{OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

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{OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Nathaniel W. Sibley em Qui 28 Maio 2015 - 22:08



A RP se passa no dia 17 de maio de 2015, às 15:45 da tarde, num ensolarado domingo quando Nathaniel decide ir a um bar à beira da formosa praia de Miami logo conhecendo sua professora de dança Dianna Ohlweiler, por um acaso.
Nathaniel & Dianna


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Sibley
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Re: {OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Nathaniel W. Sibley em Qui 28 Maio 2015 - 22:51

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Hi!
Os raios solares surgiam dentre as nuvens ligeiramente acinzentadas em um tom fraco, logo sendo arrastados pelo céu azulado que despontava. Olhei para meu relógio no celular. 15:45 da tarde. Recostei a cabeça e minhas mãos apertaram o couro negro do volante, meu pé automaticamente pisava no acelerador, eu observava as ondas da belíssima praia irem e voltarem, aos poucos tornando-se num borrão branco e azulado enquanto o carro avançava e, quando me dei por conta, já estava bem acima da velocidade permitida. Diminuí, parando em um ponto qualquer não me dando ao mínimo trabalho de sequer ver onde eu estaria, mas para a minha sorte, estava em frente a um bar, do lado da praia. Conveniente. Além de eu não poder pisar no acelerador com toda a minha força, ainda parava em frente a um bar, que me oferecia bebidas infinitas para eu sofrer um acidente e morrer.

Não, você não pode morrer dessa forma, aliás, você nem deveria pensar em morte, você é jovem, belo e não pode se punir por isto eternamente, pensei, uma pequena vozinha alegre e jovial, comparada à minha rouquidão ultimamente. Morar em uma cidade rodeada por praias, justamente na mesma na qual matei meu melhor amigo era simplesmente insuportável, como um eterno lembrete de quem eu era; um assassino frio e cruel que, além de matar um inocente cujo único erro foi amar-me demais, ainda tragou para o buraco negro outros consigo. Céus, como eu me odiava naquele momento!

- O que vai querer? - ouvi a voz do barman, fria, enquanto o mesmo limpava vagarosamente um enorme copo utilizado para servir cervejas. Senti minha boca salivar, meus olhos fixaram-se e minha boca entreaberta de repente já tentava balbuciar e forjar as palavras "dê-me um copo enorme de cerveja", porém limitei-me a dar um turvo sorriso e dar de ombros, cruzando os braços sob o balcão de madeira que provavelmente deveria ser mogno. Sucos. Sim, era o que eu deveria beber.

- Apenas me dê um suco de manga, adocicado e com umas vinte gotas de limão. - Nem sabia ao certo qual o gosto, mas eu amava suco de manga e nunca experimentara com limão. Tamborilando os dedos no balcão, não demorei a congelar todos os membros de meu corpo inconscientemente ao avistar alguém conhecido. Dianna. Semicerrei os olhos, respirando profundamente. Tentei articular algo, mas apenas saiu fracamente um péssimo oi: - Dianna. Que bom revê-la! - exclamei, piscando os olhos diversas vezes.

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Re: {OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sex 29 Maio 2015 - 12:38




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Estar de volta a Miami, era algo um pouco profuso e nervoso para Dianna. Havia vivido parte de sua infância pelo lugar, apesar de não estar tão presente assim, em algumas vezes. A morte de seu avô ainda parecia ricochetear sua mente, mesmo após quase seis anos do ocorrido. Era difícil ter que estar na mansão em que o homem havia comprado e passado para seu nome, assim como parte da fortuna da família, que fora devidamente passada para as duas únicas herdeiras legais. Dianna e Beatrice. Porém, a morena tinha em consciência de que a vida não poderia parar, e estar daquela forma, não lhe traria nenhum benefício futuro. Estava de volta, o sotaque romano mais carregado do quê nunca. Havia preferido fixar as raízes na terra onde George havia sido criado, no intuito de estar de alguma forma, próxima a ele. Beatrice havia preferido ficar na Inglaterra, onde o pai de ambas estavam, e por dois anos, as irmãs mantinham contato apenas por internet. Cansada de toda a distância, a italiana-britânica decidiu voltar, mas não havia avisado a ninguém. Após receber uma mensagem tentadora de Demétrio - amigo de longa data -, voltar parecia animador. Então foi o que fez.

