero muito, desde quando eu terminei com Timothy nossa aproximação amistosa me chamou a atenção, você frio, eu mais espontâneo, você culto e eu mais boca aberta. Opostos, mas tem aquele ditado que diz que os opostos se atraem... - a minha expressão facial agora era de surpreso pela frase dita. - Acha a mesma coisa?

*Andrew e Tyler agora estão no quarto*


Post: 06 ~ Tag: Andrew
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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Ter 31 Mar 2015 - 13:36

live with no lies

You know our love would be tragic. You're my favorite kind of night. aqui!
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A cada minuto passado, estava se provando uma tarefa difícil não rir de Gerrard. Não pude deixar de reparar no up que ele havia dado. Antes, tinha pensado em possibilidades do garoto ter criado teias enquanto quase dormia no bar. Ao voltar, me deparei com ele sem camisa. Seu corpo era bem definido, claro, para alguém da roça era de se esperar. Lembrava de poucas coisas que Mary havia dito sobre o louro, e ser do campo era algo que não se esquecia tão fácil, já que mais da metade de todo mundo que estava ali eram pessoas de uma exigência luxuosa característica. Nada mais que badboys and girls da cidade. E bem, havia me perdido nos meus próprios pensamentos, que não percebi quando um de seus braços cercaram meus ombros.

A vontade de rir havia sido abafada momentaneamente, por conta de um sutil incômodo. Meghan Trainor havia deixado o recinto, com sua voz maravilhosamente estonteante. Um biquinho se formara em meus lábios por breves segundos, sendo substituído por um sorriso gigante ao início da próxima música. Break Free. Já não sentia mais o leve frio que percorria o ambiente. Depois de uma breve dança e de estar bebericando um drink quente, o calor dava o ar de sua graça. Então, Gerrard me chama a atenção.

Causar ciúmes? Eu não teria um motivo para isso. Se eu tivesse, provavelmente já teria te puxado para aquela pista de dança e provocado meio mundo. — tirei a jaqueta, indo deixá-la no cabideiro de casacos.

Ele ficava não muito longe dali. Enquanto andava até lá, vi que Katherine estava conversando com Hanna, e Shannon parecia sozinha, agora. Abri um sorriso morno, desviando o caminho da volta. Puxei-a pelo braço, entrelaçando nossos dedos. Em hipótese alguma deixaria minha noiva deslocada, sozinha ou no meio de pessoas que tanto eu como ela desconhecíamos. A opção favorável, era levá-la até onde eu estava com o cowboy.

Gerrard poderia não estar, mas parecia embriagado. Teria sido o drink? Era bastante forte, mas imaginava que o rapaz teria uma boa resistência ao álcool. Ou a música o havia deixado desestabilizado de alguma forma? Não esqueceria jamais a forma descoordenada e engraçada a qual ele havia dançado. Mais, era até parte de um charme. Ele poderia muito bem usar isso para conseguir uma aulinha particular com uma boa professora. Ri com o meu próprio pensamento, tinha esquecido de apresentar os dois.

Amor, deixe-me lhe apresentar o primeiro cowboy da face da terra que não sabe dançar. Gerrard. Gerrard, esta é a morena mais linda da festa. Shannon. — dei mais um gole em meu drink, rindo.

Estava me sentindo um tipo de apresentadora com uma mistura de mestre de cerimônias. Era o quê? A terceira ou quarta apresentação que fazia na noite? Beijei a bochecha de Shannon, olhando-a por alguns segundos. Estava pensando em convidá-la para dormir em casa, para conversarmos algumas coisas no dia seguinte. Sobre o casamento, principalmente. Estava ciente da pergunta que Katherine havia feito, e a falta de resposta dela, e minha desconfiança em tratar deste assunto. Também precisava conversar com Hanna, admitia internamente que vir até Gerrard havia sido uma forma de fugir da garota de cabelos dourados. Era difícil pensar na presença da amiga, visto que algo sempre tendia a acontecer e não era da sabedoria de ambas esperar se poderia ser algo bom ou ruim. Meus olhos percorreram até ela, fixando-se por alguns breves segundos.

E então, meu corpo parecia ter vida própria, dançando ao ritmo de Worth It. Fifth Harmony. Havíamos chegado ao meu ponto fraco, na música. Fiz o melhor para fazer Gerrard voltar a dançar, estando entre ele e Shannon, desta vez, instigando minha noiva a dançar junto, afinal, estávamos em uma festa. Por dançar mal e não dançar, a primeira opção era sempre a melhor. Como estava de lado para ambos, serpenteei o corpo para o lado esquerdo, o qual Gerrard estava, deixando-o agora no meio. Se estávamos chamando atenção? Difícil dizer. Cada um estava antenado no que fazia, mas sempre haviam os fofoqueiros de meia boca para espalharem coisas por ai. Para não deixa-lo desconfortável com a dança ou deixar Shannon longe por muito tempo, voltei para o meio dos dois, bem quando a música acabava.

Ah, e sobre a coisa de puxar assunto... Não sou muito de fazer isso, então acrescente como observação no seu caderninho. — me inclinei para Gerrard, para que ele ouvisse.

