[FP]Augustus K. Redwine

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[FP]Augustus K. Redwine

Mensagem por Augustus K. Redwine em Sab 26 Abr 2014 - 15:15


Augustus K. Redwine



HISTÓRIA

Augustus é originário da África do Sul, vindouro de uma família bem estruturada e com renome. Nasceu no dia 21 de julho de 1997, numa noite bastante chuvosa. Carla e Juan não planejaram a gravidez, no entanto ela foi bem aceita e comemorada de forma alegre. Puseram em seu filho o nome Augustus, numa singela homenagem à um tio que do garoto, irmão da mãe, que falecera um mês antes de seu nascimento. Durante o período infante do garoto, Carla e Juan tentaram ser o mais presente possível, e se haviam bons pais e compromissados, estes eram eles. Ainda muito novinho Augustus já demonstrava sinais de esperteza para com diversas coisas, e comprovando isso ao ser posto no Jardim de infância. A professora o definia como alguém com um desenvolvimento acelerado.

No decorrer de toda infância, Augustus e seus pais juntaram várias memórias dos lugares aos quais conheceram em viagens. Aos dez anos o menino fora apresentado ao trabalho social que sua família mantinha há alguns anos. Os mesmo trabalhavam com crianças carentes das mais diversas regiões dali. Então desde criança o menino aprendera a questão da responsabilidade social para com o próximo, e foi neste mesmo tempo que descobrira sua vocação e paixão por cantar. Ao conhecer Tara, uma garotinha de um desses abrigos, Augustus viu o talento que tal menina tinha e que posteriormente o acabou influenciando a tentar cantar. Tara possuía a mesma idade que o garoto, e estes criaram uma grande amizade que perdurou pelo tempo em que Augustus permaneceu no local. Ser há uma verdade sobre as amizades de Gus, era que Tara fora sua única amiga verdadeira em anos.

Foi exatamente aos dezesseis anos que os pais de Augustus tiveram bruscamente de enfrentar uma mudança para os Estados Unidos da América, por conta de um novo projeto de seu pai para com mais uma de suas vastas lojas de construção. Resolveram abrir uma filial num lugar desconhecido até mesmo pelo menino, que outrora foi viajado. Uma cidade chamada Lima. A princípio houve certa resistência de Augustus para com aquela mudança insana e repentina, uma vez que, os pais possuíam outras filiais da loja em outros países e nunca tiveram de se mudar. Augustus mudara mesmo contra sua vontade, porém não tirava da cabeça que havia um motivo maior para aquela mudança, algo que ele jamais descobrira e nem sabia se viria a descobrir algum dia.


DADOS

NOME: Augustus Kerkovian Redwine;

DE ONDE É?: Africa;

IDADE: 17 Anos;

GRUPO?: Warblers;

Sexualidade: Homossexual

AUDIÇÃO

Após sair da classe de álgebra, caminhei calmamente pelo corredor espesso da Dalton Academy. Por algum motivo especial havia eu levado minha guitarra naquele dia. Parando por um breve momento de frente para o meu armário, passei a procurar umas simples partituras guardadas ali anteriormente. Meu armário era um lugar no qual você não iria querer procurar nada, devido à sua bagunça sem tamanho. Passei os quinze minutos a seguir, procurando por tais partituras. Vi que não acharia aqueles objetos infernais e decidi seguir meu caminho apenas com a minha guitarra, sendo ela talvez a única coisa que eu precisava para fazer o que esperava. Seis meses depois de me mudar para Ohio, e eu ainda não havia me acostumado bem a tudo nessa nova vida. Morar na África do Sul diferente do que diziam, era até mais fácil do que encarar toda essa correria Americana, e por vezes eu era desejoso em ter essa vida de volta. Passei por uma parte vazia de outro corredor e sentia um pouco a guitarra pesar às costas, devido ao cansaço das quatro aulas seguidas de antes. Todavia não me deixei esmorecer e segui fielmente meu caminho até aquela sala.

Quando me movimentava pelo corredor, ouvindo um pouco de música que era reproduzida através de meus Fones de ouvido, pude observar algumas partes daquela área da escola a qual eu não havia conhecido totalmente bem, apenas relances. Ajeitando a alça da guitarra em meus ombros, fiz mais uma curva e encontrei meu local de destino logo. Respirando fundo, ocultei o nervosismo de estar num meio em que não conhecia ninguém. Dei os passos faltantes na direção da sala dos Warblers e entrei pela mesma, vendo uma vasta quantidade de rapazes a trajar um blazer. Um outro menino parecia cantar ao centro da sala e me sentei num sofá ao fundo, ficando quase invisível aos olhos de todos ali presentes. O garoto cantava algo do Michael Jackson e parecia que todos estavam na mesma vibe, alguns até dançavam por ali. Fiquei em meu lugar até que ele acabasse sua apresentação. A partir das felicitações de sua apresentação, o garoto sentou-se no seu lugar e eu levantei um pouco nervoso ainda. Relaxei e fui até o centro da sala. Todos começaram a me olhar com olhares de desconhecimento, e eu por minha vez, me apresentei:-Ér...Oi pessoal. Sou o Augustus, mas alguns me chamam de Gus. Hoje eu vim fazer teste para entrar no coral de vocês, depois de relutar bastante com relação a isso. Eu escolhi cantar uma música que gosto bastante e que contém uma letra realmente bela.

