Sala do New Directions

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Sala do New Directions

Mensagem por Stalker em Seg 15 Set 2014 - 21:03

Relembrando a primeira mensagem :

Sala do coral - New Directions

É uma sala quadrada com vários instrumentos musicais e cadeiras vermelhas onde ficam os membros do Clube, uma lousa branca onde ficam as listas com as tarefas da semana.E um prateleira com os troféus que o Clube já ganhou. Ao fundo uma enorme prateleira de madeira com várias partituras e fotos em quadros de algumas performances mais marcantes do coral. A sala é bem iluminada devido ao número de janelas encontradas nas partes de cima das cadeiras.    

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The your ghost, the ur image. I'm the stalker!

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Nêmesis em Sab 10 Jan 2015 - 9:06

El Tango De Schuester
Hookers are a mans best friend

S
ue me convenceu, aquilo poderia ser um erro, mas eu conhecia muito bem a treinadora para saber que ela poderia dar o upgrade que o New Directions estava precisando, além do mais ela sabia muito bem como trabalhar à base de ódio, e ódio era o que não estava faltando no New Directions, ódio pela tal da Viktoria, pelo Vocal Adrenaline, e, quem sabe, uns pelos outros, o que eu poderia afirmar sem dúvidas que era o caso 'Kitty vs. Rachel'. Sue precisava destruir moralmente Viktoria e seu coral, eu precisava inflar o ego e o espírito competitivo do New Directions, então, pela primeira vez, juntamos nossas forças por um bem maior. Ao entrarmos juntos na sala do coral os alunos ficaram nos olhando espantados, com exceção de Kitty que, sem dúvidas, já estava sabendo de tudo isso pela própria treinadora.
-Okay, New Directions, nos seus lugares por favor. - Esperei enquanto o resto dos membros seguiam as minhas ordens para continuar a falar. -A partir de hoje, Sue Sylvester será a nossa co-diretora e assistente para que possamos vencer o Vocal Adrenaline nas Nacionais. Eu sei que muitos de vocês tem algo contra ela, mas, diferente de nós, ela é uma vencedora, e precisamos de pessoas assim aqui. - Grande parte dos integrantes do grupo aplaudiu, olhei para Sue que estava sorrindo e então continuei. -Essa semana, iremos trabalhar em grupos, os garotos para a esquerda e as garotas para a direita por favor. - Enquanto eles se arrumavam olhei novamente para a Sue, como que implorando mentalmente "Por favor, me deixe mudar o nome desses grupos.", ela apenas negou com a cabeça, como se tivesse entendido o que eu havia pensado. - Essa semana, a tarefa é The War of Sex, iremos apresentar canções e a equipe vencedora terá um número nas Sectionals, então se preparem. Eu irei ajudar os garotos que... bom... Sue fez questão de chamá-los de The Hairgel Boys... - Todos riram, mas continuei. - As garotas serão treinadas pela Sue e serão chamadas de The Ultimate League of Doom and Destruction of Sue Sylvester.- Mais risadas, e dessa vez eu me senti livre para acompanhar. -Bom, podem se sentar, eu e Sue vamos mostrar pra vocês o que são performances de verdade para usarem numa competição. Sue, luzes por favor. - As luzes se apagaram, todos, inclusive Sue, se sentaram.
[...]

A sala do coral estava completamente limpa, sem nenhum objeto ou instrumento musical nos seus costumeiros lugares, tudo havia sido afastado ou movido em ordem da performance, a banda estava ao lado dos membros do coral, para produzir um melhor efeito sonoro, e eu, parado no centro da sala, de frente para todos. Eu deveria dizer que no fundo me sentia nervoso, fazia tempo que eu não me apresentava para todos daquele jeito.
A banda começou a melodia com um volume baixo e leve, e em seguida, começou a aumentá-lo gradativamente, quando os acordes do violino inciaram a porta da sala bateu com força, e três pares de dançarinos totalmente vestindo com roupas tradicionais de tango entraram na sala e se posicionaram atrás de mim. O instrumental continuava, e quando comecei a cantar, pequenas lanternas vermelhas se acenderam pela sala.

Roxanne..!
You don't have to put on that red light
Walk the streets for money
You don't care if it's wrong or if it is right

Forcei minha voz para torná-la mais rouca durante esta parte da música, enquanto eu cantava, os dançarinos atrás de mim se moviam com passos bruscos de tango, os braços e cabeças erguidos de forma perfeita e sincronizada. Eles se movimentavam ao meu redor como se, simplesmente eu não estivesse lá. Dando leves chutes no ar, passadas leves e violentas, giros e até alguns breves "semi-espacates".

Roxanne
You don't have to wear that dress tonight
Roxanne
You don't have to sell your body to the night

Mantive o tom de voz, enquanto cantava eu olhava diretamente para os membros do New Directions, com raiva, talvez decepção e um pouco de orgulho. Quando cheguei ao verso "You don't have to sell your body to the night.", Kitty se levantou prontamente, estendeu suas mãos e me acompanhou na coreografia que se aproximava.

His eyes upon your face
His hand upon your hand
His lips caress your skin
It's more than I can stand

Mudei o tom da minha voz para algo mas simples, sofisticado e um tanto triste. Kitty se movia com uma delicadeza sobre-humana, mesmo não tendo ensaiado junto com os outros dançarinos ela parecia saber perfeitamente como e quando se mover, aproximando seu rosto do meu, erguendo sua mão junto com a minha e girando ao mesmo tempo que todos os outros, era como se ela soubesse que iríamos performar aquilo hoje, e sim, ela foi pega totalmente de surpresa. Segurei a última nota do último verso por alguns minutos de forma a dar um toque mais dramático na música.

Roxanne...
Why does my heart cry?
Roxanne...
Feelings I can't fight
You're free to leave me
But just don't deceive me
And please believe me
When I say, I love you

Give you your time
To do what you're saying
And if you have to
And if he has to,
I won't blame you

Seguindo o movimento dos dançarinos, deixei meu corpo rígido enquanto Kitty se apoiava em mim com as duas mãos, como se estivesse se apoiando, em seguida, movimentamos os nossos corpos delicadamente em volta um do outro, segurei na cintura da garota, ergui minha mão direita que segura a dela de forma simples, e empurrei delicadamente nossos corpos para baixo. Nos levantei, ainda segurando na cintura da garota, empurrei levemente seu corpo para a esquerda, como se ela tivesse deslizando, enquanto eu dava passos largos e, aparentemente, simétricos. A música para bruscamente, e então olho para Kitty, e canto para ela em espanhol, falando com um forte sotaque americano, porém, com (falsa) paixão e ao mesmo tempo, determinação.

En el alma se me fue
Se me fue el corazón
Ya no tengo mas por quién vivir
Porque no te puedo convencer
Que no te vendas Roxanne

A música voltou a tocar, em seu ápice final, já me preparando para o último momento, segurei Kitty novamente pela cintura, peguei em sua mão direita, e continuamos seguindo os movimentos delicados e rápidos dos dançarinos. Alguns membros da parte masculina do New Directions nos ajudavam com o back vocal da música, nos movemos para o centro da sala, a música foi acabando com o violino soando mais violento do que antes, e do nada, todos os sons se encerraram e todas as luzes se apagaram, pelo menos, até Sue acendê-las novamente. Enquanto todos nos aplaudiam, olhei para Kitty e sussurrei: -Garota, parabéns, você foi ótima.

[...]

Sue voltou para o meu lado ao centro da sala, eu ainda soava um pouco, mas me sentia bem. Olhando para os membros eu disse: -Agora, com vocês: Sue Sylvester. - Eles aplaudiram rapidamente enquanto Sue se preparava para iniciar sua performance, e eu, me preparava para pisar no Vocal Adrenaline.

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Sue Sylvester em Sab 10 Jan 2015 - 10:15

Sparkling Diamonds

There may come a time when a lass needs a lawyer but diamonds are a girl's best friend...

DIAMONDS ARE A GIRL'S BEST FRIEND!

E
u olhei para aqueles membros do coral com nojo, todos adolescentes que só sabiam estragar músicas boas e as não tão boas como idiotas, a única que se salvava era a Kitty, aquela sim era uma boa aluna e alguém a ser lembrada. Enquanto Schuester explicava toda a situação para os retardados tentei não escutar aquela voz de Dino de família de dinossauros dele e só prestar atenção quando ele terminasse. Quando escutei o nome do grupo que tinha dado as garotas ser citados pisquei na direção delas, isso seria fácil, iriamos todas ganhar daqueles pobres e hormonais garotos.

Schuester fez uma performance de uma música de Moulin Rouge e eu tentei ao máximo prestar atenção, mas aqueles cachos e a voz dele me irritavam demais, então prestei atenção a Kitty que fez uma bela apresentação de dança, talvez ela pudesse ser co-capitã das Cheerios? Algo a se pensar futuramente. Quando William disse que era a hora de minha apresentação olhei para um idiota daquela banda. - Vai apagar logo a luz ou vai ficar olhando como uma capivara sem dentes? - Perguntei em um tom rispido para o idiota que logo apagou as luzes.

xxx

A sala do coral estava sem nada assim como na apresentação de Will e a banda estava posicionada no mesmo lado das cadeiras e da plateia, o piano tinha sido afastado e a sala parecia maior do que normalmente. Talvez quando o coral acabasse aquilo poderia se tornar uma nova parte da sala de ginástica das Cheerios? Afastei meus pensamentos, pois agora tinha que me concentrar em sambar de salto 90 naquela perneta de Carmel. As luzes se acenderam e eu estava no centro da sala de frente para a plateia com uma das costas de minha mão tocando a minha testa em uma pose frágil.

The French are glad to die for love

Eu comecei a cantar virada para todos os outros integrantes daquele coral de quinta e custou muita força de vontade para não vomitar de nojo ao ver aqueles cachos do Schuester. Na minha mão direita estava um anel com um belo solitário no meio, claro que era falso, que tipo de idiota usaria um diamante real em uma escola de ensino médio? A minha mão passou pela frente de meu rosto antes de tocar meu ombro suavemente em movimentos fluidos. O verso foi cantado em uma voz suave quase sussurrada. Abri os braços quando o ritmo instrumental começou a soar e coloquei os braços na frente de meu corpo andando passos para trás enquanto as garotas se aproximavam de mim formando uma fila viradas de costas para a plateia, parece que queriam performar improvisadamente comigo.

A kiss on the hand
Maybe quite continental
But diamonds are a girl's best friend

Levantei um dos braços para o alto e toquei meu pulso com a outra mão antes de descer com ambos os braços pelo meu corpo até tocar o meu busto. No terceiro verso estendi ambos os braços para a frente colocando uma mão por cima da outra, balancei meus quadris para os lados duas vezes. Abri os braços colocando-os por cima do traseiro das garotas ao meu lado e elas se viraram para a frente ao mesmo tempo em que eu girei totalmente. Aquela estrofe foi um pouco mais acelerada, mas qualquer coisa que eu cantasse ficaria melhor que os berros da Berry então não me importei muito.

A kiss may be grand
But it won't pay the rental
On your humble flat or
Help you feed your um pussy cat

Toquei os lábios com as pontas do dedo da minha mão direita e em seguida estendi o braço direito para a diagonal acima, fiz o mesmo com a mão esquerda antes descer os braços abaixando um pouco a cabeça quase como se fosse uma meia reverencia andando dois passos para trás. Coloquei os braços para a frente fazendo um gesto como se fosse arranhar alguém com as unhas. Percebi que Kitty falou um quase imperceptível "miau" ao final da estrofe e quase ri com a ironia pelo o seu nome.