Senti meu celular vibrar no bolso do short, mas não me daria o trabalho de ver quem era. As pessoas que poderiam me deixar alarmada estavam todas em meu campo de visão, e discretamente observava cada uma. SanClair, Hanna e Shannon. Por um momento, meu sangue gelou. Faltavam dois. Demétrio e Sam. Me virei de costas para a festa, escorando um cotovelo no balcão do bar. Era uma mensagem. Meu peito parecia pesar uma tonelada, mas ao ver o remetente, meu pai, respirei fundo, aliviando a tensão repentina. Ele tinha dito que me mandaria uma mensagem quando estivesse bem ao pousar em Miami.

Peguei meu drink, dando o último gole dele. Ficar tensa era algo complicado para mim. Apesar de estar tranquilizada, era algo que não passava tão rápido quanto eu gostaria de que fosse. Tentei dar meu melhor sorriso para camuflar, mas tinha em minha consciência de que Shannon poderia ter percebido. Gerrard também, mas poderia driblar isso com uma boa dose de diversão. E esperava encontrar essa dose o quanto antes.


I'll give you black sensations up and down your spine.

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Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Hanna Mensdorff-D. McCain em Ter 31 Mar 2015 - 20:38

slayin with queen bee
As luzes estroboscópica cintilavam por todos os cantos daquele grandioso salão, pareciam pincelar a pele de cada uma das três meninas que estavam ali. E era altamente perturbador não conseguir enxergar com extrema clareza em meio a tudo aquilo. Uma hora você via, na outra não. Fora exatamente assim com Dianna; Em um minuto meus olhos corriam pela silhueta da morena, sua pele brilhante em cor de canela pendia unida a de sua noiva em um contraste incrível. Bastou uma apresentação da até então desconhecida, mais luzes piscarem e meus olhos se fecharem por puro impulso e Dianna já não estava mais ali. Meus olhos correram ao meu redor, buscando qualquer vestígio de cabelos ondulados ou de suas vestes brancas que se destacavam facilmente em meio a tanta penumbra, mas tudo que via eram corpos enroscados em uma dança lasciva. Minha atenção tão facilmente oscilou para a morena genuinamente mais alta que eu. Katherine, certo? Esforcei-me a ouvi-la em meio a toda aquela batida e gritaria e o pouco que entendi fora indagações sobre Demétrio. Demétrio. Ela era uma Ghödshy. — Uh, eu e seu primos nos conhecemos sim. — Sussurrei, abruptamente afetada. A quanto tempo não via Demétrio? Eu odiava o pouco que conseguia recordar de nossa última vez juntos. Eu somente tinha o vislumbre de seus olhos tão próximos. E então ele desaparecia. Me virava as costas e corria em direção a algo. Eu ainda precisava preencher essas lacunas, mas quando? Conseguia ouvir a voz de Demétrio sussurrando palavras de incentivo, como se fosse em um sonho meu. Pisquei, desta vez vendo a Dianna ali, como se jamais houvesse ido.

Seu sussurro preencheu minha mente e eu assenti pouco atenta, bebericando ao conteúdo da taça na tentativa de mostrar naturalidade. — Ele é realmente baixo. Mas não tão baixo. Aliás, qualquer um é baixo perto de ti. — Liberei um sorriso dócil para a morena, contemplando-a com os olhos. Sua pele era brilhante, seus braços magros e pernas tão longas que davam inveja a qualquer uma desprovida disto. — Ele tem olhos encantadores. E é um garoto incrível. Além de talentoso e bem ... instigante. Vocês vão se dar bem. — Findei, virando por puro instinto o liquido da taça e me desfazendo dela segundos após. Lancei um olhar por cima dos ombros, desejando ver Shannon ali. Fora como um soco no estômago quando não a vi por ali, a culpa de súbito parecia rir em minha mente. Mas então meu olhar seguiu involuntariamente para mais adiante e contemplei o bar. Duas morenas se moviam ali, deixando o local na companhia de um louro alto com a o físico robusto exposto. Eu o conhecia, isso eu tinha certa certeza, mas quando busquei seu nome em mente nada apareceu. Maldito acidente. — Uh, Katherine. Eu acho que esta na hora de agitarmos. — Girei com os calcanhares, jogando os fios para trás com um movimento lento. Com um sinal sútil chamei a morena, e juntas atravessamos o salão. Nenhuma palavra era dita, somente meu olhar expelia qualquer um em meu caminho, e assim segui até alcançar a pista de dança. As batidas de Bang Bang se iniciaram de modo inesperado e eu não contive um grito animado quando meu quadril balançou, guiado pela melodia. O timbre potente de Jessie J estourou nas caixas e fielmente segui a letra, batendo palmas no ritmo certo enquanto rodeava Katherine. A morena respondia a tudo com total comprometimento, fazendo-me rir de excitação. Eu gostava deste tipo de pessoa, que se jogava com você em qualquer situação. Com um giro, tive a impressão de fitar SanClair. Seu pequeno corpo atracado ao de um homem pouco conhecido mas de uma beleza atraente. Não deixei de sorrir orgulhosa pelo feito. Boa escolha, my bitch. Meu olhar então encontrou Katherine por cima dos meus ombros e eu rebolei lentamente antes de me agachar ao chão e quicar com a batida música que antecedia o refrão. Oh, a quanto tempo não dançava assim? A quanto tempo não me divertia tanto? Segurei os pulsos de Katherine e a girei ao meu redor, lançando um olhar agradecido a menina. Havíamos acabado de se conhecer e dançávamos como  duas amigas de longa data, sabendo qual seria o próximo passo, numa incrível harmonia. Dianna noiva. SanClair e seus homens. Ter uma nova parceira não era algo tão ruim naquele momento.



