A Escadaria

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A Escadaria

Mensagem por Stalker em Seg 15 Set 2014 - 20:54

Escadarias

A escadaria é revertida em granizo, os andares são largos e dão espaço para que os alunos transitem com facilidade por esta; da acesso ao térreo/primeiro andar. O andar não é muito grande mas é bem movimentada e utilizada pelos alunos. Este andar também possui vários armários no qual os alunos guardam seus materiais. É o andar onde se encontram a maioria das sedes dos clubes.    

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The your ghost, the ur image. I'm the stalker!

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Re: A Escadaria

Mensagem por Hanna Mensdorff-D. McCain em Qua 1 Out 2014 - 22:11



it's who we are

SALUTE, SALUTE

the female federal



Lima, Ohio. Meu novo lar. Na verdade, tudo em minha vida passou a ser novidade desde o momento em que a maior revelação do século decaiu na mansão Morgenstein, Livepool, Inglaterra. Eu havia ganhado um pai que por toda a minha existência pensei ser apenas um tio; perdi um pai, que não era meu pai verdadeiro, mas que fora o melhor de todo o mundo; ganhei duas meia-irmãs, gêmeas com quem eu morava a uma semana. Aquele últimos mês se resumia em drama, contudo, poucas coisas abatiam a Hanna McCain Morgenstein e um drama familiar não estava na lista.

Eu havia perdido diversas coisas ao deixar Liverpool. 1) Eu fui obrigada a dar adeus aos meus amigos; 2) Fui o b r i g a d a a dar adeus a minha vida de rainha no renomado instituto Harvey ao lado de Ellie, minha melhor amiga de infância; 3) Tive que deixar Scott para trás. Meu primeiro namorado, com quem compartilhei muitas experiências. Sim, eu havia deixado muitas coisas para trás, porém, iniciar uma nova vida me parecia algo bastante excitante. Uma nova vida, longe de todo o marasmo de todo o reino unido. Mesmo tendo uma vida invejável por muitos, eu pela primeira vez teria a algo que eu jamais havia tido. Liberdade.

***

William McKinley High School. Fora um golpe de sorte me mudar antes do início escolar. Minha ingressão no colégio não fora tão difícil. Era o mesmo colégio onde estudava Mary e Milena, minhas duas meia-irmãs. Minha transferência fora tratada por ninguém menos que David McCain. O pai. Eu não o considerava meu pai, ele sequer se importava em me visitar se não fosse nos feriados, nas reuniões de família. Já Frederic, esteve comigo desde que eu nasci. Foi ele que esteve ao meu lado quando eu fiquei traumatizada por assistir A Exorcista; foi ele que me cuidou de mim quando fiquei com catapora e me tranquei no quarto, só saindo de lá quando todas as manchas sumissem de minha pele e também era ele a única pessoa que sabia dos meus distúrbios de bulimia quando decidi ser a Hanna que era. Não seria um exame de sangue que mudaria isto. Frederic sempre seria meu pai.

Entrosar-me no colégio novo não fora tão difícil. Você poderia ir para qualquer lado do mundo, leste ou oeste, bastava ser bonita, ter um charme exótico e adentrar a um grupo popular e sua popularidade ascendia. Não fora diferente para mim. Em alguns dias de estadia no instituto adentrei ao grupo de líderes de torcida e a um grupo do coral, as Troubletones. Dança e canto, apenas isto pareceu me instigar em meio a tantas opções.

E lá estava eu. Sentada num puff num canto apenas rodeado por líderes de torcida, folheando a Teen Vogue, insultando mentalmente no quão perfeito era o físico de Candice Swanepoel e o quanto faltava para que eu finalmente fosse uma das Angels da linha de lingerie mundialmente famosa, Victoria's Secrets. Eu tinha a imagem nítida em mente, eu, desfilando num show das Angels trajando a peças de lingeries sensuais e caras. "Em breve, Hanna. Em breve" Murmurei em pensamento.

Shelby adentrou a sala do coral e com sua chegada todas as meninas ficaram quietas, caladas. Recordei de suas instruções alguns dias antecedentes, divulgando a tarefa e poucas foram as meninas que a executaram. De súbito, uma das troublegirls ergue-se do assento e caminhou até o centro da sala. De imediato suas roupas me chamaram a atenção; ela misturava um estilo moderno com algo recatado. Poderia ser vista como uma nerd e ao mesmo tempo uma típica garota de Lima de família rica.

