Estádio de futebol americano

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Estádio de futebol americano

Mensagem por Stalker em Qui 11 Set 2014 - 22:32

Estádio de Futebol WMHS

 É um estádio comum, com duas arquibancadas separadas ao redor do campo que possui dois aros enormes em suas bases. Possui cerca de 100 metros, no total. É usado para treino dos jogadores e das Cheerios durante o verão. O lugar abaixo das arquibancadas é, geralmente, utilizado como ponto de encontro para casais do William McKinley High School. E apesar de tudo é um lugar muito popular, utilizado pelos estudantes durante os intervalos para se divertirem e relaxarem.

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The your ghost, the ur image. I'm the stalker!
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The Bosses

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Re: Estádio de futebol americano

Mensagem por Dean A. Leavel em Qua 5 Nov 2014 - 6:59



Há três dias eu não sabia o que era respirar ar puro. Há três dias eu residia em estado de quase internação dada a preguiça que se apoderara de meu corpo. Há três dias eu jazia em indisposição na casa que herdei e que era atualmente minha morada. O meu terceiro fim de semana em Lima foi assim. Na segunda-feira, o despertar para a vida real fora mais difícil do que eu esperava. Cada cílio parecia abraçar o seu correspondente inferior com gana suficiente para me obrigar a ficar na cama por mais uma semana. A luz da manhã que penetrava no cômodo por meio das janelas aturdiu minha visão irritando-a. Os músculos de minhas pernas estavam doloridos. Quando minhas pupilas se acostumaram com a luminosidade do ambiente, me pus de pé. O quarto tinha as paredes pintadas de um verde aconchegante com rodapés de madeira avermelhada. O lugar era grande e o vazio seria o fator reinante se não fosse pela cama grande e um guarda-roupa de madeira rústica igualmente rubra. As lembranças do porquê de eu estar ali lampejaram em fumaça. Sacudi a cabeça com força.

Não. Eu não transbordava vontade de ir à escola nova, conhecer novas pessoas, tampouco de ter aulas. Meu primeiro destino após o exaustivo e monótono dia de aulas foi a arquibancada do estádio de futebol americano. Com sorte, aquele lugar estaria um deserto. E estava. Sentei-me num ponto alto e tirei uma caixinha de suco de maçã da mochila. O sol brilhava, mas eu sentia frio. Em meu headphone, Seen it all soava alto.

And at the door they shone a light into my face
Have to admit I felt a little out of place
But I made my way inside
Past a thousand crazy eyes
Then a friend took me aside
Said everyone here has a knife

Talvez alto demais, eu cantei junto. A vida naquela cidade me parecia demasiada superficial. As pessoas pareciam interagir umas com as outras contra suas vontades. Na escola as coisas eram piores. Como sempre foi e será, a hierarquia sempre prevalece. Os do topo se regozijam e os da base se dão mal na quase totalidade das ocasiões. Para um estranho forasteiro como eu, as coisas não eram tão complicadas. Eu não gosto de chamar atenção, então permaneço incógnito.

Those little doves had sent my mind and heart a-beating
To say I felt weird really doesn't need repeating
I could sense the mounting tension
The atmosphere of violence
And then they took a guy outside
And someone stabbed him with a knife

No lugar onde achei que seria diferente, as coisas eram exatamente as mesmas. No glee club, New Directions – nome bastante contraditório, por sinal – as pessoas faziam exatamente como nos corredores: brigavam insanamente por atenção. Eu ainda não me apresentara desde a audição. Eu chego, sento e observo. Simples assim.

I've seen it-all, I've seen it all now
I've seen it all, I've seen it all now
I swear to god I’ve seen it all
Nothing shocks me any more
After tonight I’ve seen the light
But not the kind I would’ve liked

Enquanto eu cantarolava o desfecho da canção que já se repetia pela quarta vez, fui andando devagar até a sala de reunião do clube glee. Talvez aquele não fosse um encontro comum. E eu ansiava pelo incomum.
boredom
should i kill it with music?