## Dianna, Shannon, Gerrard, San & Katherine. // Clothes, here. // by Rufo


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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Alecssander L. Montecchio em Qua 1 Abr 2015 - 1:25


Party girls don't get hurt, Can't feel anything, when will I learn
I push it down, push it down, I'm the one "for a good time call", Phone's blowin' up
Hanna começou a falar de meu primo, com um sorriso doce nos lábios, aparentemente com um quê de saudades refletida no seu olhar e na forma como falava, quase como se afastasse daquela festa e estivesse com ele num plano etéreo. Ela falou sobre seus olhos brilhantes, sobre como ele era instigante e afirma que iríamos nos dar bem. Assim eu esperava. Mas agora, não iríamos falar de pessoas ausentes, tínhamos de nos manter no ritmo, e eu balançava o corpo levemente ao som da canção, fitando Dianna ao longe e puxava Shannon para dançarem com o loiro de aparência deslocada e distante. Surpreendentemente, sou abordada por Hanna que, com um sorriso de garota fatal gira os calcanhares quando começa a incrível Bang Bang. Sorri, meus ombros automaticamente subiram e desceram, meu corpo girou na ponta dos saltos e inclinei o tronco, batendo palmas, erguendo as mãos e movimentando os quadris enquanto cantava com a voz amaciada o refrão da música. A loira rodeava-me, enquanto minhas palmas batia e com o perfeito equilíbrio na ponta dos saltos, rebolava meus quadris seguindo as batidas da música e descia até o chão, subindo de uma só vez e girando sem sair do lugar. Sorri largamente para Hanna, um sorriso genuíno. Pela primeira vez havia me soltado verdadeiramente naquela festa. Minhas mãos abriram-se, meus braços erguidos para os lados e pondo o pé direito à frente, passei a rebolar ao refrão da canção, acompanhando-a e fitando Hanna soltar-se e toda a névoa confusa que se passava por seu rosto sumira.

É. Festas podem ser divertida, e agora eu sabia disto enquanto me soltava loucamente. Sorri para Hanna, pegando rapidamente um copo brilhante que passava e engoli seja lá o que fosse que estivesse no copo, sentindo o gosto doce e ergui as sobrancelhas jogando o copo para um grupo de garotos e voltei a dançar, agora os olhares nos pertenciam.


____________________

+
I'm a Heartbreaker


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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por SanClair S. Scherbítsky em Qui 2 Abr 2015 - 12:51

"Party!"

On fire.
Adam tinha pegada. O garoto era bastante experiente e sabia seduzir e mexer com uma garota, mesmo que ela fosse uma anã como eu. Nós nos beijamos ao som de Animals - Maroon 5 e aquilo parecia estar nos deixando ainda mais loucos. Era fato que já estávamos bêbados, mas isso não era desculpa para nos pegarmos daquele jeito, se estavamos fazendo aquilo, era porque queríamos. Suas mãos se encontravam em minha bunda e uma das minhas passeava pelas suas coxas até que passei por seu membro que se encontrava presente. Estávamos atiçados.

- Com certeza. Prefiro você beijando. - Disse. Voltamos a nos beijar. Suas mãos era finas, mas eu as senti facilmente, tinha sabia lidar com as mulheres, parecia ter bastante experiência, e eu estava gostando e me sentindo a última bolacha do pacote, embora as vezes pensar Nele. Seu rosto via em minha mente uma vez ou outra, eu teria que caminhar para frente, progredir e não pensar em dar passos para trás. Negativo. Parei mais uma vez de beijar Adam, ele mordia o seu lábio inferior enquanto me segurava pela cintura e eu estava com meus braços em torno de seu pescoço. - Agora seja um bom peguete e vai lá buscar uma bebida pra mim. - Pedi. Adam me deu um selinho e foi atrás da bebida. Caminhei até as garotas, elas estavam conversando com Hanna que havia chegado alguns minutos atrás. - Olá Han. - Disse, abracei a minha amiga e logo depois lhe dei um beijo na bochecha. Dianna começou a rir e eu já havia entendido o motivo de daquela risada. - Dianna, segura esse homem, ele é puro fogo. - Comentei. Percebi que a garota que havia ignorado estava se sentindo meio deslocada com minha presença, resolvi interagir com a mesma, ver como ela era. Não que isso mudaria minha opinião, agora já formada sobre ela. - Então, como se chama? - Perguntei.

tags: #back #party. post nº: 014. vestindo: isso.
att @ sa!

