Sala das Troubletones

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Sala das Troubletones

Mensagem por Stalker em Seg 15 Set 2014 - 21:06

Relembrando a primeira mensagem :

Sala do coral - The Troubletones

A sala das TroubleTones tem 9 paredes que formam um tipo de circulo, todas as paredes tem cores diferentes em tom de rosa, e no centro um piano dourado escrito The TroubleTones, pelas paredes vários pôsteres das competições que as garotas participaram, ao invés de bancos a sala possui pufes coloridos em diferentes tons de violeta, a sala possui várias janelas que permitem entrar um vento fresco pelo ambiente, no canto esquerdo da sala tem um mini palco para apresentações simples, e no canto direito uma mesa de jantar com várias fontes de chocolates e várias delicias calorosas.   

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The your ghost, the ur image. I'm the stalker!
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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Rachel Lewis em Ter 27 Jan 2015 - 18:55

I'm sexy, and I know it






Mais um dia,mais uma manhã....E tudo era sempre a mesma coisa. Eu e Isabelle agora vivíamos num clima de amizade e isso me aliviava muito, pois a amizade dela era uma das coisas que eu mais prezava no mundo.  Suspiro e me levanto, sem muita vontade de ir para a escola – porém sabendo que era necessário.
Após um dia entediante de aulas, finalmente algo que me animava: Troubletones! Até consegui sorrir após pensar que poderia animar um pouco meu tédio com alguma canção e um pouco de dança. Sento-me em meu habitual lugar,porém estranho quando Belle não se senta também. Ela parecia estar cansada e estressada. Ela foi corajosa ao ser sincera conosco sobre o nosso desempenho fraco – e era verdade,estávamos todas desanimadas – e passou a tarefa: cantar músicas de girlbands. Eu havia amado aquela tarefa,e sabia exatamente o que fazer! Mandei um SMS para o Artie me ajudar novamente com o cenário da apresentação, e assisti a a presentação da primeira garota,Katherine. Ela fora boa e cantara uma música incrível, porém era a minha vez.
Ando calmamente até a frente e falo em um tom suave com um leve sorriso nos lábios:
- O que planejei para esta tarefa precisa de um pouquinho mais de espaço, portanto queria que todas nós fôssemos para o Auditório. – falo olhando Isabelle, pedindo silenciosamente sua permissão. E assim fomos.
Lá, enquanto todas se ajeitavam nas cadeiras eu trocava de roupa e verificava o cenário, escondida nas coxias. Tudo perfeito. Eu vestia uma calça de couro preta,cinto dourado e uma blusa regata que era de um tecido negro transparente até logo abaixo do busto, onde ficava completamente escura. Em meus pés eu usava botas de verniz pretas de bico fino e salto alto. Meus cabelos estavam soltos, e a maquiagem carregada. O cenário consistia em um tecido cor de vinho ao fundo e uma barra para pole dance no meio do palco,com dois holofotes focados na mesma. Respiro fundo, estava na hora de entrar em ação.
O início da música começa a tocar e eu ando lentamente até a barra, fazendo questão que todos notassem minhas roupas e meus movimentos. Quando chego na barra, seguro-a com apenas uma das mãos e me ergo, girando para baixo até estar apoiada na mão livre e em uma das pernas no chão. Meu rosto voltado para a plateia. Apenas uma frase sai dos meus lábios e era ela que começava a música:
“Let’s go”

Me levanto e dessa vez seguro na barra com ambas as mãos – com as costas voltadas para a barra, erguendo-me e girando a uma certa distância do chão. Meu corpo estava ‘dobrado’ na barra e uma das minhas pernas estava totalmente flexionada enquanto a outra estava meio estendida. Minha cabeça pendia de lado enquanto eu cantava o ‘nanana’.
Na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na na

Me viro e escorrego agilmente, caindo com ambas as pernas flexionadas no chão e a cabeça abaixada. Levanto-me empinando a parte de trás do meu corpo e inclinando o tronco um pouco para frente, passando a olhar as garotas enquanto cantava. Ainda segurava a barra com as duas mãos. Jogo o quadril para frente e em seguida para trás flexionando um pouco as pernas rapidamente, logo encostando-me à barra com a perna esquerda envolvendo-a e a direita estendida. Vou para o outro lado e volto a segurar a barra de costas, em seguida indo um pouco mais para o ‘meio’ da barra onde rebolo um pouco e volto a ficar ereta.
Geuttae cham eoryeo tjyo naneun neoman boyeo tjyo
Amugeotdo pillyo eobseo hamkke hal su itdamyeon
Cham manhido ssawo tjyo byeol geo anin geot deullo
Dorikyeo saengga khae bomyeon nan useumman nawayo
Ando um passo para a direita e um para a esquerda - segurando-me na barra com uma só mão – em seguida usando-me do meu salto para subir na barra usando apenas um dos pés como apoio – mantendo a outra perna flexionada – para girar em torno da barra e cair sobre os dois pés com as pernas totalmente flexionadas novamente.
Gakkeum ni soshigi gung geum hae jugeul geot gatjiman
Ijewa eojjeol su eomneun geureon saijan hayo
Gakkeum ni saeng gagi tteo olla neomu bogo shipjiman
Geunyang mudeo dullae yo areumdaun gieo geuro

Sento-me na base que sustentava a barra  com as pontas dos pés apoiadas no chão. Apoio-me na base com uma das mãos e impulsiono meu quadril e tronco para frente,apoiando-me nos meu braço e ambas as pernas. As costas da mão livre estavam na minha testa e minha cabeça jogada para trás. Isso durou apenas um segundo, pois logo deixo meu corpo cair sentado novamente de pernas cruzadas e a mão livre no joelho, desta vez a cabeça um tanto inclinada para o lado.  Jogo o braço livre para frente com a mão fechada em punho e volto com ele,colocando o punho sobre o coração. Movo para frente primeiro o ombro direito e depois o esquerdo,em seguida girando a cabeça jogando-a levemente para frente fazendo meus cabelos voarem. Me levanto e vou desfilando até a beira do palco,onde realizaria uma dança.
Cheossarang ijeul su eomneun naesarang
Waeiri apeun geon gayo neoman gieok hamyeon yo
Cheossarang sorichyeo bulleo aejeol han I moksoriga
Neo ege daheul su isseul ttae kkaji eonjena
Coloco as mãos quase na parte interna das minhas coxas mantendo uma das pernas meio flexionada e na ponta do pé à frente da outra. Jogo a perna flexionada um pouco para o lado e jogo o lado direito do quadril para o lado voltando – o ao normal em seguida. Volto à posição inicial (a com a perna à frente) e em seguida repito o movimento de afastar e jogar o quadril para o lado mais 3 vezes antes de trocar a posição.
Na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na na

