{OD} Mark L. Mudder and Tessa Burkhard Crawford

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{OD} Mark L. Mudder and Tessa Burkhard Crawford

Mensagem por Michael C. Mudder em Seg 27 Jul 2015 - 13:23


The First Look

A postagem se inicia entre Mark L. Mudder e Tessa Burkhard Crawford e está fechada para qualquer um que não tenha sido convidado. Passando-se esta em 22 de Julho de 2015, no (a) Ocean Drive. O conteúdo é livre . A postagem está em andamento.




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Re: {OD} Mark L. Mudder and Tessa Burkhard Crawford

Mensagem por Tessa Burkhard Crawford em Qua 29 Jul 2015 - 1:12

– Bartholomeu Ludwig Crawford! – Meu tom de voz é alto e completamente rude. Respiro profundamente. Não, não posso ficar nervosa. Respire, Tessa... Respire, Tessa... Conte até dez. Um, dois, três e... – Por que diabos desmarcou a minha reserva no restaurante?! – Encaro-a furiosa. – Você não tem ideia do que aconteceu! – Grito e paro de falar. Tenho que ficar calmo. Sou uma boa mãe, disso eu tenha certeza, portanto não posso me estressar. Sento em minha cama e então, faço um gesto para que ele se aproxime. O garoto senta ao meu lado, e então, encaro-o. – Olha... Só porque você é adotado, não quer dizer que precisa se revoltar e ficar implorando pela minha atenção, Barth. – Ok, talvez tenha sido rude, mas sou sincera. Ele já é grande, não vou ficar mentindo, né? – O que eu quero dizer é: eu te amo, meu filho. Sabe por que eu te adotei? – Não, não foi o dinheiro. Tenho de sobra, sinceramente. – Porque no momento em que eu te vi, você me despertou algo diferente... Claro que eu sinto amor por Effy e Bennett, mas você também veio pra completar. – Sorrio. – Não precisa ter medo. Não vou te abandonar ou te amar menos, ok? – Ergo uma das sobrancelhas e o vejo assentir positivamente. – Perfeito... Bom, tenho que ir. Quem saiba não consiga encontrar alguma mesa, né? – Reviro os olhos e me levanto. Dou um beijo em sua testa, e então, saio do meu quarto.

Talvez não esteja sendo uma boa mãe, e, sinceramente, é horrível escutar isso. Sei muito bem que as empregadas da mansão ficam sussurrando que sou interesseira. Argh, bando de fofoqueiras. Infelizmente, aturo-as. São de confiança, apesar do tamanho da língua. Nunca ouvi algum relato de furto em minha casa, portanto, só preciso ter paciência. Normalmente apareço nos lugares como uma mulher insensível, mas tudo tem um motivo. Não gosto de ficar muito próxima às pessoas. Às vezes, vejo-me como uma criatura amaldiçoada. Sempre tive perdas brutais em toda a minha vida. Tudo começou com a minha namorada, depois com o prostituto e em seguida com Edward. Todos tinham morrido de forma dolorosa. Lys fora pisoteada por cavalos, Aaron tinha morrido afogado. E, por último, seu último amante. Como Ed morreu? Queimado dentro de seu próprio apartamento. Tenho medo de me aproximar e acabar perdendo meu/minha amante pra algo terrível. Pode parecer egoísmo, mas é precaução.

O mundo é uma enorme caixinha de surpresas, e sinceramente, cansei de ser uma diversão do universo. Sim, universo. Não acredito em Deus ou qualquer coisa do gênero. É estupidez. Odeio pensar que existo por causa de algum maldito ser supremo. Os religiosos dizem que a nossa vida já é escrita pelo “querido Senhor”. Blergh! Não preciso de ninguém para cuidar de mim. Eu mesma consigo organizar a minha vida, por favor! Como os seres humanos conseguem entregar suas vidas para algo inexistente?! Por favor, é pura idiotice. Nós, meros mortais, conseguimos tomar conta de nossas próprias vidas. Infelizmente, nem todos possuem essa capacidade, assim, a “sociedade Maria-vai-com-as-outras” aderiu essa modinha ridícula.