Luna. Era este o seu nome, pelo menos fora isto que ouvi pelos múrmuros das cheerios enquanto aguardavam no que seu discurso daria e surpreendendo todas nós as batidas impactantes tomou o recinto e os acordes de Salute entoou, animando a todas de modo natural. Luna tinha talento, isto era inegável. Sua voz adequava-se a canção e era envolvente; todas as meninas ergueram-se de seus assentos e começaram a dançar, deixando-se levar pelo ritmo da música. Eu por outro lado não contive-me em apenas dançar. Saltei de meu local, caindo com graça mais adiante, fora da extremidade onde localizava-se os assentos e caminhei com entusiasmo até Luna, unindo-me a ela sem qualquer permissão no refrão da música; para minha sorte ela pareceu gostar da ideia e eu ousei puxar mais meninas para nosso redor. Furtei um dos microfones, justamente onde Luna havia pego o dela. Eu amava aquela música, eu precisava performa-la com Luna. Aquilo até seria divertido, ajudaria em chamar a atenção, certo?

We are everywhere
Warriors, your country needs, you
If you're ready, ladies
Better keep steady
Ready, aim, shoot

Don't need ammunition
On a mission
Now we hit you with the truth

Divas, queens
We don't need no money
Salute

O refrão foi domado por todas as meninas. O coro feminino potente chamou a atenção dos alunos que preenchiam os corredores e foi justamente este o nosso destino. Caminhamos até o mesmo, abrindo espaço entre os alunos e eu tomei a frente, ao lado de Luna, abrindo os braços como se traçasse uma barreira a nossa frente antes de começarmos a caminhar. Eu podia ouvir minha voz entoar pelo corredor, meu tom afinado e sereno aquele instante oscilou para algo mais potente, firme. "Don't need ammunition" deu o início a uma caminhada coreografada; nós cruzamos os braços e movíamos os ombros enquanto marchávamos pelo extenso corredor, levando conosco aos alunos que assistiam atentos, instigados, saudando-nos com gritos ou seguindo a letra da canção. Minha voz dominou, excedendo as demais enquanto eu cantava "Divas, queens, We don't need no money. Salute" e caminhava mais adiante, tendo como companhia Luna e inesperadamente uma outra garota do grupo. Caliente! Foi o que pensei de imediato ao vê-la rebolar e quicar ao chão, seus olhos claros encarando aos demais com sensualidade e seu sorriso lascivo chamava a atenção com facilidade. SanClair. Eu a conhecia de vista, ela era uma Cheerio, era do coral e igualmente a mim uniu-se a Luna, tomando frente da performance e transformando-a numa performance em trio.

We are everywhere
Warriors, your country needs you
If you're ready, ladies
Better keep steady
Ready, aim, shoot

Don't need ammunition
On a mission
Now we hit you with the truth

Representing all the women
Salute, salute

Alternando as posições, Luna, San e eu seguimos caminhando até o fim do corredor. Nossas vozes excediam as demais, soando nas caixas de som e domando a performance. Não podíamos perambular pelo colégio, pelo menos está foi a conclusão que tive quando Luna balbuciou para mim Ginásio. Este era o destino. Meu tom prosseguiu firme, oscilando entre o agudo habitual e o grave pouco utilizado por mim. Elevei a voz, soltando um grito afinado ao cantar "Ready, aim, shoot" e ergui o braço, apontando para as meninas detrás de nós o caminho da escadaria, nosso ponto de acesso ao ginásio. Não só eu, mas muitas das garotas envolveu aos que nos assistia na performance; certas vezes caminhava até uns garotos e os afrontava enquanto cantava, como em "Don't need ammunition". Outras vezes eu rebolava, envolvendo algumas meninas com a dança e as puxando para unir-se a nós. O caminho percorrido por nós ia se findando, assim como a estrofe antes que o refrão chegasse mais uma vez; certas vezes corríamos ritmadamente para apressar o trajeto e antes mesmo de findar a estrofe já estávamos atravessando a escadaria, seguindo em marcha para o ultimo destino.  O ginásio.  