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Re: Estádio de futebol americano

Mensagem por Katherine De Vil em Sab 15 Nov 2014 - 23:54


Ms. De Vil




Miranda De Vil's daughter


Tinham se passado três meses desde minha chegada ao Estados Unidos. Meu sotaque inglês era muito forte e me achavam mesquinha por conta disso, sem contar minhas roupas que era muito exageradas para as aulas, eu acho. Estava muito difícil me adaptar. Ainda não tinha conseguido fazer amigos, talvez pelo fato de eu não saber como. Viver em sociedade era algo novo, principalmente quando se tinha centenas de pessoas muito próximas que não está lhe dando a minima. Eu me sinto sufocada as vezes ao andar pelos corredores ou na hora do almoço. Está certo que a loucura de uma escola não é muito diferente dos eventos de moda com centenas de fotógrafos malucos e bajuladores, ambos são complicados.

Eu estava com uma mania feia de olhar pras pessoas de baixo pra cima usando meus olhos críticos de avaliação e ficar pensando o que está errado no look da pessoa, assim como a "Madame" fazia e eu estava tendo dificuldades de parar com isso. Passei a usar óculos escuros mais vezes para evitar constranger alguém até eu corrigir esse erro.
Eu estava me sentindo entediada. Em Londres eu era lotada de rotina e agora não tinha praticamente nada. Parecia que eu iria explodir de ansiedade, sem contar que estava começando a criar coragem pra ligar pra "ela". O que não era nada bom. Ao sair de mais uma aula e enfrentar o inferno do corredor lotado, senti vontade de ir pra algum lugar para relaxar a cabeça. Minha mente estava um turbilhão e se eu tivesse coragem pra pular do telhado naquele momento, pode ter certeza que era pra lá que eu estaria indo.

Guardei minhas coisas no armário e me dirigi ao estadio. A tarde de outono estava agradável. Subir escadas ainda era um grande problema por conta da minha perna. Eu tinha que usar uma proteção para o joelho que era muito feia e era o motivo de eu sempre estar usando meia calça preta, ou calça preta ou saia mais longa, pra dar uma disfarçada da geringonça. [Foto da proteção] Ao menos eu não precisava fazer Educação Física. [Look do Dia]

Sentei na arquibancada e cruzei as pernas. Segurei a bengala de lado com uma das mãos e fiquei olhando alguns alunos que estavam por lá. Tirei do bolso meu celular e coloquei os fones de ouvido para descansar a mente ouvindo um pouco de musica. O sol não era incomodo por conta da brisa gelada.

❣CREDITO

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Re: Estádio de futebol americano

Mensagem por Quinn Fabray em Dom 1 Fev 2015 - 0:26





Let it burn!

Para deixar que tudo corra bem é preciso que acredite. Acreditar principalmente que tudo o que acontece tem um motivo específico, tanto no futuro quanto no passado. Temos aquilo que plantamos e colhemos o que fizemos por merecer.



     Caminhei pelos corredores do McKinley juntamente com Zeke e Owen, ambos checavam o estado dos extintores de incêndio que estavam espalhados pelo colégio. A prancheta em minha mão servia para controlar e fiscalizar a validade, tendo em torno de 7 extintores para cada andar nossa escola estava protegida. Os garoto colavam fitas para descrever a finalidade de cada extintor, e separando por cor.
  Sinto meu celular vibrar e em seguida tocar, me afasto deles e atendo a ligação de um número desconhecido. Sem reconhecer a voz uno as sobrancelhas e peço um instante, me viro para os meninos e sinalizo chamando a atenção dos mesmo.

     - Meninos, em 15 minutos na quadra. Sem atrasos.

     Falei para os menos e sorri levemente seguindo para o corredor ao lado fiscalizando, a voz ao telefone oferecia ensino com 50% de desconto, rolei os olhos tentando me livrar da atende e ao perceber que a mesma insistia decidi apenas em concordar e acabei marcando uma prova qualquer para o tal curso.

     - Sábado dia 13... Tudo bem. Boa tarde.

     Fui gentil e sem perceber já estava na metade do caminho para a quadra, não haviam se passado 10 minutos e torcia para que o grupo já estivesse pronto. A roupa destacava meu quadril, e sem fechar o macacão de forma completa cheguei enfim ao campo.

 
  Olhei para os outros que faltavam e olhei em volta procurando algum trabalho para ele, dou os ombros levemente e cerro meu olhar forçando minha visão para que pudesse ver mais à frente.

   - Se aqueçam, vocês são começar a rota de hoje e peguem as máscaras.  