Men grow cold as girls grow old
And we all lose our charms in the end
But square cut or pear-shaped
These rocks don't lose their shape
Diamonds are a girl's best friend

Todas as garotas e eu viramos de lado e levamos a mão para perto da cabeça fazendo um sinal de continência do exercíto, mas ao invés de ficarmos paradas eretas como o sinal era, um passo para a frente foi dado e nesse passo a mão aberta estava próxima a cabeça, mas quando voltamos esse passo descemos as mãos, esse movimento foi realizado duas vezes. Ao final do movimento viramos de frente novamente e finalizamos em poses diferentes. Viramos novamente dessa vez ficando de costas para a plateia e colocamos uma das mãos na cintura movimentando os quadris em movimentos ritmados. As dançarinas uma por uma se viraram e fizeram novamente uma pose e eu fui a última virando e ficando em uma pose em que tocava o anel em meu anelar com o indicador direito da outra mão. No ultimo verso passei as mãos subindo pelas laterais de meu corpo até estender os braços para cima. Dei dois passos para trás.

Rachel

Estendi minha mão para a direita onde a Berry estava e ela passou pela a minha frente dando um belo rodopio no centro da sala, talvez a Berry não fosse tão inútil, se não fosse aquele nariz ela seria uma boa Flyer. Manteria esse pensamento para quando aquele coral fosse destruido. Ela foi para o lado oposto em que estava anteriormente.

Kitty

Estendi a mão para o outro lado na direção de Kitty, aquela garota era um orgulho ainda maior que Quinn Fabray. Pisquei em sua direção e ela pareceu querer se mostrar um pouco pois foi para o centro e fez um velho movimento de dança ginástica chamado Thomas lançando a perna para cima e girando antes de ir para o lado onde Rachel anteriormente estava.

'Cause we are living
In a material world
And I am a material girl

As garotas pararam do meu lado em suas posições novamente e começaram a me acompanhar na coreografia improvisada. Coloquei ambas as mãos para baixo juntas ao meu corpo e balancei uma das pernas duas vezes para o lado, fazendo o mesmo com a outra em seguida em um movimento bem ritmado, fazendo o mesmo movimento três vezes. Minha voz soou pela sala limpa, sem erros de afinação e com um pouco de falsa inocência no tom de voz.

Come and get me boys, ow
Toquei minha face com ambas as mãos e as garotas começaram a andar rápido ao meu redor formando um círculo comigo no centro. Girei duas vezes em 360º graus antes de passar as mãos pelo corpo e estende-las para cima, iniciando a bater as palmas para a próxima estrofe. Eu ri ao final desse verso, uma risada de atuação, mas uma risada.

Black Star
Last call
Talk to me William Schuester
Tell me all about it
As garotas que estavam girando ao meu redor pararam e colocaram as mãos nos ombros uma das outras inclinando o torso para trás e levantando uma das pernas para o alto antes de ficarem eretas novamente e moverem o tronco para ambos os lados. Elas cantaram comigo aquela estrofe harmonizando, porém deixei meu timbre se sobressair cantando um tom acima delas, cantava com raiva algo que não era muito complicado para mim e minha voz saia com um tom raivoso.

There may come a time
When a lass needs a lawyer
But diamonds are a girl's best friend
There may come a time
When a hard boiled employer
Think you're awful nice
But get that ice or else no dice

As garotas se abaixaram ainda ao meu redor, levantei uma dos meus braços cruzado na frente de meu busto e inclinei um pouco meu peso contra uma das minhas pernas, alternando o braço e a perna duas vezes no primeiro verso. No segundo verso passei minha mão direita sobre meu busto e levei o meu dedo indicador para a frente de meus lábios fazendo um sinal que poderia ser interpretado como silêncio ou segredo. Meu timbre nessa estrofe era forte e firme, não demostrava fraqueza e estava limpo, sem nenhuma nota desafinada, aquilo exigia controle. As garotas se ergueram e formaram uma fila ao meu lado, viramos todas de lado e colocamos um dos braços no ombro da outra. Movimentamos os quadris para os lados e esticamos um pouco a perna direita um pouco para a frente puxando-a para o lado e tocando-a com as pontas dos dedos, subindo com os dedos pela perna. Giramos 360º graus em nossos lugares e paramos de frente com as mãos cruzadas sobre o busto tocando os ombros.

He's your guy when
Stocks are high but beware
When they start to descend

Essa estrofe não foi cantada por mim, apenas as garotas do New Directions cantavam formando uma única voz. Colocamos as mãos na cintura e balançamos os quadris, elas inclinaram um pouco o torso para olhar para mim enquanto cantavam e eu mantia uma expressão de desinteresse total. Elas balançavam um dos ombros para a frente e para trás ao mesmo tempo em que eu apenas balançava os quadris. No final de sua estrofe dei de ombros e andei para a frente com passos lentos.

Diamonds are a girl's best
Diamonds are a girl's best
Diamonds are a girl's best friend

As garotas também andavam atrás de mim e iamos na direção dos garotos do New Directions que estavam sentados. Tentei ao máximo não olhar para o cabelo do William enquanto me aproximava dele, andamos entre as cadeiras do New Directions em leves corridas. Tina e Dianna colocaram uma cadeira no centro da sala e no final da estrofe sentei na cadeira.

Let's make love
Ooh
Ooh yeah
Ooh
Ooh tiger
Inclinei meu torso para a frente balançando os ombros no início da estrofe, se é que aquilo podia ser chamado de estrofe. Minha voz soou um pouco mais baixa, quase que sussurrada e fiz o máximo possível para deixar o timbre meio rouco e sensual. As garotas vieram ao meu redor e começaram a tocar seus bustos e suas pernas em uma forma sensual. Eu não iria fazer algo daquele tipo na frente daqueles garotos hormonais então apenas cruzei as pernas duas vezes quase que em um movimento burlesque. No final da estrofe me levantei abruptamente e chutei a cadeira para trás. As garotas começaram a correr em duas filas para formarem uma única ao meu lado.

'Cause that's when those louses
Go back to their spouses
Diamonds are a girl's best friend

Coloquei as mãos nos ombros delas e levantei as pernas alternadamente em um movimento que lembrava bastante dançarinas de salões no Texas. Tirei as mãos de seus ombros no início do segundo verso e virei de lado levantando meu braço direito para o lado antes de virar para o outro lado e fazer o mesmo com o outro. Usei um tom forte nesse verso usando potência como minha aliada, eu sabia que as garotas iriam ganhar fácil daqueles pobres garotos. As garotas começaram a correr novamente ao meu redor e terminaram ficando de joelhos erguendo os braços enquanto eu fazia o mesmo no centro só que em pé.

xxx


Estava ofegante ao final da apresentação, olhei para os garotos do New Directions que estavam com Schuester, na verdade agora eram os The Hairgels Boys e sorri zombeteiramente. - Vocês serão destruídos. - Falei em zombaria com um tom maldoso, as garotas estavam atrás de mim me observando. - The Ultimate League of Doom and Destruction of Sue Sylvester vai pisar e quebrar as suas esperanças de uma forma que o que a perneta fez vai parecer brincadeira de criança, preparem-se porque a guerra começou. - Completei o que eu falava em um tom firme, começou a guerra e era melhor Schuester e seus garotos se prepararem porque essa Sue Sylvester e suas garotas não perderiam.





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Run bitches run 'cause Sue is here!


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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Blaine Anderson em Sab 10 Jan 2015 - 19:04

Summer has come and passed The innocent can never last Wake me up when September ends Like my father's come to pass Seven years has gone so fast Wake me up when September ends ❝ Lari ❞
Viktoria Modesta. Vocal Adrenaline. Derrota nas Regionais. TroubleTones. Setlist roubada. Era tudo o que eu ouviu naquela sala, okay, entendo que tenham sido os "tópicos" da semana, mas meus ouvidos não mereciam receber um dose tão grande de repetição. Sim, já estive no Warblers, um dos corais mais monótonos da face da Terra, mas foi exatamente por isso que eu sai de lá, para me divertir, e diversão era a última coisa que eu estava encontrando no New Directions.

xxx

Depois desse momento de reflexão na aula de cálculo avançado o sinal do último tempo bateu e junto com ele centenas de alunos se levantaram e se jogaram para fora de suas respectivas salas de aula. Eu, basicamente, aprendi a esperar e sair por último, afinal, diferente de muitos ali eu ainda tinha algumas atividades e horários para cumprir. Subi as escadas e fui até a sala do New Directions no Primeiro Andar, onde eu fui o último a chegar, escolhi um lugar próxima à loira das Cheerios, não a ex-grávida, mas a outra, que me lembrava a treinadora, Sue Sylvester.
Depois de conversar conosco, William apresentou a nossa nova "co-diretora", Sue ("E quem disse que sequer pensar no demônio não invoca ele?"). A maioria que sabia o que ela já havia feito para o Glee Club odiou a notícia, mas eu acreditava em segundas chances (décimas, vigésimas, enfim...), pra mim Sue poderia ser o que faltava para colocar o New Directions na linha certa para vencermos os Warblers nas Secctionals. Fomos divididos em grupos e em seguida Mr. Schue disse que ele e Sue iriam performar para nós.
Em seguida, ajudei Mr.Schue a esvaziar a sala para que ele pudesse fazer uma performance extremamente sensual de El Tango de Roxanne, Sue também entrou na onda do Moulin Rouge e pisou na cara de todos os membros do coral com uma rendição perfeita de Sparkling Diamonds, eu, sinceramente, tive de aplaudir de pé. Quando acabamos, me virei em direção a uma garota semi-desconhecida por mim, talvez uma novata no clube, tinha um nome similar ao da treinadora de futebol ou algo do tipo, sorri para e disse: - Parece que eles não estão tão enferrujados quando pensávamos, não é mesmo? Hehe. - Me virei para o outro lado para observar Kitty conversando com outro garoto que havia saído dos Warblers. "Bom, esse ano pode acabar sendo melhor do que você esperava Blaine Devon Anderson."



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Break Free

This is the part when I say I don't want ya, I'm stronger than I've been before, This is the part when I Break Free, 'cause I Can't Resist it no more!

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Convidado em Sab 10 Jan 2015 - 19:59

New Directions

Something about you is so addictive
“but-2-e o quê?” A garota não conseguia se concentrar na aula de química II naquele dia. Ela olhava o relógio na parede a sua frente a cada 3 minutos e parecia que o tempo simplesmente não passava, fazendo sua ansiedade aumentar ainda mais. O sinal tocou e ela foi a primeira a se levantar, pegando seu material de qualquer forma e correndo pra fora da sala antes que qualquer brutamonte do time de futebol pudesse carregá-la para o lado oposto de seu destino. Suspirou aliviada quando conseguiu chegar em seu armário sem nenhum arranhão, afinal, aquele corredor ficava um inferno quando as aulas encerravam.
Ela estava animada. Não, animada era pouco; ela estava super animada, e, uma prova disso, era o sorriso que não saia de sua face desde o dia anterior. Hoje seria seu primeiro dia como integrante oficial do New Directions, por isso mal conseguira pregar os olhos durante a noite e ter ficado toda a manhã pensando como seria o final de seu dia. Fechou a porta de metal e ajeitou a mochila em seu ombro, esperando mais alguns segundos para toda aquela confusão cessar. Tirou o cabelo do olho – lembrar-se de cortar a franja – e seguiu em direção à sala do clube que pertencia.
Não foi uma surpresa quando a morena adentrou a sala e avistou apenas duas pessoas no local: Sr. Shuester e aquela treinadora das cheerios que lhe dava medo. Sorriu fraco para ambos e foi sentar-se em uma cadeira que ficava num patamar acima de todos, assim ela poderia observar melhor seus novos companheiros. Ela adorava obsevar! Aos poucos a sala foi se enchendo, dando outra vista ao ambiente.
Quarenta e cinco minutos haviam se passado, e fora os minutos mais divertidos que já tivera naquela escola. Digo, não é todo dia que se vê um cara de meia idade performando El Tango de Roxanne extremamente bem e uma loira assustadora sabendo como representar Sparkling Diamonds. Acompanhou o garoto com cabelo cheio de gel no aplauso, ficando de pé e os ovacionando. Eles mereciam.
- Isso foi demais! Se eles estão enferrujados, eu quero estar enferrujada que nem eles! – Diz mal conseguindo se conter em sua cadeira. Olha para o menino engravatado ao seu lado, Blaine, e nota o olhar do mesmo na loira com cara de velha (-q) do outro lado da sala, conversando com outro novato que não conhecia. – Por favor, me diga que ela não é sua namorada. – Comenta também com os olhos em cima dos dois.