Subo novamente na barra e me ergo até o seu topo,segurando-me na mesma com ambas as mãos. Escorrego pela barra prendendo-a entre o começo das minhas coxas e fazendo um movimento como se estivesse pedalando uma bicicleta com as pernas enquanto escorregava.  
Yeoboseyo I han madiga eoryeowo jeon hwa jocha geolji motae
Mianhaeyo deo jalhae juji motae geudaega neomu anta kkawo
Deo neun angil su eopge tjyo kkum sogeseo jocha
Dashin apeuji malgo haeng bo khae geudael wihae na gido halge
Apoio-me com um dos pés na base e envolvo a barra com a outra perna,segurando-a com uma das mãos. Levo as dedos da mão livre à boca,estendendo-os para a plateia em seguida – como se mandasse um beijo – voltando a seguar a barra e girando para o outro lado da mesma depois. Empino a parte de trás do meu corpo e jogo meu tronco para frente, passando a mão pela perna estendida de uma forma sensual. Ao fim do movimento jogo-me contra a barra e volto para trás, aproveitando para tomar impulso e girar na barra com uma perna envolvendo-a e a outra estendida, assim como um dos braços(o outro se segurava na barra).
Cheossarang ijeul su eomneun naesarang
Waeiri apeun geon gayo neoman gieok hamyeon yo
Cheossarang sorichyeo bulleo aejeol han I moksoriga
Neo ege daheul su isseul ttae kkaji eonjena

Iço-me até o topo da barra,onde cruzo uma perna por cima da outra(a qual mantenho estendida) e me jogo para trás e coloco as mãos nas coxas,ficando de cabeça para baixo presa apenas pelas minhas pernas.  Volto à posição normal e escorrego até voltar ao chão,desfilando até a beirada do palco para dançar outra vez.
Paro com a perna esquerda flexionada e apoiada na ponta do pé e a outra estendida. Cruzo os braços acima da cabeça e tiro a perna flexionada do chão, descendo subitamente – apoiando ambas as pernas no chão, estendo um braço e desço o outro pelo meio dos meus seios, olhando para baixo com a cabeça virada. Volto à posição anterior e a desfaço novamente, cruzando as mãos à frente do peito fazendo movimentos frente e trás com elas (como se fosse meu coração batendo). Descruzo as mãos e as levo pelas laterais do meu corpo até meu quadril, jogando a perna esquerda para trás e abaixando meu corpo rapidamente enquanto fazia um movimento como se tentasse ‘pegar’ algo no ar com a mão direita. Jogo o braço esquerdo para cima, estendo a perna direita e jogo os cabelos para trás. Junto os braços(dobrados à frente do meu rosto, como se tentasse escondê-lo) e entrelaço meus dedos trocando o apoio da perna esquerda para a direita. Em seguida volto a fazer o movimento onde eu colocava as mãos na parte interna das minhas coxas mantendo uma das pernas meio flexionada e na ponta do pé à frente da outra. Jogo a perna flexionada um pouco para o lado e jogo o lado direito do quadril para o lado voltando – o ao normal em seguida. Volto à posição inicial (a com a perna à frente) e em seguida repito o movimento de afastar e jogar o quadril para o lado mais 3 vezes antes de ir para a barra finalizar a música ali.
Na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na
Na na na na na na na na
Assim que a música termina jogo meus cabelos por cima do ombro e volto para as coxias me trocar enquanto as outras voltavam para a sala. Eu tinha feito a minha melhor performance, definitivamente



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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Andrea Morgenstein em Sex 30 Jan 2015 - 22:53


N
ovo dia no Mckinley, levantei -me bem cedo, vesti-me,comi e fui para o colégio.

Mal cheguei ao Mckinley fui para a sala das TroubleTones. Fiquei surpriendida quando vi que Isabelle é que estava dando a nova tarefa mas logo percebi porquê.
A nova tarefa não era fácil para mim, para escolher a banda e a canção... mas logo algo me veio em mente.
Levantei-me derrepente após as atuações da rapariga nova Kathrine e de Kim e fui para o centro da sala.

-Olá eu sou a Andrea e vou cantar Sledgemharmmer de Fifth Harmony.

Assim que acabei de falar a música começou, era a primeira vez que cantava uma música sem sentimento algum vindo de mim, por isso tentei que a performance não o demonstrace.

If you could take my pulse right now
It would feel just like a sledgehammer
If you could feel my heartbeat now
It would hit you like a sledgehammer


A minha voz estava firme e atingia todas as notas sem dificuldade alguma. Como já estava habituada ao ambiente das TT´s fui em direção às cadeiras e conforme olhava para algumas das garotas elas começava a fazer os meus coros o que me dava mais presença em palco.

I don't admit it
I play it cool
But every minute
That I'm with you

I feel the fever and I won't lie
I break a sweat
My body's telling all the secrets
I ain't told you yet


Por isso puxei gentilmente as garotas que me estavam ajundando e elas ficaram bem ao meu lado.

Oh, oh
I struggle to contain
Woah, oh
The love that's in my veins
Oh, oh
And how it circulates
Oh, oh


Tinha o micro na minha mão esquerda e a direita livre que manuziava conforme as notas eram mais altas.

If you could take my pulse right now
It would feel just like a sledgehammer
(Oh, oh, oh, oh, oh, oh,oh)
If you could feel my heartbeat now
It would hit you like a sledgehammer
(Oh, oh, oh, oh, oh, oh,oh)

You're taken over the beat of my body
You just don't let up, don't let up
You're taken over the beat of my body
But you lift me up, lift me up
If you could take my pulse right now
It would feel just like a sledgehammer
(Oh, oh, oh, oh, oh, oh,oh)


Eu e as garotas estavamos em forma de triangulo eu na frente e elas as duas dos lados mais atrás.
O apoio das vozes delas fazia com que eu tivesse que colocar a voz mais para fora, para que não fosse abafada pelas delas e então nos "oh,oh...." atingi as notas facilmente fazem gestos com a mão direita e  virando novamente as atenções para mim.

So close together
So far apart
You're turning me on
And my body's waiting for your spark

Oh, oh
I struggle to contain
Woah, oh
The love that's in my veins
Oh, oh
And how it circulates
Oh, oh


No fim da canção agradeci a todas e dei um abraço de agradecimento às duas garotas que me ajudaram e fui me sentar novamente na minha cadeira no fundo da sala.