Assim que saio de casa, pego um táxi. Ele dirige bem devagar, mas respiro fundo e reviro os olhos. É uma noite fria, portanto não posso reclamar. Não quero andar nas ruas de Miami. Ew, imagine o que posso encontrar fora do veículo? Drogadinhos de quinta categoria e coisas do gênero. Sou melhor do que isso. – Vai demorar? – Falo num tom calmo e tranquilo. Você, leitor, deve estar se perguntando por qual motivo não estou no carro. Bom, meu lindo e perfeito veículo está com Bennett. Ah, e onde está Ben? Numa viagem ao Canadá. Ele simplesmente pegou meu carro e sumiu. Claro que dei uma bronca terrível, mas depois me controlei. Se pudesse, daria uns bons tapas naquele garoto pelo telefone. Ele merece! Que tipo de prole pega seu automóvel e simplesmente some? É uma maldita irresponsabilidade. Às vezes penso em enviá-lo para fora de casa, porém... Não, não quero pensar nisso. Gosto dos meus filhos perto de mim. É mais seguro para eles e para mim. – A senhora é muito apressada, não? – O motorista fala de modo rude, o que me faz erguer as sobrancelhas com o seu comportamento. – Que tal você ir se foder? – Um sorriso surge em meus lábios. Antes que ele possa dizer qualquer coisa, tiro um pequeno pacote de dólares e jogo no mesmo. – Fique com esta porcaria. – Bufo e desço do táxi rapidamente, fechando a porta de forma brusca.

Levou alguns minutos para chegar ao restaurante. Tive que, infelizmente, caminhar bem perto dos cidadãos nojentos de Miami. Não eram quaisquer pessoas... Eram mendigos safados e sujos, drogados que adoram pedir dinheiro, mas por sorte, consegui passar longe. – Táxi nojento. – Resmungo, um pouco irritada. Paro na porta do local onde jantaria e então, olho para a minha bolsa. As minhas roupas estavam ajeitadas, por sorte. Olho para o objeto em minhas mãos e retiro uma pequena toalhinha branca, passando pelo meu rosto. – Bennett me paga. – Reviro os olhos e então, olho para a porta do restaurante. – Lá vamos nós. – Suspiro e então, caminho para dentro do mesmo.

Antes que possa processar, um xingamento sai dos meus lábios. Como assim? Todos os lugares estão cheios. As cadeiras simplesmente estão lotadas de pessoas. Alguns rapazes me olham e piscam pra mim, mas apenas reviro os olhos. – Nojentos. – Resmungo e caminho entre os vãos da mesma. Ergo uma das minhas sobrancelhas ao ver uma mesa mais próxima e, felizmente, somente com um homem. Aproximo-me lentamente e de forma educada, e então, pigarreio quando estou próxima. – Ér... Boa noite, senhor. – Forço um sorriso. – Já está de saída? – Lanço a pergunta. Não sei se fui grossa, mas... Não me importo.

Observo-o e, uau. Ele é um gato, sejamos sinceros. Não quero parecer uma adolescente no cio, contudo, digo a verdade. Seus olhos possuem um tom claro. Sua pele é delicadamente bronzeada. Hm, provavelmente vive surfando e tem sorte de ser herdeiro de alguma família rica. Espero pela sua resposta, e assim, encaro-o de forma séria.

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Re: {OD} Mark L. Mudder and Tessa Burkhard Crawford

Mensagem por Michael C. Mudder em Qui 30 Jul 2015 - 14:53

Do you want to dinner with me?
- Tyler, você tinha um trato comigo, sabe muito bem que não admito furos. Sua mãe deixou bem claro que eu serei responsável por você, então o mínimo que deveria fazer era vir direto para cá e... - respirei fundo levando uma das mãos até meu rosto me controlando. O tom da minha voz estava calmo, por isso não chamei muita atenção enquanto dava uma chamada em meu sobrinho.
- Okay. Mais tarde iremos conversar, já que iremos nos encontrar todos os dias poderei explicar bem claramente como gosto das coisas organizadas. - pausei mais uma vez dando um outro suspiro e me despedi. - Até mais tarde... - pressionei meu maxilar fazendo leves ondulações surgirem o que não era um sinal muito bom, para quem me conhecia.