Convidado

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Jhonah Ohlw. Winchester em Sab 10 Jan 2015 - 20:35

[



New Directions


I could make the
bad guys good
for a weekend
]


Sinceramente? Eu pensei que tivesse visto de tudo e mais um pouco, mas o grande espetáculo de Viktoria... Alguma coisa foi o marco. Sim, eu fiquei surpreso. Não imaginaria alguém que fosse tão baixo ao ponto de fazer um pacto com criaturas do submundo a fim de causar na terra com uma perna tão falsa quanto a quem a utiliza como apoio. Ter nossa setlist divulgada para todos os corais rivais foi uma queda e tanto para o New Direction. Eu até imaginaria como o Will Schuester estivera com tudo isso, e vai por mim calmo era que ninguém poderia está.

Assim que o sinal da escola soou pelos corredores esperei para que todos os alunos se levantassem e saíssem do local. No momento estava ocupado anotando todas as atividades possíveis que tinha, e jurava manter todas elas em ordem até o fim de semana. Depois de todas as anotações, coloquei a mochila no braço esquerdo e parti para os corredores do McKinley. Já havia comentado o quanto adorava aquela movimentação, até achara divertido me perder com alguém pelo recinto. Dirigi-me até o mais novo armário, troquei os livros para as próximas aulas e recolhi os fones de ouvido que havia guardado e logo partira para a sala do coral.

Adentrei ao recinto com um sorriso simpático para todos, Will estava com a treinadora das Cheerios e algo já estivera programado durante minha pequena ausência. Contudo, caminhei até o meu acento observando as apresentações divinas dos treinadores. Ao que tudo indica iriamos ter um pequeno desafio encorajador. Eu não sabia muito ao certo sobre Sue, apenas os comentários de que ela era cruelmente severa com suas meninas e pelo que percebi não só com elas, mas com todos. Respirei pesadamente ao notar Kitty comentar algo sobre a apresentação o que me fez concordar com a cabeça, foi incrível. – Temos excelentes treinadores, isso é notável! – Comentei com a loira, e logo tive minha atenção prestada para morena ao lado. Por mais que não valesse seu comentário, soara engraçado até mesmo para mim. – Não, ela não é minha namorada! – Repliquei com um sorriso simpático. Kitty era uma líder interessante admito, mas não pensaria tão longe assim. Embora meus pensamentos tenha se ampliado a respeito da ideia, mas nada que levasse tão a sério.


[raxtegue #]
Post #002
Words: seocool
Tagged: w t f ?
Notes: de conversinha q
Lyrics: polly @ nirvana
Thanks, IT


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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Kitty Wilde em Sab 10 Jan 2015 - 20:54



I'm a unapologetic bitch!
tags: Coach, Anã, Orca, Chuck Bass, Ex-Warbler, Schuester &¨ND X Notes: Diva X Clothes: This X Música: Unapologetic Bitch
Hoje era um dia especialmente bom para mim, após a pequena desgraça que se abateu no coral todos estavam falando da perneta sem graça, mas eu sabia que hoje a treinadora Sylvester entraria no coral. e com ela ali aquela perneta iria ser destruída. As aulas foram tediosas, porém durante o almoço tive o prazer de jogar uma raspadinha no rosto da Berry e estragar aquele suéter horrível de cavalos que ela estava usando, na verdade eu estava lhe fazendo um favor, ela realmente devia se livrar daqueles panos de chão. As aulas após o almoço foram ainda mais tediosas e Kitty realmente aproveitou para dormir durante a classe de espanhol escondida pelo livro, o Schuester era ainda mais irritante em suas tentativas de ensino.

Assim que entrei na sala do coral quis voltar imediatamente e tentar apagar a cena nojenta que havia visto, a anã Berry e o cara de bunda estavam se beijando e isso não era facilmente esquecido. Uma careta se formou no meu rosto ao fitar tal cena nojenta, aquilo era errado em tantos níveis que não dava para explicar. Respirei fundo contendo a vontade de vomitar e fui na direção dos dois passando por entre os dois forçando-os a separarem aquelas bocas, parecia que o cara de bunda iria comer a anã Berry e não no bom sentido, se é que existia bom sentido em comer a Berry. Fui para o meu lugar e sentei perto do garoto que havia saído dos warblers ou como eu gostava de chamar; Gays Cantantes.

Logo Schuester e a minha rainha Sue Sylvester entraram na sala falando sobre a tarefa da semana, eu sabia que iria me dar bem já que estaria no grupo de Sue e me senti satisfeita com isso. Ao que parece eles queriam dar uma demostração da tarefa semanal e logo todos nos sentamos esperando Schuester dar primeiramente a sua demostração. Quando Schuester começou a cantar El Tango de Roxanne eu sabia que tinha que acompanha-lo na dança, aquela era minha canção favorita do musical, então sem hesitar me levantei e estendi minhas mãos para o treinador. Aquilo era completamente um improviso, mas eu sabia muito bem como improvisar depois dos treinos das Cheerios e eu havia dançado tango durante alguns anos, era tudo sobre paixão e ódio, mas naquele tango em questão havia bastante raiva e ciúmes. Era uma dança forte e que deveria ser dançada com força e desejo, felizmente eu conseguia atuar muito bem esses sentimentos durante uma dança, principalmente a raiva e Schuester não era tão mal quanto imaginava, me guiou perfeitamente durante toda a coreografia improvisada.

Ser elogiada tinha feito muito para o meu ego, mas não tive muito tempo para descansar já que a treinadora Sylvester começou a cantar também uma música que nunca esperava que ela fizesse, alias eu nunca imaginei ela ajudando o New Directions então nada mais me surpreendia. Eu e outras garotas do coral nos juntamos a treinadora improvisando uma coreografia de Sparkling Diamonds, achei curioso os dois terem escolhido músicas do mesmo musical, mas não me importei, afinal eu gostava bastante. Parecia que a treinadora gostava de minha rivalidade com a Berry já que logo após de chamar o seu nome, chamou o meu durante a música e eu adorei ver o olhar e humilhação no rosto da anã após eu fazer um movimento mil vezes melhor que o seu. Sentei novamente em meu lugar ao lado do ex-warbler ainda um pouco ofegante por ter dançado nas duas apresentações.

Olhei para o ex-warbler ao meu lado e ele parecia animado com as apresentações. - Parece que o Schuester ainda tem ossos para mover, isso é surpreendente de fato. - Falei para o garoto do meu lado. Me lembrei que ele tinha cantado Vogue, uma versão não tão gay, mas era Vogue, a música mais gay da Madonna além de ele ter pertencido aos Warblers então provavelmente era aquele tipo de gay que era inocente o ano inteiro até chegar a parada gay e se vestir de fênix do arco-irís de estimação da Cher. Ao escutar a pergunta da garota who que tinha surgido de algum buraco dos infernos lhe encarei franzindo as sobrancelhas. - Querida, ele era do mesmo coral do Chuck Bass do seu lado, coral que é praticamente uma versão gay de boybands então acho difícil. - Falei revirando os olhos para as palavras estúpidas da garota. - Se tiver interessada ele é todo seu, mas de que lótus tour você surgiu e quem é você ô criatura dos infernos? - Perguntei com a sobrancelha arqueada porque não lembrava de ter visto aquela garota nunca na minha vida.
Thanks Panda

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Demons
Don't get too close It's dark inside It's where my demons hide

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Blaine Anderson em Sab 10 Jan 2015 - 21:17

Summer has come and passed The innocent can never last Wake me up when September ends Like my father's come to pass Seven years has gone so fast Wake me up when September ends ❝ Lari ❞
Blá blá blá blá." Era tudo o que eu ouvia quando se tratava de Kitty Wilde, arrogante, prepotente e metida a diva, como se já não tivéssemos uma Rachel... enquanto ela falava revirei os olhos e em seguida me dirigi novamente a Shannon: -Ignore a loira, ela sofre de crises existenciais, e como pode perceber, Sue engravidou sem contar para ninguém e teve esse feto monstruoso e replicado que saiu voando direto da placenta dela para a nossa sala do coral. - Sorri para Jhonah e para Shannon enquanto Kitty me encarava. -Podemos perceber que tudo isso é uma verdade inalterável baseado no ego mais inflado do que as calcinhas da Zizes. Sorry/Not Sorry. - Virei para frente novamente observando o que os treinadores estavam fazendo, enquanto Kitty começava outra sessão de Blá Blá Blá.

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Break Free

This is the part when I say I don't want ya, I'm stronger than I've been before, This is the part when I Break Free, 'cause I Can't Resist it no more!

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sab 10 Jan 2015 - 21:43

And if you really need me
Eh bien, si ya, lookin for me, je suis probablement dans la métropole, i le fais pour l'amour donc ce est de la merde sans but lucratif je suis, je suis boardwalkin ', de sorte que vous pouvez appeler ce monopole de toute évidence, mon approche la musique ne est pas modérée, mon Mascoma tourne, je suis l'anomalie Je aime tous mes ennemis, mes ennemis causer ┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈

P
ara dizer a verdade, eu estava perplexa. Pela primeira vez, sem palavras. Como aquela desvairada saci na versão feminina tinha conseguido tal façanha? E ainda por cima, ter exposto o New Directions para todos os outros corais. Antes de formalizar um pensamento concreto, Kitty estava disparando ofensas de uma forma tão rápida, que meu cérebro teve que se adaptar a tamanha velocidade usada. E o restante do dia fora tão exausto como poderia pensar. Sue estava mais alucinada do que antes, e pelo que tinha ficado sabendo, havia somado forças a Will para acabar com o Vocal Adrenaline. Já se encontrando no vestiário das cheerios, Dianna viu seu próprio semblante refletido no espelho. Podia ver boa parte do recinto por ali, porém, o vidro estava embaçado de mais. O treino estava prestes a começar, faltavam apenas poucos minutos. E a demonstração de afronta no New Directions não saia da minha mente. Respirei fundo, dando um basta nos pensamentos temerosos. Vendo nos meus próprios olhos, a capacidade de que poderíamos vencer. Sim, nós poderíamos. Não importa se ela tinha duas pernas, três, uma, ou nenhuma. Nós temos tudo o que precisamos. Passando a mão pelo embaçado do espelho, me deparei com um par de olhos claros me encarando. Podia ver apenas eles. Não precisava mais do que isso para saber de quem se tratava. Os encarou de volta, arqueando a sobrancelha esquerda lentamente. Virei-me de costas, e fiz questão de passar por perto de Kitty, sem desviar os olhos dos seus por nenhum segundo, só o fazendo, apenas quando tinha passado pelas grandes portas, já se dirigindo pelo gramado do campo.

♆♆♆♆♆♆♆♆♆♆♆♆♆♆♆

O dia seguinte havia sido realmente... Diferente. Uma performance de Will e Kitty, somadas a presença de Sue. Que agora, estaria constantemente presente entre as pessoas do coral. Tudo, para coagirmos em harmonia para retribuir o gesto da saci rabiosa. Kitty estava na sala, não muito distante de mim. Por algum motivo estranho, eu a encarava mais do que o necessário, e nem me preocupava em disfarçar. Algumas pessoas novas estavam no coral, e um dos rostos, era mais do quê conhecido. Não sabia o motivo de Jhonah ter chegado ao New Directions, mas jamais o perguntaria. Sentou-se ao lado de Sam, como sempre fazia, e do outro lado, estava Beatrice. Estavam sempre ali, os três, na terceira fileira, bem no meio. Ninguém ousava ocupar aqueles lugares, de certa forma, todos se sentiam mais confortáveis nos mesmos lugares de sempre. Só quando estavam evocados com algo, ou distraídos de mais para pensarem numa coisa tão banal, que mudavam de lugar.

