MATTEL, Alphonse C.

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MATTEL, Alphonse C.

Mensagem por Alphonse C. Mattel em Dom 31 Maio 2015 - 15:15


Alphonse

─ Nome Completo:
Alhponse Chachki Mattel

─ Idade:
17 anos

─ Escola:
Newtt Mckinley High School

─ Grupo:
Atores

Personalidade:

Extremos, essa seria a palavra que mais descreveria a personalidade do rapaz. Alphonse é dono de uma personalidade bastante forte, geralmente definindo-se muito pro suas emoções, apesar de que por um talento nato, faça com que as pessoas pensem que da razão tira as diretrizes da sua vida. Em muitas questões ele pode soar como neutro, mas não quando se trata do seu futuro, Alphonse sabe muito bem como reivindica ro que lhe é de direito, raramente permitindo que o passem aperna. Não cultivou muitos amigos deste modo, porém, conveniou-se a conviver por si só e a não precisar de pessoas ao seu redor, ou pelo menos, foi isso que sempre argumentou até o corrente momento. Até mesmo em sua família os laços são bastante escassos, o que faz com que ele assuma muitas vezes uma personalidade mais dura e reclusa perante as pessoas. Há uma divergência clara entre o Alphonse por trás das câmeras e palcos, do que o que ele mostra em seus momentos de apresentação, e certamente o principal traço dessa diferença seja o fato de que o rapaz jamais sorri.

História:

Nascido no estado de Nova York, Alphonse é vindouro de uma família bastante tradicional e elitizada. Filho de Armand e Marilyn Mattel, dois dos mais influentes jornalistas do Time's. Desde muito noivo foi acostumado a ter tudo que desejava, menos o carinho e a atenção dos pais, algo que claramente viria a influenciar em seu crescimento, sobretudo após um fato um pouco mais à frente. Por serem conhecidos, não sabia se por estratégia midiática ou qualquer outra coisa, porém, as desventuras do casal Mattel passou a ser bem explorada com algum tempo depois que Alphonse completara seu quinto aniversário. Que ficava só não era uma novidade, no entanto, depois de todos os escândalos que começaram a ocorrer. Noitadas, bebidas, brigas em pública, e o casal que outrora tivera todo o prestígio e renome dos maiores, recebeu o pior. A decisão de separação não tardou a chegar, e quando Marilyn e Armand foram capazes de quase se matar num clube cosmopolita em plena Time's Square e o caso parou na polícia, o fim se deu plenamente.

Neste mesmo tempo o pequeno Alphonse já era agraciado com aulas de teatro infantil, coisa que mesmo sem entender, o pequeno infante passou a gostar, afinal, não precisava estar com duas pessoas que claramente se xingavam 24 horas por dia. Era seu momento de paz. E nutrindo esse amor tão precoce pela arte, no momento em que Mary decidiu levá-lo para Miami e deixar Armand, ainda que criança, Alphonse ressentiu-se por dentro. O pai, que não deixou barato, logo abriu um processo sobre a guarda da criança, e este durou um período de um ano e meio regado a muita confusão na cabeça da criança e de mais exposição midiática para ambos. Tudo isto ocasionava no desenvolvimento de uma criança, que segundo os professores era excelente aluno, mas que caracterizava-se como alguém perturbado e afetado por todas aqueles episódios ocorridos durante a vida conjugal de Armand e Marilyn. Vivendo em Miami, Alphonse não se adaptava a nada, nem mesmo ao novo curso de teatro. E onde não aprecia piorar, piorou.

Alexander Wayland era o seu nome, o novo namorado de Marilyn. Anos depois dos episódios que assolaram a mente do menino, a mãe finalmente arrumou outra pessoa, as brigas entre eles cessaram, estava acabado. Alphonse ainda mantinha contato com o pai, possuíam uma boa relação e duvidava que alguém pudesse estragar, até mesmo a madrasta, Audrey. Nem mesmo esta foi capaz de acarretar em sua vida tão grande trauma quanto Alexander. Os olhos observadores, as expressões intimidadoras que o menino temia, fazia de tudo para estar longe dele. Suas conversas nada acolhedores, porém, com certos tons ousados e provocantes o deixavam desconfortáveis, sobretudo quando este bebia e mostrava, de fato, o quão execrável era. Alphonse tinha onze anos, praticamente começando a pré-adolescência, quando o seu pior momento ocorreu. Distante dos olhos da mãe, que bêbada jazia num dos mais profundos sonos pós - álcool, foi que Alexander o trancou em seu próprio quarto e o obrigou a fazer as mais sórdidas cosias, utilizando-se apenas de um argumento que mexeria com o rapaz: "Você escolhe, eu posso matá-la em seu sono.".

Os episódios repetiram-se durante quatro meses, sempre quando ele bebia, até o dia em que o casamento entre Marilyn e ele ruiu da mesma forma que com o seu pai. Totalmente destruído por dentro e guardando para si aquele segredo, Alphonse teve sua personalidade remodelada e consolidada no que ele viria a apresentar em sua vida juvenil. Ali formou-se o jovem aparentemente fechado e com mais demônios na cabeça do que poderia contar ou dizer. Jogou-se de cabeça nas artes outra vez, desta vez gostaria de ser perfeito, de poder apagar de sua cabeça todas as imagens de um corpo que já julgava não mais seu, mas sim, do destino impetuoso ao qual fora lançado. Fora tão bem moldado pelo infeliz episódio, que nos anos sucessores não fazia mais amigos, outrora resvalava-se ao silêncio, mesmo que as professoras elogiassem seu méritos e sua conduta exemplar. Ao passar por parte do ensino médio, o menino passa a ser olhado pelos mais variados tipos de pessoas, principalmente por sua boa aparência, no entanto, em seu interior uma pequena mensagem o lembra de que algo está muito distante dele, algo que sempre esteve desde o nascimento, algo que chamam de amor.
"Have you ever been so LOST?" - Katy Perry.

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Your Cleopatra, your blushing Juliet
Alphonse Chachki Mattel

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