Suíte Master D.S.O.

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Suíte Master D.S.O.

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sex 20 Mar 2015 - 20:25

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suíte master D.S.O.
Convidado, você está situado no cômodo designado à Dianna Overwhelming. O quarto fora procriado por um designer chinês, com tecnologia de ponta. A porta não é comum em prol das outras demais. Só pode ser aberta com as impressões digitais de Dianna, e de Paz¹, através de um painel biométrico situado ao lado da porta, embutido em um suporte na parede. Seu interior é composto por objetos pessoais, estritamente reservado. Ao canto esquerdo, encontra-se uma porta que dá para um outro quarto, o qual a morena tem como seu closet. Fileiras de roupas ordenadas entre casuais, sociais, despojadas, esportivas, vintage, e todos os tipos de estilos possíveis. Prateleiras com fileiras de sapatos, de salto, sapatilhas, sandálias, botas, coturnos. Mais ao fundo, quatro fileiras para perfumes, e ao lado, seis, para cremes e demais coisas para cuidar da pele e cabelos.

No outro extremo, a suíte. É tão grande, a ponto de ter pegado um espaço igual para a construção de um quarto não tão grande quanto o próprio, mas quase. O quarto possuí controle de iluminação verbal, e tem uma vista excepcional de boa parte de Lima, inclusive do lago Marina Island Ohio, que cortava todo o distrito, fato dado por conta da única janela que cobria toda a frontal do cômodo por uma parede de vidro temperado e blindado que ia do chão ao teto.





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TEMPLATE CRIADO POR THUNDER.



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Re: Suíte Master D.S.O.

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sex 8 Maio 2015 - 20:42



The mood is set
I got a secret that I wanna show you oh. I got a secret so I'mma trolli it to the flo' oh. No teasin', you waited long enough. Go deep, Imma throw it at cha can't catch it.
O final de semana finalmente havia chegado. Tão esperada, a sexta feira estava chegando ao seu pico. Sentada em um dos sofás da sala, Dianna observava a tela do celular, encarando fixamente a mensagem que havia recebido mais cedo. Escolha a cadeira. O que Shannon queria dizer com aquilo? Coçou a nuca, sentindo-se arrepiar de repente, uma sensação de ansiedade corroendo cada nervo que podia. Bloqueou a tela do eletrônico na mão, e resolveu subir para o quarto. Respirou fundo algumas vezes, tentando esvair o nervosismo do corpo, mas era meio que impossível. Shannon era imprevisível, poderia estar aprontando qualquer coisa, e o fato de se surpreender com o que quer que fosse, deixava a morena um pouco aflita.

Ao entrar em seu próprio quarto, teve o vislumbre da iluminação ambiente ter sido alterada. Estava mais baixa do quê costumava deixar. Uma cadeira havia sido posicionada próxima a cama, e não se lembrava de ter posto o objeto ali. Fechou a porta, caminhando vagamente até perto da cadeira, quando sentiu um corpo colar-se ao seu. Antes disto, sentira o aroma específico da pessoa, e já sabia quem era, por este motivo. O cheiro estava muito mais forte. ou era o nervosismo lhe deixando com o olfato mais aguçado? A camisa de botões que vestia - em tom de branco leitoso - estava com as mangas dobradas até os cotovelos, e o ventinho vindo do climatizador - que estava mais fraco - arrepiava cada centímetro de pele nua. O mesmo acontecia nas pernas, onde apenas um short jeans cobria o quadril, deixando as coxas descobertas. Ia se virar, mas antes, o sussurro de sua morena havia lhe impedido de qualquer movimento.

"Tenho algo para você. Só escolha a cadeira." Observou de relance a cadeira já perto da cama. Não queria sair dali, agora. Então, apenas virou o rosto, fitou o objeto inanimado, e deu alguns passos para perto.

Vai ser essa. — murmurou, tentando enxergar a garota com o máximo de visibilidade possível.


You know I'm feelin you huh, know you likin' it.

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Re: Suíte Master D.S.O.