  Falo enquanto alguns começavam o aquecimento, aproveitei para fazer o mesmo, olhava para cada um, as meninas ajeitavam os cabelos em um rabo de cabalo alto e os garotos com os braços cruzados esperavam uma ordem. Olhei em volta tendo certeza do que iríamos fazer, o vento estava perfeito para manter o fogo aceso e Sue havia posto na sala do FAPCC sacos de papéis com o dizer "Queime". Passei as mãos pelos cabelos arrumando o rabo de cavalo, o gel já estava seco e estava livre de fios no rosto.

   - Iremos fazer o mesmo de ontem, mas dessa vez iremos fazer a rota e quebrar nosso tempo. Quero fazer isso no menor possível e quero total trabalho de equipe. Nós somos quinze então não venha com desculpas falando que fulano e fulano estava ocupado. E... Eca Angeline, que nojo! Será que você não consegue comer sem sujar o uniforme? Sujar não, manchar! Pelo amor de Deus, se não consegue cuidar de um uniforme como espera conseguir a confiança de uma vitima quando o pior acontecer? Senhorita mancha de ketchup, pegue três mangueiras e traga aqui.  

  Falei sério e apontei para a mancha quando a mencionei, Angeline insistia em comer com o uniforme e sempre. Sempre. Se sujava. Rolei os olhos e ela fez uma careta infeliz com meu comentário, alguns faziam polichinelo e olhei para o relógio que só usava naquele momento, regulei para cronômetro enquanto a menina desviada do grupo seguindo para realizar minha ordem. Caminhei e chamei todos para o ponto onde já haviam madeiras empilhadas.

    - Quero dois grupos, e segundo lugar nunca é bom não acham?!

  Falei de forma divertida deixando claro que faríamos uma competição, ouvi palmas e torcidas e ri comigo mesma com a animação. Competições sempre animava qualquer um, tendo prêmio ou não. Acredito que o FAPCC era uma batalha de egos, e eu estava no lucro.
 
   - Vamos lá galera, com os grupos formados quero que o grupo tenha dois representantes. Um planejará  a forma mais eficiente para que o fogo seja apagado aproveitando todos e o outro controlará o fogo. Fácil? Não, quem controlará o fogo será da equipe adversária e eu controlarei uma mangueira. Não saberei a estratégia para apagar o fogo, irei apagar do meu jeito.

 Sorri levemente e ambos os grupos discutiam agora quem seriam os representantes, Owen e Zeke representavam o time um, e Esther e Abigail representava o grupo dois. Os grupos se dividiram de forma mista, me aproximei de uma das mangueiras que Angelina havia separado e esguichei mirando no chão  testando a pressão da água, logo a fecho e espero os grupos se decidirem quem seria o primeiro.
O grupo dois seria o primeiro, Owen acende o fogo nas estacas de mangueira sinalizo decretando o início da rota. Meia volta pelo campo de forma ordenada e sequenciando com saltos, pulos e zig-zag na volta, ao ver o grupo se aproximar Esther inicia as ordem ajudando a apagar também. Sorri animada ao ver a altura das chamas, não que eu seja incendiária, mas gostava da intensidade e da forma rápida em que o fogo se alastrava.  

   -  We, we don't have to worry about nothing
                     'Cause we got the fire
                      And we're burning one hell of a something
                      They, they gonna see us from outer space, outer space
                      Light it up
                      Like we're the stars of the human race
                      Human race


  Comecei a cantar enquanto o grupo voltada da rota,  pude sentir a adrenalina de quando presenciei o primeiro incêndio enquanto treinei no corpo de bombeiros local, senti  a adrenalina de cantar pela primeira vez para um grupo grande. Me sentia a vontade ali, me sentia bem e apesar do calor era algo bom. Parecia que todos faziam a rota no ritmo em que cantava e tive a sensação de todos cantarolarem no fundo como uma segunda voz.

      -   When the lights turned down
                          They don't know what they heard
                          Strike the match, play it loud
                          Giving love to the world
                          We'll be raising our hands, shining up to the sky
                         'Cause we got the fire, fire, fire
                          Yeah we got the fire, fire, fire


  Os agudos saiam fácil, o grupo me olhava me fazendo interpretar se estava certa a rota e concordei com a cabeça, o fogo se espalhou rapidamente pela madeira e o cheiro de querosene era suportável, fitei o fogo ao verso em que o citava e senti meu corpo balançar no ritmo da canção.