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Check out, I’m blonde, I’m skinny, I’m rich And I’m a little bit of a bitch

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Michael C. Mudder em Qui 2 Abr 2015 - 15:25




Animals

A pequena travessa tinha uma presença fogosa, sentia isso pelos beijos, sua mão um tanto perigosa passou justamente acima da minha calça jeans parando acima do meu membro, que estava bem presente, atiçado pela jovem que me fazia imaginar altas situações com ela dentro do meu quarto me fazendo ficar cada vez mais atiçado pela outra. Nossos beijos iam ficando mais intensos a cada minuto da música, o canto escuro nos dava uma certa vantagem para que pessoas não presenciassem coisas tão chocantes como a de minha mão que misteriosamente entrou por dentro da calça dela na parte frontal e sentia a pele macia e lisa de sua passagem vaginal, no mesmo momento a tirei e assim nos afastamos, o calor estava bem grande, tive que me ajeitar para não demonstrar muito o volume na calça, que por sorte era jeans e bem grossa não dando assim tanto ênfase ao monte que estava na parte de baixo.
- Não sou de atender pedidos, mas farei para te deixar respirar. - pisquei e me virei indo em direção ao bar.

As pessoas estavam bem animadas, a música alta e o ambiente bem penumbro com apenas as luzes passando de um lado para o outro me ajudava a esconder minha ereção, contorci um pouco minha calça e ajeitei o cara lá de baixo e cheguei ao balcão do bar pedindo duas doses de vodca com gelo, sendo que uma era com limão.
Me virei tentando visualizar a menina em chamas e a vi com Dianna e as outras garotas, reparei em seu corpo e na pessoa bem menina travessa que ela transpassava para mim, o que era a pura verdade, então o pedido chegava e assim eu pegava os dois copos indo em direção a outra, no meio do caminho uma mulher loira de olhos azuis me parava enquanto dançava, dei uma risada de leve e joguei um pouco meu copo para acompanhá-la, girei minha silhueta por ela e movi meus lábios em forma de beijo para a outra voltando a percorrer meu caminho.

Eu queria naquele momento a jovem fogosa, como eu era seu peguete ela obviamente seria a minha, cheguei no meio das garotas observando que uma outra loura agora estava presente no local.
- Mais uma integrante do grupo? - me virei para Sanclair e entreguei seu copo de bebida.
- Prazer, sou Adam, primo de Tyler. - me inclinei e educadamente beijei sua bochecha, dando por vez novamente olhar para a outra morena que parecia estar bem quieta até a pequena falar algo com a tal.
Dei a volta pelas outras e voltei a ficar por trás de Sanclair beijando seu pescoço e roçando minha cintura na sua.
- Vamos brincar mais... Pode ser no meu quarto? - falei baixinho em seu ouvido e logo mordi seu lóbulo, me afastei e dei um gole no meu copo e esperava que a outra fosse responder.

Thanks for @Lovatic, on CG


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From my hands of the winter...the queen for the darkness not accepted..you loved.

Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Convidado em Dom 5 Abr 2015 - 0:19

Party time


Não era novidade eu ser lerda ou começar a divagar do nada, entrando num mundo quase que só meu. Mas aquele pequeno show de laser trabalhando em conjunto com a fumaça de gelo-seco, me fazia entrar num estado de inércia; eu estava quase chegando a um universo alternativo devido à luz estroboscópica e começando a ver imagens psicodélicas a minha frente. Jesus. Essas luzes de festas definitivamente não me faziam nada bem. Pisco os olhos algumas vezes antes de me situar novamente, lembrando que ainda havia meia taça de lambrusco na mão e que me encontrava em um grupo bem chamativo de garotas. Corrigindo: eu estava em um grupo bem chamativo de garotas. Elas tinham se dispersado tão rapidamente, que nem tive a chance de seguir alguma delas. Claro, você estava igual uma retardada olhando o globo girar... Pff. Busquei o corpo moreno alto com os olhos, no intuito de encontrar Dianna e dar a ideia de retomarmos a dança que estávamos tendo alguns minutos atrás, mas aparentemente ela estava numa conversa com um homem que certamente nunca havia visto na minha vida. E parece que ele está um tanto quanto interessado nas curvas dela, não é mesmo? Suspiro. Eu tinha que aprender a ser menos ciumenta ou não ligar para certas coisas. Era óbvio que minha noiva era quente – não só no quesito temperatura - e que arrancava olhares de desejos por onde passava, mas, como o pronome possessivo já dizia, era minha. Então, senhores, guardem o extinto de caçador para vocês.

Desviar olhar, tomar todo o restante de vinho em um gole, observar SanClair no maior amasso num canto escuro do terraço, ver Hanna numa conversa com Katherine. Indícios daquele sentimento de “estou deslocada” começavam a tomar conta de mim, e aquilo não era nada legal. Dois segundos depois sinto alguém entrelaçando os dedos nos meus e me puxando para o bar: Dianna tinha a incrível capacidade de aparecer nas horas certas.

