Chalé Principal

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Chalé Principal

Mensagem por Stalker em Qua 24 Dez 2014 - 22:12

Relembrando a primeira mensagem :

VENOMOUS CAMPING

O Venomous Camping é uma propriedade privada, exclusiva para festejos. Enorme, tem suporte igual à um campo de futebol, mas contém outras subdivisões. Tem a área da piscina, uma outra área para a montagem das barracas, um chalé expandido para servir de depósito de comes e bebes, e um outro para uso seletivo.

Locado para sediar ao Baile de Inverno de Lima, Ohio, a noite de gala mais prestigiada de toda a cidade. Todo o camping fora devidamente decorado de modo inteiramente invernal, tudo parece tão surreal e deslumbrante que qualquer um se sentiria sortudo o bastante para estar numa festa como aquela. O requinte já é claro desde a entrada ao Venomous, onde Valet's estão prontamente postos para atender aqueles que chegam de carros; um extenso tapete de um tonalidade bastante clara do azul e parcialmente coberto pela neve artificial - que caia em diversos pontos estratégicos da estrutura do acampamento - direciona aos recém-chegados para o grandioso espaço de um chalé que tinha todo o seu exterior revestido em pelos tecidos trançados das cores alvas do inverno. Um exclusivo fotografo do jornal local os aguarda logo na entrada do chalé, pronto para retirar uma foto dos casais que chegam, estas podendo ir para nas capas dos jornais da cidade. Os holofotes brancos e fortes que tomavam a entrada eram presentes no exterior do chalé, entretanto em minoria. Holofotes de cores frias também tomar conta do cenário exuberante. A neve pode ser vista por todos os cantos, seja ela nos brilhos presentes nos assentos espalhados pelo lugar, ou na estrutura do palco numa das extremidades. Além da cascata de neve artificial que também caia por ali, dominando por completo a pista de dança que tomava todo o centro do chalé. Na esquerda do palco, havia uma cabine com todos os equipamentos para o DJ convocado para animar o evento, e ao seu lado, um tanto que mais afastado, uma mesa enorme com bebidas e comidas de todos os tipos. No salão, fios invisíveis de nylon estão amarrados, dando suporte a cordões com flocos de neve e alguns visgos em lugares surpresas para a diversão daqueles que acreditavam na tradição natalina.  

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The your ghost, the ur image. I'm the stalker!

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Ghail C. Mudder em Sex 26 Dez 2014 - 19:25

Winter Masquerade
LOCAL ♯ Camping Venomous;

COM ♯ Liam ~Stephen

VESTINDO ♯ Terno máscara

LYCRIS ♯ Let Me Go - 3 Doors Down
As coisas não eram boas, dava para perceber isso claramente, Stephen estava totalmente embriagado e graças ao er..rado.
- Não, você não está bem... - coloquei minha mão em seu ombro para poder deixá-lo mais confiante de si, mas logo ela fora retirada por uma evasiva, ele se desvencilhou e então pegava o copo que havia tirado dele e então passava por mim como se fosse um trator e sussurrava um "me deixe em paz", apenas fui acompanhando ele seguindo praticamente sem entender absolutamente nada do que estava acontecendo e de repente a dinamite explodiu.

- Quer mesmo saber o que está acontecendo? Pois bem te contarei! É que estou me sentindo o pior amigo de todos, sim Tyler, o amigo que nem foi ao seu encontro quando precisou, o amigo que nem ao mesmo estava ao seu lado para lhe proteger, o amigo que não estava presente quando acordou e por fim, aquele que nunca teve a coragem de lhe dizer o que realmente sente!

Meu corpo ficou estático, muito olhares foram direcionados para ele que consequentemente foram levados até mim também, meu coração disparou como se tivesse sido injetado adrenalina direto no local, meu rosto permaneceu sério e demonstrando um olhar perplexo e finalizando tudo para chamar mais a minha atenção e a dos outros as três palavras mortais me cortavam profundamente.

- Eu te amo!

Depois daquilo o que ele estava dizendo para finalizar seu pequeno show não passava pelos meus ouvidos direito, não entendia mais nada, apenas pude observa-lo se virar colocando sua máscara de volta e começando a se afastar, nisso eu ouvia uma música começar dentro de mim e que logo começou a ser tocada para os demais, uma letra perfeita para uma situação provocada.

- STEPHEN! - gritei correndo até ele e o pegando pelo pulso antes que o perdesse de vista, arranquei sua máscara a força e o fiz encarar meus olhos.
- Você pensa que vai ser assim? Se afastar deixando o que acabou de falar como se não fosse nada?- eu sabia que ele estava alterado, mas ele tinha que ouvir, aquela era a hora.

O som da guitarra que tocava soltando as notas junto com o baixo invadia o salão, todos pareciam acompanhar a novela que estava acontecendo no baile, logo no início do baile, talvez fosse para esquentar o que se estava frio.
A bateria soou e então toquei sua face começando a cantar:
- One more kiss could be the best thing...
Or one more lie could be the worst
minha voz começava a soar a primeira frase da canção como se tivesse falando com ele. Um timbre mediano que envolvia-nos como se mais ninguém estivesse por ali.
Na segunda parte deslizei a minha mão que estava pelo seu rosto até desencostar completamente dele e então me virei não querendo o encarar.
And all these thoughts are never resting
And you're not something I deserve

Continuei no mesmo tom que havia começado, levantei minha mão passando pelos meus cabelos os colocando para trás, me virando logo em seguida voltando a olhar para ele e me aproximado de sua face encostando minha testa na dele lhe mostrando um sorriso triste enquanto as palavras saiam de mim em melodias com sentimento verdadeiro.

- In my head there's only you now
This world falls on me
a segunda estrofe era iniciada já com um afastamento de nossos corpos, minha mão tocava seu peito com sutileza na parte do "you now".
Desencostei-me dele agora querendo poder fazer ele entender cada palavra que aquela música transmitia, luzes claras caiam do alto como se fossem flocos de neve, abri os braços no "falls on me" começando a abrir mais o tom da minha voz.
In this world there's real and make believe
This seems real to me
aumentava mais e mais meu tom, pronunciava em tom mediano mesclano com um falso agudo controlando as cordas vocais para não expandir demais. Na última frase dessa estrofe cresci mais um pouco minha boca e prolonguei o "me" no final dando a deixa para a bateria entrar com a guitarra abrindo o refrão com potencia.

- You love me but you don't know who I am
I'm torn between this life I lead and where I stand
Me encontrava em cima do palco segurando o pedestal do microfone enquanto olhava para os casais dançando junto, Stephen estava com um foco principal acima dele. Olhava para ele fazendo com que a mensagem da música fosse sendo entregue sem erro, queria mostrar que nem tudo poderia ser perfeito, fechava minha mão em punho encurvando meu corpo de leve para frente e voltando a posição anterior prosseguindo.
you love me but you don't know who I am
So let me go,
(just) let me go
na repetição do "let me go" abaixei a cabeça olhando para o chão selando o refrão com um corte seco no "go" deixando a deixa para o som da bateria e da guitarra soando para a transição da continuação da música e então um foco de luz caiu sobre mim fazendo um clarão fechar minha vista.

- And no matter how hard I try
I can't escape these things inside
I know, I know
caminhava em direção a Stephen enquanto o via isolado em um breu que parecia querer o engolir, pronunciava as palavras deste refrão como se estivesse conversando com ele. Colocava minha mão acima do meu peito e logo a fechava em um punho, dei um soco de leve sobre mim mesmo em cada "I Know".
But all the pieces fall apart
You will be the only one who knows, who knows
Parei de frente ao garoto pegando em suas mãos fazendo ele sentir que eu estaria ali com ele sempre, que tudo poderia ser como antes, mas não da forma que ele pensava, da forma que ele queria, que nós queríamos e na "who knows" o abracei e no último dito prolonguei também o som da palavra abrindo minha boca fazendo a potência do meu timbre original se expandir pela sala.

- You love me but you don't know who I am
I'm torn between this life I lead and where I stand
And you love me but you don't know who I am
So let me go, just let me go

Cantei o refrão repetindo a mesma tática que havia feito no procedimento anterior, novamente me encontrava acima do palco olhando para todos os casais dançando, os efeitos das luzes azuis davam um clima mais romântico no local, porém, a letra da canção era um pedido para que o loiro entendesse tudo, controlava cada tom de acordo com cada frase até chegar na parte final da canção.

(you don't know)
You love me but you don't
You love me but you don't
(you don't know)
You love me but you don't know who I am

Esta parte era divida entre minha voz e a voz do backing vocal, ora era a minha, ora era a dele que soava por timbre mais transparente deixando a minha sobressair.
Na última frase cantei com menos presença de forma na voz e no "I am" pronunciei de forma seca.

(you don't know)
You love me but you don't
You love me but you don't
(you don't know)
You love me but you don't know me...

Fiz o mesmo controle de troca de voz com o backing vocal e movia meu corpo olhando direto para Stephen deixando uma lágrima cair sobre minha face e na última frase da música pronunciei o " don't know me" abaixando a minha cabeça não querendo olhar mais para o garoto me virando e saindo do palco não olhando para trás sentindo a força da mensagem que havia acabado de transmitir e assim indo de encontro a Liam novamente.





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...try to be yourself...

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Liam Patrick St James em Sex 26 Dez 2014 - 19:40

Tyler e Stephen naquele momento sub-romantismo entre os dois, era algo que não se via todos os dias mas deixa para lá. Olhava em torno da festa em quanto bebia até que avistei Nicholas, o mesmo acenou para mim como um cumprimento, sorri e acenei de volta para o rapaz. Apoiei meus braços na mesa e fiquei olhando para o vago, até o momento estava um porre, as luzes se voltaram para a entrada de Hanna, não só da moça, que por sinal estava deslumbrante mas também seus dois maridos, algo cômico de se ver.


Após alguns minutos Tyler retornava ao meu encontro e com um olhar vago perguntei ao mesmo.- Já terminou? - sorri um pouco que sarcasticamente, mas era apenas para descontrair de meu momento de tédio.
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Re: Chalé Principal

Mensagem por Stephen Adam Thompson em Sex 26 Dez 2014 - 21:33



 
 
  
I love you!
The Way To You!
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D
e todas as formas que Stephen pensara que ouviria um não de seu melhor amigo o qual amava, aquela fora a forma que o mais "machucou". Ele sabia que seu amor nunca seria correspondido, pois Tyler, Tyler era o seu amigo mais intimo, que sempre o procurou para desabafar e esquecer de seus problemas. E no começo ele era apenas isso, mas a convivência e os acontecimentos o fizera mudar, mudar seu jeito de agir e sentir, o amigo se tornara seu amor. Stephen guardara esse sentimento por muito tempo e com certeza teria guardado consigo para sempre, mas a bebida lhe forçara falar e agora estava em uma situação que não sabia o que fazer. A mensagem era clara Tyler pedia para que ele o deixasse ir, como se isso fosse possível.

Stephen ficou parado por um bom tempo vendo Tyler se afastar, seu corpo tremia e seu coração acelerava, ele sentia como se este fosse sair pela boca, em sua cabeça se passava vários pensamentos a qual ele se perdeu. Olhando para a costa de Ty ele curvou sua cabeça para baixo e fitou o chão por um tempo. O que deveria ser feito? Aceitar o pedido de Tyler ou demonstrar que o que estava sendo pedido era impossível? Haveria apenas uma resposta para um Stephen sóbrio: deixa-l partir. Mas não era este Stephen que estava presente, o que estava presente era aquele que lutaria pelo amor que acabara de revelar, aquele que seria capaz de enfrentar aquela multidão e dizer ao seu amado que o amava e partir não era uma escolha.