          -   And we gonna let it burn, burn, burn, burn
                              We gonna let it burn, burn, burn, burn
                              Gonna let it burn, burn, burn, burn
                              We gonna let it burn, burn, burn, burn


 Cantava com total sorriso no rosto, Esther sinaliza para esguichar a água e então o faço, olhei para o céu e via a maneira como se formavam os arcos e seguiam em direção ao fogo, senti um arrepio percorrer meu corpo com tamanha empolgação e grandeza daquilo. As chamas  pareciam dançar e se esquivar da água, pela cor em que estava levaria tempo para ser enfim apagada. O grupo se movimentava no mesmo ritmo rápido e bem estruturado, com a estratégia impecável.
     
                - We don't wanna leave
                                 No, we just wanna be right now
                                 And what we see
                                 Is everybody's on the floor acting crazy
                                 Getting loco to the lights out
                                 Music's on, I'm waking up, we stop the vibe
                                 And we bump it up
                                 And it's over now, we got the love
                                 There's no sleeping now, no sleeping now


 Canto balançando meu corpo em um passo simples e o esguicho que vinha da mangueira que comandava se cruzou com os dos outros, a parte mais agitada da música me empolgou e admito me deu vontade de largar tudo ali e enfim colocar fogo mesmo nas coisas. O fogo aos poucos era apagado, as chamas perdiam a luta, dei um passo para trás inclinando meu corpo fazendo o jato ter um alcance maior.

       -  When the lights turned down
                          They don't know what they heard
                          Strike the match, play it loud
                          Giving love to the world
                          We'll be raising our hands, shining up to the sky
                          'Cause we got the fire, fire, fire
                          Yeah we got the fire, fire, fire


    O grupo se desenvolveu de forma eficiente, a chama era controlada e baixava aos poucos e enfim desliguei o jato de água que esguichava da mangueira e parei o cronômetro. O grupo se reuniu e saíram juntos do campo, Abigail acendeu o segundo monte de madeiras e sinalizei o início da rota do segundo grupo dando partida no cronômetro.

        -  And we gonna let it burn, burn, burn, burn
                          We gonna let it burn, burn, burn, burn
                          Gonna let it burn, burn, burn, burn
                          We gonna let it burn, burn, burn, burn


  O grupo deu início a rota correndo e voltando exatamente como o outro, ao repetir "burn" percebi que não era a única que cantava aquela parte, olhei para o lado e vi que o grupo que havia saído do campo repetia. Como em um uivo liberei meu agudo e o repeti seguindo o ritmo que haviam imposto.

          -  We can light it up, up, up
                             So they can't put it out, out, out
                             We can light it up, up, up
                             So they can't put it out, out, out
                             We can light it up, up, up
                             So they can't put it out, out, out
                             We can light it up, up, up
                             So they can't put it out, out, out


Percebi que não era a única ali, o ritmo em que seguia era contagiante e com o balançar do meu corpo em uma coreografia simples o jato que esguichava da mangueira que manuseava se confundiu com um outro jato fazendo com que respingos nos molhassem. O grupo em rota era preciso.

         - When the lights turned down
                          They don't know what they heard
                          Strike the match, play it loud
                          Giving love to the world
                          We'll be raising our hands, shining up to the sky
                         'Cause we got the fire, fire, fire
                          Yeah we got the fire, fire, fire


Inclino novamente meu corpo deixando o jato chegar mais longe e logo percebi a estratégia do grupo, eles atingiam o foco do fogo e então tentava os impedir. O fogo cessava e então diminuia, era óbvio que o grupo era vencedor e então decidi mirar o jato para cima afim de criar chuva. A música havia me empolgado e aquilo era fato.

         - And we gonna let it burn

O fogo estava controlado e diminuia, olhei em volta e vi que o clima estava divertido, ri e parei o cronômetro quando o fogo acaba. Parei de esguichar água e abaixei a mangueira, todos do FAPCC se reuniu perto de mim e ainda riam do feito. Encaro meu relógio e sorrio para todos.

        - Então... Quero dizer que fomos muito bem mas não chegamos na metade, que é o meu objetivo. Precisamos trabalhar isso mas reduzimos bastante!

Minha roupa estava molhara, da mesma forma como a de todos, ouvi palmas e comemorei também. Aos poucos nos tornávamos próximos e tínhamos o mesmo objetivo, o único objetivo na verdade. Estava me sentindo bem ali e mesmo negando para os outros, em meu íntimo sabia que gostava de cada um dali. Menos do Zeke fedorento e de Angie Mancha de ketchup.
Desci o zíper do macacão até a parte da cintura e logo os outros me imitaram, soltei os cabelos e em seguida os apalpei evitando deixar marcado devido a água e então continuei.