If you could take my pulse right now
®

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Convidado em Sex 6 Fev 2015 - 12:41


Estava apreensiva para a primeira tarefa do coral. Uma garota havia iniciado com Sledgehammer, e por um momento, me senti desamparada. Era a música que eu cantaria. Mas, Fifth Harmony não se resumia a apenas uma canção, e ao levar da carruagem, ou melhor dizendo, do lançamento do primeiro álbum delas, eu já tinha uma outra música em mente. Combinava um pouco com minha personalidade quieta, e falava sobre um amor, o qual eu não tinha, mas faria o possível para não recuar o sentido da letra. Respirei fundo, me levantando. Nenhuma outra garota havia tomado as rédeas da situação, o que quase me obrigara a dar continuidade. Encarei algumas pessoas por um momento, tentando dissipar o nervosismo que se instalou por meu corpo.

- Sou Malía, e vou performar Everlasting Love, de Fifth Harmony. - Abri um sorriso fechado, nervoso.

O pessoal da banda me lançou um aceno, indicando que tudo estava pronto para o começo da performance. Ocupei o centro da sala, movendo os ombros pelas laterais logo quando a melodia começou. Não era tão dançante quanto algumas do álbum, mas proporcionava um balanço gostoso.

Eva Eva Eva, Oh Eva Eva Eva
Oh Eva Eva Eva, Oh Everlasting Love!

Algumas garotas que participavam da banda começaram a cantar um pouco antes da intro, fazendo um back vocal para acompanhar a letra, como na canção original. Enquanto isso, tentei mandar embora o nervosismo, ou faria algo errado.

Always looking over my shoulder
Cause I don't ever wanna miss you
I been thinking about you daily
I can't wait to see your face
I don't even know you
But I know that I can't wait to kiss you
Somehow I know when we finally lock eyes
That you'll fell the same way

Comecei a cantar, a um primeiro momento, o rosto virado para o lado direito, estavam bem abertos e focados um ponto fixo e desocupado da sala. Não havia nada para se pensar neste momento, a não ser, o quanto estava sendo bom ter um lugar para cantar, e extravasar os sentimentos obtidos durante o dia. Estava contente por estar sendo um dia agradável, e o sorriso - agora tranquilo - emitia tal coisa. Nunca havia parado para reparar bem na letra da canção, e só agora, que lhe cantava, percebia que era o que esperava para si. Ainda não havia se apaixonado, mas duvidava de que quando isso viesse a acontecer, seria rápido.

You're gonna be all I've needed
You make me feel like a dream
Whoever you are
Baby you are
The one I'm waiting for
You're my ever everlasting love
My ever everlasting love
And I'm never ever giving up til your laying next to me

Me virei para o extremo esquerdo da sala, onde um grupo bom de garotas estavam a me encarar enquanto cantava. Abri um pouco mais o sorriso, parando quase a frente de uma delas. Não prestei atenção em quem realmente era, e nem se quisesse poderia prestar real atenção, já que não conhecia ninguém ainda. Cantei no tom mais suave que poderia, mas o fato é que não havia nada de doce em meu tom. Com a voz grave e forte, àquilo tomava tons totalmente diferentes dos de Camila, que dava algo mais doce à música.

I'm lookin for that ever everlasting love
Forever ever kind of touch
And I'll never ever get enough
Baby we were meant to be
Ain't no use in wastin' my time on just anybody, baby
I want exceptional original someon, I can't deny
I'm in love with you already, I know it sounds crazy

Serpenteei meu corpo para os lados, em busca de me movimentar um pouco. Enquanto isso, a cada movimentada para o lado que meu quadril impulsionava, usava as mãos para bater palmas. Ia aos poucos mais para o lado, e chegado um devido momento, girei sobre meu próprio corpo. Abri os braços no espaço a minha frente, dando dramaticidade a letra que cantava agora. Dei mais alguns passos para a frente, apontando uma garota sem ter um sentido real, claro, para especular a letra. Depois, apontei para mim mesma, enquanto cantava o "I want exceptional original someone", girando o indicador em movimentos circulares a frente do ouvido, cantando o "sounds crazy."

But I hope you save all you got for me
Cuz (baby) you're all mine
(Chorus)
Everlasting Love
Everlasting Love
Everlasting Love
My Everlasting Love

Flexionei um pouco os joelhos, inclinando minha parte superior para frente, enquanto dava uma rebolada, começando a cantar o refrão. Voltei para o meio da sala, andando quase como se desfilasse, apenas para ter tempo de chegar lá. Coloquei as mãos sobre o peito, cantando o "my everlasting love".

I don't even know your name
But I can't get you off my brain
Darling I can hardly wait
Til I can get to know you
You'll be beautifully insane
Infinitely all for me
Promisse you'll (be) glad you came
I can't wait to show you
You're my ever everlasting love
My ever everlasting love
And I'm never ever giving up til your laying next to me

Apontei agora para o pessoal da banda, me aproximando deles para uma interação. As garotas do back vocal me ajudaram no refrão, enquanto dançávamos próximas. Dei mais um giro sobre meu próprio eixo, o sorriso um pouco mais largo. Cantar era quase que como uma terapia para mim, e por mais que não gostasse de cantar em público, sabia que tinha um talento, e não o desperdiçaria de forma alguma. Prossegui com a canção, uma das garotas do back vocal me acompanhando, enquanto eu subia algumas notas, em "all for me", fazendo um falsete no "me".

I'm lookin for that ever everlasting love
Forever ever kind of touch
And I'll never ever get enough
Baby we were meant to be

Retornei para o centro da sala, batendo palmas ao ritmo da música. As vezes era bom quebrar um pouco daquela coisa de cantar coisas tristes de mais ou dançantes de mais, e impor algo que desse mais balanço do quê ritmo. Era gratificante até para pessoas que não eram tão boas na dança, poderiam encontrar nesse estilo uma maneira de se mexerem sem passar vergonha ou ter uma coreografia exata para seguirem. Continuei a cantar, o corpo indo para os lados, serpenteando mais uma vez, enquanto terminava a música.

Everlasting Love
Everlasting Love
Everlasting Love
My Everlasting Love

A melodia foi diminuindo conforme minha voz finalizava a canção. Não podia fazer algo muito "boom!", era minha primeira apresentação, nunca tinha tido que lhe dar com um clube de coral, por isso, não sabia bem o que fazer, e pela garota que havia se apresentado antes, eu não tinha que exagerar, até por que, não era de fazer coisas extravagantes. Findei a canção com um sorriso animado, fazendo uma meia reverência para o pessoal da banda e outra para as garotas do coral, e voltei para o meu lugar esperando ter mandado pelo menos bem.