Miami parecia ter estado intocável por todos os anos em que esteve fora. As praias continuavam lindas, repletas de gente que fazia questão de demonstrar seus sorrisos esbranquiçados perfeitos, e os corpos devidamente em forma. Mesmo que para isso, estas pessoas tivessem que gastar uma fortuna em consultórios odontológicos e academias por um ano. Tudo como sempre foi. Enquanto dirigia seu Aston Martin One-77 cor de chumbo, ouvia uma música qualquer no rádio, o que a fazia tamborilar os dedos no volante. Já estava próxima a pista que dava para a orla de Ocean Drive, estacionando a poucos minutos após seguir a Drive Road 456, onde um bar luxuoso e moderno cobria metade da quilometragem parcial da praia, atendendo a muitos clientes de uma só vez. Costumava ir ali, quando era apenas um local com espreguiçadeiras e sombreiros, que aos poucos, fora tornando-se àquele ponto comercial. Já era conhecida por Kennedy, o fundador do bar. O homem era semelhante a George, em aspectos de personalidade. Estar perto dele era como um abraço direto no coração da menina. E Kennedy sabia disto, não era por acaso, que a considerava sua neta.

Dianna vestia uma saída de banho azul escuro estampada com flores, a maioria em tons de rosa e laranja. Um cinto abraçava sua cintura, o corpo moreno muito bem cuidado tendo por exposto as longas pernas, os braços, e parte do colo. Por baixo, um maiô branco tomara-que-caia. Usava um chapéu de palha irlandês, era reforçado e impedia que os raios solares atingissem suas madeixas. Um óculos de sol prada aviador, e um salto Louis Vuitton nada muito alto. Não lembrava em nada a Dianna desleixada e irregular para estar em Miami. Agora, era apenas mais uma dentre os muitos rostinhos bonitos ali. Assim que aproximou-se do balcão elegante de mármore despojado, viu Lewis - seu atendente preferido - abrir um largo sorriso ao ver quem estava ali.

Lewis, você não parece mais aquele bobo da corte de antes. Mais tem o mesmo sorriso idiota. – tocou o ombro do rapaz loiro e bronzeado quando este se aproximou.

Ouviu sua peculiar risada de topeira engasgada, e acabou por rir junto. Seria a nova instrutora de dança na Newtt Mckinley, e Lewis havia lhe dito muitas coisas da escola de artes, a qual havia estudado anos atrás, mas que havia passado por reformas gerais. Os dois mantiveram uma conversa divertida por volta de dez minutos, onde o garoto se afastou para atender o pedido de Dianna. Um suco de morango com leite condensado cremoso. E enquanto esperava, teve uma surpresa. Tirou o chapéu da cabeça, e logo livrou as íris chocolate do aviador, observando a figura de Nathaniel Sibley lhe observar como se estivesse vendo uma assombração. Abriu um sorriso curto, fechado, tentando não lembrar-se das memórias que tinha, da última vez em que esteve com aquele rapaz.

Ora, se não é Nathaniel Sibley. – se virou para ele, aproximando-se para um rápido abraço – Sim, é muito bom revê-lo. – abriu um pouco mais o sorriso. Não esperava encontrar alguém conhecido tão cedo. Principalmente, este conhecido.

Manter as lembranças foscas e bastante nítidas do ocorrido a anos atrás era uma coisa complexa, mas não difícil, para Dianna. Havia aprendido a guardar informações, principalmente quando o nível delas eram altíssimos, comparados ao que fora vivido por a dupla e mais algumas pessoas, anteriormente. Lewis chegou com o pedido, e resolveu não interferir na conversa alheia, apenas pegou o chapéu da amiga, guardando-o para que não voasse e causasse uma correria desnecessária, e se afastou. A morena pegou seu longo copo, bebericando um gole do suco rosado delicioso.

Como você esta? – viu Lewis sinalizar para Nathaniel, mas não entendeu o que ele queria dizer. Ergueu a sobrancelha brevemente, afastando a interação com o loiro.

Voltou a encarar Nathaniel, olhando-o fixamente, como se procurasse algum indício de que ele estivesse bem.