A pequena risada que saiu de minha boca foi inevitável no momento que minha noiva terminou as apresentações. – Como assim um cowboy que não sabe dançar? Nem aquilo de pular de um lado para o outro enquanto gira um laço imaginário em cima da cabeça? Sério? - Indago antes que pudesse me controlar, contendo a vontade de fazer o passo que havia mencionado. O sorriso amigável apareceu em seguida, uma simpatia desconhecida pelo homem que secava minha noiva até minutos atrás, aparecendo do nada. – É um prazer conhecê-lo, Gerrard.- Era o que? A segunda ou a terceira vez que dizia aquelas palavras naquele dia? Enfim. Deixo a taça vazia em cima do balcão bem no momento que Worth It soa pelas caixas de som, eu sabia da pequena – leia-se enorme – queda de Dianna pela banda, então não foi uma surpresa quando o ritmo ragatanga atingiu o corpo da morena, fazendo-a dançar pelo espaço entre mim e o cowboy ruim de dança. Eu, atentamente, observava os movimentos que a cintura da garota fazia, e tive que pigarrear para tirar alguns pensamentos pecaminosos que vieram a mente. Agradeci quando a música acabou e a dança parou. Respirei fundo, subindo o olhar para o rosto de Dianna e, rapidamente, olhando o de Gerrard, para voltar olhar a menina em seguida. Você está parecendo um pré-adolescente vendo uma menina bonita dançando. E eu preciso parar de falar comigo mesma enquanto estou rodeada de pessoas.

A música trocou, dando lugar a nada mais nada menos que Krewella, em uma versão remixada de Enjoy The Ride. Meus olhos se fecharam automaticamente, a batida da música começando a controlar os movimentos do meu corpo. Eu era apaixonada naquele trio, me trazia lembranças da Califórnia e a vez em que elas se apresentaram no festival em Indio. Aquilo fora épico. Meus olhos, se abrindo rapidamente, recorreram aos da noiva pela centésima vez naquela noite, encontrando um pouco de preocupação nos mesmos ao acabarem de ler o quer que fosse no celular. E sem contar os ombros tensos. Ignorando Gerrard, pego na mão da garota e a puxo em direção ao aglomerado de convidados, levando-a para o meio da pista de dança. - Você sabe que se fosse algo sério não teriam te mandando um SMS, certo? Então apenas esqueça que tem uma vida lá fora, que você é extremamente responsável e aproveite o melhor que a eletrônica tem a te oferecer.  - Minha boca estava colada no ouvido direito da menina, garantindo que a mesma escutasse tudo que eu viesse a falar. Me afasto com um sorriso nos lábios, me virando de costas para a morena  e fechando os olhos novamente, sentindo a batida bem marcada da música controlar os movimentos que meu quadril fazia.

◦◦◦
Convidado
Convidado

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Ghail C. Mudder em Dom 5 Abr 2015 - 9:04


TOP'S AND VIP'S!


"The Party Never Ends!"

A festa Top's and Vip's está em sua 1ª edição.
O Dj tocava suas melhores músicas, todos curtiam, bebiam, faziam suas poutarias em prol de um delicioso pedaço de carne humana sobre alguma cama macia. Já era 3:14 da manhã, as luzes eram os únicos pontos brilhantes que rasgavam a penumbra do céu estrelado, os organizadores com a autorização do anfitrião começavam uma movimentação em volta da piscina, os festeiros percebiam e ficavam a observar o que iria acontecer, tiravam os enfeites flutuantes enquanto um deles fora até a mesa do DJ lhe dizer os próximos comandos, afastaram-se do contorno de mármore branco e assim o microfone veio a emitir o som da voz do comandante das batidas.
- Ae galera! O anfitrião Tyler Levine autorizou e agora vamos lavar nossa alma, está cem por cento liberada a piscina para os que quiserem se refrescar desse calor sexual que os consome! É FESTA!!! - acionando um dispositivo um show pirotécnico iluminou o contorno da piscina fazendo uma cascata de faíscas surgirem do chão, ao fim os primeiros corajosos entravam em um salto na água que estava morna dando liberdade aos demais convidados para fazerem o mesmo.

Ao comando do DJ estará a Set List com as músicas abaixo:

Avicii - Hey Brother Remix
MAGIC! - Rude Remix
Marron 5 - Animals Remix
Imagine Dragons - Radioactive Remix
Kesha - Cannibal Remix
Ylvis - The Fox - Remix
Ariana Grande - Break Free Remix
Marron  ft Nick Minaj - Sugar Remix
Avicii - Addicted To You Remix
Calvin Harris - Summer Remix
Fifth Harmony - Worth it
Beyoncé - 7/11 Remix
Beyoncé - Drunk in love Remix
Beyoncé - Flawless Remix
Fifth Harmony - Boss Remix
New Electro & House mix 2014
(clique na música e se sinta na festa)

QUE A DIVERSÃO COMECE!
IT @ CG

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...try to be yourself...

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Dom 5 Abr 2015 - 23:24

can't you see?

You know our love would be tragic. You're my favorite kind of night. aqui!