— É o seguinte. Acho que todos aqui estão fervorosos com essa garota. Não quero saber quem ela é, e nem me agarrarei com unhas e dentes no que teria ligações a isso. — Me levantei, descendo alguns degraus.

Pus as mãos nos ombros de Jhonah, em um mudo "desculpe por não ter dado as boas vindas antes", desci mais uma fileira, me sentando ao lado de Kitty, cruzando os braços. Por uma breve fração de segundos, meus olhos se conectaram a novata que estava por ali. Tive que controlar minha respiração para seguir a diante com a minha deixa para a situação.

— Seja o que for, nós entraremos nessa para ganhar, como todas as vezes. Só que dessa vez, temos um propósito a mais. — Cruzei os braços, repetindo o movimento com a perna direita, repousando-a sobre a esquerda. — Se essa garota pensa que nos pisou com aquele cone no lugar da perna, nós passaremos por cima dela e do vocal adrenaline com todas as nossas forças. — quase rugi ao pronunciar o nome do coral adversário.

Se tem algo que eu realmente estava, era disposta a acabar com aquela garota e todo o grupo de alienígenas que ela chamava de colegas de coral. Não tinha que ofender ninguém, a garota nem estava presente para isso, para se defender. E mesmo assim, só queria devolver a atrocidade cometida da melhor forma que poderia. Ganhando a competição com os colegas de coral.


Can you feel the pressure between your hips?
thank youweird for lotus graphics!

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Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Convidado em Sab 10 Jan 2015 - 22:06

New Directions

Something about you is so addictive
Sente uma incrível vontade de rir com os “insultos” que Blaine havia feito à Kitty. Quem ela achava que era, aliás? Não era só porque usava um rabo de cavalo e aquele uniforme das cheerios que ela tinha o direito de falar assim com a morena. Com a morena não, com qualquer um que fosse. Arqueia uma sobrancelha para a loira e coloca um sorriso de lado em seu rosto. Ela não se deixaria abalar. – Normal você não me conhecer, sou nova na cidade. – Para um pouco para observar a expressão de desinteresse da garota. – Como se você se importasse. – Completa um tom mais baixo. – Eu sou Shannon, de todo jeito. – Para de falar quando uma menina morena, a mesma que havia fixado seu olhar quando fez a audição, começa seu pequeno monólogo.  A garota era linda! E havia toda aquela confiança e raiva que a deixava extremamente sexy. A morena prendeu a respiração e simplesmente não tirou os olhos da menina que havia se sentado próximo a Kitty, acompanhando todos os movimentos que a mesma fazia. Respira fundo e refez a postura, se ajeitando melhor na cadeira. – Vocês podem...me dizer o que houve? – Indaga ainda um pouco tonta com a chegada da outra garota.
Convidado

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Jhonah Ohlw. Winchester em Sab 10 Jan 2015 - 22:54

[



New Directions


I could make the
bad guys good
for a weekend
]


A conversa estava ligeiramente tomando rumos tão pouco desejáveis para mim. Kitty me surpreendera nos insultos e Blaine também que a replicava ao nível tornando o clima tenso. Tomei minha atenção para Kitty a fitando-a seriamente. As cheerios eram realmente como todos ali diziam ser? Pelo menos eu conhecera poucas com temperamentos normais. A loira realmente parecia sofrer de crises assim como Blaine havia explicado. Suspirei fundo desviando minha atenção para alguns presentes ali na sala.

- Só para constar, Kitty! Coral nenhum define sexualidade de alguém. – Disse gentilmente com um sorriso que pudesse notar ser falso. Assim que eu conseguisse dizer mais alguma coisa senti meu ombro ser tocado. Olhei para a morena já conhecida e assenti com um sorriso em obrigado. Era Dianna. Observei-a até se sentar ao lado da versão juvenil da Madonna – Kitty – e então bufei fitando Shann. Sorri para ela e logo ouvi atentamente os dizeres de Dianna. Não poderíamos nos abalar com a situação atual, e a morena estava certa.

- Ao que tudo indica, tivemos uma invasora no coral que coletava informações por onde passava. Fomos expostos por todos os corais rivais e para completar o show Disney, tivemos a nossa setlist vazada. Ou seja, temos um problema para resolver que envolva triturar toda a prótese da perna da Viktoria Modesta e faze-la se engasgar com os próprios destroços. – Tentei resumi o fato para a moça, embora não tenha dado muitos detalhes e brincado ironicamente no fim.


[raxtegue #]
Post #003
Words: seocool
Tagged: w t f ?
Notes: de conversinha q
Lyrics: polly @ nirvana
Thanks, IT


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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Kitty Wilde em Sab 10 Jan 2015 - 23:14



I'm a unapologetic bitch!
tags: Coach, Anã, Orca, Chuck Bass, Ex-Warbler, Schuester &¨ND X Notes: Diva X Clothes: This X Música: Unapologetic Bitch
Então o Chuck Bass estava tentando rebater minhas palavras? Interessante, talvez aquele gel dele estivesse estragando com o seu cérebro pois ele era tolo se achava que conseguiria se manter comigo. Quando estava prestes a zombar dele Shannon como a novata se chamou respondeu a minha pergunta, não perdi tempo em julgar a garota dos pés a cabeça e logo me dei conta que ela não seria tão irritante de aguentar quanto a anã de Tolkien, mas isso era previsível, duvidava a existência de um ser tão irritante quando Rachel Barbra Berry e a sua voz de gato esganiçado.

Dianna se pronunciou, eu não sabia qual o meu problema, mas quando encarava Dianna parecia que me faltava o ar, ela tinha aqueles longos cabelos castanhos e aquela pele em um tom perfeito, seus olhares me deixavam envergonhada e tinha que usar toda a minha força de vontade para evitar o tom avermelhado surgir em meu rosto. Ela falou com tanta paixão e raiva em sua voz que me inspirou, ela era incrível e sinceramente tinha vergonha de falar com ela por isso só me contentava em olhares discretos quando podia, apesar dela perceber algumas vezes. Quando nossos olhares se encontravam temia demostrar meus sentimentos, por isso sempre tentava desviar o olhar para qualquer outro local.

Coloquei as mãos em meus joelhos me sentindo estranha pelos sentimentos ao ver Dianna e encarei o chão tentando me recompor. Escutei Jhonah explicar a novata a situação sobre a perneta de Carmel e decidi me pronunciar. - Ela não vai durar muito, aquela protése dela não vai mantê-la de pé depois que destruirmos o seu espiríto, ela escolheu o coral errado para arrumar uma briga. - Falei sentindo minha própria raiva sair em minha voz, eu não havia gostado da Modesta e agora todos tinhamos um objetivo em comum que era destruir aquela garota.
Thanks Panda


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Demons
Don't get too close It's dark inside It's where my demons hide

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Rachel Berry em Dom 11 Jan 2015 - 1:54


Carpe diem
Tears stream down your face, when you lose something you couldn't replace
Fui caminhando tranquila para o auditório,completamente alheia a qualquer coisa estranha que pudesse estar acontecendo. Era normal pessoas utilizarem outros espaços da escola para suas tarefas,então nada me pareceu errado. Estava na verdade curiosa para ver Viktoria cantar, gostaria de saber se a garota era ou não uma provável ameaça para mim. Achava que não.
Me surpreendi quando um holofote se acendeu sobre ela que....Estava em pé perfeitamente bem e em saltos altos lindíssimos, roupa provocativa e expressão confiante. Meus alertas gritavam 'Ameaça' com toda a sua força. Ela arranca sua calça e a joga em mim - o que me deixa louca de raiva - e eu a jogo para o lado. Teria pulado naquele palco se não fosse a mão de Finn segurando-me ali.  Meu ódio apenas aumenta quando vejo as pessoas do Vocal Adrenaline ali e finalmente percebo o que estava acontecendo. Fomos enganados por aquela coisinha insignificante. Finn me segura com mais força quando me inclino para frente,tentando saltar no palco para fazer Viktoria engolir cada um de seus dentes.
Tinha de admitir que ela era boa - mas não mais que eu. Sua apresentação foi decente e sua voz aceitável,porém eu sabia que poderia ser melhor ainda.
Meu choque e ódio apenas aumentaram quando vi TODOS os outros corais entrando e Viktoria revelando nossa setlist para eles,se achando a Diva. Mas ela não sabia quem era Rachel Berry, e descobriria da pior forma possível. "Prepare-se querida,acaba de ganhar uma inimiga ao seu nível" pensei com um sorriso assassino em meus lábios observando-a partir com seu séquito.
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Achava que nada mais me surpreenderia após o show de Viktoria,porém parece que Deus sempre tinha uma forma de me mostrar como estava errada. Sue? O que ela estaria fazendo ali? Logo Mr.Schue chega para explicar a situação, que só me choca ainda mais. Senti meus batimentos cardíacos pararem por alguns segundos. Mr.Schue estava louco? Ela destruiria todos nós! Ele realmente precisava de férias. Olho para Finn chocada e ele me olha confuso,como sempre. Era mesmo o fim do mundo. Will nos passa a tarefa da semana,'The War of Sex', uma tarefa divertida com um prêmio tentador. O único problema seria ser da equipe de Sue.
Mr.Schue e Sue fazem performances para nos msotrar como queriam que fizéssemos,e observo com atenção. Precisava ser incrível se quisesse o meu solo - algo inevitável de acontecer. Eles precisavam de mim e da minha voz para vencerem.  Kitty dança com Mr.Schue e eu reviro os olhos fazendo cara de nojo. Eu a odiava quase tanto quanto odiava a Modesta.
Levanto-me e sigo as outras na vez de Sue. Era de seu time,precisava apoiá-la. Sigo os passos das outras até ser chamada, quando ando como se flutuasse até o centro da sala, onde dou um lindo rodopio que aprendera ao dançar ballet e me dirijo ao outro lado da sala. Sabia pelo olhar de Sue que ela me cogitava para as cheerios por aquilo, mas se isso significava passar mais tempo que o necessário com Kitty eu dispensava.
Continuo a coreografia com as outras,cantando quando necessário e fingindo uma expressão serena. Tudo o que eu queria era fugir de perto de Sue.
Devo admitir que a coreografia ficara incrível e Sue era boa. Éramos incríveis soba a sua direção. Porém nada mudava o fato de ela ser extremamente cruel, como por exemplo dizer que destruiríamos os garotos - apesar de eu achar que seria verdade.
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JÁ CHEGA. Eu estava farta de Kitty Wilde. Aquela raspadinha e o seu modo de atrapalhar meu momento com Finn antes da aula foram a gota d'água. Eu não podia mais suportá-la, não poderia mais respirar o mesmo oxigênio que aquela vadia. Mas não iria bater nela. Tinha consciência da minha falta de músculos e de ser menor que ela,apesar de ela também ser baixinha. Levanto-me com um olhar feroz no rosto, indo até ela com confiança na postura, porém sem expressão. Minha voz sai exatamente com eu desejava: baixa, raivosa e congelante de tão fria.
- Kitty,não aguento mais. Não suporto mais respirar o mesmo ar que você. Você me enoja em mais sentidos do que seria aceitável. Mas não quero resolver nossas diferenças tocando em você - teria de lavar as mãos umas mil vezes depois disso, e estou ocupada demais treinando minha voz ao invés de ser uma vadia exibida - então proponho um duelo musical. Que vença a melhor. - cruzo os braços e espero,arqueando apenas uma sobrancelha com um sorriso convencido nos lábios.