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Re: {OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Nathaniel W. Sibley em Sex 29 Maio 2015 - 21:13

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Hi!
A julgar pela forma com a qual Dianna me dirigiu seu olhar, era óbvio minha enferrujada atuação. Durante o último ano depois da morte de Dylan Bishop, eu acabei por me esquecer completamente do ocorrido, não precisando mentir ou pensar em desculpas, afinal o fato de eu estar no mesmo acampamento que ele não veio à tona. Mas ver ali Dianna, bela e tão diferente, trazia para o topo de meus pensamentos o lamentável acidente. Sim, acidente, não matei meu melhor amigo por querer! Olhei para baixo, umedecendo o lábio inferior e por fim focando meus olhos em seu rosto de nariz aquilino e olhos dóceis, aproximando-se de mim e me dando um leve abraço que me fez relaxar meus membros e assenti com ela comentando sobre ser bom nos revermos.

Todas as memórias precisavam ser superadas, afastadas e envoltas em um manto negro, no mais profundo do vasto oceano tempestuoso que era a minha mente. Mordi o lábio inferior virando-me no banco um pouco mais para a frente da morena, apoiando o braço esquerdo no balcão e estreitando os olhos fitando o atendente olhar-me assentindo como em sinal de protesto ou ameaça. Ele devia gostar de Dianna.

- Bem, eu ando bem. Voltei para minha casa natal na Rússia depois do acampamento e continuei com o relacionamento com Adryan, que mesmo namorando tão distante um do outro, conseguimos manter tudo na linha. Voltei para ficar de vez, vou estudar na Newtt McKinley. Dança. - Comentei com meu inglês impecável, porém ainda era inevitável não notar o leve sotaque russo ali na frase. - E você, como tem ido sua vida? - questionei-lhe com um tom de voz harmonioso, agora realmente interessado em como andava o trio de amigos meus naquele desafortunado acampamento.


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Re: {OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sab 30 Maio 2015 - 19:54




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Dianna permitiu que aos poucos, sua expressão suavizasse. Não haveria motivos para recordar-se do ocorrido a anos atrás. Não era alguém que vivia do passado, apesar da coímbra com seu avô. Deixou o copo com o líquido rosado a sua frente, por sobre o balcão, virando-se para observar o garoto de uma maneira menos intimidadora. Tinha quase certeza de que o olhar que lhe lançara, o havia feito pensar no segredo que partilhavam.  O ouviu atentamente, abrindo um pouco mais do sorriso ao ouvir sobre o sucesso no relacionamento do casal. O que lhe impactava, era o fato de que isso havia sido possível, mesmo com o sistema de convívio da Rússia sendo tão complicado e rígido. A distância era algo até que favorável, nestas condições.

Fico feliz em saber que meu casal preferido esta de pé. Como esta o Adryan? – perguntou, educada e interessada na felicidade dos amigos.

A presença de Lewis se fez presente outra vez, observando a amiga e o rapaz conversarem, quase como um soldado a postos, esperando a hora de agir e entrar no campo de batalha. A muito custo, conteve o riso, não demonstrando ter olhado sorrateiramente para o louro. Ele se parecia e muito com Samuel Rush, um velho amigo de infância. Nathaniel voltou a falar, e quando o fez, causou um sorriso divertido na morena, que moveu o canudo negro dentro de sua bebida, voltando a olhar o amigo nos olhos.

Mesmo? Então permita-me dizer, que você esta diante de sua instrutora de dança. – manteve o sorriso, fechando-o apenas para ingerir mais um gole do suco gelado.  

Uma porção de novas pessoas adentravam o bar a todo vapor, conversas paralelas enchendo o ambiente livre, fazendo Dianna franzir o cenho ligeiramente. Costumava ficar um pouco incomodada com muitas pessoas falando de uma vez só. Soltou o canudo após mais um gole no suco, e ouviu a pergunta sobre como estaria, captando o interesse do rapaz, que a deixava animada.

Bom, eu estou voltando a ativa. Estar em algumas partes do mundo me motivou a deixar de lado um assunto pesado. Foi difícil superar a perda do meu avô, mas estou pronta para outra. – tentou parecer convincente.