Olhei fixamente para a frente e subitamente comecei a fazer um sonzinho melódico com palmas e estalos, de modo a criar uma batidinha acústica inicial. Ao fazer isso, eu emitia as vozes repetindo no começo: -Seventeen, seventeen. Seventeen, seventeen. - Repito uma segunda vez a sequência de palmas e estalos e utilizei por um momento o som dos pés a bater no chão. Quando findei o acústico manual, em movimento ágil girei a guitarra para a frente. Ainda não a tocando, risquei uma nota e depois outra. Foi um ritmo lento e inicial. Combinando tais notas, então comecei a cantar:

He was working at the record shop
I would kiss him in the parking lot
Tasting like cigarettes and soda pop
Seventeen.

Um dos rapazes do coral então traz um pedestal com um microfone até minha frente, visto que, seria complicado segurar ali tal objeto. Ainda combinando as notas na guitarra, eu movia meu corpo de forma lenta e fechava os olhos naquele ritmo primário e lento. Aquela música me lembrava a África, me lembrava as pessoas que fizeram parte da minha vida, não apenas aquele amor que só vale se for de paixão. Enquanto eu tocava a guitarra e cantava, algumas das caras dos garotos já me olhavam de forma positiva e eu não perdi ou deixei o ritmo para trás. Ainda com aquele pequeno balançar calmo no corpo, mantinha o tom na voz e cantava em contraste com a guitarra:

He would tell me I was beautiful
Sneaking in the neighbors' swimming pool
Yeah, he taught me how to break the rules
Seventeen.

Altero algumas das notas no verso seguinte, fazendo a ponte entre os versos primários e o refrão. Passo a caminhar um pouco para os lados, de uma maneira que eu pudesse cantar e tocar sem que ficasse comprometido o som e a liberação do mesmo. Direita a esquerda, após fazer tais direções, regressei ao ponto central da classe e me encontrei com o pedestal, ficando de frente para ele:

But, hey, this isn't long gone
And when I hear this song
It takes me back.

Elevo um pouco a voz de maneira alterada em "Back", e ao sentir a batida da música ganhar total vida, dou dois pulos a seguir as riscas fortes das duas notas na guitarra. Expressei em meu rosto o ânimo desta vez, e agitei a cabeça rapidamente e alternando os movimentos do meu corpo iniciei o refrão:

We were on top of the world
Back when I was your girl
We were living so wild and free
Acting stupid for fun
All we needed was love
That's the way it's supposed to be
Seventeen.

Sigo rápido no refrão e sempre mantendo a harmonia entre a voz e o som do instrumento em minhas mãos. Os rapazes então pareceram se animar e alguns deles passaram até mesmo a dançar de seus lugares. Era como se a alegria tivesse me contagiado, e assim eu as passasse para eles. Seventeen era um música de certo nostálgica, porém a nostalgia não precisava ser ruim, nem tão pouco melancólica sempre. Retornando desta vez aos versos menos rápidos, caminho lentamente até um sofá bem do lado e me sento. Fazendo isso, repouso a guitarra em minhas pernas e fazendo cara de sonhador e pensativo, canto a seguir:

Stealing beers out of the trailer park
Flicking lighters just to fight the dark
My favorite place was sitting in his car
Seventeen.

Permaneci sentado no mesmo lugar e enquanto a melodia corria, meus pensamentos estavam a mil em minha cabeça. "Por que não fez isto antes, cara?", "Isso é tão legal." - Balançava minha cabeça desta vez de um lado para o outro e segurando o braço do violão com a mão esquerda, utilizei a direita para acariciar a superfície do violão, na parte "Lay a blanket on the roof top". Haviam dois garotos sentado a meu lado e ele sorriam de maneira deliberada, como se gostassem do que ouviam. Não me demorei e segui cantando:

Lay a blanket on the roof top
That time I knew I wanted make him stop
It was so cold, but we kept it hot
Seventeen.