® Credits to Lux

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Dom 11 Jan 2015 - 14:15

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Eh bien, si ya, lookin for me, je suis probablement dans la métropole, i le fais pour l'amour donc ce est de la merde sans but lucratif je suis, je suis boardwalkin ', de sorte que vous pouvez appeler ce monopole de toute évidence, mon approche la musique ne est pas modérée, mon Mascoma tourne, je suis l'anomalie Je aime tous mes ennemis, mes ennemis causer ┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈

E
ra impressão minha, ou todos estavam querendo dar uma de super bitch? As vezes as pessoas do glee erão tão infâmias, que se tornavam cegos demais para perceber que toda aquela euforia não levaria a nada. Pelo menos, não agora. Respirei fundo, tentando não pensar muito em coisas aleatórias. Precisava ser inteligente mais do que nunca, e tentar achar uma situação que contornasse aquela briga toda. Ou, Viktoria conseguiria completar o que havia começado. E pelo modo como as coisas estavam acontecendo, ela já estava em 40% do caminho andado. Se é que ela podia andar com aquele cone. Bem, ela dançou, então... Como se não bastasse, Rachel deu um súbito ataque repentino contra Kitty, e estava mais do quê provável. Aquele era o dia mais estranho da minha vida. Esperei que ela terminasse de falar e antes que alguém mais se pronunciasse, me levantei, sem aguentar mais um segundo daquele falatório todo.

— Gente! — como líder das cheerios, sabia como chamar a atenção de todos. — Vocês não vêem que toda essa coisa de ofender o outro está começando a nos separar?!? Kitty e Rachel, pelo amor de Deus! — Ergui os braços.

O silêncio se fez presente por um momento, o que me deu vasão para continuar falando. Seria a hora para montar uma boa estratégia, todos juntos, mas parecia um trabalho quase impossível com todo aquele ódio flutuando.

— Esse ódio não deveria ser usado aqui, no nosso próprio círculo! Vamos ser inteligentes, agir em equipe, somar nossos reforços e pensar em algo contra aquela idiota de uma perna só. — Rangi os dentes por um momento. 

Era realmente difícil agir racionalmente, tendo eu mesma, bastante ódio do que a garota havia feito. Mais não podia deixar tudo se afundar. Não agora. Não daria mais um gosto de vitória a Jesse. 

— Will, você e Sue podem repensar uma nova setlist? — Esperei pela resposta do homem mais velho, que dividiu o olhar com Sue. — Isso é o que podemos discutir, agora. Uma nova lista, para darmos proporções maiores ao problema. Vamos ser racionais, usar o ódio para nos mover, desta forma. Não atingindo os próprios colegas. Não por agora. — repousei as mãos nas laterais do meu corpo. 

Visto que ninguém havia dito nada no tempo em que eu falava, voltei para o meu lugar ao lado de Sam. Estava começando a me cansar de tantas brigas que certamente só afundariam o coral. E tudo o que precisávamos agora, era de uma intriga no meio dos próprios membros.

— Ah, todos do New Directions aqui presentes estão convidados para uma festinha na piscina. Quero comemorar a chegada do Jhonah e da Beatrice no coral, ganhamos dois esforços preciosos. Vou mandar o endereço e o horário por mensagem para cada um. — Foi o que bastou para encerrar os dizeres.


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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Beatrice Graeff Ohlweiler em Qua 14 Jan 2015 - 12:39


HAPPINESS IS A WARM GUN
Canso de me lembrar de que a vida não é brincadeira. A vida é coisa séria, onde  cada segundo pode ser vitorioso ou resto de uma grande perda de tempo. Ah, precioso tempo! Por que temos de menos? Meus pais morreram tão jovens e eu aqui, mais jovem ainda, esperando a vida passar. Mas agora quero recuperar todos os dias que fiquei mofando dentro de casa e dentro da escola.
Ontem à noite fui jogar boliche com o Dexter, coisa que nunca fizemos na Irlanda, por não ser uma atividade tão comum lá, e foi uma experiência renovadora Eu pude rir novamente, me divertir, sentir aquele nervosismo bom que temos quando estamos prestes a ganhar ou perder um jogo. E ainda comemos no McDonald's depois. Foi realmente maravilhoso. E foi ontem que meu irmão me disse que já não dava mais para eu viver daquela maneira, que eu precisava voltar a cantar. E ele tem razão.
Quando vim para Ohio, tio Will ficou animado quando soube que eu e Dexter sabíamos cantar e me colocou em seu coral no William McKinley. Mas eu estava desmotivada. Desmotiva, principalmente, com a vida e depois desmotivada com a tarefa cujo o tema era Madonna. Dexter me ajudaria, mas não estava confiante para cantar a rainha do pop e nem com vontade. Mas hoje, no dia em que acordei para vida, vi que tinha que voltar ao meu verdadeiro eu e mostrar a todos esses americanos que me acham fechada e esquisita que, por trás dessa pessoa aparentemente fraca e inexpressiva, há alguém feliz que dança, canta e vive.
Meus pensamentos estavam perdidos na aula de álgebra, eu realmente não conseguia entender o que o professor pançudo dizia. Não era novidade, eu estava sempre passando mal e, em quase todas as aulas, Emma Pillsbury, a psicopedagoga, me levava até sua sala e conversava comigo sobre a vida enquanto organizava, de forma extramente desnecessária, folhetos que continham perguntas de "O que serei no futuro?" até "Por que não devo sair do toalete sem dar descarga?". Hoje não foi diferente. Enquanto o professor resolvia as inequações no quadro branco, depois de esperar por dez minutos que alguém se manifestasse com a resposta pronta, pude ver os cabelos ruivos da moça pela janelinha da porta. Ela bateu e pediu permissão para entrar. Permissão concedida. Enquanto ela entrava, em passos curtos, arrumei todo meu material e me levantei, antes que os dois falassem qualquer coisa.
- Pode levar a senhorita Schuester.
Apressadamente, sai da sala e fui até o consultório de Emma, que andava a minha frente.
- Biscoito? - Ela me ofereceu, assim que nos sentamos. Eu aceitei um e ela sorriu. - Finalmente aceitou os biscoitos, um grande progresso. Não se preocupe, eles foram higienizados hoje cedo.
Perguntei-me, mentalmente, como é que se higieniza um biscoito, mas logo minha mente se ocupou com outra coisa. Um novo folheto, da cor verde, que, pela primeira vez, não tinha uma pergunta como título, mas uma frase no imperativo que dizia "Supere os desafios".
- William me disse que canta e que é uma ótima bailarina. - Emma tinha a voz suave e cuidadosa. Parecia que ela sabia que era meu ponto fraco e que precisava pegar leve.
- Ótima é exagero. - Ri abafado.
- Aposto que não. - Ela sorriu também. - Sei que está tudo muito complicado e recente agora, ainda não dá pra ver a luz no fim do túnel. Mas acredite, ela existe e você só precisa caminhar mai um pouco para poder enxergar. - Ela me entregou aquele folheto e eu passei a refletir naquilo que ela disse. Muitas vezes Emma parecia uma poeta, e não apenas a orientadora. Ela se levantou e saiu pelo corredor. - Me acompanhe.
Mesmo sem saber pra onde ela ia, me levantei e a segui. Andamos muito pouco e logo estávamos no auditório do colégio. Lá estava um grupo de pessoas que dançavam break, pessoas que eu conhecia do glee club e que, provavelmente, matavam aula.
- Dianna, venha aqui, por favor! - Emma chamou e ela foi. - Essa aqui é Beatrice Schuester, você já deve conhecer e Bea, essa é Dianna...
- Overwhelming, conheço. - Sorri para menina. Nunca havíamos trocado palavras, mas ela parecia bem simpática.
- Olá! - Ela acenou.
- Estou apresentando vocês porque cantam, dançam e fazem parte do mesmo grupo. Acho que podem se ajudar.
E Emma estava certa. Dianna não só me ajudou como se tornou uma amiga relâmpago. No final de todas as aulas, trocamos endereço, facebook e telefone, nunca conversei tanto assim em minha vida. A apresentei para Dexter, na saída, quando ele veio me buscar, e logo estávamos conversando, nós três.
- Acredita que Bea nunca cantou nos ensaios? - Dianna disse para Dexter.
- Sim, acredito! - Dexter respondeu. - E ela sabe o tempo que está perdendo. Eu já ofereci ajuda, mas nada funciona.
Apenas abaixei a cabeça, envergonhada.
Os dias se passaram e os dois continuaram me oferecendo ajuda. Até que eu, que já estava com vontade de me apresentar, aceitei. E então passamos a semana organizando aquilo. A minha primeira apresentação ali não seria apenas mais uma, mas seria A APRESENTAÇÃO.

***

Chegamos na sala do coral e lá estava um verdadeiro caos. Brigas, discussões, uma treinadora maluca botando terror. Até que Dianna não se aguentou e começou a dizer umas verdades e no final anunciou que faria uma festa em minha homenagem e em homenagem a Jhonah, um novo membro que era, realmente, muito legal. Fiquei corada com aquela atitude, não esperava, foi uma surpresa.
- Vá se trocar, está na hora. - Disse a ela. Saí da sala e encontrei Dexter no corredor, já arrumado. Ele era um bailarino cinza. Corri para abraçá-lo.
- Não acredito que vai fazer isso por mim!
- Vá logo, tome sua roupa.
Ele sorriu e me abraçou mais uma vez, antes de me entregar a sacola com minhas vestimentas. Corri para o banheiro e abri. Ali tinha um vestido grafite, colado no tronco, com pedras pretas de enfeite, e solto do quadril ao joelho, como uma saia de bailarina. Na verdade, aquela era uma roupa de ballet semelhante a de Svetlana Zakharova como Giselle, mas uma pouco mais arrumado, de cor diferente e mais curto. Em cinco minutos me vesti e em mais cinco fiz a maquiagem, igualmente grafite, nos olhos, que deixavam seu verde ainda mais vivo, com um batom negro em meus lábios. Meus cabelos volumosos formaram um enorme coque no alto da cabeça. Olhando-me no espelho, vi que estava bela e sorri. Calcei as sapatilhas pretas por cima da meia calça e sai correndo pelos corredores, de volta, para sala do coral. Todos estavam mais calmos e sentados, conversando baixo, enquanto Will olhava umas partituras. Ninguém sabia que eu iria cantar, com exceção de Dianna e os músicos.
- Está linda. - Dexter sorriu e eu corei. - Agora vamos.
Fiquei reta e rígida, sem me mover. Ele me pegou e levou-me debaixo do braço, eu era leve demais e ele bem forte. Bateu três vezes na porta e a banda começou a tocar, porque entendeu o sinal. Então entramos na sala e ele me empurrou no chão. Meus joelhos deslizaram até o meio da sala.
Eu estava extremamente envergonhada e apreensiva. Ensaiei bastante naquela semana, queria causar não só uma boa impressão, mas uma impressão perfeita. Não podia errar um só passo, uma só nota, uma só expressão. Eu tinha que convencê-los, através da linguagem corporal, que a felicidade é uma arma quente e de que eu era a arma. Sim, eu era arma, aquele era meu papel.
Percebi que todos ficaram assustados quando viram um não membro do New Directions surgir pela porta, mas ninguém sabia que ele era um Vocal Adrenaline, então não houve confusão.
Meus olhos estavam fechados e eu estava encolhida no chão quando ouvi Dexter caminhar pela sala. A banda não tocava a música que iríamos cantar, mas algo parecido com a trilha sonora de filmes de suspense. E então Happiness is a Warm Gun começou e as luzes se apagaram. Breu. Apenas um holofote acendeu sobre mim, com uma luz tão branca e tão brilhante que deve ter cegado a todos ali. A voz firme de Dexter ocupou o local.

She's not a girl who misses much

Eu ainda estava de cabeça baixa e olhos fechados, com uma vontade imensa de abrir para ver as expressões no local. Meu irmão apareceu sob a luz, ficando a vista, pois veio em minha direção e sussurrou parte da música em meu ouvido.

Do do do do do do

Então levantei minha cabeça e meus olhos se abriram de imediato. Não sei se me olhavam, pois estava realmente escuro, nem sei como a banda conseguia tocar, ou eles ensaiaram demais, ou eu que estava precisando de óculos mas tenho certeza de que umas meninas encaravam o corpo definido de Dexter por baixo daquela malha. Mas estava na minha hora. Minhas cordas vocais quase não me obedeceram, por conta da ansiedade e minha mão suava frio. Por um momento entrei em um desespero silencioso que apenas Dexter percebeu, pelo jeito que me olhava, mas não deixei que terminasse de fazer qualquer coisa que estivesse pensando, minha voz rouca e grave, bem da maneira que esperava, saiu em uma perfeita nota. Muitos se assustaram ao ver uma menina de aparência tão frágil ter uma voz tão forte, pude perceber isso pelos sons que fizeram.

