[RP] VOLKOFF, Brandon James

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[RP] VOLKOFF, Brandon James

Mensagem por Brandon James Volkoff em Sex 24 Jul 2015 - 15:15


Brandon

─ Nome Completo:
Brandon James Volkoff

─ Idade:
17 anos

─ Escola:
Winterfield High School

─ Grupo:
Nadadores

Personalidade:

Brandon é um garoto compassivo. Sempre busca compreender tudo o que acontece à sua volta e não é de se prender a sentimentos de rancor e mágoas, justamente por não ter conhecimento desse tipo de sentimentos. Por não ter certas noções de convivência no mundo real, acaba sendo um pouco atrapalhado e não muito cavalheiro, gentil, dentre outras características padrão de comportamento e ocasiões que acontecem na vida de um adolescente normal.

Devido ao seu treinamento intenso, o rapaz tem a habilidade natural e o desejo de se destacar em tudo o que faz, sempre atraindo muita atenção e aprovação dos demais, dessa forma mergulhando fundo em cada atividade que pratica, procurando sempre dar o seu melhor.

Como reflexo de seu confinamento, ele acaba por não procurar muito estar perto de pessoas, apesar de não se incomodar com a presença de outros no mesmo ambiente. Muitas vezes o inglês é motivado pelo que satisfaz as pessoas, e garante sua aprovação, o que pode acabar colocando-o em enrascadas, já que não sabe bem em quem confiar.




História:

Há vinte anos, um grupo de pesquisadores de uma empresa mafiosa alemã estavam desenvolvendo um tipo de tecnologia baseada à radiação para ajudar no tratamento de crianças com doenças mentas. Cientistas passaram um ano inteiro tentando encontrar um padrão, e assim entraram em um dilema. Enquanto todos os testes resultavam em falhas técnicas, a imprescindível e avançada tecnologia dos laboratórios revelava uma estrutura de terminações nervosas, que se bem dosadas poderiam completar e abastecer sinapses incompletas.

O grande problema é que em cada ser vivo as sinapses se dão de forma extremamente completa, ainda que haja qualquer impossibilidade no sistema nervoso. Dada a sentença, o grupo de pesquisadores empregou agentes de diversos lugares do mundo para se infiltrarem nos sistemas de hospitais e maternidades, afim de encontrar uma criança com um distúrbio cerebral que se adaptasse à estrutura nervosa do misterioso artefato. Dispondo de inúmeros recursos, não se passaram dois meses para que os agentes localizassem na Inglaterra uma mulher em estado de pós-parto. Seu filho Brandon estava na incubadora, chorando incessantemente quando sujeitos de terno brando invadiram o hospital para raptá-lo, e ninguém jamais teve notícias da mãe do menino.

Um mês depois, após verificar todas as aptidões do garoto, os pesquisadores decidiram que era a hora de iniciar os experimentos, preparando o garoto em uma mesa cirúrgica afim de tentar fazer sinapses na região do cerebelo do bebê. Profissionais treinados se aproximaram do indefeso corpo do menino, mas quando iam iniciar as operações, uma falha que inutilizou todo o laboratório causou uma paralisação no processo.

Depois do ocorrido, por segurança resolveram aprisionar a criança em uma subestação em Nova York, onde recebeu todo tipo de suprimento para que não houvesse nenhuma falha em seu crescimento. Logo mais, o garoto foi crescendo, recomeçaram a fazer testes de aptidão para o garoto em diversas áreas. Colocando-o em situações de risco forçado, fazendo-o pular em camas elásticas, fazendo-o permanecer em condições extremas de temperatura, os pesquisadores tentavam a todo custo fazer com que o garoto se tornasse “perfeito”.

Satisfeitos com os resultados, os pesquisadores decidiram que o garoto poderia ser um exemplo dos seus avanços tecnológicos, mas antes de arriscar, decidiram investir no treinamento do menino, que dedicava horas de seu tempo aprimorando seu preparo físico nas subestações, sem nunca conhecer o mundo lá fora. Sem saber como é a vida em sociedade.

Assim, Brandon passou grande parte de sua adolescência cultivando curiosidades sobre as coisas e o porquê de elas existirem. Diariamente, antes e depois dos treinos, debruçava-se na cama de seu alojamento e passava a ler revistas de curiosidades, além dos vários livros didáticos que estudava. Afinal, os pesquisadores não iriam querer investir em um ignorante. Apesar de toda a sua inocente gratidão, Brandon sabia que aquela não era uma instituição benigna, e suas desconfianças passaram a aumentar quando, ao florescer da puberdade, o garoto começou a sentir mudanças.

O menino passou um grande período em reclusão. Não queria tocar nada nem ninguém, até que percebeu que poderia coletar informações e começou a entender o real propósito da corporação.

Aos dezesseis anos, o menino foi dado como um sucesso, mas nunca se sentiu assim. Mesmo quando passava em todos os testes com facilidade, continuava reunindo informações e tentando entender as relações interpessoais passadas e contemporâneas.

Com três meses de experiência, Brandon foi enviado à Miami para demonstrar suas habilidades cognitivas como um teste.

Brandon se manteve relutante de início, visto que seria a primeira vez que sairia de sua prisão, mas foi convencido com um pouco de persuasão. Assim, ele foi enviado pela primeira vez em sua vida para o convívio social comum de um adolescente: O Ensino Médio.

"Prison isn't nothing to me, if you be by my side."

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