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Savannah M. White em Dom 8 Fev 2015 - 0:49




Tarefa da Semana
I got 99 problems but you won't be one
 


Porque manhã existia mesmo? Isso era algo que eu não sabia responder, e porque mesmo a claridade solar estava me incomodando? Ah é mesmo, alguém havia aberto a cortina e eu não tinha animo para nada mas existia trabalho no momento e eu precisava ir. Suspirei cansada e me levantei da cama, indo em direção ao banheiro para fazer minha higiene mas eu podia perceber que eu ia mais dormindo do que acordada, também não era para menos, eu tinha ido dormir tarde ontem, terminando de discutir com meu pai, além de ter acabado de chegar da viagem que havia feito em cima da hora, nem estava preparada para isso. Após acabar de me arrumar, desci com uma cara fechada e, como era normal, não havia ninguém para tomar café da manhã comigo, algumas vezes isso irritava, irritava muito. Quando terminei, só levantei, peguei minha bolsa e sai.
Quanto Tempo que eu havia ficado longe! Era nisso que eu pensava enquanto caminhava pelos corredores do colégio, eu não reconhecia metade deles, isso eu sabia bem mas porque eu parecia uma estranha enquanto andava? Talvez seja porque não paravam de me olhar? Eu estava com um abacaxi na cabeça? Deveria estar né? Tentei ignorar e continuei a caminhar até meu armário onde o abri e peguei o livro da aula, sério, por quanto tempo eu tinha que ver eles me encarando como se fosse um vírus? Continuei tentando ignorar pelo menos mas era difícil especialmente pelo fato de que eu não tinha nenhum amigo ou pessoa que realmente se importasse comigo e chegava a ser frustrante, ir para lá ainda. Porém, eu só tinha duas opções: Ou vai e se mostrar forte, ou pelo menos, finja ser forte ou fica em casa e acabe indo morar com minha mãe o que não era nem um pouco aceitável. Minha mãe... Só fazia alguns meses que havia a encontrado e devo dizer: não estava muito feliz em vê- lá, ela era inacreditável, como assim esperava que eu fosse legal e emotiva com ela se fui abandonada por 15 anos? Sim, me abandonou quando eu tinha 2 anos e eu não lembrava nada dela e meu pai estava virando um bobo apaixonado por ela se não fosse pelo fato de que ela não estava nem ai para ele.
Bom, a primeira parte do tormento já foi, o que eu precisava agora era ir para a Sala das Troubletones, o coral ao qual eu participava e eu o adorava, era uma das partes que eu mais gostava dali e ao adentrar a sala, muitas das meninas eu não conhecia e mais uma vez, eu era vista como uma estranha, abaixei a cabeça corada com o tanto de meninas que me olharam e fui procurar um canto no fundo, dessa vez, não estava animada para sentar na frente ou algo assim, parecia que ao sair em viagem, minha personalidade havia mudado completamente e eu não conseguia mais ser eu mesma. Durante o tempo em que esperava a treinadora, estava escrevendo frases em meu caderno, eu poderia muito bem entrar em depressão e não queria, mas é claro que eu não queria, seria ridículo. Eu não queria isso e não deixaria acontecer mas é claro, enquanto continuava escrevendo, podia muito bem ouvir algumas conversas chegando e com elas viam as pessoas e alguns passos eram ouvidos também, quer dizer, mais ou menos.
Mas o que era isso? Cadê a treinadora? Porque uma aluna está no lugar dela? Eu não estava entendendo nada, com certeza, não estava entendendo. Foi somente quando uma das garotas perguntou que ela respondesse que a treinadora estava doente, suspirei, ótimo agora além de tudo iria me apresentar para as garotas e estava... Tremendo de nervoso, e se tudo desse errado? Ela queria músicas de grupos femininos? Ok! Bom, primeiro havia sido uma garota chamada Katherine e ela foi... Incrível, mais pressão... Mais pressão... Em seguida, uma japonesa resolveu se apresentar, ela foi demais! E a próxima foi uma garota chamada Andrea que eu gostei um pouco comparado as outras duas e então por último foi uma garota chamada Malía e ela arrasou também e com isso viam mais pressão, pressão, pressão! E eu estava muito nervosa mas então era hora, me levantei e caminhei até o centro e disse - Oi, Sou Samantha e irei cantar When I Grow Up de Pussycat Dolls. - após dizer, começaram a tocar e eu, enquanto olhava as meninas, estava surtando por dentro e pensando: "Eu tenho que arrasar! Eu tenho que arrasar!"

Boy's call you sexy, and you don't care what they say
See everytime you turn around they screaming your name


Eu havia começado e estava na pose original, ao qual eu havia saído e estava muito nervosa que eu poderia estragar tudo só em ficar ali. Todas me olhavam em silêncio mas como era comum, eu estava realmente nervosa e por enquanto não fazia nada a não ser, ficar parada enquanto cantava, queria que algumas garotas dali sentissem minha energia enquanto cantava.


Now I've got a confession (ha-ha-ha-ha)
When I was young I wanted attention (ha-ha-ha-ha)
An I promised myself that I'd do anything (ha-ha-ha-ha)
Anything at all for them to notice me (ha-ha-ha-ha)


Enquanto cantava essa parte, me surpreendi que algumas garotas cantaram de fundo e sorri de lado, começando a balançar o quadril para um lado e para o outro enquanto cantava calmamente, não estava realmente mais tão envergonhada, é claro que a timidez ainda existia em mim mas quando comecei a cantar, ela havia desaparecido de vez e isso me animou.

When I grow up
I wanna be famous, I wanna be a star, I wanna be in movies
When I grow up
I wanna see the world, drive nice cars, I wanna have boobies
When I grow up
Be on tv, people know me, be on magazines
When I grow up
Fresh and clean, number one chick when I step out on the scene


Quando cantei essa parte, fiz a coreografia que havia ensaiado e levantei uma das minhas mãos enquanto a outra ficava em meu quadril e depois fiz pose de modelo, continuando a dançar timidamente enquanto cantava e eu estava animada, realmente estava muito animada para isso, tinha que dizer.


Be careful what you wish for 'cause
You just might get it
Y-you just might get it
Y-you just might get it
Get it?


Tentei continuar a dançar enquanto cantava e por enquanto estava dando um pouco certo tudo que eu fazia e eu estava feliz, feliz por estar ali apesar de tudo que passo, era incrível em como cantar me animava, me deixava bem mais feliz só em poder usar minha voz.

But I ain't complaining (oh)
We all wanna be famous (oh)
So go ahead and say what you wanna say (oh)
You don't know what it's like to be nameless (oh)
Want them to know what your name is (oh)
‘Cause see when I was younger I would say


Estava feliz, estava muito feliz e continuei dançando enquanto terminava minha coreografia, eu adorava dançar essa música, era incrível dançar e eu amava. Continuei dançando enquanto cantava e então iria terminar a música logo e tinha que arrasar!

I see them staring at me
oh, I'm a trendsetter
yes this is true cause what I do,
no one can do it better
you can talk about me, cause I'm a hot topic
I see you watching me, watching me
and I know you want it, oh!