Mensagem por Convidado em Sab 9 Maio 2015 - 1:06


So you already know what's next

Ela estava mesmo prestes a dar uma dança de colo? Oh, sim, ela estava. Talvez o fato do coração estar batendo em ansiedade deixava essa pequena indagação ainda mais realista. Ou talvez pelas roupas que usava.  Não que estivesse vulgar, a lingerie preta – com alguns detalhes em grafite -, havia ficado perfeita em seu corpo. Sem contar o robe (que havia transparência em algumas partes estratégicas), que ia até metade das coxas e mostrava a quantidade exata de pele. Quem, acidentalmente, a visse, pensaria que ela apenas estava confortável para uma noite de sexta-feira na casa extremamente grande de sua noiva. Ou estava vestida de um jeito que facilitasse os movimentos de um lap dance.

Respirou fundo, parando de fintar a imagem refletida na superfície lisa do espelho. Ela não precisava ficar nervosa, precisava? Digo, era só Dianna. Sua noiva. Saiu do banheiro, adentrando o quarto enorme que era o da morena e olhou ao redor, checando se tudo que precisava estava devidamente arrumado e em seu respectivo lugar. Ela não precisava de muito. Na verdade, ela precisava apenas da cadeira que já estava a alguns passos da cama, estrategicamente colocada ali e da iluminação perfeita. Foi uma situação estranha quando chamou um daqueles armários engravatados que trabalhava para a menina de olhos castanhos e pediu por umas das cadeiras que havia visto em uma das visitas que havia feito na mansão Overwhelming. O cara a olhou desconfiado, mas atendeu seu pedido sem demoras, trazendo o assento exato que havia pedido. Parou de andar pelo quarto quando escutou passos no corredor, se aproximando da porta. Dianna, finalmente, havia chegado. Rapidamente, caminhou em direção ao som e se encostou à parede ao lado dele, deixando apenas sua silhueta à vista enquanto deixava a música semipronta.

Não era novidade a grande “força” que a levava de encontro à Dianna; existia aquela necessidade de sempre estar em contato - por menor que fosse - com o corpo moreno, sentido a pele, que sempre estava muito quente, da menina, em contato com a sua. Assim que a garota adentrou o quarto, os pés de Shannon a levaram, quase que instantaneamente, em direção à noiva, parando apenas quando a parte frontal de seu corpo estava completamente colada nas costas da outra. – Você demorou. – Sussurrou contra o ombro da garota, logo após aplicar um beijo demorado na região. – De qualquer forma – Continuou, sem dar espaço ou tempo para alguma explicação. - Eu tenho algo para você. Só escolha a cadeira. – Se afastou, indo de encontro, novamente, ao som.

Olhando por cima do ombro, checou se a noiva estava devidamente em seu lugar. Sorriu de canto ao ver a garota sentada na cadeira, um pouco inquieta e a encarando com uma expressão um pouco ansiosa, aguardando o que viria. Em uma onda de coragem, apertou o play do equipamento de som ultramoderno que tinha no quarto de Dianna. Ela podia sentir o olhar grudado em suas costas, fazendo com que seu coração batesse mais forte e um ponto específico entre suas pernas pulsasse em antecipação. Tomou um último fôlego antes de a introdução soar pelo ambiente, o pequeno solo do teclado dando a ideia de qual seria o ritmo que a música seguiria.

Os pés, em contato com a madeira lisa que forrava o chão, giraram em seus calcanhares, encontrando a imensidão castanha lhe encarando. Sem piscar. Permitiu-se fechar os olhos por alguns milésimos de segundo, liberando a ansiedade e nervosismo de seu corpo. Shannon mal se movia, deslocando o quadril para os lados como se sentisse a música. Ela não se importava mais se estava prestes a pressionar todo seu corpo contra o da garota sentada a alguns metros de si – fato que já não era novidade para ambas, mas nunca haviam passado por essa situação -, ou se a nave Progress estava adentrando a atmosfera naquele exato momento. Na verdade, nada mais fora daquele quarto importava.

The mood is set,
So you already know what's next.
TV on blast,
Turn it down,
Turn it down.
Don't want it to clash with my body screaming now.
I know you hearin' it, you got me moaning now.

Lentamente, Shannon empurrou o quadril para frente, dando os primeiros passos em direção à noiva. Ela pode notar os olhos fixos em suas pernas expostas, fazendo com que a garota soubesse exatamente o que fazer e a onda de confiança lhe atingir. Com um giro lento, o corpo esguio estava na frente da morena, o quadril fazendo movimentos leves, quase que de forma inconsciente. Inclinou-se, apoiando as mãos uma de cada lado da perna torneada e deixando o rosto no nível do da garota, os olhos sempre em contato com os dela e o quadril mantendo os movimentos. Seus dedos esquerdos traçaram, de forma suave, a região onde se encontravam, depois fez o mesmo com o joelho e com a parte interna da coxa, aplicando uma leve pressão nessa última para fazer com que a garota abrisse as pernas para permitir a entrada do corpo que estava em pé.