Oh Yeah!

E então só nós dois estávamos sob a luz branca e redonda. Dexter me pegou de volta e eu me estiquei em suas mãos. Ele não se moveu, mas me girou em volta de seu corpo. Minha perna esquerda se levantou completamente, e meu pé, por conta de minhas pernas longas, ficou mais alto que minha cabeça. Mas aquele movimento fora incrivelmente rápido, pois, quando cheguei em suas costas, ele me subiu, e minha perna abaixou em seu obro, fazendo-me sentar ali. Toda aquela dança tinha uma mensagem escondida, que precisava apenas ser interpretada. Ali, Dexter queria se desfazer da arma e eu, que era a arma, não queria deixar e me prendia a ele. Como a primeira tentativa de se desfazer de mim fora falha, ele me pôs de cabeça para baixo e me jogou mais uma vez, mas eu passei por baixo de suas pernas que estavam entre abertas, e fiquei sentada, com os joelhos dobrados, atrás dele novamente, que me puxou pelo braço e me arrastou até o piano, a luz ia nos seguindo pra onde quer que fossemos. Minha cabeça estava abaixada, implorando piedade. Eu tentava, com sucesso, manter minha voz sincronizada com os passos e a rouquidão que surgia de minhas cordas ajudava a dar a canção um clima mais pesado.

She's well acquainted with the touch of the velvet hand
Like a lizard on a window pane

Ele me pegou pela cintura e levantou-me o mais alto que pôde. Minhas mãos estavam sobre as suas, para que ele não me largasse, mas ele me largou mesmo assim, jogando-me do alto. Se eu não fosse uma bailarina, poderia me machucar de verdade, pela altura, mas como estou acostumada, aproveitei para dar impulso em um salto perfeito, com as pernas abertas, conhecido como Sissone, caindo com a ponta de um pé no chão e a do outro em meu joelho, o que me possibilitou a dar uma pirueta única, terminando com o Arabesque, minha perna direita completamente esticada atrás do meu corpo, que estava inclinado para frente. Agora sob o holofote só estava eu.

The man in the crowd with the multicoloured mirrors
On his hobnail boots

Aumentei um pouco minha voz. Com a dança, ia perdendo o fôlego e comecei a me desesperar. Aquela apresentação tinha que ser perfeita. Dexter olhou para mim preocupado, mas me encorajou com um sorriso. Como ele estava próximo, pude vê-lo em meio a escuridão. Respirei fundo e segui. Com saltos, assim como anteriormente, mas menores, procurei meu dono novamente. Quando cheguei suficientemente perto, pulei para seus braços, que estavam flexionados para baixo, preparados para me carregar. Assim que ele me pegou, fiquei reta novamente, com as pernas e os braços esticados para baixo. Agora nós dois podíamos ser vistos, novamente. Ele me pôs em seu ombro e eu fiquei do mesmo jeito.

Lying with his eyes while his hands are busy
Working overtime

Ele saiu girando comigo, com várias piruetas em posições diferentes. Uma com a perna dobrada, a outra com a perna esticada e depois alternando entre dobrar e esticar. Eu só tive que ficar parada, naquela posição, concentrando algum sofrimento em minha voz, que passava a impressão de que estava louca, pois subia e descia o tom de forma imprevisível e proposital. Para ele que devia estar sendo difícil, já que as piruetas conseguem equilíbrio através da cabeça e ele estava comigo em seu ombro. Mas meu irmão dança tão bem que estava com o rosto tão natural quanto o de quem estava apenas assistindo. Quando eu cantei a parte e que menciona a esposa que ele comeu, ele parou e eu olhei para Dianna, que se levantou. Um segundo holofote caiu sobre ela naquele momento. Olhei em seus olhos, estiquei os braços para frente e Dexter me segurou de maneira diferente, como quem segura uma enorme metralhadora. Ele pôs a mão em um dos meus braços e fingiu puxar o gatilho. Naquele momento, uma bala imaginária saiu de mim e foi até Dianna com força total, que caiu de volta na cadeira, de olhos fechados. Todos olharam para ela e para mim, impressionados e aplaudiram naquele momento, pude ver pois tinha mais uma luz ligada naquele momento, clareando o lugar. Aquilo me deixou completamente aliviada e sorridente. Estava fazendo um bom trabalho.

A soap impression of his wife which he ate
And donated to the Nation Trust.

Então o holofote de Dianna fora desligado e a atenção voltou para mim e meu irmão. Dexter me passou pelo ombro e me jogou por entre suas pernas novamente. Fiquei em pé, na frente dele. Agora estava na hora de eu me concentrar somente na dança. Na ponta dos dedos, dei uma pirueta Attitude, uma das pernas fica ligeiramente dobrada no ar. Então inclinei meus braços para frente, dobrados, uma mão encostando na outra, assim como o tronco. Porém, a cabeça estava inclinada para trás e a perna que estava dobrada foi para o chão, a que estava no chão foi dobrada e assim eu segui até o piano. Em cima dele, tinha um pequeno copo do vodka, mas vazio. Pedi para que Dianna o pusesse ali. Peguei o copo e pus na boca. Como quem estivesse bêbado, fui girando, na ponta dos pés (mas sem dar pirueta, pois queria passar a impressão de realmente embriagada), em volta de Dexter que começava a ficar aflito, simulando uma respiração descompassada e levando as mãos a cabeça. Minha voz estava nasalada e mais baixa. Eu, realmente, parecia incapaz.

I need a fix cause I'm going down

No going down, tropecei para frente e parei de girar. Estava um pouco a frente de Dexter e fui, desorientada, andando para trás, ainda na ponta dos pés. Enquanto ia chegando até ele, ele ia recuando, com medo. Mas a verdade era que eu não sabia o que estava fazendo. De tanto ele usar aquela arma, ela começava a ficar defeituosa e parava de funcionar da maneira que ela devia, mas seu dono era incapaz de compreender. Para ele, ele havia cuidado de um monstro. A arma que havia cometido os assassinatos, mas arma era a grande vítima, usada pelo assassino, agora amedrontado. Era complexo e difícil, mas profundo o significado. Esbarrei em Dexter e ele fugiu, se escondendo de baixo do piano. Então eu cai de vez, com as pernas abertas. Estava deitada sobre a perna esticada atrás de mim.

Down to the bits that I left uptown
I need a fix cause I'm going down


Criei impulso para todo o meu corpo e levantei apenas o tronco, uma vez apenas um pouco e depois completamente, sentando-me. Meus braços estavam esticados, como se eu tivesse uma arma comigo e atirasse no nada. Como eu já esperava, a cada vez que fazia isso podíamos ouvir, bem ao fundo, o som de tiros, sincronizados com meus movimentos. Nesse momento, todos da banda cantavam comigo e treinamos muito para que nossas vozes ficassem uniformes, iguais, roucas, graves, sem se diferenciarem por nenhum tom. Devo admitir que fiquei orgulhosa de nós, naquele momento. Assim que me sentei, joguei-me novamente sobre a perna que se esticava atrás de mim. Então repeti os movimentos da exata maneira, mas ao fim, joguei-me sobre a perna esticada a minha frente.

Mother Superior jump the gun
Mother Superior jump the gun

Então Dexter, que me via atirar sozinha, teve um surto e se levantou. Ninguém mais tinha controle sobre mim, eu podia fazer estragos. Ele correu e me pegou em seus braços. Eu não mudei a posição, continuei sentada, com as pernas completamente abertas, mas agora no ar enquanto ele me rodava em volta de seu corpo e eu implorava para mãe superior atirar. Implorava para ele, pelo menos em seus pensamentos. Para um homem que usou a arma por tanto tempo, era tentador vê-la assim sem puxar o gatilho.

Mother Superior jump the gun
Mother Superior jump the gun

Mas ele continuava encontrando forças para lutar contra. Jogou-me violentamente ao chão e eu agarrei uma de suas pernas. Por onde ele andava, eu ia rastejando atrás, tentando convencê-lo. Eu realmente pus na minha cabeça que ele não podia fazer aquilo comigo, o que tornava tudo mais realista e sem sentido. Estava tão concentrada na dança e na atuação, que por pouco não me esqueci da voz. Ela, que estava grave o tempo inteiro, deixou um agudo inacreditável tomar conta das cordas e ficou maravilhosa. Uma coisa que sempre surpreende a todos que me ouvem cantar é a minha facilidade de alcançar todos os tons e ser tanto contralto como soprano. Pra mim é completamente natural e muitas vezes nem percebo que faço isso.

Happiness... Bang bang, shoot shoot
Happiness... Bang bang, shoot shoot

Ali eu estava associando a felicidade ao barulho da arma. Ele só seria feliz novamente, só se livraria do peso se voltasse a me usar. Ele tentava me afastar, me chutar, mas eu não cedia. Até que seu olhar fica completamente sombrio e ele me encara. Eu solto sua perna e ele me puxa pelo braço enquanto me levanto e fico com a postura impecável. Ele me gira em seus braços e me estica para o outro lado, trazendo-me de volta logo em seguida, enrolando-me em um abraço. Estava a sua frente, de costas para ele e de frente para quem assistia. Seu braço livre agarrou minha cintura e então abandonamos o ballet por um instante. Nós dois remexíamos os quadris da mesma forma e ao mesmo tempo. E dessa vez ele quem cantava, com a voz grave, alta, desesperada. Eu apenas falava oooh yeah baixinho, ao mesmo tempo.

When I hold you in my arms (oooh yeah!)
And I feel my finger on your trigger (oooh yeah!)
I know NOBODY can do me no harm (oooh yeah!)

E então eu sai de perto dele dando duas piruetas a cada bang bang e dois saltos a cada shoot shoot. O holofote, ao invés de abandoná-lo e iluminar apenas a mim, duplicou-se, ficando um sobre mim e um sobre ele. Eu voltava a cantar essa parte de maneira ainda mais aguda que antes enquanto ele declarava que a felicidade é uma arma quente de maneira ainda mais grave e forte, mas menos desesperada e mais determinada. Quando me afastei, fui para esquerda. No segundo verso, fui para direita, voltando para onde Dexter estava.

Happiness is a warm gun (bang bang shoot shoot)
Happiness is a warm gun (bang bang shoot shoot)

Ele me pegou novamente e me pôs sobre seu ombro. Aquele seria o desfecho, teria que ser perfeito, não podia haver nenhum erro, eu não podia piscar fora de hora, mover um músculo descoordenado. Eu estava como no começo da canção, reta e deitada sobre seu ombro. Mas logo 'mergulhei' para frente e passei por entre suas pernas novamente. Acabara de fugir de seus braços. Estava agora encolhida no chão, bem ao seu lado.

Happiness is warm, yes it is...
Guuuuuun!!

Não gosto de dizer que canto bem, isso me faz parecer metida demais. Mas aquele último grito que dei... Poderiam ter gravado pra eu ouvir quantas vezes quisesse. O mais agudo e mais perfeito grito que já dei em toda minha vida. E enquanto cantava aquele último verso, meus braços se esticaram e "atiraram" contra Dexter, que caiu no chão. A grande vítima da história passava agora a fama de traiçoeira, má, que fez de tudo para atrair um homem para depois tirar a vida dele. Aquela apresentação era uma metáfora. No caso em específico, eu era mesmo uma vítima e ele um assassino, uma vez que um objeto é incapaz de pensar, falar ou qualquer outra coisa atribuída a seres animados, e o rapaz estava daquele jeito por conta de um surto psicótico ou esquizofrênico, talvez. Mas na vida real eu era uma vadia que acabou com a vida dele. Induzia a fazer coisas erradas e o homem sem personalidade obedecia. O abandonava e o tinha a hora que quisesse, era só fazer um show de sofrimento como aquele. E no final não o matei diretamente, mas acabei com sua vida. Aquela era a minha interpretação da música e quando expliquei para Dexter e Dianna eles aceitaram e entenderam completamente, me dando todo o suporte. Dianna quem conversara com o menino que ajeitou a iluminação para mim e Dexter me dava ideias para coreografia. Ele não era um bailarino profissional, mas tinha força e noção e mesmo assim estava ali, se arriscando, para me fazer brilhar.
As luzes se acenderam, a pessoas aplaudiram e eu não acreditei. Chorei e agradeci aos céus. Só estaria mais perfeito se mamãe e papai estivessem aqui. Mas isso não era desculpa, agora eu estou certa de que quero uma única coisa: Renovo.