Não havia mentido, apenas ocultado a parte de que era a única a ainda manter as memórias do avô, o que lhe remetia culpa a si mesma por estar tendo dificuldades em deixá-lo partir de vez.

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Re: {OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Nathaniel W. Sibley em Sab 30 Maio 2015 - 20:32

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Ao contrário do que eu havia pensado, meu inglês não era totalmente horroroso como eu pensava. Ela havia compreendido tudo sem dificuldade alguma, o que me fez relaxar um pouco mais; era como se todos os meus medos fossem dissipados. Meu medo inclusive sobre nosso segredo obscuro havia sido totalmente varrido da zona de preocupação - ela não havia citado nem por brincadeira ou nem falado de forma subliminar, agindo como simples amigos que há muito não se viam. Isso me fez respirar tranquilo. Um espontâneo sorriso se fez presente em meus lábios com seu "casal preferido". Não havia pensado exatamente no que faria agora que morávamos tão perto e principalmente iríamos nos ver todos os dias. O que casais faziam? Nunca namorei antes, basicamente.

- Ele está bem... estamos bem! - afirmei, não muito convincente. Sim, estávamos mais que bem, mas me senti meio inseguro pelo fato de ambos estarmos guardando um terrível segredo, e isso poderia destruir nossas vidas, nosso relacionamento. E lá me via eu no meio do tempestuoso oceano das infinitas preocupações. Eu algum dia iria encontrar algum descanso? Quando fitei a morena revelar que seria minha instrutora de dança, gargalhei. Arregalei os olhos, ligeiramente ergui meu corpo abraçando-a rapidamente em alívio e alegria unidos.

Quando meus braços soltaram seus ombros continuei a manter o sorriso na face, ainda feliz por ter a sorte de ser aluno de Dianna. Me lembro de vê-la dançando certa vez ao acaso sozinha no meio das praias daquele acampamento. Ela era simplesmente esplêndida e possuía uma desenvoltura invejável. Uma pequena multidão de pessoas passou a ocupar o espaço do bar, passando de repente a tornar-se claustrofóbico. Eu, assim como ela, notei agora, não era de gostar muito de locais cheios de pessoas. Ainda assim, ela falou sobre a perda de seu avô, como era difícil superá-lo e que ela finalmente estava pronta para outra. Isso me fez sentir-me melhor por ela.

- Eu sei como se sente. Perdi meu pai quando era pequeno, mas eu era crescido o suficiente para sentir toda a incomensurável dor, mas consegui superar. Cada um têm sua própria maneira de superar suas dores, acho que isso nos faz sermos diferentes; a capacidade de cada um de lidar com suas próprias cruzes... - me senti bobo por filosofar diante dela, mas por fim maneei a cabeça como se a sacudisse-a das filosofias e beberiquei minha bebida, deixando o copo quase vazio. - E você? Namorando? - dei mais um longo gole, esvaziando o suco e erguendo uma sobrancelha, uma falsa expressão séria no rosto, de forma que eu agora me sentia mais solto até mesmo para brincar com a morena.

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Re: {OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Dom 31 Maio 2015 - 13:41




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Era engraçado para Dianna ver Nathaniel agir daquela forma, como se estivesse super feliz mas um pouco confuso sobre algo que não sabia dizer o que era. Entendia o menino, sentia-se da mesma forma quando relacionamento era o assunto. O que poderia fazer para ajudar o amigo? Bem. Agora vendo-o tão de perto, concluiu que havia sentido sua falta, mas do que poderia ter imaginado. Sentia-se mais uma das escolhidas para um comercial de creme dental, apesar de estar dando o primeiro sorriso aberto desde que havia chegado a Miami. Ouviu com cuidado suas palavras, rememorando o tempo em que estivera próxima dos dois rapazes, o sorriso ganhando uma força a mais. Não podia reclamar da vida neste sentido. Agora, diante do mesmo lugar em que fizera o desejo de ter uma vida diferente, enquanto ainda era uma nerd desleixada, estava completo, e não havia forma melhor deste desejo ter se concretizado. Apesar, de que a forma em como a amizade se sucedera, as coisas deveriam ter ido por outro rumo, talvez. Mas, não se separaria do menino por um motivo qualquer. Mesmo que este motivo, pudesse ter tanto peso. Acreditava na inocência de Nathaniel.