Acabei essa parte da música e parei em uma posição, sorrindo e então agradeci e voltei ao meu lugar, esperando a próxima ir.

COM:Ninguém ✖ ONDE: Sala das Troubletones ✖ VESTINDO: Isso ✖ POST: 001

@Lilah

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Isabelle Leotta em Sex 20 Fev 2015 - 23:42








it's not about the money


A
gora eu entendia o motivo da Shelby ter pegados os paninhos cheios de baba da filha dela e sai correndo desse colégio, as garotas não tinham motivação e eu não iria cantar com um bando de garotas que mais pareciam bonecos de postos de gasolinas que só balançavam no fundo. As seletivas estavam chegando e precisavamos de um plano de ação milagroso se queriamos ganhar a competição.

Cheguei a sala do coral e esperei que todas se sentassem para dizer o que havia achado da última tarefa e qual seria a tarefa dessa semana. Passei as mãos pelos meus cabelos respirando fundo antes de falar. - Bem, eu tenho que dizer que estou decepcionada. Essa semana várias garotas não realizaram suas obrigações e infelizmente elas deverão deixar esse coral. - Falei tentando não transparecer minhas precupações em minha voz. Dei de ombros, não havia mais nada a se fazer. - Porém algumas pessoas se destacaram nessa tarefa... Samantha, parabéns, você melhorou bastante e eu espero que continue a melhorar. - Olhei para a garota citada com um certo orgulho, ela realmente tinha ido muito bem nessa tarefa. - Andrea, o que a Sam me deu de orgulho você me deu de decepção, nível muito baixo e eu amo essa canção. - Afirmei indo para perto do quadro na parede e comecei a escrever o tema da tarefa da semana.

Logo revelei qual seria o tema da semana terminando de escrever as palavras. - O tema da semana é Indie Music. - Revelei com um grande sorriso nos lábios, eu adorava aquele tema. - Eu quero canções de artistas independentes ou em suas fases independentes, Natalia Kills, Marina and the diamonds, Artic Monkeys... Eu quero músicas do Indie Pop ao Indie Rock e até mesmo puxadas para o Folk. Se divirtam! - Terminei de falar com um sorriso nos lábios e fui me senta a espera de apresentações.

Período: 20/02/2015 à 01/03/2015
We don't need your money, money, money We just wanna make the world dance Forget about the price tag Ain't about the (ha) ch-ching ch-ing Aint about the (yeah) ba-bling ba-bling Wanna make the world dance forget about the price tag


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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Convidado em Qua 25 Fev 2015 - 20:20

No matter what we breed
Eh bien, si ya, lookin for me, je suis probablement dans la métropole, i le fais pour l'amour donc ce est de la merde sans but lucratif je suis, je suis boardwalkin ', de sorte que vous pouvez appeler ce monopole de toute évidence, mon approche la musique ne est pas modérée, mon Mascoma tourne, je suis l'anomalie Je aime tous mes ennemis, mes ennemis causer ┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈┈

P
egunda tarefa no coral, e eu me sentia tão deslocada quanto jamais estivera. Ninguém havia se pronunciado ainda, e já faziam cinco dias desde que Isabelle, a garota que estava a frente do coral, havia deixado para que fizéssemos. E pelo que eu entendi bem, uma competição estava para acontecer e todas precisavam fazer algo para não deixar o coral na mão. Ou melhor dizendo, nas costas daquela menina. Puxei ar para os pulmões, me sentindo um tanto que dramática com o gesto, o que resultou em uma ligeira vontade de rir.

Okay. Indie. Não é um tema tão difícil, é? Não era o meu forte, mas tinha meus momentos ecléticos onde ouvia de tudo, e este gênero sempre esteve bastante presente. Alguém já deveria ter se apresentado. Pelo canto dos olhos, vi que ninguém estava se importando com isso. Suspirei, talvez, pela quinquagésima vez no dia. Seja a primeira. Deixe a vergonha de lado pelo menos uma vez e se solte. Indie é um bom tema. Você conhece a canção, e é disso que realmente precisa. Faça o que puder. Fechei os olhos por um momento. Eu deveria mesmo ir primeiro e passar vergonha? Você já foi mais corajosa do que isso,  Malía.

Em um súbito surto de coragem, me levantei e andei apreensiva até a frente do coral. Poderia jurar que a maioria das meninas ali continuava sem dar a mínima. Minha mente girava em torno de supostos comentários que poderiam estar fazendo - em pensamentos - sobre a novata tímida e recatada. Mordisquei meu lábio inferior, tentando afastar isso da cabeça. Não era o momento de negativar as coisas.

Não... Não sei se o que vou cantar se encaixa bem ao tema. Mais é uma tentativa, e isso é melhor do que não fazer, certo? — puxei um banco alto para o meio da sala, e me sentei.

When the days are cold
And the cards all fold
And the saints we see
Are all made of gold

When your dreams all fail
And the ones we hail
Are the worst of all
And the blood's run stale

Minha voz havia saído aveludada, tanto, que eu mesma havia estranhado. Isso quase afetou o início da canção, mas antes que isso acontecesse, foquei meus pensamentos apenas na letra e em transmitir a emoção precisa. Tinha um sério problema em me manter focada, e isso poderia me atrapalhar a qualquer momento. Fechei os olhos, estava me sentindo ligada no 220w..

I want to hide the truth
I want to shelter you
But with the beast inside
There's nowhere we can hide

Subi meia escala vocal, entoando bem as notas finais para um bom acompanhamento durante a sequência de notas. Ainda estava de olhos fechados, tentando me concentrar o máximo possível para não perder p foco. O bom, se é que havia algo de bom em ser distraída de mais, era que sabia esconder bem as emoções que se passavam por meu rosto. De repente, senti uma ligação esquisita com a música. Aos poucos abri meus olhos, os mantendo presos ao chão. Já tinha ouvido dizer que cantar era algo... Visto como um dom. Um dom libertador, onde sempre haveria algo a ser posto para fora. Uma mágoa, uma dor, uma boa emoção, um sorriso apaixonado, coisas assim.

No matter what we breed
We still are made of greed
This is my kingdom come
This is my kingdom come

Mais, já tinha ouvido que cantar, as vezes trazia pensamentos confusos e almiscarados a atitudes, próprias ou não, que mais poderiam parecer como demônios sendo transplantados as situações. Todos possuem mesmo demônios dentro de si? Que só esperam por um momento onde provavelmente você esteja feliz e algo começa a, de repente, dar errado? Para cada pessoa, haviam tipos diferentes de demônios capazes de interferir em suas rotinas, em suas falas, personalidade. Cabe a cada um saber lidar com o mal interior. Aumentei algumas escalas para o refrão, voltando a fechar os olhos por um momento, colocando a mão direita sobre o diafragma, suprimindo o órgão para uma melhor entonação.

