DELACROIX HEWLETT, Thomas

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DELACROIX HEWLETT, Thomas

Mensagem por Thomas D. Hewlett em Ter 9 Jun 2015 - 20:18


Thomas

─ Nome Completo:
Thomas Delacroix Hewlett

─ Idade:
17 anos

─ Escola:
Winterfield Academy

─ Grupo:
Esportistas

Personalidade:

A despeito da postura comumente pacata e do semblante angelical, Thomas é volátil no que se refere ao caráter. É dono de um temperamento decidido e impetuoso, embora, tímido quanto aos sentimentos, prefira manter uma prudente barreira invisível entre ele e as pessoas com as quais lida. Parece impossível negar o aspecto soberbo dele, portador de uma autoestima deveras inflada. Antissocial e demasiado recluso, sempre preferiu pôr a mente a trabalhar nos momentos entregues à solidão, e jamais sentira necessidade de preencher essa lacuna, mesmo no auge da adolescência. Em suma, por trás das feições amenas e formosas, existe um indivíduo excessivamente perfeccionista, repleto de uma austeridade incontestável. Não obstante, de forma superficial, é um rapaz ordinário como qualquer outro de sua idade; aprecia esportes, literatura, música e, obviamente, garotas.

História:

Nascido e criado na maior parcela de sua vida em Chicago, Illinois, Thomas deriva de uma típica família americana de classe média alta. O pai, Matthew Aaron Hewlett, é um bem-sucedido trabalhador do setor imobiliário; a mãe, Katherine Delacroix Hewlett, uma franco-canadense trazida desde cedo aos Estados Unidos, é herdeira de um império de uma rede de supermercados. Único filho do casal, desde os primórdios da existência ele fora brindado com as regalias às quais os pais podiam ofertar. Estudara em instituições de ensino portentosas na infância e conservou o padrão aristocrata até o limiar da fase adulta.

Logo cedo, ainda na esfera da infância, permitiu-se uma paixão indelével pelos esportes e pelo terreno literário. Dois mundos distintos, considerava de início, mas que, em consonância, moldaram bastante sua personalidade com o passar do tempo. No âmbito esportivo, criou um ardoroso gosto pelo baseball – atividade à qual se predispõe nos dias atuais –, enquanto cedia o restante do período livre à leitura de narrativas envolvendo terror e suspense, seu gênero predileto.

Os anos correram implacáveis sobre a família Hewlett, e o outrora franzino Tom cedeu lugar a um garoto excessivamente austero e de índole esmerada. Thomas seguiu vivendo da maneira mais branda e sofisticada possível. No decorrer de sua vivência, jamais esboçou qualquer traço de uma personalidade complexa de lidar. Na verdade, sempre teve a enfadonha fama de um jovem previsível e tedioso por parte dos colegas de classe. Não à toa; levava um cotidiano plácido em Chicago, uma rotina invariável e desprovida de veemência. Para os pais, entretanto, parecia-lhes excelente ter uma prole centrada somente no ramo do aprendizado.

Contudo, a certo ponto, ele rebelou-se; sentiu a abrupta necessidade de reverter esse panorama estafante. A essa altura, beirando os dezessete anos, uma mudança de ares lhe cairia bem, achava. Foi quando propôs aos pais a ideia de seguir a Miami em busca de uma nova meta. Ambos pareceram céticos a princípio, conferenciando diversas vezes entre si a respeito da proposta do filho. Passados longos períodos de análise, porém, acabaram por aderir à sugestão dele. Trouxeram à tona a questão dos estudos. – Existem boas instituições em Miami, podem ter certeza. Inclusive, após longas pesquisas, já tenho uma em mente! – dissera-lhes o próprio Thomas, mostrando-se cada vez mais entusiasmado ante a possibilidade real de sua ida.

(...)

Três meses depois, deixados para trás sem qualquer sintoma de melancolia, estava comodamente instalado nas cercanias da nova cidade. O início foi árduo, não podia negar. A começar pelo clima, caloroso em vez do ambiente regularmente gélido de Chicago. Lidar com os diferentes costumes também lhe custou um tempo. Mas, matriculado na Winterfield Academy, e a despeito da grande rigidez da instituição, gradualmente incorporou no estilo da nova vida. Ali, desfrutava de um bom ensino, experimentava novas amizades – tão eruditas quanto ele – e subitamente sentiu-se saciado pela recente conjuntura da qual usufruía.
"We lie best when we lie to ourselves".

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