Como eu senti falta de você. Precisava ouvir isso, Nate. Só você poderia me dizer, e fazer algum sentido na minha cabeça. – pronunciou, após um longo suspiro.

Percebeu que ele também parecia fora do eixo com a quantidade de pessoas e conversas. Talvez, devessem sair dali. Mas, estar no meio de ainda mais gente era uma péssima ideia. Não queria que as pessoas soubessem de sua volta. Não agora. Beatrice não deveria ser avisada por terceiros, ainda precisava de uma longa conversa com a irmã e recuperar o tempo em que passaram longe. Saiu dos devaneios, quando fora surpreendida por um abraço de Nathaniel. Arqueou a sobrancelha direita, mas não medira esforços para retribuir o contato da melhor forma possível. O abraçou de volta, deixando cada vez mais, pouco a pouco, a saudade ir embora e deixar um sentimento de companheirismo presente. E claro, não poderia faltar àquela pergunta. A simples menção de alguém em sua vida amorosa lhe fez pensar na formosa loura de olhos azuis e sorriso cativante pela qual se apaixonara.

Sim, estou. Você irá saber quem é em breve. – sentiu-se um tanto que deslocada em falar sobre. Era meio perdida com este assunto. Uma coisa que jamais mudara.

Então, lembrou-se de que havia algo a fazer. Precisava mandar uma mensagem para dois amigos ingleses. Pegou o celular, digitando brevemente um curto texto. "Espero que gostem do calor, Miami esta pegando fogo. O luau acontecerá daqui a duas noites, este é o prazo de vocês para estarem aqui. Vou saber se não vierem, e amanhã mesmo estarei voando para a Inglaterra em busca dos meus tesouros perdidos. x D." Guardei o eletrônico, dando atenção total para Nate, que havia mudado em alguns aspectos. Parecia um pouco mais alto, atlético.

Você já encontrou o Adryan? Acho que ele sofrerá um pouco ao te ver. Esta ainda mais bonito. Gostaria de ter sua genética russa maravilhosa. – o elogiou.

Agora tinha completa noção de que poderia ser uma mulher linda, apesar da pouca idade. Não tinha mais os mesmos problemas de baixa estima. Sabia o quanto isso poderia ser horrível, portanto, deixava sempre claro para quem poderia, a beleza exposta da pessoa presente.

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Re: {OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Nathaniel W. Sibley em Dom 31 Maio 2015 - 23:23




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Admito; sentia falta e muita das minhas longas conversas com Dianna pelo acampamento. Ela era uma das poucas pessoas que eu conhecia que tinha um interesse sincero em tudo que eu falava, enxergando e principalmente, compreendendo meus pontos de vistas e minhas opiniões formadas e jamais mudadas. Era uma ótima sensação estar de volta, poder vê-la e principalmente conversar cara-a-cara com a morena que, apesar de tocar num assunto delicado, ainda conseguia sorrir e conversar normalmente sobre sua vida, sobre banalidades e até em relacionamentos.

Pela forma com a qual misteriosamente ela falou "Você irá saber quem é em breve", me fez erguer uma sobrancelha e abrir um mínimo sorriso de lábios comprimidos, e olhando ao redor estreitei os olhos, com o crescente burburinho. Mas enfim, quando me voltei para fitar a morena, ela já havia mandado uma mensagem em seu telefone. Ela queria ir embora ou algo assim? Afastei as dúvidas e apenas assenti positivamente para Dianna. Sim, eu havia visto Adryan; ele estava mais belo que nunca e estávamos bastante unidos. Corei com seu elogio, erguendo o copo e por fim pagando a conta e me virando mais uma vez para Dianna.

- Bem, eu estou indo embora agora, mas aposto que nos veremos pessoalmente em breve. Principalmente se for uma festa incrível. - Lancei uma piscadela, animado, mesmo sabendo que eu dificilmente ia em festas. Dei-lhe mais um abraço apertado, com o sorriso estampado no rosto, logo me dirigindo em direção da saída do local.

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Re: {OD} Nathaniel W. Sibley, Dianna Graeff Ohlweiler

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