SULLIVAN, Amethyst

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SULLIVAN, Amethyst

Mensagem por Amber Dähl Weiszäcker em Sab 27 Jun 2015 - 23:16


Amethyst

─ Nome Completo:
Amethyst Elizabeth Sullivan

─ Idade:
17

─ Escola:
Winterfield Academy

─ Grupo:
Cheerios

Personalidade:

Se julgar superior aos outros é uma das características mais típicas dos Sullivan, e com Amy não poderia ser uma exceção.

A herdeira do império de extração de petróleo possui o gênio digno de uma vilã de filmes hollywoodianos. A primeira vista a garota mostra-se extremamente educa – e  simpática, mas exige que sejam educados com ela também – e respeitosa, mas ao abrir a boca, pode soltar palavras como se despejasse sal em uma ferida, julgando a tudo e a todos por suas posses ou origens, não dando chance alguma de que sua vítima se defenda.

Extremamente competitiva e vingativa, Amethyst só entra em um jogo se souber que vai vencer. No entanto, quando recusa e a chamam de fraca, Amy não pensa duas vezes. Mesmo que não esteja favorável para ela, a morena fará de tudo para vencer e provar que estavam errados, que ao contrário dela, não subjulga ninguém por suas capacidades e pelo que pode ou não fazer, mas também não os incentiva a nada que não lhe favoreça diretamente.

Seu QI e alta influência familiar lhe favorecem de diversas maneiras, inflando mais ainda seu ego. Seus contatos vão desde simples conhecidos até membros do FBI,Casa Branca e políticos influentes em todo o globo – maior parte obtidos através do pai – suas habilidades e vantagens familiares lhe põem como primeira opção nas mais variadas situações tais como esportes, relações internacionais, guia turístico, artes cênicas entre outros.

Mas como qualquer ser humano, Amethyst possui falhas. Uma delas é sua grande tendência a se tronar uma incendiária de primeira categoria. Após atear fog em uma das empregadas com apenas 10 anos de idade, a garota vem passando por um intenso tratamento psicológico em segredo através de remédios e acompanhamento médico mensal na Irlanda.

História:

Desde criança Amethyst é uma pessoa autoritária. Bate o pé para tudo e todos e é capaz das façanhas mais inacreditáveis para conseguir o que quer, e não podia se esperar menos, sendo filha de quem é.

A empresa Sullivan é uma das mais bem sucedidas no mundo no ramo de extração e refinamento de petróleo. Com sua sede em Estocolmo e filias por todo o globo, a empresa data da época do descobrimento do petróleo, sendo foi passada de geração em geração até que chegasse nas mãos de Lúcio Sullivan, pai de Amy.

Nascida em Madrid durante as férias do casal, Amethyst é a única filha legalmente reconhecida.

Isso porque o Sr. Sullivan é famosos por seus casos com diversas mulheres, desde renomadas atrizes até empregadas. E muitas destas, sabendo de quem o homem se tratava, engravidavam propositalmente, na tentativa de receber uma gorda pensão. Diversos testes de DNA eram feitos e todos apresentavam resultado positivo, mas Lúcio alterava a todos, subornando os funcionários das clínicas, garantindo assim que a empresa fosse passada de Sullivan para Sullivan.

Nos primeiros anos de Amy, sés pais lhe davam atenção total, mas ao completar 5 anos, fora colocada numa serei de atividades extracurriculares durante as férias – como se não bastasse o tempo que passava no internato – balé, teatro, música, línguas estes eram apenas algum dos cursos que frequentava, sendo assistida apenas pelas babás e empregadas da mansão. Amethyst cresceu sem saber o que era ser, de fato, uma criança.

E era óbvio que isso teria consequências futuramente. Amy se tornou uma criança autoritária, mimada, narcisista e egoísta, características comuns a s crianças daquela família. Babás eram renovadas a cada semana, pois todas desistiam da criança, que as fazia sair chorando. Os pais não se importavam, diziam que era o sangue da família aflorando na garota e que aquela fase logo passaria. Contudo a menina foi se tornando cada vez pior, uma vez que não possuía limites.

Aos 10 anos, Amy ordenou a uma das empregadas que se despisse na sua frente, logo após assistir um filme erótico acidentalmente. A empregada, recusando, disse que aquilo era inapropriado para a idade da garota e saiu de seu quarto. Inconformada com a resposta decidiu que a empregada deveria ser punida.
Ao cair da noite, saiu de seu quarto e rumou silenciosa para a cozinha, onde engenhosamente alcançou uma garrafa de óleo e fósforos, indo para o lado oeste da mansão, caminhando até o quarto dos empregados.

Amy destrancou a porta com ajuda de uma chave que roubara de outra empregada naquela mesma tarde, invadindo assim o quarto. Despejou todo a garrafa por cima da mulher, que acordou assustada. A luz da lua só lhe permitia enxergar um sádico sorriso e uma mínima chama alaranjada sendo jogada em sua direção.

Somente aquilo fora o suficiente para que a garota começasse a rir como louca, os gritos desesperados da mulher na cama acordaram os outros empregados, que ao chegarem na porta do quarto, viram apenas a cama em chamas, e Amethyst os olhando com uma expressão indiferente.

O caso fora abafado após Lúcio pagar uma quantia exorbitante para a família da vítima e de e para as testemunhas, enquanto que a filha passou a frequentar o psiquiatra e passar as férias na escola como castigo.

Com a chegada do final do fundamental da filha, os pais precisavam colocá-la em um novo internato, conteúdo não havia para adolescentes no país. Após pesquisas encontraram um situado nos Estados Unidos, relutaram em mandar a filha para tão longe, mas não vendo opção, concordaram. Amethyst fora mandada para Miami com apenas uma advertência: saia da linha e deserdamos você mandando-a para um hospício.  
"Fire burns everything".

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