Ligeiramente, tratei de guardar o celular no bolso, enquanto tentava me livrar da tensão. Meus olhos repassaram para Shannon, e eu tive a certeza de que ela havia captado o momento de tensão. Abri um sorriso fraco, sem ter entendido uma mínima palavra do que a morena havia dito a Gerrard. Olhei para o garoto, tocando seu ombro gentilmente em uma despedida delicada, sentindo o aspecto suave de sua pele nua. Pisquei para ele, sendo arrastada para o meio da multidão. Ouvi a voz forte de minha noiva ao meu ouvido, pedindo que eu aproveitasse a música, e logo me deu as costas, começando a dançar ao ritmo da canção. Meus olhos correram por seu corpo de cima abaixo, umedecendo os lábios ao concluir o processo. Gostosa. Agitei a cabeça, tentando me livrar dos pensamentos eróticos, enquanto circulava meus braços ao redor de sua cintura, puxando-a para trás até sentir seu corpo completamente colado ao meu. Permaneci na pista de dança por mais duas músicas, e logo estava conduzindo Shannon até o local onde antes estávamos com o grupo de garotas e Adam. Ao pensar no homem, meus olhos correram a sua procura, e tive que prender o riso ao ver SanClair praticamente se esfregando nele. Assim que ficasse sozinha com a amiga, lhe importunaria com o que estava vendo. Estava tentando me concentrar em Shannon, quando encarei Hanna com Katherine. Preferi não dar muita atenção a garota de cabelos dourados e a mais nova morena alta e bonita, ou acabaria me distraindo.

Aproveitando o fato de estar "sozinha" ali com minha noiva, a puxei para um beijo um tanto que intenso. Não tinha pressa para nada, estávamos em uma festa e me divertir com ela era o foco. Ao fim do beijo, fiz questão de morder seu lábio inferior com força, sem nenhuma sutileza. Ainda lhe dei um selinho prolongado, mais carinhoso que a mordida, para aliviar a sensação do contato. Tyler passou alguns momentos com o Dj, e logo foi anunciado que a piscina estava liberada. Algumas pessoas se atiraram de imediato.

Eu não vou para a piscina, não quero tirar a roupa no meio de todo mundo, e se entrar com tudo, seria o mesmo que estar sem nada, por estar de branco. Mais se quiser ir, eu te espero no bar. — disse no ouvido de Shannon.

Apesar de querer me refrescar agora, não iria. Primeiro, por respeito ao compromisso que tinha com minha noiva, creio que ela não se agradaria com pessoas me olhando de uma forma de inteira cobiça. Havia também o fato das luzes estarem me provocando uma ligeira dor de cabeça. Para um adicional, não queria que Shannon tirasse a roupa em meio a tantas pessoas. Assim como ela pudesse não se sentir confortável com pessoas me olhando, eu também não me sentiria com os outros olhando para ela. Ainda sim, não coloquei obstruções para o caso de ela querer se banhar. Ainda estava mantendo os braços ao seu redor, então tirei um, deixando apenas o outro, em um gesto de que ela poderia se desfazer do contato a qualquer momento, e cair na piscina.

Senti meu celular vibrar no bolso do short, e logo o peguei, destravando a tela. Meus olhos vidraram, e por um instante, fiquei sem ação. Baixei o aparelho, o dedo indicador apertando o botão para travar a tela outra vez fazendo o movimento no automático. Meus olhos percorreram a multidão cheios de uma tensão absoluta. Encontrei primeiro SanClair, procurando algum indício de que ela também havia recebido a mensagem. Depois, procurei por Hanna. Se fosse alguma delas duas fazendo uma brincadeira, eu saberia. E ao encarar a loura, eu tive a certeza de que não se tratava de uma. Respirei fundo, tentando controlar a onda de fúria que queria tomar meu corpo, enquanto meus olhos procuravam por alguém que pudesse ter enviado aquilo. Ao não achar, senti-me frustrada. Guardei o celular, passando a agir no modo automático.


I know if I'm onto you. Ghost in the sheets. I know if I'm haunting you.

____________________

Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Hanna Mensdorff-D. McCain em Seg 6 Abr 2015 - 2:04

slayin with queen bee

"This is the part when I say I don't want ya
I'm stronger than I've been before
This is the part when I break free"


Dois passos para a esquerda, mais dois regressando a direita, jogadas do quadril pausadamente para ambos os lados e o bater das palmas. Era este o único comando que eu conseguia manter em minha mente nada sóbria aquele momento. De resto meu corpo apenas movia-se numa graciosa harmonia a nova batida envolvente na voz de Ariana Grande. Break Free explodia em seu remix por todo o andar, evitando que qualquer pensamento inútil, murmuro lascivo do público masculino ou quaisquer outros ruídos nada dignos de atenção me interrompessem. Os olhos fechados, eu permitia-me apenas sentir a canção. Conseguia sentir também o roçar involuntário do que deveria ser Katherine ao meu lado, dançando assim como eu, como se não houvesse - talvez - mais que uma centena de adolescentes ao nosso redor, como se só fosse eu e ela no quarto com o som exageradamente alto, divertindo-se como duas amigas antigas e confidentes. Era bom sentir isto, era bom a confiabilidade de Katherine transmitia, era excelente que fosse tão fácil se aproximar e ser envolvida por seu alto astral. — Caramba, garota. Você é definitivamente uma boa pessoa para se divertir. — Gritei. Não haver resposta vinda da morena me pareceu algo natural, era difícil ouvir qualquer coisa por ali, afinal. A batida da canção pareceu diminuir, a voz de Ariana fora substituída por um timbre masculino e seu anuncio inesperado. Meus olhos se abriram para contemplar a multidão que ovacionava a Tyler e a disponibilidade da grandiosa piscina.

