MCCAIN, Hanna Mensdorff-Pouilly

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MCCAIN, Hanna Mensdorff-Pouilly

Mensagem por Hanna Mensdorff-D. McCain em Seg 25 Maio 2015 - 3:05


The Queen

─ Nome Completo:
Hanna Aimée Mensdorff-Pouilly McCain

─ Idade:
Dezessete Anos.

─ Escola:
A Winterfield Academy.

─ Grupo:
Actors.

Personalidade:

Quando se tem um nome que é sinônimo de graça, já é de se esperar que a pessoa portadora seja tão graciosa quão seu nome indica, certo? Graça é algo que jamais faltou a Hanna McCain, seja ela a pequena gorducha de cachos espessos e amarelos ou a sua nova versão: uma Hanna magra de cabelos dourados, naturalmente sedutora e perfeita por puro feitio. Ser uma legítima parisiense tem suas vantagens, a classe e o senso único de estilo vem de berço, assim como sua independência; talvez esta seja a palavra que melhor descreva a garota, independência. Geralmente faz aquilo que lhe vier na mente, outrora assume uma postura completamente sensata, mediante a isto e a outras de suas características tão oscilantes, bipolaridade também seria uma palavra para definir um terço do que é Hanna. Sua teimosia também é algo bastante marcante, não aceita ser contrariada, e sua incessante teimosia sobe um nível quando a mesma quer defender a seu ponto único de vista.

Dificilmente você a verá sozinha, geralmente está rodeada dos amigos ─ todos muito bem selecionados, claro. Não que fosse extremamente metida ─ talvez um pouco, ultimamente ─ mas Hanna sempre preza pelos laços afetivos que cria e tende a querer ter por perto as pessoas que realmente confia. E seu senso seletivo não se atribui apenas a assuntos castos como suas amizades ou qual par de sapatos deve comprar em seus fins de semana se-dê-um-agrado, Hanna parece apurar a maioria das situações que a cerca, sempre visando uma alternativa que lhe beneficie ou que pelo menos não cause tanto estrago a si ou a sua tão adorada popularidade; e tudo isto se aplica a garotos e por maior parte ao que realmente quer, quando decide que algo deve ser seu ela realmente usará de todos seu dotes ─ e isto se aplica a um leve sotaque francês, um corpo exuberante, olhos azuis semelhantes a safiras e um charme magnético ─ para conquistar o que quer.  

Possuinte de uma personalidade extremamente forte, Hanna não guarda para si sua opinião mediante a certos assuntos passando a ser desnecessariamente sincera em certos momentos, poucos. Sua transparência pode ser um dos seus defeitos mais visíveis; geralmente não esconde o que sente por alguém, esteja ela odiando ou gostando. Mas ela não é de um todo tão aberta, não quando se trata de segredos. A arte de mentir é pra poucos, e a loira foi se aprimorando nisto com o passar do tempo, já que isto se tornou fundamental em certo período de sua vida. E um outro grande terço do que é se baseia em mentira, como a sua inabalável auto-confiança por exemplo. Quem vê a francesa de ombros retos, andar firme e olhar impassível não desconfia nem um segundo que lá no fundo ela teme criticas sobre o que já foi um dia, uma perdedora. E as criticas a destroem ainda mais quando vem de alguém que significa algo para ela, para aqueles que realmente ama, Hanna tende a se tornar vulnerável demais em certos aspectos, e isto é algo que sempre odiou em si.  Ciumenta ao extremo, detesta ver aquilo que lhe pertence ─ ou que deveria lhe pertencer ─ com terceiros, e é ai que seu instinto egoísta tende a ser "ativado", e é preciso de cuidado quando isto acontece; porque o tanto que a menina pode ser dócil e envolvente ela consegue ser dissimulada e maldosa.


História:

Todos tem segredos, todos; Da menina certinha, obediente e devota ─ que na verdade é a maior vadia do bairro, ao garoto super-descolado que se diz um livro aberto ─ mas quando ninguém está olhando tem seus momentos com aquele outro garoto da classe de teatro. Todos tendem a ter seus segredos, é inevitável, até mesmo as pessoas que parecem não tê-los, como um menininha de longos e ondulados cabelos alourados, bochechas robustas e rosadas e um olhar ingênuo. Hanna desde cedo aprendeu o quão um segredo pode ser devastador e sempre se esforçou para desviar do caminho de segredos, mas como já dito, são inevitáveis.

Nascida legitimamente com um sobrenome de peso no norte da França, em Paris, onde fora concebida. Se algo era certo dentre os Mensdorff-Pouilly era que todos os legítimos eram artistas natos. De artistas plásticos á dançarinos, músicos, e até atrizes. Dahlia Mensdorff-Pouilly era um exemplo disto, uma talentosa atriz ─ principalmente em musicais, notória desenhista e nas horas vagas uma “mãe”. Dahlia sempre fez questão de ensinar a sua menina a seguir o legado de sua linhagem: Honra, acima de tudo. Poder. Jamais negligencie a nobreza de seus entes. Mas o que sua família de “perfeitos” diriam sobre o segredo sujo da mulher? O que diriam sobre Hanna não ser fruto do amor de seu duradouro casamento com Bernard McCain, e sim um acidente de um caso extraconjugal com seu cunhado? Hanna era a única a saber desta sujeira, e fora obrigada a manter tal segredo por toda sua infância ─ que por sinal não foi uma das melhores.

Da infância a adolescência. Fora com seus doze anos que a vida da loirinha mudou completamente. Sem mais charmosas ruas parisienses, nem chá gelado no gazebo do chalé vitoriano de sua família européia. O deslize de Dahlia custou a ser descoberto, mas quando aconteceu as conseqüências não tardaram a afeta-la. Primeiro a expulsão da casa de sua família, depois a perda do homem que a amou incondicionalmente e também de sua filha. Bernard não hesitou em tomar Hanna e levá-la para 7.355 Km de seu passado, diretamente para o berço McCain. Miami! Sol, praias, diversão a cada esquina. Não que fosse um ruim para Hanna viver ao lado paterno da história, nem residir na mansão de veraneio de sua família, só que, Miami jamais pareceu seu lar. Para uma menina com desnecessários quilos a mais viver num lugar onde o pouco é necessário não é nada cômodo, uh? Ela já deveria ter se acostumado, desde seus cinco anos vivia suas férias com seus entes paternos, mas jamais se acostumou com a idéia de “verão o tempo todo” da Flórida.

Mas isto mudou. Hanna mudou, precisava mudar. Três anos pós-mudança para Miami e a menina estava de volta para Europa. Precisava retornar as raízes e se reinventar, do zero. Ela havia mudado antes mesmo de retornar a Europa, coisas haviam acontecido na Flórida. Ela havia ganhado duas melhores amigas, Dianna Graeff e SanClair Hartmann. Ela havia afirmado sua aliança com o menino que todos os verões fora seu anjo da guarda, Demétrio Ghödshy. E ela havia determinado que precisava mudar, e só voltar a Flórida quando ela fosse uma nova Hanna. Uma melhor versão de si mesma.
Ela o fez, e ela estava de volta, e algo que todos tinham que assumir era que aquela menina que estava de volta encobria a quaisquer sombras da ingênua, gorducha e perturbada Hanna McCain que fora um dia.
"Respect that, bow down bitches".

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