O corpo deste se moverá e foi em direção ao palco, decidido. Este pegara o microfone usado por Ty e fitou-o por longos minutos, aquilo que estava prestes a fazer mudaria o rumo de tudo, seria a despedida ou o reencontro dos dois, e algo lhe dizia que a despedida estava mais próxima. Caminhou em direção a banda que estava ali e sussurrou para estes o que deveria ser tocado. Eles se entreolharam na duvida se iriam fazer ou não, até que cederam ao perceber que o jovem apaixonado estava decidido, mesmo que tivesse que cantar sem a banda. De repente pararam de tocar e o silêncio reinou no recinto. Os convidados presentes olharam para ele sem entender nada, mas logo iam se tocando que uma apresentação viria a seguir.

Stephen agora estava no centro segurando o microfone que vibrava por causa de suas mãos tremulas, seus olhos que estavam fixo no chão foram se locomovendo até encontrar Tyler que estava sentado com seu amigo. Ele levantou o microfone e o segurou a frente de sua boca. A hora chegara.

I miss the taste of a sweeter life
I miss the conversation
I'm searching for a song tonight
I'm changing all of the stations
I like to think that we had it all
We drew a map to a better place
But on that road I took a fall
Oh baby why did you run away?

A voz do cantor começara fraca e contida, o pavor de estar ali a frente de todos o amedrontava. Era a primeira vez que Stephen cantava para um numero de pessoas tão grande, como se isso não bastasse a musica que estava cantando estava redirecionada a uma pessoa presente ali, ele estava expondo seu sentimento sem fraquejar. A voz rouca do rapaz ecoara por todo o recinto acompanhada pela banda, a voz deste tinha uma presença imensa o que chamara a atenção de todos ali. Os trechos que eram cantados tinham sentimento, pois a cada frase ele se lembrava do passado e das conversas que tiveram. A indecisão na escolha da musica também estava presente, pois Stephen poderia ter escolhido diversas outras, porém aquela fora a melhor para mostra-lhe que não podia fugir dele. Ao cantar "Run away" ele estendeu a mão a procura de seu amado.

I was there for you
In your darkest times
I was there for you
In your darkest nights

 O tom se ampliara, a voz que estava contida e fraca se tornara forte naquele exato momento. Este cantava com sentimento, pois cada palavra dita tinha um significado e a pessoa que tinha como alvo a musica sabia exatamente do que esta se tratava. Um certo desconforto ocupou o coração do cantor, pois se lembrara que teve um dos momentos que não estava presente, mas como poderia? Não conseguiria estar presente! Aquilo o machucaria demais! A cada palavra do segundo "I was there for you" fora prolongada, ele queria que aquelas notas fossem claras. Stephen procurava o rosto para quem cantava, pois se este olhasse em seus olhos poderia sentir os sentimentos exatos que queria passar ao cantar aquela estrofe.

But I wonder where were you
When I was at my worst
Down on my knees
And you said you had my back

Continuou  cantando com a mesma voz fraca e controlada, a medida que cantava levantava seu rosto, pegando confiança na musica e isto a estava deixando mais atrativa. Stephen parecia se preocupar sempre com o final de cada palavra, pois prolongava-as para criar uma ponte para a palavra seguinte, e usava sua voz rouca e forte para construir essa ponte. Os olhos encontraram o de Tyler, esperava ver a reação deste quando ouvisse este trecho da musica, pois como havia dito "pode contar comigo". E agora quando ele precisava, este se recusaria e iria simplesmente desistir pelo fato de achar que Stephen não o conhecia? Ele se recusava a acreditar nisso.

So I wonder where were you
When all the roads you took
Came back to me

O toque da musica foi se alterando, e o ritmo aumentar, voz de Stephen acompanhava o tempo exato de cada batida do violão. Deixou a voz firme, cantando um pouco mais alto agora, deixando com que sua característica tomasse conta da musica, com sua voz rouca controlava do afinado até o agudo, criando uma onda de timbres dando enfase naquele trecho. Stephen se movimentou de um lado para o outro criando um caminho tentando representar o que estava sendo cantado, após atingir uma distância da sua posição atual, voltava ao mesmo lugar de antes refazendo o caminho como se houvesse um caminho a se seguir. E ele esperava que Tyler entendesse que suas escolhas sempre o levariam até Stephen.

So I'm following the map that leads to you
The map that leads to you
Ain't nothing I can do
The map that leads to you
Following, following, following to you
The map that leads to you
Ain't nothing I can do
The map that leads to you
Following, following, following

Ele conteve sua voz e deixou que ela fosse pronunciada de forma simples e calma, sua ronquidão fora contida e uma voz fina e normal saiu de suas cordas vocais. Este cantava agora com o olhar fixo em Tyler. Havia uma mapa entre Tyler e ele e que Stephen nunca conseguiria escapar, era como se todos os caminhos possíveis o guiasse até Tyler. E fora esse caminho que o fizera a movimentar suas pernas pelo palco descendo deste caminhando lentamente até ele. Se conteve então, na metade do caminho deixou com que a luz o encontrasse e torna-se alvo de todos. Mesmo que apenas um o interessava.

Oh oh oh
Oh oh oh
Yeah yeah yeah
Oh oh oh

Ele soltou a voz fazendo com que seus gritos preenchesse todo o recinto e que o eco fosse criado e sua voz fosse ouvida repetitivas vezes.

I hear your voice in my sleeping night
Hard to resist temptation
'Cause something strange has come over me
And now I can't get over you
No I just can't get over you

Elevou o braço esquerdo ao alto e foi abaixando lentamente, com os olhos fechados durante o primeiro verso daquela estrofe, pois queria sentir o sentimento que jazia em meu peito, sua voz rouca não o atrapalhou em conseguir cantar de forma tranquila e delicada, fazendo todos ali sentirem as palavras penetrarem em seus ouvidos e nunca mais saíssem de la. O ritmo da musica mudou para um leve porém animado e sabia que com o tom da voz atual estava combinando perfeitamente com o toque, pois conseguia fazer com que minha voz vibrasse a medida que o toque da guitarra era tocado.

Aquela estrofe dizia muito o que estava sentindo. A voz de Tyler fora a unica que ouvira quando estava "preso" em sua casa. E essa voz fora o que tornou tudo tão especial, pois mesmo longe com inúmeras paredes e obstáculos em sua frente ele não o esquecia e nunca mais conseguiria.

I was there for you
In your darkest times
I was there for you
In your darkest nights

Ele gritou, a voz que havia guardado por um bom tempo desde o refrão da musica soltara naquela estrofe, sentiu sua garganta se abrir e sua voz ser gritada, manteve o controle sobre o agudo, e sua voz rouca nunca foi antes fora tão aproveitada, conseguiu vibrar de uma forma que nunca tinha feito antes, as palavras foram para me relembrar a Tyler que ele sempre esteve e sempre ao seu lado. E todos  ouviram aquela estrofe da forma mais sentimental possível.

But I wonder where were you
When I was at my worst
Down on my knees
And you said you had my back
So I wonder where were you
When all the roads you took
Came back to me

Conteve o tom e deixou com que a voz fosse pronunciada de forma simples e calma, sem sua ronquidão a voz fina e normal saiu de suas cordas vocais. Ele caminhou o caminho que restava e ficou a frente de Tyler olhando em seus olhos esperando com que as perguntas contidas na musica fossem respondidas. Ele segurou a mão do amado trazendo-a para perto do seu peito. Tyler naquele momento poderia sentir o coração latente e vivo de Stephen.

So I'm following the map that leads to you
The map that leads to you
Ain't nothing I can do
The map that leads to you
Following, following, following to you
The map that leads to you
Ain't nothing I can do
The map that leads to you...

E por fim a ultima estrofe fora cantada com uma voz calma e tranquila que ia se apagando em conjunto com a musica, na ultima batida da banda o "you" fora gritado e prolongado dando foque a esta. E depois dali Tyler nunca mais duvidaria de que Stephen o deixaria, pois todos os caminhos que ele traçavam o levavam a uma unica pessoa. Ele.

Ele ficou ali segurando a mão de Tyler olhando em seus olhos. - Agora entende que o seu pedido para deixa-lo ir é impossível? - Perguntou com um sorriso no rosto. - Eu te amo Tyler, e o caminho que eu traçarei só me levará ao seu lado, espero que entenda isso e que mesmo eu não o conhecendo é contigo que quero ficar! - Dito isso ele o puxaria contra seu corpo tentando beija-lo. Um beijo que talvez seria o começo de tudo ou o desfecho.




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                17 Anos Warbles Just as long as I breathe, I will remember you.  
Stephen Adam Thompson

TKS CLUMSY @ SA

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Arthur B. H. Sonderburg em Sex 26 Dez 2014 - 23:24

Masquerade
Winter

Realmente milagres de Natal acontecem. Eu tinha começado a me arrumar muito antes do horário demarcado para estar pronto, o que me dava tempo de sobra até o meu transporte para o baile passar na porta da minha casa. E que transporte! Ter convidado – ou sido convidado – Hanna para ir ao baile de inverno teve, sem dúvida, suas vantagens. Sem contar a ilustre companhia da deslumbrante loura, a garota tinha me avisado no mesmo dia que não precisaria ir busca-la, uma limousine iria nos levar até o acampamento e combinamos o horário que esta passaria na minha casa.

O detalhe de faltar ainda muito tempo para que o horário chegasse, entretanto, tinha sua razão de ser estranho e de existir. Primeiro, eu era alguém realmente muito mal organizado. Não tinha certeza se era o fato de ser um oriundi, talvez uma herança incômoda vinda dos meus pais, mas eu raramente conseguia fazer as coisas com antecedência. Não fora o caso daquela vez por um motivo indesejável. O tédio. Era Natal e ainda assim eu passara o dia sem absolutamente nada a fazer. Na falta de uma distração, resolvi começar a me aprontar; estava terminando de fechar o colete quando a porta se abriu atrás de mim. Ergui o olhar para o espelho e um sorriso de canto se desenhou em meus lábios ao avistar minha mãe parada abaixo do batente.

-  Gostou? – ela perguntou, com seu clássico sorriso pequeno e encantador.

- Amei. – eu falei, dando um sorriso mais largo para ela, por cima do ombro – Uma Sartorelli não nega sua carne.

- Sartori, Nigno.

- Eu acho Sartorelli mais bonito. – ri e voltei a olhar para o espelho. Percebi que minha mãe riu também.

- Sabe quem está lá embaixo?

- Meu pai? – chutei – Não pensei que ele fosse chegar tão cedo do jantar dos Venturi.

Minha mãe fez um não em tom excessivamente solícito, olhando para meu rosto através do espelho. Sua expressão era quase trágica. Pelo seu olhar eu consegui compreender.

- Ah, não, mãe... – eu contraí os músculos da testa, dissimulando que ia chorar.

Ela riu da minha reação e deu de ombros, cruzando os braços e apoiando o ombro direito à porta.

- Ela disse que você não foi visita-la, então ela veio te ver.

Peguei a gravata sobre a cama depois de ajeitar o colete e quando a passei sobre a cabeça, o nó já pronto, percebi o erro de atenção. Minha mãe olhou para mim e balançou negativamente a cabeça, rindo. Ela me ajudou a desabotoar o colete, para ficar mais fácil de colocar a gravata.

- A dona Antonella não vai querer deixar eu sair, vai querer saber sobre o colégio, minha vida, meus amigos, o que eu ando comendo...

- ...sobre a McCain. – ela me cortou, contraindo os lábios para não dar risada, os olhos completamente focados em arrumar minha gravata.

Eu inflei as narinas e olhei seu rosto, um tanto indignado, mas reparei em sua roupa e em sua postura, em seus cabelos e na sua maquiagem suave. Mesmo com mais de quarenta anos minha mãe ainda era irresistível. Formada em jornalismo e uma ferrenha conhecedora da moda, o vestido de comprimento médio, provavelmente de alguma grife famosa, caía perfeitamente bem no corpo bem cuidado. O coque cuidadoso nos cabelos castanhos lhe dava um ar de sofisticação e aquele olhar tão atento, quase técnico, em simplesmente arrumar uma roupa só a tornava mais elegante. Paola Sartori era, sem dúvidas, belíssima.