Olhei para trás, sentindo a presença de Katherine e lançando um sorriso brilhante. — Eu não sei quanto a você, mas eu estou dentro. Piscina, ai vou eu. — Saltitar e rir tão histericamente era algo que eu já não fazia a muito tempo, o suficiente para que eu não recordasse ao exato. Mas ali estava eu. Rindo, pulando, balançando os braços finos e pálidos como se aquela fosse a melhor festa de todo o mundo e eu fosse extremamente especial por estar nela. OK, talvez não fosse a melhor festa, mas quanto a segunda conclusão eu não tinha dúvidas. Eu era Hanna McCain, e era fabulosa. Meu olhar prendeu-se mais adiante por meio segundo, quando Katherine se agachou para capturar a algo no chão, talvez. Encarei sem piscar ao casal estonteante de morenas. Dianna parecia tão completa ao lado de Shannon que a única coisa que conseguia pensar era o quão ela era sortuda. A silhueta magra e alta de Katherine tomou minha visão mais uma vez, e num piscar de olhos as coisas pareceram clarear em minha mente. O incessante tremor sob meus braços me pareceu incomum para ser a vibração de meu corpo com a música ou meu coração martelando voraz em meu peito. Capturei meu celular dentro da bolsa de couro com tanta dificuldade que por um curto tempo até pensei em desistir de conferir o porque daquela vibração perturbadora do aparelho. Meus dedos firmaram ao redor do objeto, meus olhos estreitaram-se para fitar a tela que piscava alegremente com o alerta de uma nova mensagem.

O amontoado de números e letras do remetente me fez franzir o cenho e enrijecer o corpo involuntariamente relaxado. Não notei quando dei as costas a Katherine e a sua indagação. "Então, Hanna. Vamos a piscina?" Ela havia dito, mas o caroço que havia entornado minha garganta me inibiu de qualquer palavra, pude apenas balbuciar um não e balançar a cabeça, enfatizando minha resposta. Meus olhos fitavam a tela, as piscadas seguidas era um nítido desejo de que a cada segundo que minhas pálpebras desfalecessem aquele texto sumisse ou uma nova mensagem chegasse com uma explicação plausível ou sinal de que aquilo era pura brincadeira, e de muito mal gosto. Mas nada chegou, nem mesmo um mínimo apito do telefone que parecia estar mais iluminado, como se quisesse que eu lesse aquilo de novo e de novo. Olhei por cima dos ombros, Dianna parecia mais pálida que o normal, o modo que seus ombros estavam retos e seus olhos levemente repuxados ao canto esta tão arredondado me alertavam que algo não estava bem. Olhei SanClair do outro lado, maldita hora para que estivesse de costas para mim, e por um segundo pensei ter visto seus ombros caírem num movimento pós profunda respiração. "Que merda está acontecendo?" A luz ofuscante da tela de meu celular tomou minha visão de soslaio e foi inevitável não olhar novamente. Katherine parecia alheia a tudo, olhando tão castamente a piscina como se desejasse aquilo. Eu invejei sua serenidade, invejei o sorriso abobalhado em seu rosto, mas tudo que conseguia era morder com força o lábio inferior e correr os olhos pelas letras que formavam aquela maldita frase.

O que acontece após a festa? Ressaca? Não! Eu aconteço.
Vocês são minhas agora, vadias. — Unknown
 
## Girls and Unknown // At Tyler's Party // Clothes, here. //

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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Alecssander L. Montecchio em Ter 7 Abr 2015 - 13:01


Party girls don't get hurt, Can't feel anything, when will I learn
I push it down, push it down, I'm the one "for a good time call", Phone's blowin' up
A festava estava incrível, eu e Hanna dançávamos como se o mundo não houvesse mais fim, afinal este era o ditado que todos estavam seguindo à risca nesta festa. Andava calmamente empurrando algumas poucas pessoas da minha frente para chegar em Hanna novamente, tentando ao menos sorrir para um garoto enorme e musculoso sair de minha frente para chegar na loira mais uma vez antes que ela desse falta de meu sumiço. Hanna falava algo e logo abri um leve sorriso novamente retomando à dança movendo os quadris e abrindo um sorriso estonteante e erguendo os braços para cima. Agachei-me por uns poucos segundos para olhar se meu salto realmente havia sido destruído com a quase queda que tive ao dar um pulo no final da música, mas ele estava bem - graças. Ao voltar para a posição de antes e retomar para a dança, Hanna parecia fitar Hanna e Dianna com um ar de medo e temor. Estreitei os olhos fitando a loira, meu sorriso sumiu um pouco, pois ela parecia não me enxergar direito.