    - Estou orgulhosa do nosso grupo, e vocês me surpeenderam com o trabalho em equipe. Mesmo quando um não tinha o que fazer ajudava o outro e percebi que todos estão bem próximos. Mas... Por hoje é só, vou querer a ajuda para guardar as mangueira e deixar o aviso nas madeiras.

Sorri levemente, minhas palavras foram sinceras e sabia que eles sentiram o mesmo orgulho que eu. Me afastei do grupo indo até minha bolsa pegando as correntes que usávamos como sinal e logo me aproximei de uma torre e a envolvi com a corrente amarela e preta no chão e me encaminhei a outra.
notes: party pool music: problem :v tagged: #peoples

     

 
THANK YOU SECRET!
     

____________________


Lucy Quinn Fabray
I can taste the tension like a cloud of smoke in the air
Be the good girl you always had to be.Conceal, don't feel, don't let them know.Well now they knowTHANKS, LU.

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Re: Estádio de futebol americano

Mensagem por Kitty Wilde em Seg 9 Fev 2015 - 2:09


Get Back
Bring the Big Quinn back.
Brincar com a Berry tinha sido divertido, mas depois se tornou entediante então deixei ela aproveitar as raspadinhas preparadas pra ela por querer colocar aquela batata onde não devia e me despedi da asiática que fazia cosplay da Britney Spears e a rica que não consegue pagar autotune. Eu sabia que Sugar seria famosa algum dia, talvez alguém parecida com uma versão chinesa das Kardashians, com muito dinheiro e talvez popularidade, mas ao contrário de Kim e suas irmãs com muita falta de classe para aproveitar isso. Talvez alguém parecida como Paris Hilton? Definitivamente Paris Hilton. E aquela asiática eu não acreditava que tinha realmente escutado ela cantar hoje, ainda acho que ela estava dublando como as drag queens naquele programa do RuPaul, dublando pela a sua vida.

Balancei a cabeça com uma careta em meus lábios ao pensar em Tina vestida de Drag Queen, provavelmente teria pesadelos com tais imagens pertubadoras. Agora eu tinha que me focar em Quinn Fabray, a icônica cheerio de McKinley High, nem mesmo uma gravidez não planejada do melhor amigo do namorado deixou a garota lá embaixo e muito menos participar do clube do coral dos fracassados. Quinn Fabray era uma inspiração, eu sou uma boa cristã então aprendi a perdoar alguns erros que ela cometeu assim como o bom lorde Cristo deve ter perdoado. Eu precisava que ela me guiasse e isso aconteceria de um jeito perfeito se ela retornasse ao New Directions.

Sabia que o clube de bombeiros ou qualquer coisa que era chamado deveria estar no estádio de futebol americano hoje, aquele clube deveria se chamar apagadores de fogo entre as pernas de garotas, porque o tanto que via membros se agarrando no armário do zelador era surpreendente, era tanto fogo que nem época junina superava. Fiquei observando eles fazendo exercícios ridículos por algum tempo perto do campo, mas quem me interessava era Quinn Fabray, ela liderava perfeitamente. Ela era como uma rainha egípcia loira e mais vadia que colocava todos os súditos em seu lugar, eu tinha que ser como ela, eu tinha que ser a nova Quinn Fabray.

Uma performance de alguma música da Ellie Goulding depois, muita pegação em mangueiras alheias e o pequeno fogo estava controlado, como se não estivesse antes não é? Revirei os olhos ao pensar que a maioria daquele clube fugiria ao escutar o alarme de incêndio. Meu uniforme estava molhado com poucos respingos de água, mas não me importei quando vi a maioria das pessoas do clube indo embora e Quinn ir para um lado envolver áreas com uma corrente. Bati palmas lentamente aplaudindo Quinn enquanto me aproximava de onde ela estava com um sorriso confiante no rosto. - Parabéns, realmente foi uma bela performance. - Falei sinceramente encarando a garota, eu não gostava de enrolar o assunto e sabia que Quinn gostava de pessoas diretas graças as fofocas dos corredores. - Mas talvez um pouco exagerada para apagar fogo, seria mais adequada a uma apresentação de coral talvez? - O tom sugestivo em minha voz e o brilho em meu olhar era direto com o que eu desejava.

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Demons
Don't get too close It's dark inside It's where my demons hide

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Re: Estádio de futebol americano

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