FP: CALLEB W. FROST

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FP: CALLEB W. FROST

Mensagem por Calleb W. Frost em Qua 18 Jun 2014 - 20:28


CALLEB WARHEART FROST



HISTÓRIA

Calleb é filho de um Arqueólogo Americano, Thomas Frost e da Antropóloga Brasileira,  Giuliana Warheart. Ambos sempre muito ocupados com seus trabalhos e pesquisas. Calleb nascera em Athenas meio a uma importante pesquisa. Seu pai, descendente de Judeus escolheu seu nome de duas palavras do hebráico. Caleb, em primeira instância significa "Fiel como um cão", mas se pesquisar mais a fundo, vermos que o nome tem sua raiz muito comum do hebraico antigo. Assim, a sua origem pode ser decomposta em dois termos: "Kol", que significa "tudo" ou "todo"; e "Lev", que significa "coração". Daqui extrai-se que "Kalev", no seu sentido mais remoto e profundo, significa "De todo o coração". Com as pesquisas de seu pai. Calleb foi mandado para os USA, morar com seus avós. Com Anthony, seu avô prendera a tocar guitarra e violão. Com a avô aprendeu a cantar. Ele não era de todo triste, mas algo lhe faltava. O pequeno e solitário Calleb crecera em uma cidade onde tudo era quase nada. Se sentia solitário. Desde pequeno adquiriu um amor incomum aos esportes radicais, como o Skate e o Surf. Muitas vezes ainda muito novo fugira de casa a noite para observar as estrelas da colinas californianas. Ou Nas pedras perto da arrebentação do mar. Nos dois casos, ele olhava para o céu. Imaginando histórias das constelações. Imaginando que seus pais voltariam para buscá-lo. Ele sonhava que no momento que ele olhava aquelas estrelas seus pais também estariam olhando e pensando nele. Pensando em voltar logo para casa. Sonhava com histórias de heróis, seu pai deveria estar vivendo aventuras como um Indiana Jones, e sua mãe uma espiã internacional que protegia a todos do mal. Sempre recebia um cartão deles de aniversário e de Natal. Seus avós ficavam de cabelos brancos com suas escapadas, mas Calleb sabia que eles o amavam. O tempo foi passando, e os sonhos foram ficando para trás. Calleb percebeu que talvez ninguém estivesse olhando do outro lado. Aos 16 anos, Calleb que acabava de chegar da escola com notícias que recebera uma oportunidade de ouro em uma escola particular de Ohio. Mas a alegria foi continda, pois seu avô estava tendo uma crise de asma, correu até o quarto dele para pegar o remédio, e em uma gaveta uma caixa estranha. Ele ficou curioso mas correu para resgatar o avô. Uma vez tudo bem com seus avós. Ele se lembrou daquela gaveta, daquela caixa. Não sabia o por que aquilo chamava tanto sua atenção. Então.. Uma noite em que os avós estavam na casa de amigos. Calleb resolver querer saber o que lá havia. Haviam vários cartões de aniversário, vários Cartões Postais do Mundo inteiro. O que havia de especial nisso? Um deles dizia: "Feliz Aniversário, amado Filho Calleb. Pelos seus 18 anos". Ali haviam, cartões de anos futuros. Calleb estava confuso. Sem perceber era observado com pena e solidariedade. Era sua avó, Angeline. Angeline lhe explicara que eles não eram avós de verdade de Calleb, eles o acolheram quando bebê por que Angeline conhecera o pai de Thomas Frost, seu primeiro marido. Sendo assim, madrasta de seu pai. Ela explicara, que Calleb não estava nos planos de seus pais na época, e assim o dariam a adoção. Angeline e Anthony seus "avôs" resolveram adotá-lo. Se tornando seus tutores. Calleb não parava de chorar. Perguntou então sobre as cartas que sempre recebera. Anthony chegara no quarto e explicara que eles que as enviavam. E que já era hora de saber que Giuliana e Thomas estavam morando nos USA. E que tinham uma nova família, mas que não o queriam. Aquilo foi um quande impacto na vida de Calleb. Calleb fica desnorteado, mas agradece o que os avós fizeram por ele todo o tempo. E diz que não quer atrapalhar a vida dos pais. Então, ele recebe um convite da Escola Carmel, com uma bolsa de estudos. Graças ao programa esportivo e o programa de artes do coral. Anthony e Angeline o encorajam a aceitar. E Calleb parte para Ohio, ele começaria sua nova vida.
DADOS

NOME: Calleb Warheart Frost

DE ONDE É?: Grécia

IDADE: 17

GRUPO?: Vocal Adrenaline

SEXUALIDADE?: ????

AUDIÇÃO

Eu chegara a Ohio, eu não conhecida nada e nem Ninguém. E para mim aquilo era ótimo. Descobri que o convite não era para a matrícula, mas para uma audição. Eu não ia olhar para trás. Sentei-me no amplo auditório e observei meus concorrentes. Eu não era tão bom quanto alguns, mas ainda assim era melhor que outros. Saquei meu violão e o afinei, mexi em suas cordas. Até que escutei uma voz chamar meu número na ficha. Subi ao palco, e apertei os olhos dada a luz do holofote em meu rosto. Eu não estava acostumado com o palco. Senti vontade de não estar ali. Mas aprendi a não deixar nada pela metade. Eu já estava matriculado na escola, pelo programa esportivo. Mas eu gostava da música, ela me fora uma companheira em muitos momentos solitários. A voz masculina perguntou meu nome, eu ainda estava cego.