I got a secret that I wanna show you, oh.
I got a secret imma trolli em to the floor, oh.
No teasin, you waited long enough.
Go deep, Imma throw it at ya, can't catch it.
Don't hold back, you know I like it rough.
Know I'm feelin ya, huh. know you liking it, huh.

Embora a visão dos olhos de Dianna fosse uma coisa que poderia encarar por horas, não era isso que ela queria no momento. Ergueu o tronco alguns centímetros, o suficiente para poder empurrar os ombros da morena com as pontas dos dedos, fazendo com que a mesma tivesse as costas colada no encosto da cadeira. Os dedos longos da morena de olhos azuis seguram firmes os músculos tensos dos ombros da outra, enquanto segurava-se no lugar antes de começar, realmente, a dançar. Deixou o corpo ainda mais próximo do da morena, inclinando-se um pouco para baixo no intuito de alcançar os lábios rosados e aplicar um longo selinho. Afastou-se meio passo da garota, virando o corpo e se inclinando em direção ao chão, dando a Dianna uma boa visão do que estava por baixo do robe. O quadril mantendo o balancear lento e provocativo.

So why you standing over there with ya clothes on,
Baby strip down for me, go on take em off.
Don't worry baby, Imma meet you half way,
Cause I know you wanna see me.

Tornou a virar, um sorriso ladino brincando em seus lábios. Suas ideias se jogaram da janela quando viu a expressão de sua noiva. Definitivamente ela não seguiria o pequeno roteiro que tinha em mente. O sorriso desapareceu segundos antes das mãos irem de encontro com a faixa que mantinha o robe preso em seu corpo. Desfez o laço da forma mais lenta que pode – e sua ansiedade permitia, já que ela estava doida para começar o que tinha preparado -, revelando as peças negras que vestia. Mordeu o canto do lábio inferior ao perceber que havia retirado a “roupa” exatamente na parte que a voz de Rihanna soava com o “strip down for me, go on take em off”. Deixando a vestimenta de seda cair aos pés, voltou a fechar o espaço entre os corpos, dessa vez serpenteando os braços ao redor do pescoço da morena, dando-lhe uma espécie de apoio enquanto passava uma perna de cada lado do quadril da garota.

Almost there (huh huh)
So baby don't stop what you doin' uh huh (uh)
Softer than a mutha, boy, I know you wanna touch
Breathin' down my neck
I could tell you wanna (ohhh)
And now you want it like (ohhhh)
Want you to feel it now

Elas estavam agora frente a frente. Shannon estava montada sobre Dianna, o quadril se movendo lentamente com a música. A dona dos olhos azuis deslizou o quadril em um movimento mais marcado e forte e sentiu o corpo da outra reagir a isso, balançando o próprio junto com o seu. Estavam sincronizadas, como se tivessem ensaiado. Shannon colou os corpos ainda mais, o som do baixo a fazendo se movimentar de acordo com a vibração. Ela se moveu um pouco mais rápido, enterrando o corpo contra o da noiva. Seios pressionados, estômagos deslizando, apertos fortes em volta da cintura da garota que estava por cima, Shannon movimentando o corpo para cima e para baixo (de forma que sua bunda ainda fazia movimentos circulares e exatos sobre o centro de Dianna), e a outra garota ainda usava roupas demais. Havia algo muito errado ali.