When you feel my heat
Look into my eyes
It's where my demons hide
It's where my demons hide
Don't get too close
It's dark inside
It's where my demons hide
It's where my demons hide

Voltei a abrir os olhos, estava concentrada o suficiente para encarar alguém e ver se meu desempenho estava sendo, pelo menos, aceitável. Enquanto cantava seguidamente e em um tom feminino para demons, tentei procurar uma expressão de contentamento ou pelo menos uma retração de surpresa. Deixe de preocupar-se com o que vão achar e apenas cante. Você pode não ser uma veterana exaltada, mas sabe o que esta fazendo.

Don't want to let you down
But I am hell bound
Though this is all for you
Don't wanna hide the truth

No matter what we breed
We still are made of greed
This is my kingdom come
This is my kingdom come

Resolvi cortar parte da canção. Não iria tomar mais tempo, por mais que estivesse me sentindo relaxada e sucinta a continuar. Era prático e até demonstraria certo controle vocal ao dar impasse e encurtar a música. Tentei ao máximo não me demorar em dirigir o olhar para alguma garota. Seria até estranho encarar de mais uma delas. Fiz o meu melhor para seguir com o tom melódico porém difuso para um indie rock, tinha que admitir, era mais o meu estilo do quê algo pop. Ouvia sim, mas, não com frequência. Preferia coisas com mais "som", distraia, me fazia pensar e fazer algo que tinha como talento secreto. Desenhar.

When you feel my heat
Look into my eyes
It's where my demons hide
It's where my demons hide
Don't get too close
It's dark inside
It's where my demons hide
It's where my demons hide

E lá estava, a música sendo finalizada. Não havia dado sobre-tom, apesar de ter o auxílio da banda, caso precisasse. Para este começo, preferi fazer algo mais meu, e inteiramente solo. Isso soou egoísta e indulgente. Abri um sorriso de canto, finalizando a canção. Sabia por mim mesma que deveria ter feito mais do quê isso, mas o fato de ser novata e a primeira a se apresentar para desconhecidas era totalmente desconcertante. Comprimi os lábios, deixando o centro da sala, o qual havia sido meu palco particular, e fui para o lugar ao qual eu estava antes de me apresentar. Será que alguém mais vai? E tudo o que eu fiz depois, foi esperar.



Can you feel the pressure between your hips?
THANK YOU WEIRD FOR LOTUS GRAPHICS!
Convidado
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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Taylor Flume em Qui 26 Fev 2015 - 1:01

Tarefa da Semana

Tinha sido aprovada pelo coral Troubletones. Foi um desafio achar a sala do coral feminino mas estava ali agora e só faltava ter coragem de se apresentar às outras. Antes que sua coragem e determinação evaporassem, Taylor bateu duas vezes à porta e abriu. -Olá, eu sou a novata Taylor Flume e... É um enorme prazer conhecê-las!

Olhou para o quadro que indicava as palavras Indie Music e respirando fundo, olhou para "Treinadora" e falou num volume pouco audível -Na tarefa dessa semana, eu vou cantar Never Let Me Go da Florence + The Machine, não sei se é tão "independente" como a senhora quer... Mas pelo menos eu considero Indie. Dizia enquanto ia no meio do palco da sala das Troubletones de onde ela conseguia olhar para todas. O que significava também ser enxergada por todas, talvez pelo lado ruim.

Looking out from underneath
Fractured moonlight on the sea
Reflections still look the same to me
As before I wet under...

A garota, que estava de pé, nessa hora começa a abaixar-se até que os joelhos ficassem flexionados como se estivesse afundando. Ela fechava os olhos e tentava trazer em si toda a tristeza lírica que era necessária para cantar aquela música.

And it's peaceful in the deep
Cathedral where you cannot breathe
No need to pray, no need to speak...
Now I am under...

Taylor se ajoelhava como se terminasse de afundar, juntando as mãos como se fosse rezar e depois fazia sinal de negação com a cabeça. Abria os olhos de novo, fixando o olhar em Isabelle.

And it's breaking over me
A thousand miles onto the seabed...
Found the place to rest my head.

Parava de encarar enquanto dobrava seu corpo devagar para encostar a testa no chão enquanto cantava um pouco mais baixo a parte do fundo.

Never let me go, never let me go...
Never let me go, never let me go...

A garota erguia sua cabeça de repente e se levantava do chão com suavidade, sem encostar nenhuma mão no chão. Começou a girar em volta de si mesma, em velocidade baixa para não ficar tonta enquanto se levantava. Porém, os braços se mantinham juntos como se estivesse acorrentada mas agia como se conseguisse arrebentar os elos da corrente.

And the arms of ocean are carrying me...
And all this devotion was rushing out of me
And the crashes are heaven, for a sinner like me
The arms of ocean deliver me.

Parava de girar, colocando um pé a sua frente para que não caísse de boca no chão. O cabelo liso de Taylor fora recolocado no lugar quando a mesma passou de leve a mão pelos cabelos antes de se abaixar novamente para continuar a melodia.

Through the pressure's hard to take
It's the only way I can escape
It's seems a heavy choice to make...
Now I am under.


Agora queria se concentrar, chegava no ponto alto da música e não poderia deslizar nessa parte. Fechou os olhos enquanto cantava um pouco mais baixo, suavemente.


And it's breaking over me
A thousand miles to the seabed
Found the place to rest my head.


Não achava que ia tão mau mas sabia que poderia tentar impressionar mais, ia deixar alguma das idéias mais brilhantes pro refrão... Era só a vez do fundo então a voz tinha que parecer mais calma.


Never let me go, never let me go...
Never let me go, never let me go...


Desta vez Taylor subia com mais velocidade, aproveitando o impulso da subida para erguer uma das pernas até que quase encostasse o pé na lateral de seu rosto enquanto girava em direção ao meio do palco.


And the arms of ocean are carrying me...
And all this devotion was rushing out of me
And the crashes are heaven, for a sinner like me
The arms of ocean deliver me.


Quase não se importava se ia ser a primeira e última vez que estaria ali, era divertido dançar enquanto cantava. Fazia o melhor de si sempre e não era de se entregar tão fácil. Ao chegar no meio do pequeno palco, Taylor foi abaixando. Deixando uma perna à frente e a outra atrás, abrindo o spacatti com cuidado.


And it's over...
And I'm going under.
But I not giving up!
I'm just giving in.


Quando abriu o spacatti ao máximo, encostando parte do corpo no chão, Taylor colocou a mão no chão ao lado de seu corpo enquanto falava num tom mais baixo.


Oh, slipping underneath.
Oh, so cold but so sweet.