Levantei-me do sofá e fui até a mesa enorme na qual três caras sentavam. Encostei nela de frente para a sala. Segurei firme a guitarra, alternando mais uma vez para as notas musicais da ponte entre os versos e o refrão. Sincronizando perfeitamente, cantei:

But, hey, this isn't long gone
And when I hear this song
It takes me back.
Enquanto explodia o refrão mais uma vez, paletei as notas rápidas e em linha reta comecei a ir na direção do microfone uma vez mais. Um grupo de quatro rapazes passavam a fazer uma coreografia um pouco mais afastados dali e eles dançavam muito bem. Davam piruetas e faziam giros sincronizados entre si. Perguntava-me eu, como os mesmos faziam aquilo parecer tão fácil de se fazer em questão de segundos. Não podia deixar de observar, porém a música corria acelerada e eu cantava:

We were on top of the world
Back when I was your girl
We were living so wild and free
Acting stupid for fun
All we needed was love
That's the way it's supposed to be.

Cantava ao microfone e balançava o corpo durante o refrão, no entanto desta vez mais um verso seria acrescentado ao mesmo. As notas permaneciam as mesmas do refrão anterior, todavia as palavras logo foram mudadas naquela continuidade do verso forte. Elevava por vezes a voz e cantava:

We were running red lights
We were going all night
Didn't care about anything
We were living our dream
That was you and me
And we were seventeen.
Elaborei então um solo com a guitarra, iniciado ao final do verso anterior. Ia reproduzindo as notas uma após a outra, de maneira gradual e progressivas. Me virei de perfil para a classe e comecei a dar passinhos ritmados para trás no compasso da música. Eu passei a sorrir deliberadamente e os passinhos chegavam a ser cômicos. Neste momento eu fazia pequenos fraseados com a minha voz, mudando totalmente apenas o tom calmo e elevando umas notas mais altas:

Oh, oh, oh, oh, oh, oh (seventeen)
Oh, oh, oh
Oh, oh, oh, oh, oh, oh
Oh, oh (seventeen).
Repito os passinhos de volta, sempre um pé à frente do outro. Faço o caminho até chegar novamente no pedestal e parar diante do centro da sala. A música vai baixando conforme vou baixando a intensidade das notas. Fazendo isso, o verso tornasse tranquilo e parado. Canto suavemente ao microfone:

I remember what it felt like
Just a small town kind of life
If only I could just go back in time
Seventeen.

Faço um falsete no tom mais tranquilo em "Seventeen", e então como algo adormecido que volta a vida, agito as cordas da guitarra. O ritmo de pequeno torna-se grande novamente. Vou crescendo a melodia até que ela exploda nas notas da repetição do refrão, uma vez mais. As notas percorriam meu corpo, de ponta a ponta. Eu fechava meus olhos como sinal de uma entrega e seguia:

We were on top of the world
When I was your girl
We were living so wild and free
Acting stupid for fun
All we needed was love
That's the way it's supposed to be.

Mantenho o tom da canção enquanto canto, acelerada e frenética. Agito os cabelos de maneira louca e pulo com a guitarra em mãos e a sorrir. Nunca tamanha alegria me assolara daquela forma, era arrebatador. Dois dos garotos ali posicionaram-se aos meus lados e dançávamos juntamente. Íamos para a direita e esquerda e depois dando pulinhos para trás em retrocesso. Após eles correram para o grupo que dançava anteriormente e continuavam com sua dança mais elaborada:

We were running red lights
We were going all night
Didn't care about anything
We were living our dream
That was you and me
And we were seventeen.

Vou baixando tom da música entoando finalmente:-Seventeen, Seventeen, Seventeen. - Durante o entoar do último "Seventeen", minha voz perde-se num sussurro final e a canção chega ao seu fim. Respiro fundo e todos da sala levantam-se em ovações e aplausos. Curvo meu corpo numa reverência respeitosa e cordial, e encaminho-me para o meu lugar anterior. Esperaria o resultado.




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Thanks Chris at TPO
Augustus K. Redwine

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Re: [FP]Augustus K. Redwine

Mensagem por Arthur B. H. Sonderburg em Dom 27 Abr 2014 - 22:22





Aceito!

Sua ficha foi aprovada! A partir de agora, você é um membro oficial do RPG. Pronto para postar e conhecer novas pessoas e lugares? Divirta-se ao máximo!

ANÁLISE DA FICHA:

Hello, Gus. Pra ser bem direto, sua ficha está admirável. Sua história é bem desenvolvida e gostei do fato - não sei se proposital ou não - de tudo (a história, a personalidade da personagem, a escolha da música e até o clima das descrições) apontarem para algo animado e alegre. A sua audição ficou fantástica, sua descrição ficou ótima, bem ao estilo Warblers e incrivelmente condizente com a música. Parabéns, ótima ficha e bem-vindo aos Warblers :)

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