No heels, no shirt, no skirt
All I'm in is just skin
No jeans, take em' off
Wanna feel yo' skin
You a beast oh
You know that I like that (yo' skin)
Commere baby
All I wanna see you in is just skin
Oh oh, yo' skin
Oh oh, just skin

Ela abriu um pequeno sorriso ao elevar os olhos e se deparar com a imagem de Dianna de olhos fechados, com a cabeça jogada para trás, com uma expressão de puro prazer. Tudo indicava que estava indo bem. Deslizou as mãos pelos ombros cobertos pela camisa branca  –resultando na morena abrindo os olhos e retribuindo o olhar que recebia -, escorregando para a parte frontal do tórax e levando os dedos ao primeiro botão fechado, abrindo-o com um pouco de dificuldade, já que a respiração quente da noiva em seu pescoço e os pequenos sons que saiam da garganta da outra lhe tirava toda a concentração. Se é que existisse concentração. Os movimentos circulares ainda estavam sendo feitos, ganhando um pouco de velocidade à medida que os segundos se passavam e a pressão entre as pernas da morena aumentava . Após algumas tentativas frustradas, conseguiu, enfim, desabotoar a camisa que a noiva usava, jogando a peça no chão, de qualquer forma. Umedeceu os lábios ao ver a quantidade de pele que agora estava à mostra, espalmando, arranhando, o abdômen perfeito que estava a sua disposição. Voltando a envolver o pescoço da garota com os braços, segurou nos cabelos de Dianna, em um apertão forte. Ela queria que a noiva a dominasse. Em um movimento rápido, ajustou a posição: agora Shannon estava sentada em apenas uma coxa da outra, com a perna esquerda entre as da mesma. Exatamente onde ela queria estar.  

All in baby don't hold nothin back
Wanna take control, ain't nothin wrong with that
Say you likin how I feel, gotta tell me that
Just put your skin baby on my skin

Começou a dançar novamente, seu joelho, algumas vezes, indo de encontro com o centro de Dianna. Ela sentia o calor que exalava de lá e momentaneamente esqueceu-se de dançar, já que por um movimento feito pela menina de olhos castanhos, seu sexo entrou em contato com o músculo da perna onde havia se colocado. Ouviu um “porra” vindo de Dianna e se perguntou se finalmente a garota havia percebido o quão úmida estava. Ignorando completamente a música, um novo ritmo foi imposto, desta vez a garota que estava sentada na cadeira ajudava Shannon em seus movimentos puxando o quadril da mesma, em um movimento de vai e vem. A californiana girou o quadril uma vez, depois duas e mais uma vez. Ela sabia aonde aquilo ia levar. Suas mãos trêmulas se levantaram e repousaram sobre a pele nua dos ombros de Dianna, desferindo um leve aperto e capturando o momento em que a respiração da outra começara a ficar mais ofegante. Ela queria beijá-la; queria lamber e morder os lábios da noiva. Ela estava, aos pouco, perdendo o controle daquilo que queria fazer.

Os movimentos ficaram cada vez mais rápidos e os gemidos baixos cada vez mais constantes. Shannon não conseguiria parar nem se Dianna a jogasse no chão. Observando a noiva jogando a cabeça para trás, viu-se em seu limite. Ela já estava ignorando completamente a música, ela estava totalmente concentrada na menina abaixo de si enquanto literalmente cavalgava na coxa dela. O apertão forte desferido contra a bunda de Shannon fora a gota d’água para aquilo tudo. Os dentes se fecharam contra a pele do pescoço de Dianna, indicando que a mais nova das duas havia chegado a seu ápice. Shannon entrou em colapso, procurando por um pouco de ar enquanto sentia o corpo esgotado. Ela havia tido um orgasmo só de se esfregar em Dianna! Porra. Engoliu mais um pouco de ar, sentindo as mãos da noiva deslizarem por suas costas, em uma carícia. Aproveitando que estava inclinada, apoiou a testa no ombro direito da menina, escondendo o rosto e a vontade de rir. – Então...? – Indagou antes que pudesse se controlar, esperando algum tipo de reação/comentário da garota que estava comprometida.
Shannon está dando um lap dance à sua noiva no quarto extremamente grande da mesma e usava essa roupa. Antes que me esqueça, esse é o post de número 70 e alguma coisa e esse template foi feito pela clumsy do SA
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Re: Suíte Master D.S.O.