- As McCains – eu falei, frisando bem o plural do artigo e substantivo, com um olhar incisivo sobre o rosto da mulher diante de mim – já foram inclusas no tópico amigos. Acho que a minha avó vai preferir saber do Keynes.

A expressão antes divertida da minha se tornou confusa.

- Keynes?

- É, o cara que vai comigo e com a Hanna pro baile. Lindo, mãe, a senhora tem que ver!

A reação dela era das mais esperadas. Entreabriu a boca e respirou fundo. Eu retribuí seu olhar, piscando os olhos calmamente três vezes e me concentrando em qualquer coisa trágica para não rir.

- Aaron, você quer me contar alguma coisa? – ela segurou meu pulso, tentando dissimular o olhar pasmo e transformá-lo em algo maternal e preocupado. Passei a língua nos lábios, mordi o lábio inferior, contraí os músculos da boca, respirei fundo. Tentei qualquer coisa, mas não consegui. Ri alto, fechando os olhos e segurando os ombros da Sartori.

- Mãe, – eu não consegui falar, ria muito. Após algum tempo eu respirei fundo. Minha mãe parecia um pouco furiosa – Quando a senhora vai conseguir entender minhas piadas?

Ela ficou pelo menos uns dez segundos parada, olhando para o meu rosto, enquanto eu retomava a crise de risadas vez ou outra.

- Você é um completo idiota, Venturi. – ela finalmente disse.

- Eu sei, Sartorelli. – falei, enquanto me virava e pegava o paletó colocado em cima do colchão – Vamos, ajude-me com o terno.

Continuei com um sorriso palhaço no rosto, vez ou outra soltando um comentário sobre a ingenuidade da minha mãe, enquanto abotoava a parte superior do terno, colocava o relógio, passava o perfume e pegava a máscara sobre a cama. Arrumei os cabelos em um penteado formal, completamente diferente da bagunça usual.

- Vamos descer e enfrentar a fera. – disse enfim, em um tom firme, quase mórbido, a face rígida e viril.

Paola riu. Eu ri também. Desci à frente e assim que cheguei ao pé da escada a idosa, mas ainda bem viva, mulher veio em minha direção, a postura animada, sorridente e calorosa de sempre.

- Meu omino! – Eu sorri e abracei minha vó. Ou nonna, como ela gostava que a chamava. É, só mais um Natal mesmo.


Jamais em toda a minha existência eu havia ficado tão feliz por ouvir uma buzina na porta da minha casa. Tive o solícito auxílio da minha mãe para me despedir rapidamente da matriarca Sartori e não demorou muito eu estava de frente para o automóvel longo e imponente estacionado próximo a calçada.

- Uau... – eu murmurei. – Hanna McCain Morgenstein, sei fantastica! – eu bradei e abri a porta.


Eu respirei fundo tentando encontrar o ar que eu perdi. Parado em frente à casa de Hanna, com a garota andando em nossa direção eu não sabia exatamente o que pensar. A loira não estava bela. Não estava elegante. Ela estava espetacular, indescritível, os olhos azuis faiscantes, incisivos, o vestido longo e completamente bem encaixado ao seu corpo traduzindo com perfeição toda a graciosidade e imponência da jovem. Dei um sorriso pequeno quando ela se aproximou.

- Você está linda, Gabba. – eu murmurei para ela. – Eu quero dizer, você está inegavelmente... – respirei fundo e segurei sua mão, olhando seu rosto – ...fantástica!

Nós estramos na limousine e eu sorri para a loira de forma encorajadora. Não havia me recordado até então do que havia ocorrido à ela no local da festa. Ou melhor dizendo, não tinha relacionado uma coisa à outra. Sabia de seu acidente, é claro, acompanhei sua recuperação, mas não me lembrava do nome do lugar. Minha distração e esquecimento haviam me atingido de novo, mas se dissiparam assim que entrei no carro. Conhecendo como conhecia a McCain, sabia que mais do que nunca ela iria entrar naquele baile com o queixo absolutamente reto. Abaixar a cabeça quando ela mais precisava mostrar que estava forte? Jamais. Hanna McCain nunca faria isso. Ainda assim, tinha a sensação que ela precisava de segurança e como amigo dela, eu iria garantir que a tivesse a todo momento.

A limusine deu partida, eu olhei para os dois adolescentes ao meu lado. Dei um sorriso de canto, animado. Aquilo iria ser bem legal.


Eu dei uma olhada pela janela. Lindo e gélido. O Venomous estava imponente. Então, dei atenção à menina com ar maduro a meu lado. Apertei sua mão e sorri para ela, sem dizer nada, sabia que ela apenas precisava se concentrar, encontrar seu ponto de equilíbrio e encarnar aquela pessoa confiante que chamava atenção por onde passava, com sua aura de realeza sempre em alta.

Quando Hanna finalmente saiu e nós nos dirigimos à porta do baile, eu respirei fundo. Não era só ela que precisava de segurança, eu também sabia o que se aproximava. O flash ofuscante da câmera fotográfica perto da porta era o holofote menos intimidador. Haveriam dezenas de pares deles dentro daquele chalé, eu sabia, todos ou praticamente todos os rostos estariam direcionados à loira a meu lado e, consequentemente, aos seus acompanhantes. Eu e Timothy. Olhei para Hanna. Ela parecia uma rainha do inverno. Fria, rígida, impassível. Mas absolutamente estonteante, inabalável. Então, dei meu sorriso mais caloroso e afável, colocando a máscara azul no rosto.

Os olhares, por algum estranho motivo, não me desestabilizaram tanto quanto esperava. Não me desviei de absolutamente nenhum, pelo contrário, estudei cada mínima feição dentro do local já relativamente cheio. Visualizei muitos conhecidos e dentre eles um conhecido verdadeiramente próximo. Dei um sorriso quase diplomático ao britânico de olhos azuis e fiz um meneio de cabeça. Olhei a garota ao lado dele e meu sorriso se alargou. Isabelle estava belíssima.

Meu olhar direcionou-se, em seguida, à loira e o garoto ao meu lado. Dei um sorriso a eles e comecei a andar para frente, em direção às pessoas. Alguns olhares ainda permaneceram sobre nós, seguindo nosso trajeto, mas eu os ignorei enquanto pegava uma taça de um líquido transparente. Sorvi um gole e senti o fluído descer por minha garganta.

- Detesto álcool. – e bebi mais um gole lentamente. Não sabia o que era aquilo, mas não era dos mais fortes e, ainda que não gostasse de bebida alcóolica, sabia que ia precisar de umas doses para aquecer meu corpo e aguentar o frio da noite. O baile de inverno estava só começando.



notes: nothing ; tags: timothy peixinho; gabba mccain ; vestindo: isso and isso; Thanks Maay From TPO.

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I'll circle round you
We go round around the sun, In and out like the sea.

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Pierre D. Lis em Sab 27 Dez 2014 - 13:00



a noite...
Estava com o corpo recostado sobre o carro, o mesmo se encontrava estacionado em uma esquina de fraca iluminação. Era estranho o combinado de nosso encontro, pensava ele sentindo uma leve e estranha insegurança por marca-lo, não desejava de nenhum modo ficar plantado em sua primeira noite em Lima. Cruzou ambos os braços, e direcionei o olhar para contra o fim da estrada, observando. Tentava entender o que o levara a aquele evento, uma vez que a socialização nunca fora sua “praia”. Sorriu percebendo seu nervosismo perante aquela situação. Era um tanto desconfortante chegar a sua idade sem qualquer experiência com aquele tipo de evento, não sabia como devia agir, e ao mesmo tempo tentava parecer natural. Suas vestes eram de muitas formas desconfortantes: a camiseta branca era quente e não o deixava transpirar, a gravata sufocava como se a cada segundo apertasse ainda mais, suas calças mais pareciam colar por sobre a pele e mocassim deixaria marcas - e disso ele tinha certeza -. O casaco, que completava o traje, estava posto de forma que não amassasse sobre banco do carona, para que mais tarde pudesse vesti-lo, e sua mascara de tonalidade preta se encontrava guarnecida no porta-luvas.

Estava patético, presumiu pouco antes de escutar os primeiros passos criados pelo salto daquela que me acompanharia. Era uma jovem bela e isso ela já sabia, porem quando seus olhos se fixaram sobre ela naquela noite, soube que sua beleza ia ainda mais além da definição "bela", talvez nem mesmo deslumbrante a descrevesse com perfeição. Sua pele levemente morena parecia entrar em harmonia com o tom claro de suas vestes, enquanto seus cachos mal definidos caiam em cascata por sobre seus ombros. A luz natural criada pelos astros parecia querer contempla-la a cada passo por ela dado, e as sombras teimavam em não querer oculta-la. Suspirou, tentando controlar seus pensamentos, então sorriu para saudá-la com um simples e singelo "olá".

Levou sua mão a tranca pertencente a porta traseira do Honda Fit Hybrid no intuito de abri-la, assim que a garota se encontrou próxima o suficiente para que pudesse adentrar, e com isso ele pudesse voltar a fecha-la. O banco do carona que ficara a frente da posição onde ela sentara, estava posto um pouco a frente de sua posição original, dando a as pernas da garota espaço, e com isso evitando futuros incidentes no traje que ela vestia. Sentia-se um chofer a servi-la. Deu a volta no veiculo e o adentrou, passando o cinto por sobre o seu corpo. Com uma das mãos ajeitou o retrovisor, logo dando partida no veiculo seguindo de encontro a nosso destino.


✖ ✖ ✖


Tudo estava apenas começando, pensara ele por entre um breve e passageiro devaneio apos estacionar. Nunca realmente se imaginara em um evento como aqueles - ainda mais acompanhado - e isso de certa forma o despertara ainda mais insegura: era uma mistura corrosiva de medo e ansiedade, algo descontrolado. Levou a mão ao porta luvas, tomando a mascara que lá se encontrava guardada, colocando-a num rápido e ultimo movimento. Fez o mesmo com o casaco que se encontrava dobrado sobre o banco ao lado, abotoando apenas os dois botoes centrais do mesmo, deixando-o um pouco folgado.

Olhara então para contra o retrovisor em busca de seu reflexo, estava pronto, decidiu. Ajustou o espelho para visualizar aquela que o acompanhava, e com isso uma mistura de desejo e alto satisfação o invadiu novamente. Como podia estar tão bem acompanhado, pensou. Ela era linda e ele não cansava de repetir, era uma mistura perfeita de tudo aquilo que ele ousava contemplar. Um sorriso passageiro lhe cobrira os lábios. Levou a mão a trava, saindo do veiculo, entregando a chave que retirara da ignição ao manobrista que já se encontrava posto ao lado de fora.

Deu a volta no carro até se encontrar na porta traseira direita, e a abriu - como um perfeito cavalheiro - permitindo que as primeiras luzes artificiais proporcionadas pelo local iluminassem aquela que ali se encontrava. Ela o olhou, e ele correspondera o olhar, estendendo uma das mãos em auxilio para que ela segurasse. - Vamos? - Disse ele enquanto aguardava o movimento da garota.  