With: Luna e San // Wearing





Leiam aqui, sweethearts!:

Está é uma performance em trio, entre Luna, SanClair e Hanna. O Trajeto da apresentação vai da sala das Troubletones até o Ginásio do colégio. Para entender melhor, siga a ordem de posts. Para ver o início da performance, clique aqui. O final da performance será feito por SanClair, no ginásio.
Beijinho, baby.
©

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Re: A Escadaria

Mensagem por Convidado em Sex 6 Mar 2015 - 20:50

I'm gonna love you like a black widow.
I'm gonna show you what's really crazy.

Go talk to her.

A
primeira coisa que fiz, quando me vi sozinha com Dianna, foi selar meus lábios nos dela. Por dois motivos: eu ainda não havia tido nenhum tipo de contato com ela naquele dia e estava claro o quão perdida a morena estava. Talvez um beijo ajudasse a melhorar um pouco a situação (?) – Primeiramente, bom dia. – Digo num de voz baixo e com um sorriso singelo na face, após me afastar e dar alguns passos para trás. Algumas pessoas estavam se aproximando, e mantendo uma distância “segura” da garota, não haveria comentários a nosso respeito. Não que eu me importasse, mas não tínhamos conversado como agiríamos em público ainda. Aguardei as três meninas passarem por nós antes de soltar a respiração. – Ok, essa situação toda é um tanto quanto... Delicada. – Começo com um tom de incerteza, os olhos passeando pelo corredor antes de fixar nos castanhos a frente. Umedeço os lábios, medindo as palavras. Eu realmente não sabia como reagir naquele momento. – Por mais perdida, assustada, ou, sei lá, confusa que você esteja, vá atrás de Kitty. – Vou direto ao ponto. – Ela está em um momento sensível e precisa de alguma posição sua. Ela se declarou, afinal. – Tento sorrir, mas o que sai é uma pequena careta. Respiro fundo, absorvendo todas as expressões do rosto delicado e aguardando algum tipo de reação da menina.


Convidado

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Re: A Escadaria

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sab 7 Mar 2015 - 10:02

TAG; #Shannon
WORDS; Thousand. qq
NOTES; Why, Kitty?

You're everything I thought you never were and nothing like I thought you could've been, but still, you live inside of me. So tell me how is that?
O primeiro ato que havia me feito despertar, tinha sido o selinho. Tinha certeza de que Shannon não me chamaria lá fora só para fazer isso, afinal, não havíamos conversado sobre como agir na escola, mas no Glee Club poderíamos ser nós mesmas, e sair para um selinho era algo desnecessário, a não ser que ela se sentisse incomodada. O que de fato não se remetia a morena. A segunda coisa que me chamou atenção, fora o fato de que estava com saudades dela, não me lembrava de ter cruzado com ela pelos corredores ou em qualquer outro lugar naquele dia. Terceiro, ela estava pálida, de uma forma não tão saudável. Seria pela declaração de Kitty? Pelos próximos segundos, ignorei completamente tudo o que ela havia dito, e dei um passo a frente. Não me importaria com pessoas olhando ou falando, ninguém daquele lugar era capaz de se quer olhar diretamente para mim, quanto mais, se meter a besta com a capitã das cheerios.

Você comeu direito hoje? Está pálida de mais, não estou gostando disso. – Sabia que se não me controlasse, meu eu enfermeira entraria imediatamente em ação. – E sobre isso...

Estava próxima o bastante para colar nossas testas. Fechei os olhos, lhe dando mais um selinho, este, bem prolongado. Cada segundo a mais de contato, sentia minhas células relaxarem gradativamente, e tudo o que eu mais precisava agora, era de calma. Estava prestes a dar um fora - por mais indignada que estivesse -, teria que usar bem as palavras para usar com a garota loira. Sabia que não tinha como deixá-la sem machucar mais, porém, não teria muito o que fazer. Ninguém tinha.

Eu te amo, Shannon. – foi tudo o que disse, antes de sair correndo pelo corredor, procurando pela menina, que a pouco, tinha se declarado.

Onde você está, Kitty?


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Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: A Escadaria

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