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sab 9 Maio 2015 - 11:04

So baby don't stop what you doin'

Certo. Como se controla um coração disparado a ponto de escapar da caixa torácica, e percorrer uma maratona? O nervosismo, ansiedade, a baixa iluminação, o corpo de Shannon colado atrás do seu, tudo agia para deixar Dianna em um estado complicado. As mãos de sua noiva percorriam seu corpo por cima da camisa social, e em um momento, pararam. "Você demorou." As duas palavras, por mais simples que fossem, foram capazes de enviar um choque por toda a espinha dorsal da morena de olhos chocolate, que fora obrigada a fechar os olhos por uma fração de segundos, após o longo beijo aplicado em seu ombro. "Tenho algo para você. Escolha a cadeira." Ao ter o corpo liberto para percorrer o curto caminho até a cadeira fora o bastante para fazer um arrepio ansioso percorrer o corpo. A nuca de Dianna parecia sobrecarregada de uma energia viciante, que poderia devasta-la ao primeiro toque na região. Aproveitou para sentar-se na cadeira, temendo por alguns segundos, ao imaginar se não deveria esperar a ordem da morena de olhos azuis. Assim que se sentou, deixou os cotovelos apoiados sob os joelhos, um tanto inclinada para frente. Em um primeiro momento, encarava o chão, umedecendo os lábios furtivamente. Ao erguer o rosto, teve a visão de sua noiva vestindo um robe de seda. E porra. Ela ficava fodidamente sexy com ele. Ele ainda lhe deixava a maravilhosa visão das longas pernas morenas da menina. Uma música havia começado a soar pela suíte. Porra, porra. Skin. Shannon deu um passo a frente, e quando os olhos chocolates procuraram os azuis, vira algo novo, diferente de tudo que já havia visto ali. Onde esta sua inocência, minha morena? perguntava-se mentalmente. Mas, queria que a inocência perdida continuasse onde estava agora. Engolindo a seco, sua mente revirou em um processo rápido e eficaz. Uma dança de colo? Oh, caralho.

Seu quadril balançava ao ritmo sensual da música escolhida, quase que como se tivesse vida própria, mas em um movimento inconsciente. A vontade de Dianna? Rasgar aquele robe, livra-la de qualquer peça de roupa que usasse, e faze-la sua ali, agora. Com aquela música de fundo. E claro. Um belo de um tapa em sua bunda. Estava prestes a unir as mãos, aperta-las para extorquir a vontade de usá-las em cada parte do corpo da noiva, uma pressão é feita entre suas pernas, obrigando-a à abri-las e dar espaço para a morena agir. E foi o que fez. O movimento em seu quadril não havia cessado, nem mesmo o contato ocular. Podia sentir a corrente sanguínea virar fogo, um mar de lava correndo bem abaixo de sua pele quente, tornando-a quase que febril. As mãos da menina guiaram seus ombros, até que estivesse encostada na cadeira. Aproveitou para respirar profundamente, um ar pesado, carregado pela excitação que sentia e que estava propensa desde que havia entrado no cômodo. O azul deixou o castanho, deixando Dianna um pouco aflita. Seus olhos seguiram diretamente para o quadril de Shannon, observando como ela dançava fielmente ao ritmo da música, causando uma incômoda pulsação entre suas pernas. Afastando-se de sua noiva, não antes de um selinho, a dona dos olhos claros virou-se, inclinando o corpo para o chão, levantando um pouco o robe. Puta que pariu. Dianna pôde ver bons centímetros de pele serem expostos sadiamente com aquele gesto. Se remexeu inquieta na cadeira, contendo as mãos, apertando as laterais do acento com tanta força, que deixara visível os nós completamente brancos de seus dedos. O maxilar estava trincado, fechado em um aperto forte, duro.