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Isabelle Leotta em Sab 27 Dez 2014 - 16:39



"Je suis la femme, oh, mon amour oh, ma chérie, this face is free, wannabe... I'm cool, i'm cool, i'm cool, i'm cool, i'm cool, i'm cool, i'm disco diva."
Gretchen Medley

Nesse baile eu tinha preparado algo especial, eu sabia que a ex-namorada de um dos meus piores inimigos iria estar aqui, Johnny Angelo era alguém que eu sempre odiei, ele era alguém desprezivel que não sentia a mínima falta. Uma cantora brasileira tinha uma música que queria dedicar a ele e ao pesquisar mais sobre cantoras brasileiras tinha escutado músicas que combinariam bem, algumas pessoas a chamavamde rainha então a cantora deveria ser bem famosa no Brasil.
Tinha conseguido conversar com o DJ anteriormente e com algumas notas de presidentes americanos ele tinha sido facilmente influenciado a me ajudar. Fui me arrumar quando Nicholas se distanciou e com a chegada de Hanna era o momento certo de fazer aquilo. Posicionei o microfone em minha orelha e ajeitei para que ficasse bem na frente de minha boca. Fui para o centro do salão e os dançarinos que tinha ensaiado estavam afastando os outros. - Há algum tempo conheci um garoto chamado Johnny, eu o odiei, hoje soube que uma das ex desse tal de Johnny estaria aqui então preparei algo especial para ela. - Falei sem conseguir localizar a ex-namorada do filho de satanás. - Se ver o Johnny diga que ao ver a cantora das maiorias dessa música me lembrei dele. - Falei sem olhar me lugar específico já que não sabia onde estava a ex dele.
Eu estava trajada como a própria cantora brasileira chamada Valesca que havia visto no vídeo, uma capa com leves pelos estava sobre meu corpo e o capuz em minha cabeça, um holofote me iluminava cegava e refletia nos cristais da sala. - Essa é para o Johnny. - Murmurei com um sorriso travesso nos lábios, em minhas mãos eu segurava com firmeza a corrente de duas coleiras que estavam nos pescoço de dois dançarinos de joelhos vestindo apenas shorts de couros e saltos altos negros, eles engatinhavam ao meu lado. Isabelle andou para a frente olhando para todos no local com uma expressão de superioridade.
Desejo a todas inimigas vida longa
Pra que elas vejam a cada dia mais nossa vitória
Bateu de frente é só tiro, porrada e bomba
Aqui, dois papos não se cria e nem faz história

A minha voz soou pelo salão com a ajuda do microfone preso em meu ouvido, para uma apresentação como a que eu iria fazer ela era a melhor opção. Meu português não era perfeito, mas italiano era mais parecido com a língua do que inglês então tive certa facilidade em decorar a letra da canção. Apenas tinha algo de errado com essa parte da música, eu não desejava vida longa a Johnny, por mim aquele placenta de feto defeituoso poderia cair em um pênis gigante e ser empalado até a cabeça sair pela boca. A batida da música antes mesmo de começar fez um efeito que parecia um disco voltando, soltei as correntes das coleiras e tirei a capa de meus ombros revelando a roupa que trajava por baixo, a camisa era colada em meu corpo e ia até abaixo dos seios expondo minha barriga, tinha uma tonalidade branca, em minhas pernas estava uma calça apertada em um tecido parecido com couro preto e meu visual era complementado por saltos altos pretos e grandes brincos.
Boom boom, freak le boom boom
Boom boom, freak le boom boom

Dançarinos se aproximaram de mim aos poucos, as mulheres usavam roupas idênticas a minha porém eram totalmente pretas e os dançarinos usavam camisas sem mangas coladas no corpo douradas com calças bocas de sino pretas. Eles batiam palmas andando ao meu redor enquanto cantavam aquela estrofe formando uma única voz, eu comecei a balançar os quadris em uma forma meio tímida me soltando ao passar dos segundos, ao cantarem o verso duas vezes eles se posicionaram todos atrás de mim.
Only you, you better all
I shake it up, cause awh!l
I need a man and my body is for you, oh yes!

Oh why, I love you baby, all the time
I want you, baby in my mind
I need you, te quiero, Je t'aime, oh

Estendi uma de minhas mãos para a frente apontando para Nich que olhava para mim com uma expressão de divertimento, chamei ele com o dedo indicador fazendo uma expressão no rosto exageradamente sensual e levei minha mão até minha cintura rebolando meus quadris mais do que uma minhoca toda se requebrando. Desci até o chão no terceiro verso passando as mãos pela frente de meus seios entreabrindo meus lábios como uma virgem prestes a gozar pela primeira vez. No quarto verso me ergui empinando bem a bunda e ao estar quase totalmente erguida rebolei a minha bunda mais uma vez antes de ficar completamente em pé. Levei minhas mãos a minha cabeça descendo com elas até os meus seios os acariciando de uma forma gozadeiramente sexy gemendo ao final da estrofe. Só faltava a Marilene, a tainha e o vinho para aquilo se tornar melhor.
Boom boom, freak le boom boom
Je suis la femme
Boom boom, freak le boom boom
Je suis la femme
O-ooo

Aquela estrofe teve a parte "boom boom, freak le boom boom" cantada pelos dançarinos novamente como backing vocal, mas entre os dois versos eu coloquei partes de uma música chamada Melo do Piri Piri ou sejá lá como se chamava essa música. Enquanto cantava essas partes andei dois passos para frente antes de girar andar para trás, girar para a frente e fazer a mesma coisa, estava me sentindo uma das baianas macumbeiras de terreiro que vi em um vídeo do Brasil, daqui a pouco tava sacrificando o Nicholas como galinha preta pra macumba, porque galinha ele já era só faltava pintar de preto. O Dj aproveitou a transição que eu dei e colocou o ritmo da próxima música do medley.
Conga conga conga
Conga conga conga
Conga la conga
Conga conga conga
Conga la conga
Conga conga conga

Os dançarinos novamente cantavam como backing vocal e faziam uma coreografia que tinha feito todos os 50 tons de cinza virarem azul porque é a cor mais quente. Tinha dançarina com a cara no piru de dançarino ali e era particamente um pornô ao vivo. Os dois dançarinos com coleiras nos pescoços foram para o meu lado, dois viados, provavelmente mesmo se eu pagasse um boquete ali para os dois aquele piru não levantava, começaram a esfregar aqueles maranhões moles em mim enquanto eu rebolava a minha bunda que não era grande, mas o importante era como usava a conga nas anacondas.
Oh, I like dancing everyday
Oh, you and me
Au all the times
El conga la conga quiero bailar
Ai ai ai ai ai ai

Um me pegou pelo braço e me fez girar tanto que eu achei que tinha virado um dos aneis de saturno, aquele miseravel queria me deixar tonta e roubar meu show? Só podia ser. Me segurou pela cintura e logo levou as mãos até meus pulsos me prendendo com firmeza, o outro dançarino veio por trás de mim e cheirou o meu pescoço colocando as mãos sobre meus seios. Fiquei de joelhos na frente do dançarino e voltei a pensar se ele tinha aceitado a cura gay e queria um boquete, mas me lembrei que isso era tudo a coreografia. Fiquei em uma posição de quatro e os dois dançarinos giraram ao meu redor indo se juntar aos outros, encarei um garoto na plateia e fiz um rosnado axagerado em sua direção.
Come come on' and dance
Dance with me
I get you I want you
Oh, my love
I love you I need you
Ah conga oh yeah ai ai ai ai ah

Engatinhei na direção do garoto lentamente gemendo entre os versos, ele não era o Johnny, eu adoraria chegar no Johnny e enfiar um consolo no rabo dele pra ver se ele parava de ser um idiota, mas não poderia, então tinha que fazer essa apresentação. Ao chegar perto do garoto fiquei de joelhos e levantei me esfregando em seu corpo porque se continuasse mais tempo engatinhando sabia que meu rabo ia aparecer com aquela maldita calça escorregadia, além de escorregadia era apertada, tava parecendo um cinto de castidade aquela porra. Inclinei minha bunda contra a virilha do garoto e twerkei como uma puta esfregando naquele pênis.
Conga la conga, ai ai ai
Je suis la femme
Conga la conga
Je suis la femme, o-oh
Piripiripiripiri

Fui andando para o centro da sala depois de me esfregar com o macho, rebolei meus quadris para o lado sensualizando no tuts tuts e mostrando minha conga pra quem quisesse ver, quer ter uma conga como essa para quicar nas anacondas? Vai trabalhar rapariga! Coloquei partes de Melo do Piri Piri entre os versos de Conga Conga para fazer novamente uma transição, quando chegou no ultimo verso daquela estrofe já estava no centro da sala, empinei a minha bunda e fiz o treme treme bum com a bunda no "piripiripiripiri". As luzes se apagaram logo após a estrofe terminar e me preparei para o final.
I know you've been waiting
Come on
Dance with me

Quando dois holofotes ligaram nenhum dos dançarinos usava mais aquela roupa colorida e minha camisa branca tinha mudado para uma regata preta do mesmo tecido. Cantei essa estrofe em um tom baixo e rouco como se tivesse fumado uns 30 cigarros assim como a cantora original o cantava. Os gemidos continuaram presentes, não seria a mesma música sem os gemidos, aqueles gemidos me lembravam o Johnny porque a voz dele era de uma menina sendo esganada, eram engraçados.
Come on and look at me
Face to face
side by side
So who you wanna be
This face is free
my fantasy

Cantei em uma tom ainda mais suave que a estrofe anterior, os dançarinos dançavam ao meu redor como se fossem meus fãs e eu tava me sentindo mais feliz que pinto no lixo apesar de aquilo ser meio ridiculo. Tentei curtir e me sentir uma diva porque essa música passava do ridículo então eu acho que só se sentindo uma diva como a cantora original para gostar do que ta cantando.
My name is Belle
Nobody Knows Me
Someday you'll see my point of view my life is crazy
My name is Belle
Nobody Knows Me
Someday you'll see my point of view my life is crazy

Passei ambas as mãos por debaixo do meu rosto no início da estrofe antes de leva-las para a cintura e mandar beijinho para a plateia, balancei os quadris para os lados like conga la conga e fui girando devagar. Um dos dançarinos veio para perto de mim de joelhos, coloquei o pé contra seu peito e o empurrei, andei para perto dele pisando nele com um dos saltos, joguei meu cabelo para frente e quando puxei para trás aquele tuin eu rebolei igual as putas dos pornôs. Ouvi um gemido e quando olhei para baixo percebi que o pobre coitado tava sofrendo com meu salto agulha, foda-se, eu sou a rainha daqui, tinha que sofrer mesmo pela sua rainha.
i'm cool, i'm cool, i'm cool, i'm cool,
i'm cool, i'm cool, i'm disco diva
i'm cool, i'm cool, i'm cool, i'm cool,
i'm cool, i'm cool, i'm disco diva

Tirei finalmente meu pé de cima do fã machucado e fui erguida por outro dançarino que me sentou em seu ombro, cantei o refrão fazendo caras e bocas enquanto cantava, mordia meu próprio lábio, passava as línguas entre eles e até mostrava a língua como Miley putinha Cyrus. O dançarino me desceu no chão e outra dançarina colocou uma coroa em cima de minha cabeça para confirmar novamente quem era a rainha desse lugar. Olhei ao redor e encontrei um warbler assim como Johnny,  o nome dele era Timótio ou algo parecido, fui andando na direção de Timótio com os dançarinos engatinhando perto de mim.
I looked into your eyes
Your eyes are like
a crystal ball
You're a superstar
That's what you are
God has not forgot

No momento que fiquei diante de Timótio dei uma bela olhada para ele e comecei a me questionar se em Dalton só existia viado, tudo bem que o Johnny queria pagar de comedor de buceta, mas todos sabiamos que ele gostava de oferecer o croquete por ai. Apontei para os olhos do viadinho de Dalton e passei as mãos pelo meu corpo levantando os cabelos enquanto rebolava até o chão. Quiquei tanto que tava me sentindo em um baile funk e levantei para me esfregar e Timótio viadão, coloquei as mãos nos mamilos dele por cima de sua camisa e puxei levemente rindo internamente. Me afastei um pouco e comecei a andar ao seu redor.
My name is Belle
Nobody Knows Me
Someday you'll see my point of view my life is crazy
My name is Belle
Nobody Knows Me
Someday you'll see my point of view my life is crazy

Enquanto girava ao redor de Timótio cantava aquelas estrofes para ele, tocava o seu corpo e abusava dele como se ele fosse um viado gigôlo, algo que eu não duvidava, um colégio cheio de viados como Dalton provavelmente tinha seus próprios prostitutos pra dar o rabinho. Depois do segundo giro puxei o garoto pela sua camisa e fui andando até o centro ignorando os protestos dele para largar, garoto fresco viu.
i'm cool, i'm cool, i'm cool, i'm cool,
i'm cool, i'm cool, i'm disco diva
i'm cool, i'm cool, i'm cool, i'm cool,
i'm cool, i'm cool, i'm disco diva

Chegou novamente no refrão e sentei em cima de um dançarino, pera... Em cima das suas costas, não de outra coisa. Sentar na outra coisa daria muito trabalho e seria mais prazeroso. Joguei Timótio no chão diante de mim e cantei para ele, esfregava meus seios sensualizando com a língua para fora e os gemidos exagerados saiam por entre meus lábios, acho que a plateia não sabia mais se eu estava gozando ou levando um choque. Com um gemido final a apresentação terminou e estavam todos olhando incrédulos para o que tinham visto. Estalei os dedos e as luzes se apagaram, aproveitei a surpresa de todos pra ir trocar de roupa e colocar minha máscara para ninguém mais me reconhecer além de Madonna.
clothes: this # tags:  Nicholas Hertfordshire # others: Nothing # Thanks Maay From TPO.