Usava a mão e parte da sua força para trazer a perna que estava atrás para frente, ajoelhando-se em seguida enquanto olhava agora um ponto fixo na parede.


In the arms of the ocean, so sweet and so cold.
And all this devotion I never knew at all
And the crashes are heaven, for a sinner released.
And the arms of the ocean...
Deliver me...


Olhou para Isabelle afinal o que era possível para Taylor fazer, já fora feito. Era só cantar as partes finais e esperar o veredito.


Never let me go, never let me go.
Never let me go, never let me go.

(Deliver me)


A menina se levantava bem devagar, jogando o quadril delicadamente da esquerda para direita. Como se tivesse sendo levada pelo mar.


Never let me go, never let me go.
Never let me go, never let me go.

(Deliver me).


Agora que já se levantara o suficiente para ficar ereta de novo, foi caminhando para o lado esquerdo do palco, girando em torno de si mesma com suavidade. Chegava perto do lado direito.


Never let me go, never let me go...
Never let me go, never let me go...
Never let me go, never let me go...
Never let me go, never let me go...


Fazia o caminho de volta mas agora parava no centro, aonde ia se abaixando de novo. Ficava sentada com a maior classe possível enquanto olhava para as colegas de equipe.


And it's over
And I am going under
But I am not giving up!


Com as mãos, ajeitava o vestido nas partes que estavam amassadas. Deixou as pernas juntas para a frente, alisou-as com as mãos antes de dobrá-las, abaixando a cabeça e fechou os olhos, cantando a última parte da música.


Oh, slipping underneath.
Oh, so cold but so sweet.


Ficou parada por uns cinco segundos, quando abriu um sorriso e levantou o rosto após um pequeno agradecimento mudo. Conseguiu cantar em público pela segunda vez, o que era uma grande conquista. Jogou o corpo levemente para trás e com uma "cambalhota", ficou de pé. -Bom, se quiserem criticar-me ou dar alguma sugestão, estarei aqui. Foi em direção a uma parede e ficou ali, encostada esperando a próxima apresentação.


Candy Crazy ♥ GD@

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Convidado em Qua 6 Maio 2015 - 19:37


Never by the hands of a broken
I'm stronger than I've been before
let me take you there
Trouble Girls | Wearing
Estava certa de que o coral estava a tempo de mais sem um comando benéfico e que o levasse para o ritmo de sempre. Claro, eu havia tido minha parcela de culpa e não me negava isso. O fator alfa, é que tinha meus compromissos e Figgins sabia disso. Desde o início, lhe deixara bem claro o quanto tinha afazeres nas passarelas do mundo todo, e a cada semestre, deveria me ausentar para estar no ascensão dos desfiles anuais. Não tinha como saber em qual período as coisas iriam acontecer desta forma, e era sempre um tanto que desagradável sumir, sem deixar vestígios. Quase um ano havia se passado, e finalmente, eu estava pousando de volta em Ohio. Precisava de descanso, de dias longe dos flashe's e encontros ocasionais com paparazzi's, o que estava apenas me rendendo em idas constantes ao hospital, em busca de remédios que me livrassem das dores de cabeça.



♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦



Havia recebido o telefonema do Mckinley, informando que tudo estava correto para minha volta. As Troubletones estavam ainda mais desfalcadas que antes, e isso me deixara um tanto que desanimada para lecionar. Não fazia parte dos meus planos lidar com perdedores, ou pelo menos, com irresponsáveis. Não, não era uma mulher extremamente fria ou indiscutível. Era apenas rígida para limites impostos. Se eu dissesse que o céu é laranja, não iria admitir que alguém chegasse a minha frente, e me dissesse que ele é azul. As veteranas sabiam bem como eu agia, e se alguma delas saísse da linha, não pouparia esforços para trazê-la de volta à postura que eu requeria em sala. Se caso houvesse alguma novata, manteria as coisas normais até quando fosse preciso mudar.

Segurando uma pasta fina e transparente, adentrei a sala, que pela graça de uma força maior, estava silenciosa. Como havia sido me dito, o movimento dentro da sala era quase inexistente. Não tentei reconhecer algum rosto, ou me dei o trabalho de encarar cada uma delas, para intimidar. Poderia fazer isso muito bem, até de olhos fechados, se eu quisesse. Porém, queria as coisas tranquilas para meu retorno.

Muito bem. Para quem ainda não me conhece, sou a senhorita O'lavery. Antes de mais nada, — me escorei no piano, cruzando os braços — Não sou muito tolerante, e costumo ser bem direta. Então, vamos sem rodeios certo, mocinhas? — sorri pequeno.

Peguei a pasta a cima do piano, tirando apenas um papel de dentro. Fiz a lista de chamada, para saber quem estava presente. Aproveitei para relembrar o nome de algumas beldades, vendo-as responder ao meu chamado. Ao completar a lista, guardei o papel de volta, me desencostando dali. Tranquilamente, caminhei até o centro daquela sala, observando uma das garotas, nenhuma em especial.

O tema da semana será bem simples. Vocês cantarão algo sobre o que estão sentindo no momento. Porém, eu quero que adicionem algo pessoal ao que vão fazer. A música deverá ter um significado importante para cada uma, não importa qual. Contando de hoje, vocês tem até a próxima quarta feira para completarem a tarefa. — foi tudo o que disse.

Procurei me sentar em uma das cadeiras vagas, esperando pelo que viria de cada uma daquelas meninas. Esperava que elas cooperassem, já que estava-lhes dando uma colher de chá em fazer um tema fácil.
 



© kristen
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Convidado

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Convidado em Qui 7 Maio 2015 - 14:17


song inside on


O dia estava mais pacífico do que de costume, o que era uma contradição engraçada para os nervos de Liesel. A loira sentia-se aflita, mal havia dormido e por este motivo, tivera que caprichar na maquiagem, no intuito de encobrir suas olheiras. Era o primeiro dia do coral, e estava ansiosa para a primeira apresentação. Havia participado da última reunião, e encontrar a treinadora bonita e exigente não havia sido uma das melhores coisas do seu dia. Sabia desde o começo que teria que se esforçar, e não mediria forças para isto, o único problema, era lidar com toda a ansiedade e a pilha desordenada de nervos. Enquanto encarava-se no espelho, tratou de conter a turbulência de emoções dentro de si, e colocou um sorriso no rosto.