Beatrice estava com Dexter e New Directions em William McKinley e usava algo. antes que me esqueça, esse é o post de número 002 e esse template foi feito pela clumsy do sa

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SAM * DIANNA * ALPHONSE * ALEX TURNER
Graeff Power

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Kitty Wilde em Seg 26 Jan 2015 - 20:44


BRING THE BITCH
and let hobbit go.
Hoje eu estava em um ótimo espirito de humor, acordei e tive ótimas panquecas de maçã no café da manhã, obviamente depois de uma oração. Cheguei no colégio sem nenhum problema, mas foi só ver o rosto escondido pelo imenso nariz da Berry que todo o meu bom humor se foi e a vontade de vomitar chegou. Nos últimos dias parecia que a anã queria fazer de tudo para me irritar e estava conseguindo, não aguentava mais olhar no rosto dela e queria esganar aquele seu pescoço fino de gazela. Fiquei pensando sobre o que fazer para me livrar da Berry durante alguns minutos, mas não chegar a nenhum resultado fui para os treinamentos das cheerios ficar na base novamente. Normalmente como todas as outras cheerios ignoravamos os gritos de loucura da senhorita Sylvester, mas quando ela disse um nome eu não pude ignorar. Quinn Fabray, já havia escutado boatos de como ela tinha engravidado do melhor amigo do namorado em seu primeiro ano, mas nunca prestei muita atenção, porém nesse dia decidi descobrir um pouco mais sobre a famosa Quinn.

Até o segundo periódo estava completamente fascinada com Quinn Fabray, ela dominou esse colégio e alguém como ela não deveria ser esquecido, ao que parece ela também participou do New Directions, provavelmente os gritos da Berry lhe irritaram tanto que ela decidiu sair, mas se existia alguém para dar uma melhor reputação ao coral e leva-lo a outro nível esse alguém era Quinn Fabray. Passei todas as outras aulas pensando em como traria Quinn para o coral novamente e infelizmente percebi que não poderia fazer tudo sozinha então decidi marcar uma reunião com algumas pessoas do coral na sala do New Directions para explicar meus planos.

Nos reunimos depois das aulas e do ensaio do coral quando Berry e seu gigante já haviam ido e sabia que todos estavam estranhando a presença um do outro e eu estava um pouco intimidada com Dianna no local, evitei olhar em seus olhos e decidi que era o momento de falar com todos. - Então vadias e ex-warblers, estamos aqui para falar sobre algo necessário. - Falei chamando a atenção de todos, sabia que todos estavam ali por alguma motivação pessoal, mas não me incomodava. - Eu chamei todos aqui para falarmos de alguns problemas envolvendo aquela anã de Tolkien e como precisamos de antigos membros do coral de volta, precisamos de Quinn Fabray de volta. - Expliquei o motivo da reunião esperando suas reações.

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Demons
Don't get too close It's dark inside It's where my demons hide

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Tina Cohen-Chang em Seg 26 Jan 2015 - 21:20




i hate you Berry


ops, berry está oficialmente
MORTA
Eu sempre fiz tudo por todos no New Directions, e até hoje nunca ouvi um agradecimento. E a pessoa que eu mais odiei, de todas fora Rachel Berry. E ao ouvir Kitty propor a volta da Fabray e o fim da Berry sorri imediatamente.

- Eu concordo, a era da Berry tem que acabar. E a Quinn realmente irá nos ajudar a acabar com a anã e seu enorme ego.
Claro que trazer Quinn de volta não iria ser fácil, teríamos que mexer com o fogo e tentar a sorte de usar Puck ou Sam como isca. Agora para acabar com a Rachel era fácil, todos naquele coral odeiam a anã por alguma coisa. Seria fácil recrutar um Anti-Rachel, com pessoas não só do N.D, mas sim da escola inteira. E se bobear, de Ohio inteiro. Rachel ia esperar para ver, nós iriamos mandar a anã para a vila dos Hobbits em dois tempos.
anti-rachel wins
(c)

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chang change forever

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Blaine Anderson em Seg 26 Jan 2015 - 21:36

Summer has come and passed The innocent can never last Wake me up when September ends Like my father's come to pass Seven years has gone so fast Wake me up when September ends ❝ Lari ❞
Enquanto eu caminhava pelos corredores em direção as minhas últimas aulas do dia o meu celular tocou, o que era totalmente estranho, ninguém costumava me enviar mensagens durante o horário das aulas.

"Sala do New Directions. 15h30. Depois do Glee Club. Anti Berry. XO."

Por alguns minutos fiquei parado encarando a mensagem e observando com um quê de medo. "Será que PLL estava se tornando real e se misturando com minha vida?", suspirei depois de perceber o que eu havia pensado e continuei meu caminho para as aulas de Ciências Políticas. O que quer que fosse aquilo me esperaria até 15h30.

[xXx]

Algumas coisas nunca mudavam, e uma dela era Rachel cantando, sempre, literalmente, durante todas as aulas ela tinha solos, duetos, trios, canções em grupos, comigo, com Mr.Schue, Finn ou qualquer outro que fosse capaz de cantar e Sugar Motta. E aquilo estava me cansando, ao final da aula, todos saíram da sala, porém percebi que um pequeno grupo ficou esperando, disfarçadamente, na porta. Passados alguns segundos eles entraram na sala e eu os segui. - O que está acontecendo aq..? - Porém, antes que eu terminasse de falar, Kitty fez sinal para que eu fizesse silêncio e me aproximasse. - Eu chamei todos aqui para falarmos de alguns problemas envolvendo aquela anã de Tolkien e como precisamos de antigos membros do coral de volta, precisamos de Quinn Fabray de volta. - Foi o que disse a garota, como em resposta ao que eu havia perguntado.
- Eu concordo com você Qu...digo Kitty. Precisamos trazer ela de volta, Rachel está se tornando extremamente repetitiva, e isso vai nos prejudicar demais nas competições. - Peguei meu iPhone e procurei alguns contatos na lista. -Temos Lauren Zizes, Quinn Fabray, Matt Rutheford (ou algo do tipo), Mike Chang e alguns outros ex membros do clube. Quinn está no grupo de bombeiros, isso não faz muito meu tipo, mas acho que ela só volta pra cá quando eles caírem. - Lanço um olhar para Kitty Fabray, como quem dizia: "Okay, agora é com você."

____________________


Break Free

This is the part when I say I don't want ya, I'm stronger than I've been before, This is the part when I Break Free, 'cause I Can't Resist it no more!

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Jhonah Ohlw. Winchester em Seg 26 Jan 2015 - 23:14

We are gathered in the living room talking about Rachel Berry, we all want it out
New Directions
Antes de chegar aos corredores do McKinley. Certifiquei-me de que não haveria mais nada para fazer em pendencias. Tinha feito a inscrição para o time de futebol, e esperara ser aceito. Depois teria o glee clube, mas este logo seria confirmado. Fechei a porta do meu armário e então segui para a sala do coral. Adentrar aquele recinto era praticamente estar em casa. Realmente, a festa na casa da Prima tinha me ajudado muito com isso de novatos. Não eram muitos, mas pude me aproximar de vários. Sorri para todos ao direcionar-me ao meu acento.

Como sempre, Rachel Berry a estrela do coral teria todos os solos já esperados por ela mesma. Isso não era mais surpresa para ninguém. Sinceramente? Isso já estava enjoando. Mr. Schue tinha que da oportunidade para mais vozes serem vistas pelo pessoal. Okay, Rachel tinha uma voz incrível, mas isso a torna melhor que ninguém ali. Creio eu que se estava em um grupo de coral, tínhamos que agir como tal. Isso de sempre a Berry ganhar solos a cada atividade extra que o clube do coral fosse apresenta, já estava no seu limite.

Depois da reunião do clube, pude perceber que algumas pessoas já haviam se juntado para discutir algo sobre a Rachel. Notei alguns olhares após o fim da reunião e então esperei para confirmar se realmente era o que estivera pensando. Bringo! Iriamos discutir sim sobe a pequena Berry.

- Acredito que se trouxemos os antigos membros do coral, isso terá um rumo diferente nas competições. E digo diferente, no bom sentido. Rachel tem se saído bastante em todos os solos e apresentações que envolva em apenas dar atenção principal a ela. Isso esta ficando cansativo de se assistir de longe. – Disse claramente em bom som.

Tina contestava por igual, queria ter a sua vez de brilhar no centro da sala e/ou palco de apresentação. Eu não a tirava a razão. Blaine também se submetia em questionar toda a boa fama de Rachel Berry, ele queria atenção assim como ela. Todos nós estávamos fartos de Rachel. Eu principalmente.  Blaine nos informara ter contatos dos antigos membros do coral, e Kitty daria um jeito em trazer Quinn. A conversa estava realmente chagando a uma decisão perfeita. E eu apoiaria a volta do pessoal, e esperaria dar tudo certo para nós.
NOTES : secret meeting u.u

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Sugar Motta em Ter 27 Jan 2015 - 0:38

See you, Berry.
i want all you have. i want all your money, i want all power, i want all a glory's world. only then, will I achieve my happiness. --------

Rory me seguia o dia todo e aquilo estava me deixando farta. Por isso paguei dois jogadores de futebol para “despista-lo” durante aquele dia. Sem machucar meu pequeno irlandês, claro. Andava pelos corredores com o nariz erguido, mostrando toda aquela forma de andar como uma rainha que tinha para a plebe do McKinley quando meu celular apitou com uma mensagem. Não entendi muito bem, mas a parte “Anti-Berry” chamou minha atenção. Obvio que eu ia aparecer; Rachel Berry finalmente cairia e eu pegaria meu reinado naquele clube.
x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x
Não que eu estivesse prestando muita atenção, pois a conversa que estava tendo num chat do Facebook estava muito mais interessante do que as palavras de Kitty e aquela voz estranha que ela tinha. O riso que escapou dos meus lábios foi inevitável. Levantei-me da cadeira que havia me sentado assim que cheguei à sala, deixando minha bolsa nova na cadeira – era uma bela de uma Victor Hugo e aquele pessoal simplesmente não notou aquilo -, e pus-me em pé na frente das poucas pessoas ali presente. – Vocês pensam tão pequeno. Não ficaria surpresa caso vocês conseguissem, no máximo, irem para Akron assim que terminarem o ensino médio. Desculpe, Asperger. – Sorri falsamente. Voltei-me para a única loira presente na sala e aprumei a postura; uma das únicas coisas que realmente havia prestado atenção na fala da mesma me ofendera.  – Primeiramente, saiba que a única vadia aqui é você, versão loira de Gretchen. – Cruzo os braços. Paro de encará-la e passo os olhos pela pequena plateia.  – Apenas trazer os membros antigos não vai resolver muita coisa, porque todos nós aqui sabemos do talento da Berry, que não chega aos pés do meu, claro, e quatro ou cinco pessoas a mais não fará diferença para o reinado dela acabar. – Jogo o cabelo para trás e continuo o discurso. – Vocês pensaram nisso? Claro que não. O ponto é: não adianta ter soldados se não temos um plano plausível para acabar com o mal. O que vão fazer? Oprimi-la até ela chorar e ir embora pra casa para depois voltar no outro dia com outro solo mais dramático ainda? Não. A gente precisa acabar de vez com ela. Precisamos tirá-la daqui. Eu voto Afeganistão. – Termino meu monólogo e sorrio satisfeita. Minha ideia era perfeita! Olho para a asiática e faço uma pequena careta. Definitivamente asiáticos me assustavam.