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Anthony Miles em Sab 27 Dez 2014 - 17:56

The Ball...
Say, lend me a coat - It's up to your knees out there, I thrill when you touch my hand. How can you do this thing to me?✖
Think my lifelong sorrow, If you got pneumonia and died.

Era noite, o vento gélido incomodava as pobres almas que não estavam devidamente cobertas ou no calor de suas casas. Anthony em seu banheiro sentia as gotas de água cairem sobre seu corpo enquanto tentava controlar o próprio nervosismo, ele considerou um banho de banheira, mas uma ducha quente pareceu mais correta para aquele clima e imaginou que a água caindo sobre sua cabeça iria ajudar o rapaz a pensar. Hoje ele levaria Dexter ao baile, ele sabia que não tinha motivos para ficar nervoso como tinha sido o próprio Dexter a lhe convidar, mas não poderia deixar de sentir aquilo, quando era com ele o nervosismo sempre estaria presente. Anthony terminou o banho e saiu do banheiro com a toalha enrolada em sua cintura, se viu diante do seu terno de hoje a noite. Ele tinha comprado especialmente para aquela noite e estava ansioso para utilizar.
Anthony se enxugou e logo começou a se arrumar, depois de minutos estava diante do espelho tentando dar o nó na gravata e falhando miseravelmente. - Como fazem isso? - Murmurou frustrado depois da décima sexta vez que tentava e falhava, infelizmente sua mãe nem o seu pai estavam em casa, haviam ido jantar fora e Anthony estava a sua própria sorte. Um suspiro escapou de sua boca quando ele conseguiu finalmente dar um nó na gravata, um nó bem desajeitado, mas era melhor do que nada. Anthony colocou o paletó por cima da camisa e olhou no relógio arregalando os olhos ao perceber que horas eram, ele estava quase atrasado. Pegou rapidamente a sua carteira, as chaves e a máscara correndo na direção do carro.
✖✖✖
O caminho até a mansão dos McCain foi rápido, principalmente porque Anthony decidiu se apressar e não se controlar atrás do volante, em poucos minutos ele estava diante do local. Ele respirou fundo antes de tocar a campainha, naquele momento se sentiu estranhamente vunerável na frente da casa da família de seu amado com uma rosa nas mãos. Não demorou muito para que Anthony fosse recebido e ao entrar na casa foi lhe dito para aguardar Dexter terminar de se arrumar. Os minutos pareciam horas enquanto esperava Dexter e quando o homem de seus pensamentos finalmente surgiu na escada todas as palavras desapareceram da mente de Anthony, ele duvidava que alguma coisa se equiparasse a beleza da pessoa naquela escada, naquele momento ele percebeu o que estava sentindo, ele estava apaixonado por Dexter McCain e apesar disso ser algo novo ele estava amando a sensação.
Quando Dexter finalmente chegou diante de Anthony o asiático não pode deixar de olhar fascinado para o garoto de olhos azuis. - Lindo... - Murmurou em um tom quase ináudivel. Balançou a cabeça para tirar o torpor de sua cabeça e parar com seus devaneios. Olhou para a rosa em suas mãos e estendeu para Dexter pegar. - Isso é pra você, eu pensei em uma duzia ou algo parecido, mas pareceu correto ser só uma entende? Porque meu coração também é só um e ele você já possui por completo. - Disse Anthony com as bochechas um pouco coradas. Ele esperou Dexter guardar a rosa e logo ambos sairam da casa em direção ao carro.
Anthony tentou lembrar o que deveria fazer e uma contemplação veio sobre ele, ele correu até a porta do carro antes que Dexter pudesse entrar e abriu a mesma para ele. Assim que o garoto de olhos azuis entrou no carro, Anthony entrou pelo lado do motorista, se sentou e deu a partida no motor do carro. Anthony fitava Dexter com o canto dos olhos e o silêncio começava a ficar desconfortável durante o trajeto. Anthony tirou uma das mãos do volante e tocou o seu bolso onde o presente de Dexter estava. Ele planejava entregar essa noite, respirou fundo e tocou a mão de Dexter. - Você está lindo essa noite. - Afirmou Anthony envolvendo seus dedos nos do garoto.
✖✖✖
O local estava bem decorado, isso Anthony tinha que admitir e tinha sido muito bem organizado se os homens que cuidavam de seu carro era uma indicação. Anthony colocou a máscara preta com pequenas pedras na mesma cor sobre o rosto e tentou ajeitar a gravata mais uma vez sentindo uma frustração a não conseguir ainda dar o nó direito, para o seu alívio Dexter parecia ter visto a sua dificuldade e ajeitou o nó em sua gravata. Anthony fechou o colete e o paletó sorrindo para Dexter. - Obrigado. - Agradeceu Anthony depois de o amado terminar, segurou as mãos de Dexter e foi na direção da entrada. O fotografo na entrada quase o cegou com tamanho flash e Anthony foi feliz de se livrar dele.
O salão estava bem decorado, parecia ter uma temática bem parecida com o filme Frozen e Anthony se incomodou um pouco pela quantidade de branco que existia. Ao chegarem ao topo da escadaria Anthony sentiu como se estivessem olhando para eles, sabia que algumas pessoas de Carmel os reconheceria e comentariam, mas aquilo era irritante. Anthony apertou a mão de Dexter enquanto eles desciam as escadas juntos. - Você quer uma bebida? - Perguntou Anthony olhando para o garoto de olhos azulados

But baby it's cold outside...

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Anthony "Tony" Miles
Vocal Adrenaline | Broadway Baby || Dexter ♥️

credits @

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Andrea Morgenstein em Sab 27 Dez 2014 - 21:11


Winter Ball
 Primeira semana em Ohio e já havia estriado meu lindo vestido de baile novo, era suposto usa-lo na passagem de ano mas com um baile à porta tinha que estar melhor do que nunca.

Eu ainda não conhecia nínguem por isso ia sozinha na esperança de encontrar alguém interessante para conviver. Tinha um vestido preto, comprido e sem decote. Mal cheguei ao baile ele ainda estava meio murcho mas eu não fiz caso fui para a mesa onde eram servidas as bebidas e pedi um champanhe e fui me sentar numa das muitas mesas ainda vazias, a ver os outros a chegar.

usando:




Andrea usou isto, niguem por agora e estava no baile de inverno.



P.S: desculpem o post horrivel. E já agora quem quiser pode continuar.

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Timothy D. Keynes em Sab 27 Dez 2014 - 21:34



Depois de passar horas e horas tentando escolher a roupa perfeita acabei cedendo ao mais convencional dos Smokings, e amava me ver nele, o corte afunilado fazia meu corpo parecer incrível, sobre os ombros uma echarpe branca descia contrastando com a negritude do do casaco negro, minha máscara branca no estilo fantasma da ópera deixava meus olhos azuis em destaque. Me olhava no espelho ajeitando o último fio de cabelo que por algum motivo não obedecia o laque, aquela noite tinha tudo para ser perfeita, eu iria estar ao lado da garota mais bonita da festa, talvez isso não pareça grande coisa por se tratar de mim, mas era Hanna McCain, quem não quer estar ao lado dessa garota? E como se isso já não fosse o suficiente pra tornar a noite memorável, Aaron Venturi também estava na brincadeira, de certa forma eu estou sobrando aqui, eles já namoraram tem química, e eu não sabia que ela tinha um par quando a convidei. Não que eu não esteja gostando da ideia agora, na verdade estou amando entrar na festa num trio, essa vai ser uma daquelas festas que toda hora que alguém até a música para pros convidados te olharem, apesar de não fazer sentido a música parar, mas a questão é que quanto mais triufal é sua entrada, mais triunfal tende a ser o decorrer da festa. - Perfeito - Disse me afastando do espelho mantendo os olhos no meu reflexo até o último segundo possível, fora do meu quarto eu respirava fundo caminhando pela República, a maioria parecia bem animada com a festa, era nós de gravata pra um lado, banhos de colônia barata do outro. Não tardou muito para que eu ouvisse o som da buzina do lado de fora da mansão - Minha carona chegou, até daqui a pouco rapazes - disse correndo em direção à porta e atirando um beijo para aqueles ogros, que pelo que me constava, em sua maioria chegariam atrasados. Do lado de fora fiquei um pouco impressionado com limousine que me aguardava, um chofer aguardava apoiado com o corpo apoiado a lateral do imenso carro, assim que me viu tomou uma postura séria, como se fosse um daqueles guardas do palácio de Buckingham, com a diferença que ele sabia dizer "boa noite, senhor". Cumprimentei-o com um sorriso - Noite excelente! Sabe para onde me levar? - ele respondeu com um aceno de cabeça já abrindo a porta para eu entrar. Um tanto frio pro meu gosto, Hanna não estava aqui ainda, ele podia sair do personagem, mas talvez ele realmente seja aqueles guardas.
Adentrei a nave espacial com globo de luz e um balde de espumante sem alcool, com certeza os pais de alguém tinha influência nisso, e enviei um sms pra Hanna e Aaron. Não tardou muito e o motor se calou, ouvi mais uma vez aquelas duas buzinas abaixei o vidro e vi Aaron surgir ao lado de uma bela mulher, acenei para ambos e enquanto ele caminhava até o carro senti o olhar daquela que devia ser sua irmã mais velha me fuzilar. Mais alguns minutos de viagem e estávamos na casa de Hanna, eu preferia que Hanna não fosse chamada com o som de uma busina, tudo okay para mim e Aaron, mas Hanna precisava de príncipes, troquei duas palavras com o Motorista antipático e quando ele parou a limousine e eu sai caminhando até a varanda de Hanna e tocando a campainha, Aaron aquardava com o braço apoiado sobre a porta aberta quando ela surgiu simplesmente impecável, segurei sua mão a guiando num giro e seu vestido de princesa em decote v se mostrou tão leve e volumoso que parecia ir contra as leis da física. Um beijo em seu rosto - A Princesa mais linda de todos os reinos - digo baixinho enquanto seguro suas duas mãos e oferecendo meu braço pra ela a guio até a Limousine onde Aaron estava.
A chegada na festa foi algo que eu chamaria de bem intenso, Hanna caminhava como uma modelo, Aaron e eu eramos meros acessórios que cumpunham todo o momento da garota, e isso não é algo ruim, pelo contrário, era uma honra estar onde estava. Acho que nunca recebi tantos olhares desde a o banho de pêssego, mas difenrentemente daquela vez, agora as pessoas não pareciam achar nada engraçado, elas se admiravam com a beleza de Hanna e talvez com os rapazes que carregava em cada braço, Aaron mal já adentrara o salão e já parecia ter mandado sorriso e piscadelas pra todos os convidados, o rapaz era um poço de simpátia, eu por outro lado me mantinha um pouco mais impassível, me permitia no máximo alguns acenos de cabeça para um lado e outro. Depois de alguns minutos a tensão pós chegada passou, caminhavamos em direção a mesa de bebidas quando a música parou e o Dj anunciou uma apresentação ao vivo, uma garota que eu já vira passar vergonha em outras ocasiões ganhava destaque fazendo um discurso de bêbado sobre ódio ao ex de alguém, a festa mal tinha começado e as pessoas já estavam assim, essa noite ia render. Uma batida que eu não consegui identificar começou e uma letra estranha cujo idioma mudava frequentemente, e as vezes tinha sons que não pareciam corresponder a idioma nenhum, alguns trechos até me davam a impressão de já ter ouvido, era várias músicas juntas. Enquanto cantava a morena fazia movimentos bem sexys junto de dançarinos bem interessantes, aquilo era até um pouco excitante. Ela passeava por entre os convidados e sabe-se lá deus o porque, ela decidiu interagir comigo, a garota caminhava em volta de mim e a forma como ela dizia a letra da música era até um pouco assustador, ela literalmente me arrastou até o centro do salão me deixando no chão enquanto escrotamente esfregava os seios com a língua pra fora e então tudo ficou escuro.
Quando as luzes se acenderam novamente a louca tinha desaparecido, eu ainda estava no chão e tinha a impressão de que todo mundo olhava pra mim, mais que depressa me levantei ajeitando a roupa, um sorriso de canto era usado pra disfarçar o constrangimento de ter sido atirado no chão por daquela forma. Como se nada tivesse acontecido rumei até a mesa de bebidas, na qual virei dois shoots de vodka e pra superar os peitos da garota e tirei a máscara pra secar as gotas de suor que se formavam em minha testa apesar da temperatura invernal.