- Então, Hanna. Vamos à piscina? - Indaguei com um amplo sorriso formidável enquanto meus olhos iam da loira de pose meio abalada para a piscina. Seja lá o que fosse, tínhamos de definitivamente mergulhar na piscina, espantar o mau-humor e nos divertirmos, afinal eu havia chegado sem muitas perspectivas e meio desolada, e olha só com quem eu estava dançando!? Dianna e Hanna se entreolhavam, assustadas, com celulares em mãos e pareciam ter visto o Diabo na frente delas. Um esdrúxulo sorriso foi inevitável, mordi o lábio inferior ainda fitando Hanna com um olhar comicamente afetado para fazê-la ir comigo para a piscina. - O que houve? Esquece dos problemas e vem comigo para a piscina! - Falei erguendo as sobrancelhas pondo a mão esquerda na cintura em convite. San havia aproximado-se novamente, desprovida de sua aparência anteriormente meio arrogante quanto à minha pessoa, inclusive dirigindo-se à mim e me perguntando o meu nome. - Katherine, prazer. - Ergui a mão em um aperto amigável.


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I'm a Heartbreaker


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Re: Terraço/Varanda

Mensagem por Billy M. Currington em Ter 7 Abr 2015 - 16:35

You ain't Dolly, and I ain't Porter. So let's dance all night And fill the jukebox full of quarters.
Tá bom, que merda de coisa louca foi aquela que acabara de ocorrer ali? Conhecera pessoas impulsivas na vida, algumas até completamente loucas, mas nenhuma que se encaixasse na situação que Dianna o colocara. A mulher simplesmente o puxou até sua noiva e os apresentou. – Steven Gerrard a seus dispor madame! – brandou e num tique comum a roceiros levou a mão na cabeça como se tocasse o chapéu, até se lembrar de que não estava usando chapéu. A mulher parecia mais tímida e retraída que Dianna, mas algo mudou depois de ter visto a morena a sua frente. Ele naturalmente estreitou os olhos deixando a imaginação criar asas, mas se policiou quando a outra ficou impressionada com o fato de cowboy + advérbio de negação + verbo dançar estarem na mesma frase. – Uma coisa é você dançar uma música country ou tradicional, outra é dançar isso com essas luzes epilépticas. – se defendeu, mas realmente era complicado que um cowboy não soubesse dançar, seu argumento era até válido, mas visto o mundo atual talvez fosse melhor ele se deixar levar e dançar feito um boneco de posto do que negar.

Não deu outra, um segundo depois as duas pareciam possuídas num ritmo de dança frenético quase indígena. Sendo homem você literalmente toma aquela porra inicial e fica com a maior expressão de “Meu Deus do Céu, não me ponha em situações difíceis. Olha isso.”; ou coisa do gênero, mas evidente que com tanto estímulo era impossível ficar parado ali no meio. Fez o que fez sem se importar de ser julgado, porque por Deus, ele dançava mal demais aquilo, felizmente não havia festas assim na sua Terra Natal porque imaginem só um boneco de posto dançando com chapéu, jeans justo e cinto de fivela bem chamativa.

Passou a segurar vela num determinado momento e por mais que aquilo fosse chato, evidentemente segurar vela não é coisa boa, saiba que todo homem sempre nutre um sentimento de estar numa cena daquelas, logicamente não como observador como ele, mas como atuante. Que cara não sonha em estar no meio de duas garotas se pegando? É algo totalmente surreal!! Felizmente para o bem de Steven George Gerrard havia uma coisa que lhe foi ensinada desde moleque ao som das pancadas do fio em suas costas, era o Respeito. Fato que o fez desviar a atenção para qualquer outra coisa e deixar o casal contemporâneo ter seu momento mais íntimo. Nada a lamentar. Espirrou uma ou duas vezes e concluiu que por mais quente que aquela situação fosse talvez uma camisa fosse bom para não precisar de canja de galinha no dia seguinte para matar um possível resfriado.

Só mudou de fato quando notou um estranhamento por parte de Dianna e Shannon, dava para perceber que não tinha algo certo ali pelo simples cumprimento com o olhar que uma delas dirigiu a ele. Forçou um sorriso apesar de estar em modo zumbi de filmes da década de 70 e estimou melhoras do seu jeito, sem se intrometer logicamente. Um tempo para respirar, tomar uma cerveja ou duas, caipiras só tomam uísque ou cerveja aceitem que é algo quase cultural, mas teve a surpresa de liberaram a piscina para o pessoal apagar o fogo. Ficou tentado a se juntar a festa, mas apenas não. No fundo no fundo estava torcendo para dar uma pane no trânsito e nenhum dos empregado de Tyler conseguir chegar para ele ter que arrumar tudo sozinho, no mais a garrafa de cerveja já era boa companhia para o caipira no momento.
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I'm a broken guitar
workin' on a broken song

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Re: Terraço/Varanda

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