#AdeusBerry | #SugarRainha | #BerryNadinha




____________________


Sugar Motta
I'm Rich, Bitch!

Thanks Queen P. @ Cupcake Graphics

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Ter 27 Jan 2015 - 14:29






you would if you could
♥️ dont lie cause id give everything that i have left to show what i have felt breath in, breathe out. emily had to force air into her constricted lungs as she stood before a floor length mirror, corseted in lace, sequins, and billowing white ruffles. a wedding gown. a rock the size of texas on her left ring finger. invitations, bridesmaids she didn’t know, expensive engagement dinners complete with the caviar she would never eat. marriage. emily was getting married.




O New Directions poderia mudar o nome para Directions for Rachel. Sinceramente? Estava cansada de dar todo o meu esforço para me sair bem em tarefas, ver os outros se esforçando em igual medida, para Will dar vantagem inteira e totalmente apenas a Rachel Berry. Certo, a garota era legal, havíamos noa divertido com o dueto de Madonna, mais havia sido apenas um momento. Não aguentava mais ouvir que Rachel era a estrela, que Rachel era a solista principal, que Rachel faria duetos, que Rachel nos salvaria. Duvido muito se isso acontecesse, caso todos os outros membros deixássemos o coral na mão, e apenas Rachel fosse a única a estar presente nos palcos da competição.

Todo mundo estava falando de uma vez só, o que estava começando a me irritar. Ergui minhas mãos, observando minhas unhas. Estavam bem feitas, o que quase me fez sorrir. Mais ao voltar a consciência de que sala do coral poderia virar um ring de boxe a qualquer minuto, me deixou ainda mais nervosa.

Ai, ai. — Reverberei em meio a tanto falatório.

Olhei para o lado, encontrando a morena de olhos claros. Encarei Shannon por alguns segundos, flashes de nossos momentos na piscina e em meu quarto passando por frente de meus olhos. Desviei, pigarreando.

notes: Fight! music: Worth It tagged: #nd




____________________

Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Kitty Wilde em Ter 27 Jan 2015 - 14:49


BRING THE BITCH
and let hobbit go.
Como eu imaginava várias pessoas haviam se interessado pela ideia de acabar com a Berry e o seu nariz enorme, não tinha me surpreendido pela a asiática que não me lembrava o nome ter se animado, mas o novato que era dos Warblers me surpreendeu, mas enfim, a Berry era tão fácil de odiar que não deveria ficar surpresa por coisas daquele tipo. O namorado do porcelana falou que concordava com minhas palavras e que deveriamos trazer os membros antigos de volta, pelo menos ele não era burro. As palavras de Sugar me irritaram um pouco, não mais do que a sua voz cantando que mais parecia um gato sendo esganado, mas me irritou.
Revirei os olhos ao ela citar o seu imenso talento, será que o seu ouvido estava estourado ou algo parecido, porque só assim pra ela não escutar. - Querida, melhor ser uma vadia do que ter uma voz como a sua, não sei que talento você tem só se for o talento de dar dor de cabeça quando canta. - Um sorriso falso se formou em meus lábios, não poderia me descontrolar apesar da vontade de bater a cabeça da Sugar contra o piano, talvez melhorasse suas cordas vocais. - Infelizmente acho que Afeganistão não funcionaria com a Berry, ela é tão irritante que iriam mandar ela pra cá de volta depois da décima apresentação de Don't Rain on My Parade, devemos acabar com o seu espírito. - Expliquei em um tom de decisão, teríamos que nos separar para cuidar de tudo apesar de eu não confiar em algumas pessoas ali. - Sue e o ex-Warbler gay vão ficar com a tarefa de trazer a Zizes de volta, Jhonah, Dianna e Shannon vocês irão reunir todos os dados sobre  o Firemans and Policement Closed Club que a Quinn é líder e depois eu lidarei com ela, mas primeiramente... - Olhei para Sugar e Tina e rezei para nenhuma das duas estragar os meus planos. - Sugar e a asiática, venham comigo, é a hora de mostrar para Rachel Berry que o seu reinado está para terminar! - Exclamei olhando para as duas garotas antes de virar e caminhar com passos firmes para a saída da sala.

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Demons
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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Tina Cohen-Chang em Ter 27 Jan 2015 - 15:26






sorry Berry
As opiniões sobre o fim da Berry eram diversas, a maioria concordava um ou outro dizia que não apoiava, pois sem a Berry perderíamos as Selecionais. Ao ouvir a voz de Sugar anunciar suas opiniões minha cabeça começou a doer. Meu deus, aquela garota podia se tocar que a voz dela irritava.

- “Sugar e a asiática, venham comigo, é a hora de mostrar para Rachel Berry que o seu reinado está para terminar!” – Exclamou Kitty, olhando para mim e Sugar com uma expressão do tipo: “Não estraguem meu plano, vadias” nunca tive nenhum tipo de raiva ou ressentimento de Kitty, sempre gostei dela, era o tipo de “vadia malvada que fala oque pensa” uma coisa que eu nunca fora.
Ao ver ela sair da sala do ND fui atrás dela, observando tudo ao meu redor. Pelo caminho que estávamos a fazer iriamos chegar logo no auditório para mostrarmos a Rachel Berry quem manda no glee club.
- Vocês sabem que eu vou ser a nova Rachel quando a Rachel se for, né? – Sugar exclamou, Kitty apenas ignorou e eu me segurei para não falar nada, Sugar se achava tanto que meus ouvidos sangravam a cada palavra que ela falava, e quando cantava meus ouvidos sangravam tanto que faziam um rio de sangue nos corredores da escola.
(c)

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chang change forever

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Sugar Motta em Ter 27 Jan 2015 - 18:08

See you, Berry
i want all you have. i want all your money, i want all power, i want all a glory's world. only then, will I achieve my happiness. --------

Juro que tentei prestar atenção nas coisas que Kitty falava, mas a única coisa que eu conseguia ver era um dinossauro abrindo e fechando a boca e soltando grunhidos. Será que Kitty colocaria ovos quando fosse ter bebês? Pisco os olhos algumas vezes, fazendo minha imaginação um pouco fértil demais parar de trabalhar, e caio na realidade, pegando a ultima fala da loira: “Sugar e a asiática, venham comigo, é a hora de mostrar para Rachel Berry que o seu reinado está para terminar!”. Finalmente algo que prestava, fora meu monólogo, fora dito naquela sala! Sorrio animada e pego minha Victor Hugo, colocando-a no ombro e seguindo Kitty, juntamente com a garota de olhos puxados sem sal, para fora da sala do New Directions. – Sabe, papai andou pagando algumas aulas particulares de canto pra mim. – Comento, olhando meu reflexo no celular. – Meus agudos já eram incríveis antes, agora estou melhor que Georgina Brown. – Me gabo, guardando o iPhone no pequeno bolso do meu casaco. Aperto o passo, ficando ao lado de Kitty e dou pequenos saltinhos, sorrindo animada. – Estou totalmente pronta para pegar o lugar da Berry assim que ela for humilhada. A propósito, vocês sabem que serei a próxima Rachel quando ela se for, né? Porque está na cara que sou a pessoa mais talentosa daquele coral. – Ajeito o cabelo no ombro e continuo o caminho que estávamos fazendo. Alguma coisa me dizia que o plano anti-Berry começaria dentro de alguns minutos.

#AdeusBerry| #SugarRainha | #BerryNadinha




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Sugar Motta
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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Convidado em Qua 28 Jan 2015 - 2:46




Goodbye, Rach.


Não consegui prestar atenção em nenhuma aula daquele dia. Nem por um segundo. O fim de semana martelava em minha cabeça desde o momento que me levantei da cama naquela manhã e me dei conta que veria Dianna no ensaio do coral ao fim do dia. Batucava o lápis na folha em branco do caderno, pensando em como abordaria a morena e tentaria conversar com a mesma. Eu deveria me desculpar? Claro que não, eu havia sido totalmente sincera e não tinha feito nada de errado. Certo? Certo. Sinto meu celular vibrando no bolso de trás do short que estava vestindo e o alcanço discretamente, afinal a professora de literatura odiava que usassem celular na aula dela. Leio a mensagem de Kitty e suspiro com a parte do “anti-Berry”, guardando o eletrônico rapidamente. Eu iria naquela reunião pós-ensaio e veria até onde aquilo chegaria.

                         
x-x-x-x-x-x-x-x

Eu não fazia parte do New Directions tanto tempo assim, mas no pouco que estava no time, pude perceber maneira que Rachel Berry era tratada. Ela era a solista principal, a maioria dos duetos era com ela. Ela era a estrela dali. E eu, sinceramente, estava ficando um pouco chateada com isso. Claro, não era segredo algum o talento da baixinha. Ela era incrível com todo aquele potencial vocal e aquela capacidade de atuação – o que me fazia pensar onde cabia tudo aquilo, a garota era minúscula. Caberia perfeitamente no bolso; assim como um chaveiro. E aparentava ser uma pessoa legal, relevando todo seu enorme ego...Voltando: o fato era que eu queria um pouco de destaque nos ensaios assim como o resto do ND. E, se o único jeito era colocando Berry em seu lugar, eu faria isso. Ou pelo menos tentaria.
Tive que segurar o queixo com a mão para não rir no momento que a menina rica, Sugar, abriu a boca. Afeganistão? Sério? Aquilo soara tão ridículo quanto comparar Lima a New York. E sem contar a voz um pouco fina demais que a menina possuía, da qual não ajudava em nada no quesito “não rir”. Suspirei e me ajeitei na cadeira de plástico, em silêncio, escutando tudo que falavam. Passeava com os olhos pela sala quando minha visão fora completamente tomada por pele morena, cabelos negros e um perfil com traços delicados. Céus! Dianna tinha que cobrar para ser olhada. Desviei os olhos da menina quando Kitty mencionou algo sobre eu ter que reunir dados sobre sei lá o que Quinn participava.  Ótimo. Eu sempre quis ser detetive mesmo. Solto o terceiro suspiro do dia e sinto alguém me olhando. Viro o rosto rapidamente e capto o olhar de Dianna sobre mim, que foi desviado assim que conectei meu olhar com o dela. - E lá vamos nós. - Sussurro para o nada, me referindo a "tarefa" que havia recebido.
Que o Senhor esteja comigo, pois algo me dizia que eu estava prestes a ter a semana mais longa da minha vida.


valeu @ carol!

Convidado

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Re: Sala do New Directions

Mensagem por Nêmesis em Sex 20 Fev 2015 - 18:57

Road to Sectionals
Now I'm Four Five Seconds From Wildin'

-Uma semana, temos uma semana até as Sectionals e precisamos estar preparar para a primeira grande competição do ano. -Enquanto o pessoal batia palmas eu peguei alguns papeis e entreguei para eles. -Aqui está nossa setlist, cuidadosamente preparada e dividida. Levando em conta o retorno da Quinn, sim, ela terá um solo. - Percebi Rachel me olhando com raiva por alguns segundos, mas continuei tentando ignorar a atmosfera tensa do local. -Kitty, Rachel e Kurt terão um número juntos e finalizaremos com uma up-tempo para todo o coral. Certo? - Sorri para eles e continuei. -A tarefa dessa semana é simples, levando em conta que vocês terão menos tempo pra ela. Bom, essa semana a tarefa do vocês é: May Be Basic. - Escrevi o nome da tarefa no quadro e em seguida me virei para o New Directions, explicando a tarefa. - A tarefa de vocês essa semana é pegar algo barulhento, forte e épico e transformar em algo básico, simples, e talvez com uma coreografia simples. Certo? Podem começar.

Tema: May Be Basic
Período: 20/02/2015 - 26/02/2015

Thanks Zypher at @TTG

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Re: Sala do New Directions

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