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Lucian K. Gauss em Sab 27 Dez 2014 - 23:12




I can't hold it back anymore


O garoto parecia se enrolar com as palavras, ele me convidava pra ir na república rouxinol após o baile, aparentemente haveria um pós Party ou algo assim, isso se tivesse warblers o sufiente em pé até o fim da festa. Tudo mal tinha começado e aquela festa tinha perdido seu formato luxuoso, o baile de gala havia se trnasformado numa espécie de Rave, era fácil ver garotos com drogas andando pelo salão, e pelo comportamento de algumas pessoas, aquilo já estava fazendo efeito. Mikhaël era um fofo, ele conseguia me deixar mais apaixonado a cada segundo, após o convite eu não pude conter o riso, talvez isso seja um pouco cruel, mas ver que ele se sentia nervoso me deixava menos nervoso. Passei a mão por sua bochecha seguindo o contorno da máscara - Eu adoraria ficar junto de você na festa- digo esboçando um sorriso e aproximo meu rosto do seu, alguns centímetros de distância, eu suspiro inalando seu perfume e por mais vontade de o beijar que eu sinta naquele momento, algo acaba me impedindo, acho que uma espécie de medo. Não queria assusta-lo de forma alguma.
De repente todo o recinto parece focar sua atenção num ponto só, seguindo o fluxo acabamos por fazer o mesmo. A princesinha das McCain, Hanna entrava atraindo todos os holofotes, todos os olhares, todos os sussurros acompanhada de um garoto de cada lado. Segurei a mão do garoto o puxando para junto de uma parede coberta por tecido azul, o que o tirou de seu devaneio no decote V de Hanna ou talvez por seus acompanhantes, acho que prefiro não saber. Pera, já estou com ciúmes do garoto? Sério isso produção? - Como é usar gravata o tempo todo? Digo, vocês Warblers, acho que nunca vi um de vocês sem isso no pescoço - dizia tocando no nó firme e simétrico no pescoço do rapaz.
Usando isso <3


valeu @ carol!

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Convidado em Dom 28 Dez 2014 - 0:13


Winter Night
O dia parecia passar tão lento e tão rápido que me deixava confusa. Ao mesmo tempo em que não parecia ter tempo para me arrumar devidamente, parecia uma eternidade para a noite chegar. Meu cabelo já estava devidamente moldado e o vestido estava perfeito em meu corpo, o que era muito justo, vendo que tive várias crises de insegurança que me fizeram trocar de vestido diversa vezes, até que achei esse, que eu posso dizer que foi completamente amor à primeira vista pelo vestido. Mas ainda assim, eu me sentia insegura. Mas respiro fundo, engulo a sensação estranha em meu estomago e me concentro na maquiagem, que eu queria deixar bem simples, mas ainda assim deslumbrante. E para finalizar, claro, dou uma volta em frente ao espelho para ver se eu estava pelo menos bonita para ir nesse baile até que escuto a buzina de um carro e sorrio. Hanna já tinha ido, então finalmente só poderia ser meu par. Então só resolvo ver novamente se eu estava bem vestida.

Pego a mascara e desço as escadas rapidamente até que sou parada pelo meu pai e nossa atual madrasta que cisma em tirar foto. Reviro os olhos com a situação. Meu pai nunca foi muito presente e agora que ele resolveu tirar uma foto minha para o baile, ainda assim faço uma pose para a foto e sorrio sem graça para a mulher ruiva que estava tirando a foto com o novo iPhone 6 dela, que provavelmente seria presente de meu pais, mas logo digo que estou atrasada, meu par está me esperando e preciso ir. Até que meu pai pede para conhecer ele. Por um breve momento abro a boca surpresa. Ele ficou ausente da minha vida durante anos, nunca fez questão de conhecer meus namorados e agora queria conhecer com que eu ia para o baile. Fico sem reação ao pedido, mas logo ele nota meu desconforto e me deixa “ir”. Sorrio pra ele dando um tchau e me direciono para fora.

Ao sair de casa olho direito para o homem encostado a carro. E sorrio para ele sem jeito. Ele era muito bonito e sua roupa lhe deixava mais bonito ainda, para não dizer sexy. Eu me sentia até sortuda por ter um par tão lindo para o baile. E do nada me sinto nervosa e se ele me achar chata, insuportável ou que estou feia. Sinto meu estomago revirar de ansiedade e noto que estou parada ali já faz um tempo e meu rosto cora de vergonha. Ando até Pierre e respondo seu “olá” com um outro “olá”, que soa idiotamente bobo e me passa na cabeça que eu poderia ter dito um “Oi”, “Hey”, “E ai?”. Mas rapidamente tiro isso da minha cabeça e me foco no que realmente é importante, ele. Lhe acompanho o outro lado do carro onde abre a porta pra mim e sorrio com a atitude tão educada e gentil, poucos garotos ainda tinham esse tipo de atitude que tinha nada de antiquado, ao contrario, era algo que faria qualquer garota se amolece.

O momento todo dentro do carro é de silêncio, diversas vezes abri a boca para tentar puxar um assunto, mas acabava se transformando em um sorriso ao falar com ele. Eu estava estranhamente tímida. E depois de pensar muito em que assuntos puxar, decido que deveria manter o silêncio e só observar ele dirigindo ou a estrada de vez enquanto para que meu olhar não lhe deixasse constrangido.

Ele estaciona o carro e novamente abre a porta pra mim, sorrio com sua atitude e com sua ajuda desço do carro, coloco minha mascara e automaticamente cruzo seu braço ao meu e respondo. – Sim, vamos. – Imediatamente adentro o local da festa, tive um leve pressentimento de que eu estava um pouco atrasada, mas o lugar estava lindo, todo enfeitado de uma forma que faria parecer o mais belo baile de inverno, Hanna arrasou na decoração. Olho novamente para todos os lados, reparando que tinha vários conhecidos meus e volto meu olhar a Pierre e olhava tudo muito curioso. Sorrio animada para ele e digo. – Não se assuste olharem pra você, além de lindo é novato e isso chama muito a atenção das pessoas. – Digo caminhando ao seu lado ainda decidindo onde para ou o que fazer, mas volto a dizer. – Sabe, viemos muito calados no carro, quero conhecer mais sobre você. – Paro a sua frente e analisando cada detalhe de suas expressões, por algum motivo estava ansiosa de estar ao lado dele.
by: mary



Convidado

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Dexter F. Schuester em Dom 28 Dez 2014 - 1:07

Chalé, 28 de Dezembro de 2014, Baile de Inverno com Anthony

"Bang Bang"

All OVER You





Passei mais tempo do que deveria no banho, a água estava quente e agradável. Precisava relaxar enquanto o grande momento não chegava, e era por isso que normalmente tinha várias fases de cuidado comigo mesmo. Os cabelos haviam sido cortados um pouco e voltei a ter o mesmo corte um pouco mais curto de alguns meses atrás. De qualquer forma me acha estranho, essa era a regra da coisa para mim. Sempre me acharia estranho, mas com sorte o Anthony não pensava assim. Por último fiz a barba e estava parcialmente pronto. Ao sair do banheiro avistei a roupa passada e arrumada acima da cama. Consistia numa combinação de vermelho e preto, minhas duas cores favoritas entre todas. Vesti o traje com certo cuidado, não queria acabar por estragar nenhuma parte dele, fora de um bom gasto ao meu bolso. Tendo vestido-o totalmente, apenas restou-me cuidar dos detalhes quanto a finalização da produção da noite. Perfume (bastante no pescoço. Provocação ao Anthony), os cabelos bem penteados e o spray fixador. Por fim, a única coisa que faltava estava guardada numa caixa ao lado da minha penteadeira, esta a qual encontrava-me sentado. Passei as mãos nos cabelos uma última vez após o sprays e encarei meu reflexo no espelho à minha frente. Sorri deliberadamente, estava adorando fazer aquilo:

She might've let you hold her hand in school
But I'mma show you how to graduate...

Ergui a voz num tom um tanto elevado inicialmente e segurei nas bordas da penteadeira. Balancei a cabeça de um lado para o outro e cantava para mim mesmo. Tilintei os dedos da mão direita na base da penteadeira e girei meu corpo de lado, passando a olhar-me de perfil no reflexo fronte a mim:

No, I don't need to hear you talk the talk
Just come and show me what your momma gave
(You got a very big mouth, but don’t say a thing)
See anybody could be good to you, you need a bad girl to blow your mind.

Levanto em "See anybody..." e aponto para o espelho. Ergo minhas mãos para o alto e vou fazendo o próprio som do ritmo de palmas coletivo da canção. Dou dois giros e paro no meio do quarto com a batida a mudar. Movo meu corpo para frente e para trás em compassos um tanto rápidos. Cantava:

Bang, bang into the room
I know you want it
Bang, bang all over you
I'll let you have it...

Giro os braços em movimentos enérgicos e circulares na altura do tronco e vou de um lado para o outro, tornando a bater palmas por fim e cantando:

Wait a minute, let me take you there
Wait a minute til you.

Passo a fazer movimentos de sapateado com a sola dos meus sapatos pelo chão e vou seguindo o compasso harmônico entre as palmas e os movimentos dos pés. Algumas vezes dou breve pulinhos e alterno nas vocalizações da música. Não estava nervoso, só queria parecer mais confiante, e aquela música sabia muito bem como fazer isso comigo:

Bang, bang there goes your heart
I know you want it
Back, back seat of my car
I'll let you have it
Wait a minute, let me take you there
Wait a minute til you...

- Dexter, o Anthony está aí. - Ouço a risadinha de Milena ao dizer isso e interromper a minha música pessoal. Sua risadinha e chamamento foi bem melódico. Parei automaticamente e corri para a caixa em cima da penteadeira. Retirei a máscara e segurei-a nas mãos um pouco trêmulas. Abri a porta do meu quarto e passei a cruzar o corredor na direção da escada que dava para o térreo da residência. Caminhava de maneira elegante e sem correr. Ao atingir o topo da escada eu o vi de cima. Estava realmente lindo, afinal, quando não estava? Apenas tentei não rir da forma estranha com a qual sua gravata parecia estar. Ao segurar em sua mão, recebi a rosa com a outra, a que segurava também a máscara dourada. Me surpreendi com o gesto, uma vez que, era a primeira vez que me davam rosas. Quase estremeci com tamanha e singela atitude. Fiquei um pouco sem graça e terminei por não dar-lhe o beijo no rosto que merecia.