Não muito depois, já estava dentro da sala do coral, encarando as garotas ao redor. A treinadora, senhorita O'lavery havia sido clara. Era uma mulher direta, e não gostava de enrolação. "Então por que você ainda está ai sentada?" ouve um lampejo de voz no cérebro de Liesel, que jurava ter ouvido a voz da mulher loira em sua mente, lhe importunando para levantar a bunda da cadeira, e ir fazer alguma coisa. No modo automático, havia se levantado sem nem mesmo perceber, acabando então, com a expectativa de qualquer outra garota de ser a primeira. Sorriu nervosamente, descendo os degraus de onde estava, encaminhando-se até o centro da sala, que seria seu palco. "O que eu posso fazer?" tentava lembrar de algo com significado, mas nada que impusesse algo pessoal de mais. "Ah! Eu gostava desta canção, e foi o que me motivou a cantar. Acho que é pessoal o suficiente." Encaminhou-se até onde estaria o pequeno grupo que seria a banda, e informou-lhes o que seria cantado. Após receber um sinal de que poderia começar, fixou-se no centro da sala.

I've always been the kind of girl
That hid my face
So afraid to tell the world what I've got to say
But I have this dream right inside of me
I'm gonna let it show
It's time
To let you know
To let you know

No início, a voz era suave e aveludada. Estava com a cabeça baixa, enquanto murmurava os primeiros versos da canção. As mãos encontravam-se nas laterais do quadril, paradas e irremediavelmente quietas. O som da bateria e do restante do instrumental complementaram a melodia, enquanto a loira mantinha-se ainda tímida em seu lugar. Fitava os próprios pés, lembrando-se de como ficava em frente a tv da sala, assistindo ao musical, diferente de como estava agora, ali.

This is real, this is me
I'm exactly where I'm supposed to be now
Gonna let the light shine on me
Now I've found, who I am
There's no way to hold it in
No more hiding who I wanna be
This is me

Levantou o rosto, esticando um pouco a perna direita para o lado, tomando consciência de que não deveria estar tímida. Como poderia mostrar que àquilo fazia parte de si? Que lhe motivara para estar em frente a um grupo de meninas, cantando o que fora o melhor de sua infância? Não estava nem um pouco convencida de si mesma, de que era mesmo a Liesel divertida e confiante, se mostrando inofensiva e quase que inútil em sua total timidez. E se não conseguia se convencer, como convenceria as demais? A treinadora? Só conseguiria, caso passasse a agir como se fosse a mesma garota que sempre fora diante de todos.

Do you know what its like
to feel so in the dark
To dream about a life where you're the shining star
Even though it seems
Like is too far away
I have to believe in myself, its the only way

Andou para o lado esquerdo, apontando para uma das outras meninas ligeiramente, recolhendo o dedo para si, a mão passando aberta em frente ao próprio rosto. Quantas daquelas garotas nunca haviam passado por um momento ruim? Parte de ser humano, é se submeter a momentos difíceis, e duvidava muito de que até mesmo o coral nunca tivesse ultrapassado águas turbulentas. Parou em frente a uma outra garota, agora com ambos os braços um pouco abertos, olhando para cima. Quem não sonhava em estar no topo? Em ser uma estrela, e quem sabe, a mais brilhante? Liesel virou-se para o outro lado, dando uma sutil corridinha, um dos braços esticando-se em sua lateral, a mão acompanhando a melódica potente da guitarra.

This is real, this is me
I'm exactly where I'm supposed to be now
Gonna the light shine on me
Now I've found, who I am
There's no way to hold it in
No more hiding who I wanna be
This is me

Agora sim! Estava mais solta, liberta para agir como fazia em qualquer outro lugar. Liesel tinha um tom de voz não tão peculiar, poderia adaptar sua voz para qualquer tipo de música, sem perder o tom excêntrico que portava. Estava próxima do rapaz que tocava a guitarra, então resolveu interagir um pouco com ele, sentindo-se como se fosse a artista de alguma banda famosa qualquer, e todas as outras meninas da sala, fossem suas expectadoras fiéis. Aquela era ela. Uma menina divertida, que poderia ser engraçada em algum momento, mas que sabia bem o dom que carregava. Havia se encontrado naquele dom, e brilharia com ele naquele momento. Como na canção original requeria uma voz masculina, havia conversado brevemente com o pessoal para alterarem a música, e pulassem a parte, enquanto prolongava o "me".

You're the missing piece I need (This is me)
the song inside on me
You're the voice I hear inside my head (This is me)
The reason that I'm singing (Yeah)

Para o backing vocal, um dos meninos da banda a acompanhou, já que não tinha como cortar esta parte, ou tornaria a performance muito curta. Ele cantava as partes necessárias, enquanto Liesel assegurava-se do "This is me", prolongando as notas, sem fazer nenhum tipo de esforço. Tinha a voz perfeitamente treinada para executar qualquer escala vocal, então não tinha nenhuma preocupação com isso. Encaixou o tom ao do rapaz, e juntos executaram a penúltima parte da apresentação, enquanto olhavam-se. Liesel lhe passava confiança pelo olhar, enquanto o menino apenas buscava estar seguro de que fazia tudo certo.

And I've found Who I am
There's no way to hold it in
No more hiding who I wanna be
This is me

Agora, juntos, executaram a introdução ao último verso. Suas vozes juntas não eram tão harmônicas, já que o garoto não era um cantor nato como Liesel, mas faziam um agraciamento engraçado, e até bonitinho. O nervosismo dele também não ajudava, mas era algo a ser descartável, já que apenas ela seria levada em conta por sua performance. Deveria agradecê-lo de alguma forma mais tarde, em se arriscar por sua apresentação. A loira o cercou, uma mão pousada gentilmente em seu ombro, enquanto ainda cantavam juntos. Em seu último ato, Liesel voltara para o centro da sala, cantando o "this is me" com um largo sorriso, finalizando a canção. Tinha em mente que precisava aperfeiçoar muita coisa, mas estava com a sensação de dever cumprido.

- Uh, bom. Esta música foi o que me deu a certeza de que eu poderia cantar de verdade. - esclareceu - E bom, sou nova por aqui, me chamo Liesel. Então... Isso é tudo. - deu um sorriso tranquilo e foi se sentar.

Não tinha certeza se o inglês havia soado bom, ou somente arranhado. Este era o lado estranho de ser uma aluna do programa de intercâmbio estudantil. E pior, vir do Brasil. Tinha meia descendência grega e meia brasileira, então resolveu estudar inglês para tentar uma chance em países mais organizados. E lá estava, em uma escola chamada McKinley High, onde havia acabado de cantar algo de seu pessoal. Ocupou o mesmo lugar onde estava antes, capturando sua bolsa para o colo, dando uma rápida checada no celular, para ver se havia alguma coisa de seu irmão por ali. Sorriu ao ver uma singela mensagem de que eles se veriam mais tarde, e apenas aguardou pelas próximas apresentações.




FIRST CLASS
THIS IS ME
CAMP ROCK
© cassie at shine & atf.

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Re: Sala das Troubletones

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