- Meu nome é Calleb, cantarei uma música Brasileira. Minha avó costumava cantar para mim. Quando eu fugia de casa. E me fazia lembrar da minha mãe, de uma mãe que nunca existiu.  

Percebi que eu falava mais que pretendia. Então, distribui a partitura da letra para a banda. Me sentei em um banquinho perto do microfone.

Mudaram as estações
nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente

Comecei dedilhando as cordas do violão, então os violinos e os celos me acompanharam. Respirei fundo mais confiante. Comecei a cantar. Minha voz era rouca, mas melodiosa. Fechei os olhos sentindo aquela letra. Então abri os olhos... e de repente um menino fujão foi visto em minha mente correndo pelos assentos ao fundo do palco, a luz ainda parcialmente me cegava. Ele corria e sorria ali. Continuei a música no mesmo tom. Quando o menino olhou para mim eu fechava o verso pesando o "tão diferente".

Se lembra quando a gente
chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
sem saber
que o pra sempre
sempre acaba

Comecei o segundo refrão mais alto, minha voz acompanhava as mudanças de tonalidades que a música exigia. Observei que alguém corria atrás daquele menino. E eu vi o rosto de minha mãe ela tentava segurá-lo. Era uma lembrança que jamais ocorrera. Era um loop de um coração partido. Nada era para sempre nem as ilusões, nem os sonhos que nos protegiam da verdade. A mulher sumiu e o menininho parou de correr parecia perdido.

Mas nada vai conseguir mudar
o que ficou
Quando penso em alguém
só penso em você
E aí, então, estamos bem

Emendei um verso no outro com a voz ainda mais rouca que o normal, sem sair do tom subindo meu tom de voz. Relaxei a voz quando pensei em quem realmente se importava com aquele garotinho. Uma senhora idosa o abraçou e o afagou. Ela que sempre corria atrás daquele menino fujão. Era aquela doce senhora e seu esposo que sempre lhe contavam histórias. Eram eles que o permitiram sonhar. Sem obrigação de sangue, eles o amaram. E eu estava bem. Sorri, ao continuar batendo as cordas do violão.

Mesmo com tantos motivos
pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar,
agora tanto faz...
Estamos indo de volta pra casa

Emendei rápido o verso ao outro. Continuei firme na letra sem ao menos parar para respirar. Eu não queria decepcionar quem acreditara em mim, eu não queria entristecer quem escolhera me amar. Sempre me apoiaram, sempre estavam lá por mim. E aquela frase me fez lembrar. Depois de uma noite me procurando, eu não ganhava uma bronca. Meu avô me pegava no colo, mais tarde segurava minha mão. Bagunçava meus cabelos e dizia. "- Tudo bem...Estamos indo de volta para casa". E foi essa minha minha motivação. Cantando eu sabia que tudo iria ficar bem.

Mesmo com tantos motivos
pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar,
agora tanto faz...
Estamos indo de volta pra casa

Repeti o ultimo refrão com um tom de voz mais emocionado. Os dois pais que eu sempre precisei estavam de mãos dadas no fundo do palco. Angeline, minha verdadeira mãe, estava com uma mão no peito e com lágrimas nos olhos. E Anthony, meu verdadeiro pai, segurava ela e olhava para mim com um sorriso de orgulho. Terminei a música com um jeito, mas melancólico porém certeiro. Finalizei a canção, e continuei esmorecendo a canção no violão até que tudo se calou. Me levantei e agradeci, sai do palco. E fui até o fim do Auditório abracei os dois e agradeci por tudo. Eles depois sentei ali e fiquei aguardando as outras audições.




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Re: FP: CALLEB W. FROST

Mensagem por Ann V. St. James em Sex 20 Jun 2014 - 13:01





Aceito!

Sua ficha foi aprovada! A partir de agora, você é um membro oficial do RPG. Pronto para postar e conhecer novas pessoas e lugares? Divirta-se ao máximo!

ANÁLISE DA FICHA:
Hey, Calleb. Bem, achei bastante arriscado sua estratégia de usar uma musica brasileira, logo o RPG sendo em base de uma série estadunidense, mas gostei da ousadia. Eu pessoalmente adoro essa musica. Mas enfim, sua escrita é ótima, não é cansativa, ao contrário, é até prazerosa de se ler. A história ficou emocionante, a única coisa desnecessário foi explicar a origem do seu nome, mas ainda assim interessante. Voltando à audição, você conseguiu por voz e sentimento na musica de uma forma que não ficou chato ler e nem me levou a me perder, o que em geral é ótimo. Bem vindo ao Vocal Adrenaline, creio que ganharam um excelente membro.



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You know that I'm a crazy bitch I do what I want when I feel like it All I wanna do is lose control But you don't really give a shit You go with it, go with it, go with it
'Cause you're fucking crazy Rock 'n' Roll

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