Seguindo para o carro, o silêncio pareceu tomar conta de nós de um jeito assustador. Não estávamos brigados, porém acredito que tenha sido todo o o nervosismo da situação em si. Num breve pensamento me ocorre por milésimos que parecemos ter trocado de lugar. Agora eu era o confiante e cheio de si, já Anthony possuía aquela insegurança mais do que visível. Claro que eu estava nervoso, mas Anthony parecia bem mais. A forma com a qual íamos mudos no carro me fez olhar várias vezes para o lado e enxergar seu perfil sério. Ao ouvir o elogio acerca da minha beleza na noite, eis que me deixo ruborizar um pouco, nada tão sério. Observo-o ainda de perfil e sua mão toca a minha, estremeço, como costumeiramente. Seguro-a com um toque de leveza e depois nos soltamos de maneira tranquila. A chegada na festa ocorre de maneira tranquila e ao estacionar o carro vejo a decoração inicial da entrada.

Não faltavam tons brancos, nem acessórios brancos, acho que nunca vi tanto branco na vida. Tiro a máscara do colo e saio do carro a admirar as luzes. Tinha adoração por luzes de qualquer espécie. A aparência aflita de Tony me faz tomar uma atitude, por menor que seja, puxando-o pelo nó da gravata e o encarando por um tempo:- Calma aí, bad boy. Não vou te morder. - Seguro o nó desengonçado e passo a montá-lo da maneira certa. Os olhos puxados dele me encaram com certa felicidade e transpareço alegria também:-Pronto, Tony. - Seguro em sua mão e após ele colocar sua máscara em negro, finalmente vamos na direção da entrada do recinto. Me prendia a sua mão e caminhava olhando para frente e dando alguns sorriso para pessoas conhecidas que me surgiam no caminho. Não tinha visto Milena ainda, gostaria de poder devolver o deboche na hora que me chamara. Quanto ao presente de Anthony, bem, seria um improviso concreto. Seria mais para lembrar alguns momentos. Entramos no salão todo enfeitado e as altas escadas me fizeram parar um pouco. Algumas pessoas passaram a nos encarar e as olhava e em seguida para Miles. Ouço sua pergunta sobre a bebia, porém a coisa que mais me vem a cabeça ao ver todos olhando é uma, puxo seu rosto e deposito um beijo em seus lábios:-Claro que aceito, Sr. - Dou um sorrisinho.

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Dexter Schuester
Yeah, it's true. I am his Hansel. An she's my Gretel. Forever and Always.

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Ghail C. Mudder em Seg 29 Dez 2014 - 0:49

Winter Masquerade
LOCAL ♯ Camping Venomous;

COM ♯ Liam ~ Stephen ~ Sebastian

VESTINDO ♯ Terno máscara

LYCRIS ♯ Let Me Go - 3 Doors Down
As coisas nem sempre são como queremos... Após meu recado para Stephen fiquei a pensar todas as vezes em que ele desabafara comigo sobre relacionamentos não concretizados, paixões iludidas ou não correspondidas, mas sempre percebi que nossa aproximação causou um atrito entre nós, sim, ficamos uma vez apenas e foi por impulso e depois dali não pude mais me permitir se envolver com ele, talvez isso ajudou a ele criar algo maior entre nós e não posso negar, eu senti uma coisa estranha também.

Chegando na mesa em que Liam estava percebi nitidamente a forma como me recebeu que não havia gostado muito da novela mexicana que estava acontecendo, não o culpava, ele era meu par na festa e acabou sendo colocado um pouco de lado, não poderia ter permitido isso acontecer.
- Sim, espero que ele tenha entendido...- abaixei a cabeça me sentando e logo respirando fundo.
Tombei logo ela para trás e voltei a observar o salão, logo meus olhos haviam se chocado com a pessoa que havia se escondido de mim ou me evitado.
- Essa não... - sussurrei para mim mesmo, estava observando Timothy chegando o local, e então logo pouco mais a frente dele estava Sebastian, passei a mão pelo rosto lembrando do Warbler também junto comigo na festa do acidente. Um garçom neste exato momento passou e então peguei uma taça de champanhe passando do meu limite que havia me permitido, entornei ela de vez e respirei mais uma vez fundo para me acalmar, a pressão atmosférica naquela lugar estava pesando sobre mim e então para me deixar mais em pânico Stephen resolvia me responder também com uma cantoria.

Olhei para o palco um tanto apavorado, engolia a seco enquanto as palavras da letra de Maps do Maroon 5 invadiam meus ouvidos me dilacerando como uma faca de açougueiro cortando uma peça de carne, as ações, os olhares e as palavras ditas com convicção me afogavam em uma avalanche de neve me sufocando e então só pude apenas observa-lo para ver aonde tudo iria acabar.

A mão do loiro me retirou da cadeira, olhei para ele enquanto as ultimas palavras da música eram pronunciadas assim mais uma ordem de letras agora sem ser de alguma estrofe era pronunciada e o bum aconteceu, a mão dele me puxava para um beijo forte e com gosto de álcool, nosso lábios se uniam enquanto meus olhos ficavam abertos, meu coração disparou no mesmo momento e foi ali que percebi, se eu me obrigasse a empurrá-lo poderia estar deixando algo oculto passar, fechei meus olhos e deixei a emoção me levar, me rendia finalmente ao outro fazendo de nós um casal apaixonado.

Após me afastar olhei para ele, não emiti som, não quis falar nada e apenas deixar minha ação falar por mim, passei minha mão em seu rosto e mordi meu lábio inferior com leveza, me aproximei novamente e dei um colante nele e logo me virei, foi ai que consegui dizer algo:
- Eu já volto... - caminhei em direção a saída da festa passando pelos seguranças e então caindo na zona externa do local, pude perceber mais apresentações ocorrendo, mas deixei pra lá, apenas queria respirar e absorver tudo aquilo, eu queria me acalmar e tentar encaixar as coisas em seus devidos lugares, porém, parecia que o destino estava conspirando contra mim, ou estava brincando comigo.
- Sebastian? - observei alguém no lado de fora parecendo também fazer o mesmo, e pelas costas pude identificar quem era. Eu o conhecia.
- Ér... Oi. - caminhei até ele parando ao seu lado e olhando para o céu vendo as estrelas na imensidão escura.
- Parece que estamos procurando o ar puro ao ar tenso. - olhei para direção da entrada da festa. - Tanta coisa acontecendo de uma vez só, precisei respirar também...
Mergulhei minhas mãos aos bolsos da calça social e fiquei a esperar ele responder.




____________________

...try to be yourself...

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Pierre D. Lis em Seg 29 Dez 2014 - 1:48



a noite...
Seus braços estavam entrelaçados quando o rapaz por fim se dera conta do ocorrido. Seu corpo não mais o obedecia, era movido por uma vontade oculta de corresponder aos gestos da garota. Ele sorrira enquanto seus olhos varreriam o local. A decoração era variada, percebeu o rapaz, mas não fugia do tema inicial: Inverno. Prosseguiram, ambos, por entre um caminho que levava direto a interior da festa, e ao longo deste fora possível se observar aglomerados de pessoas, rostos que Pierre não tivera qualquer interesse em conhecer, porem ele sabia devido aos olhares, aquelas pessoas conheciam aquela que o acompanhava.

Durante seu percurso junto a garota, num momento de distração enquanto ela buscava rostos conhecidos, ele tomara em mãos um simples e pequena botão de rosa branca que se encontrava posta de forma singela em um glamouroso buque. Era estranho o porque daquele singelo botão ter-lhe chamado atenção, mas fora uma ação não pensada, um movimento que mais se enquadrava em espontâneo. Levou a mão que segurava o botão as costas, no intuito de oculta-lo, enquanto ainda se mantinha a caminhar com o outro braço entrelaçado ao dela. Ela falou, e ele jurou ter sido pega em sua ação descuidada.

Para sua surpresa seu movimento ainda se mantivera em segredo, e isso o agradava. - Acredite... - Disse ele por entre um sussurro apos um suspiro de alivio. - Os olhares não estarão destinados a mim essa noite. - Era uma verdade não dita, uma vez que palavras não seriam suficientes para coloca-la em uma frase: Mary estava bela, tão bela que nem mesmo a magnifica decoração conseguia tomar o destaque de sua beleza. Porem Pierre sussurrara tão baixo que a garota não parecera notar, e isso o satisfez. Ela se virou, e por fim o encarou, deixando-o um pouco desconsertado e forçando-o a recuar. Ele sorriu procurando disfarçar a surpresa, e ela se pós a falar.

Ele queria gargalhar, falar sobre ele era o mesmo que ouvir uma historia monótona e entediante, não havia algo realmente interessante. Se sua historia fosse colocada em um livro, as pessoas parariam com a leitura por entre a segunda pagina.

Ele então levara a mão que segurara o botão de rosa até um ponto que ficasse entre ambos, deixando a flor visível a garota pela primeira vez. - Façamos assim. - Disse ele com um rápido sorriso. - Faça três perguntas, três coisas que queres saber sobre mim. - Esperava que ela pegasse a flor, e com isso aceitasse o acordo, não era intensão dele revelar tudo sobre si numa primeira noite. Queria ainda mais, e se pudesse através das perguntas prolongar seu tempo com ela, seria o mais misterioso possível.

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Mikhaël Souniére em Seg 29 Dez 2014 - 17:37




frost dance!


i'm not just waiting
i’m walking to find you
Ótimo! Se não bastasse apenas ter me enrolado com as minhas palavras, agora ele ria de mim? Sentia cada vez mais o rubor tomar conta da minha pele branca, não de nervosismo como alguns ficariam por ter alguém rindo. Mas sim de vergonha. Queria enfiar minha cabeça de baixo da terra, assim como os avestruzes fazem quando se sentem ameaçados. Beberiquei mais da bebida, tentando esconder a vermelhidão e claro, evitar que ele percebesse minha intensificação maior de timidez. Não costumava ser assim. Afinal, meu maior sonho era lançar meus discos, fazer turnês e realmente ser um cantor reconhecido. Pessoas que desejavam tão alto assim, não poderiam jamais desfrutar desse sentimento. Eu era uma dessas pessoas. Desconhecia disto, pelo menos até sair com alguém. Péssimo. A palavra que me definia em encontros ou qualquer coisa do gênero, sempre dizia alguma besteira e acaba por ter pessoas rindo de mim. Dei graças quando vi que com ele, seria completamente diferente. Lucian sabia me tratar de um jeito que ninguém mais sabia. Me tranquilizava.

Sentia sua mão em meu rosto, seguindo o contorno da máscara. Seu corpo estava incrivelmente colado ao meu, seu rosto distanciava-se do meu apenas por mínimos centímetros. Puxei o ar, sentindo seu cheiro graças a proximidade, assim como também podia sentir sua respiração. Bem, por um momento achei que ele me beijaria. Para minha infelicidade, não ocorrera.

De repente, uma presença chama a atenção de todos no salão. Pelo pouco que conhecia, sabia claramente que aquela era uma das McCain's. Ela estava linda, era comum a admiração ser direcionada à ela. Exceto a minha. A qual se concentrava nos dois rapazes que ela trouxera junto de si, especificamente, o mais moreno. Um eu conhecia muito bem, era o líder do coral o qual fazia parte. Mas o outro, o que para mim se fazia como desconhecido, sua beleza era encantadora. Ainda olhava-o quando fui puxando por uma das mãos. ─ Ah, me desculpa... ─ Sussurrei, dando-me conta do erro. Como disse: somente agia mal. Segui com ele. O garoto mostrava-se incomodado com a situação. Nada mais justo.