Tornou a respirar profundamente, e como sempre acontecia, o mar de lava havia percorrido todo o seu corpo, as chamas resplandecendo nas íris chocolate da morena sentada, escurecendo, tornando-se quase que completamente negras. As pupilas? Terrivelmente dilatadas. Por que? Shannon havia voltado a virar-se, e lentamente - em uma tortura planejada, sabia disto - desatou o laço da vestimenta de seda, deixando-a escapar por entre seu corpo, até que atingira o chão. Bem no momento que a música praticamente exigia um stripp. Fechou os olhos por um nano segundo, a mente cheia de possíveis maldades a se fazer com aquela mulher. Sim, mulher. Qualquer traço de menina inocente e divertida havia deixado a noiva, e agora, podia ver o seu lado mulher, extremamente perigoso para sua sanidade, que já estava praticamente extinta, àquela altura. Ah, ela sabe provocar. Mais uma vez, ela havia se aproximado, acabando com a distância entre os corpos. A sensação de perigo era gritante daquele ponto. Estavam frente a frente. Corpo a corpo. A morena sentada sobre o colo da outra tratou de mexer o quadril, e desta vez, fora acompanhada. A cabeça jogada para trás, os olhos fechados, a garganta seca, o corpo em chamas... Dianna sentia todos os movimentos feito pela sua menina, que posicionou-se ainda melhor, marcando um movimento forte ali por cima. Todas as partes de seus corpos estavam se tocando, e porra. Mil vezes porra. Aquilo era a coisa mais deliciosa do mundo. Um gemido fora escapado, rouco, falho, da garganta da morena de olhos castanhos, ao ter a bunda da noiva pressionada contra seu centro. Caralho! Tornou a encará-la de volta, quando sentiu sua mão passear pelo tronco, especificamente pelo tórax, onde Shannon encontrara o primeiro botão da camisa que estava usando. Percebeu a dificuldade da menina ao desabotoá-lo, e entendia o que supostamente se passava com ela. Não estariam muito diferentes, hm? Após desabotoar de um por um, arrancou a peça, jogando-a de qualquer jeito, ao lado de onde estava. Logo suas unhas trabalharam em arranhões feitas no abdome definido de Dianna, que gemia ainda erroneamente, baixinho, a cada novo movimento de quadril e arranhão. O pulsar entre suas pernas era mais que violento, descontrolado e incômodo, agora. Deixou as mãos na cintura da noiva, ou acabaria amassando ou quebrando a cadeira, de tanto apertá-la. Assim que os dedos da morena que recebia a dança de colo percorreram a pele da cintura curvilínea da mulher em seu colo, um novo arrepio domou-a por completo. Queria Shannon. Queria estar dentro dela, possuindo sua mulher da forma menos prudente possível. A amava, muito, mas ver tudo aquilo, daquele jeito... Deixava as coisas em um nível absurdo de tesão, desejo, luxúria. E para dar um golpe final, Shannon havia se remexido, sentando sobre a coxa de sua noiva, mexendo o quadril em um tipo de teste de posição, esbarrando o joelho contra o centro de Dianna, arrancando-lhe um novo gemido. Esta, podia ouvir a música, todo o seu desfecho, e tinha em mente que jamais seria a mesma coisa escutá-la outras vezes. Era certo que este momento sempre lhe viria a mente, e estava ainda mais certa de que, a música não precisaria estar tocando para revivê-lo. Por sua vez, Dianna remexeu-se também. Um músculo de sua coxa deixando-a saliente, ao esticar um pouco o membro, fazendo-a sentir a umidade entre as pernas de Shannon.

Porra — deixou escapar, quase em um sussurro.

Havia dito sob a pele do pescoço de sua noiva, enquanto suas mãos engataram um ritmo nada fraco de vai e vem por seu quadril, ajudando-a em investidas para que se esfregasse ali, em sua coxa. Ainda deixou a cabeça pender algumas vezes, completamente extasiada com aquele ato. Se era uma preliminar? Era uma puta de uma preliminar. Certamente Shannon queria ver até onde ia a sanidade da noiva, e mesmo se não fosse sua intenção, estava tendo uma resposta para isso. E qual era? Estava beirando a insanidade, a loucura. Os movimentos com o quadril ganharam intensidade, as respirações alcançado um único ritmo agitado, pesado, quando a umidade na coxa de Dianna tornou-se crescente. Ao constatar que Shannon havia tido um orgasmo em apenas se esfregar em sua coxa, a morena cravou os dedos em sua bunda. Levantou-se da cadeira, segurando-a por aquela região. Atirou-a sob o meio do colchão queen, tirando o short. Agora estavam de igual para igual. Virou a noiva de costas, despindo-a de seu sutiã negro, jogando-o de lado. Rapidamente, as pontas de seus dedos engancharam-se por sua calcinha. Mais antes... Fitou bem o centro de sua garota. Aproveitando seu recém chegado orgasmo, levou o polegar até onde estaria seu ponto sensível, começando a circula-lo lentamente, e aos poucos, foi adicionando dedo por dedo, até estar esfregando-o com três, de seus cinco dedos. Fazia quase que sem toca-la, e isto estava exigindo bastante até de si mesma. Não podia esperar mais. Não queria, e nem aguentava. Tirou a calcinha do corpo da morena, e fez dela, sua mulher.




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Re: Suíte Master D.S.O.

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