O assunto mudou, talvez a possível chance de ele estar com ciúmes ─ algo que me levava a acreditar que o moreno era ainda mais fofo e carinhoso do que esperava ─ o levara a mudar de assunto. ─ Acho que normal. ─ O respondi sorrindo, ignorando toda e qualquer das magníficas apresentações que ocorriam, focando-me em seus belos olhos novamente. Passei meus braços por seus ombros, prendendo minhas mãos atrás de sua nuca. Meu corpo chegava cada vez mais perto dele, mas do nada, tudo que me sobrara fora a falta de reação.
wearing: this and this | with: lu
(c)

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Convidado em Seg 29 Dez 2014 - 22:57


Winter Night
Depois de olhar todo o lugar, vejo quase todos os irmãs McCain ali e uns amigos. Sorrio ao identificá-los. Estavam todos lindos, pareciam príncipes e princesas em um baile de filme da Disney. Não que eu esteja fazendo referencia a um filme especial, porque não estou. Mas ali parecia se encontrar Belas, Auroras, Brancas de Neve, Cinderelas e seus respectivos príncipes encantados. Claro que muitos ali era garotos que estavam com outros garotos, mas infelizmente, Disney não havia colocado em sua trama nenhum casal homossexual, mas o que valia era a intenção.

Ao olhar para o garoto, reparo que ele está perdido no meio de todos ali, como se ali não fosse seu lugar, o que lhe intrigava ainda mais. Se tinha uma coisa que mexia comigo, era a curiosidade. Ele mexia muito bem nesse exato ponto, me fazendo querer conhecer mais e saber sobre ele. Sorrio ao ver o botão de rosa na sua mão e reparo que ele estava me oferecendo junto com uma proposta muito interessante, que me fazia enxergar um ótimo jogo, ele queria se abrir e ao mesmo tempo ser. Seguro rosa na altura do rosto para sentir o seu perfume melhor, e de certa forma, aquela rosa já estava com o perfume dele e então sorrio.

– Bem, três perguntas... – Pensa alto. – Bem, seu nome é muito francês, tem alguma ligação com a França? – A pergunta apesar de soar séria, era meramente para descontrair, pois qualquer um que ouvisse acharia idiota, mas valeria apena qualquer coisa para fazer o garoto rir. Eu sentia que ele precisava rir e eu precisava lhe proporcionar isso. Era quase que uma obrigação para aquela noite e deveria estar na sua lista de coisas pra fazer na festa ”Fazer Pierre se divertir” . – A segunda pergunta... – Arqueia a sobrancelha, notando o quanto óbvio é a pergunta. – Quais são suas coisas básicas preferidas? Como cor, comida, musica, Beatles preferido... – Brinca – O que você acha sobre mim?

A ultima pergunta é de certa forma a que mais me interessava, de certa forma. Costumo me conhecer mais segundo a visão de outras pessoas. E naquele momento, a sua visão era muito importante. Iria passar a noite toda com ele naquele baile e queria que aquele momento fosse especial. Sem contar que a tentativa de conversa com perguntas seria muito valida. Nesse momento vem algo a minha cabeça no qual eu tinha deixado escapar. E antes que ele pudesse responder as perguntas falo. – Eu acho que pode fazer três perguntas pra mim também, acho muito válido.
by: mary


Convidado

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Liam Patrick St James em Ter 30 Dez 2014 - 13:14

Aquilo que Stephen estava fazendo, particularmente já estava me irritando. - Não Tyler, ele não entendeu. - soltando um leve sorriso de lado ignorando ambos, eu não podia fazer nada mais a não ser ficar ali, bebendo.
.

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Stephen Adam Thompson em Ter 30 Dez 2014 - 15:25



 
 
  
I love you!
The Way To You!
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A
noite só estava começando e vários acontecimentos já se concretizaram, apresentações de diversas pessoas, mas a que mais marcara naquela noite, seria a declaração de amor ao Tyler em publico. Muitos olhares seguiram ambos, pois muitos queria ver o desfecho, porém não havia ninguém mais aflito do que o próprio Stephen a espera de uma resposta.  Os segundos que se passaram foram uma eternidade para o rapaz, ele se perdeu nos segundos até que seus lábios fossem unidos, pois esperando de Tyler nenhuma possibilidade poderia ser descartada. Sentiu então seus lábios unidos.

Stephen ficou estático por um tempo, mesmo que o beijo que provocara estava sendo retribuído, ele não sabia como reagir aquilo. O álcool em seu organismo o fizera fazer coisas impensáveis que jamais faria sóbrio, agora não tinha volta, o amor fora dito e recebido e a responsabilidade aumentada. Pela primeira vez o gosto do álcool o excitou, sentiu o gosto vindo dos lábios de Tyler e o tomou nos braços com mais anciã, o beijo que fora ele tanto esperou finalmente acontecera.

Então eles se separaram e ali permaneceu Stephen olhando nos olhos de seu amado, uma vontade repentina de tomar-lhe nos braços novamente apareceu, porém o silêncio que se seguiu o fez recuar. Os dois permaneceram ali parados olhando um para o outro, nenhuma palavra fora proferida, afinal o que eles diriam um para o outro naquele momento? Não precisava de palavras para demonstrar oque ambos estavam sentidos, a ação tomada de Stephen e a aceitação por parte de Tyler já dizia tudo.  Sentiu então a mão do mesmo sobre seu rosto, muitas vezes aquele gesto fora feito, porém nenhum outro com o mesmo significado do atual. A mão de Stephen já estava sobre a de Tyler acariciando-a e fora então que o sorriso apareceu no rosto do loiro demonstrando o quanto feliz estava. E foi naquele momento que ele se lembrou também de ficar com vergonha.

- Tudo bem... - Disse Stephen dando um passo para o lado deixando com que Tyler saísse um pouco. Era compreensivo o pedido do mesmo, afinal ocorrera tudo tão repentinamente, o amigo que antes nem conseguia olhar na cara de Tyler, estava mais próximo do que nunca. Olhou até que ele desaparecesse pela porta e então virou para o balcão colocando seus dois braços cruzados sobre esse e por fim escondendo seu rosto. E de imediato a vontade de vomitar. Ele havia bebido de mais.

Colocando a mão sobre a boca deixou o lugar aonde Liam estava e foi até o banheiro para liberar tudo que havia bebido. Não demorou nem um segundo para que ele vomitasse ao chegar no banheiro. E foi ali que ele aprendeu que nunca mais beberia tanto como aquela noite. Foi até a pia e abriu a torneira pegando um pouco de água com a mão e jogando sobre o rosto. Lentamente foi erguendo a cabeça e vislumbrou seu rosto pelo espelho. Estava feliz.




____________________

                17 Anos Warbles Just as long as I breathe, I will remember you.  
Stephen Adam Thompson

TKS CLUMSY @ SA

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Anthony Miles em Ter 30 Dez 2014 - 17:23

The Ball...
Say, lend me a coat - It's up to your knees out there, I thrill when you touch my hand. How can you do this thing to me?✖
Think my lifelong sorrow, If you got pneumonia and died.
Garçons passavam oferecendo bebida e Anthony gentilmente tentava recusar, ele estava dirigindo e não iria beber, além de não querer ficar bêbado esta noite, ele ainda tinha planos. Olhou para Dexter com o canto dos olhos que estava bebendo a bebida que havia oferecido anteriormente. Ele tinha mudado desde sua viagem e Anthony estava um pouco apreensivo sobre tantas mudanças, era tolo, mas ele não queria que Dexter mudasse totalmente, pois se ele tivesse mudado totalmente talvez não gostasse mais do modo que Anthony é e encontrara outra pessoa mais interessante.
Ele notou que outra irmã de Dexter havia adentrado o recinto, mas não prestou muita atenção nela, o único McCain que lhe interessava estava bem do seu lado e ele era o único que Anthony sentia vontade de beijar. Anthony percorreu os olhos pelo salão e percebeu que vários casais começavam a dançar. Talvez a dança fosse o correto para tirar aquele silêncio entre ele e Dexter. - Anjo? Você gostaria de dançar? - Perguntou com a voz insegura estendendo a mão na direção do garoto de olhos azuis.

But baby it's cold outside...

____________________


Anthony "Tony" Miles
Vocal Adrenaline | Broadway Baby || Dexter ♥️

credits @

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Re: Chalé Principal

Mensagem por Silver W. Blackheart em Qui 1 Jan 2015 - 21:33



Hot or Cold?


O baile continuava enchendo. Mais rostos conhecidos eram observados á medida em que entravam no baile... Só eu, ficava á espera que o caloiro me trouxe-se o produto que realmente estava a precisar. Não ia ser todos os dias e como eu falo sempre, "é só em alturas especiais".

O som das músicas se alastrava pelo ar, juntamente com as risotas e conversas dos restantes convidados do baile. Queria manter a paciência, mas esperar não era umas das minhas qualidades, e isso se via a partir do momento em que comecei a bater impacientemente com o pé no chão.
A brisa gélida, soprava no meu rosto tentando de certo modo, me apaziguar, mas sem sucesso. Um misto de sentimentos não muito bons, começavam a reaparecer dentro de mim. Se a vontade de vir já não tinha sido muita, muito menos era agora.

Instantes depois, meus pensamentos tinham sido quebrados por uma voz que me era peculiar... Cantava com sentimento, uma voz grossa e levemente rasgada, mas agradavel de se ouvir. Franzi as sobrancelhas confuso. Vasculhava na minha mente quem seria o novato que estivesse a cantar, até porque eu já tinha ouvido aquela voz em algum lugar... Tinha de tirar minhas dúvidas.
Dei assim meia volta, e espreitei pela grande entrada... Minha estranha suposição de ser um novato estava completamente errada... Era Tyler, cantando para outro garoto. Fiquei ali ao canto escutando o ritmo que já ia acabando. Sorri levemente baixando o olhar, afinal o que era melhor do que ver, sem ser visto? Dei gargalhadas baixinhas.
Porém, era algo que desvanecia aos poucos quando foi a vez do outro -  Steph - cantar. Pensei e pensei. Droga!
Escutei com a atenção a letra da música... E relembrei da letra da música que Tyler havia cantado. Aquilo era um modo de exprimir algo, mas o que me surpreendeu estava para além do que umas simples músicas cantadas ao ar livre daquele clima esplêndido...

O fim tinha sido marcante. Nada mais. Foi tão óbvio que nem tenho que explicar muito.
Sorria sarcásticamente enquanto dava de costas e dava de caras com o garoto que me tinha ido buscar o pedido. Era cocaína, e guardei o saquinho no bolso interior do casaco. Roubei por instantes a vodka preta que ele trazia na mão e voltei para o mesmo lugar, olhando para o céu. Dei dois goles... Tinha uma sensação estranha de momento... Sentia raiva de algo que não era meu...

Dei de ombros. "Pára Sebastian... Só se afasta disso." - pensava. Mais 3 goles ingeridos. Estava a pensar em consumir do meu novo produto, mas tinha de pensar num sítio mais escondido... Quando o inesperado aconteceu.

Meu nome tinha sido proclamado por alguém. Olhei para o lado e pude ver o Warbler estático olhando para o céu. Escutando cada palavra sua com atenção, só me esforçava para não demonstrar timidez... Meu orgulho f*de tudo. Permaneci sério olhando as estrelas seguindo de mais uns 4 goles seguidos que me esquentavam inteiramente a garganta. Sorri de forma arrogante e fria, mantendo sempre aquela ar simpático porém visivelmente fingido e respondia - É. Especialmente quando o clima é quente...

Olhei para o garoto e encostei a garrafa no seu peito com a intencão de que ele ficasse com ela nos braços. Dei dois leves tapas no seu ombro e prossegui o diálogo - Vai lá para dentro. Tem pessoas à sua espera...

Se me custava ter de afastar um amigo? Sim. Obviamente... Visto que não eram muitos os que tinha no momento, mas são eu já não estava, então me afastei me enfiando no meio á multidão de pessoas. Iria dar uma volta pelo recinto exterior da festa. Tinha "coisas" a fazer.
thanks juuub's @ cp!  

____________________

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