Depois de Adryan agora eu teria que me colocar no papel de pai novamente, eu amava minha irmã e por isso lhe dei o desejo de trazer seu filho para morar comigo e Adryan. O garoto tinha um sonho de ser jogador de futebol e como agora a Winterfield estava sobre minha direção eu poderia realizar esse desejo contanto que ele se empenhe nos estudo também.

O garçom vinha até minha mesa perguntando sobre o que iria desejar, apenas lhe pedi no momento para que me trouxesse uma xícara de chá gelado, no momento era o que eu queria. Após sua saída permaneci sentado à mesa enquanto olhava os carros ao lado de fora indo e vindo, agora que Tyler tinha me deixado plantado ali e com muitos problemas pra resolver na instituição só precisava relaxar um pouco antes de ter que novamente cair no mundo das pastas e assuntos inacabáveis tanto da vida pessoal quanto da vida de trabalho.

Meu chá estava quase para terminar, o celular vibrou e ao ver o display era um dos membros do conselho de jogos estudantis, respirei fundo e atendi.
- Boa noite, senhor Julian. - comecei a conversa.
As palavras dele eram satisfatórias, pelo menos isso.
- Mr. Mudder, consegui encaixar sua vaga na competição dos jogos de Miami, mesmo o senhor sabendo que a vaga da Winterfield estava bem reservada. - disse ele em um tom aberto e risonho.
- Sim, agradeço pela informação. Eu só queria me certificar de que não haveria surpresas, como sabemos e o senhor me conhece de águas passadas, muitos colégios compram as vagas para tentar burlar o esquema original das cotas.
Ele pigarreou e soltou uma risada frouxa.
- Não se preocupe, está tudo certo e fico bastante satisfeito por ter pego a direção. Parabéns! Nos vemos na primeira reunião do conselho. Tenha uma boa noite. - disse ele encerrando a conversa.
- Grato. Boa noite.

Neste momento uma linda dama se apresentava a minha frente, por estar colocando meu aparelho sobre a mesa eu não pude repará-la muito bem, mas assim que voltei a olhar para ela fixadamente algo me fez ficar boquiaberto. Seus cabelos lisos, seus lábios acesos pelo batom vermelho aveludado, seus olhos que mostravam um brilho exuberante, resumindo, era uma mulher de alta classe bem vestida que praticamente marcou presença perante a mim.
Pigarreei lhe respondendo a questão de dúvida que havia dito sobre saber se eu estava me retirando do estabelecimento.
- Boa noite, primeiramente... - assenti levemente com a cabeça lhe lançando uma olhada formal. - Estou apenas aguardando o garçom para... - não estava combinado, o garçom chegava nesse exato momento. - Mr. Mudder, seja bem vindo novamente... - disse o homem bem ultrajado e com classe.
- Obrigado. Jhon. - respondi olhando para o homem e logo me voltava para a dama. - Por favor, sente-se. Não serei egoísta de deixar uma linda mulher em pé esperando por algum lugar neste restaurante bem requisitado. - lhe lancei um sorriso singelo.
- Traga para mim um Henri Jayer Richebourg Grand Cru, para uma degustação inicial. - o francês impecável deslizou pelos meus lábios fazendo o outro moldar uma expressão bem satisfatória. - Ótima escolha, senhor. - ele anotou o pedido. - Duas taças?
Olhei para a mulher e arqueei uma sobrancelha voltando a encarar o garçom respondendo:
- Que cavalheiro seria eu deixando uma mulher tão graciosa apenas a observar eu degustar um dos vinhos mais caros do mundo... - minha voz calma soou como um convite irresistível.
- Com licença senhor Mudder, madame... Já trago o pedido de vocês. - o mesmo se retirou deixando-nos a sós.

Estendi minha mão e me apresentei formalmente.
- Prazer, me chamo Mark Louis Mudder... - peguei sutilmente em seus dedos e levei seu dorso até meus lábios beijando gentilmente.
- Como se chama a mulher que convidei para esse jantar? - esperei ela me dizer seu nome enquanto a olhava admirando sua beleza.

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Re: {OD} Mark L. Mudder and Tessa Burkhard Crawford

Mensagem por Tessa Burkhard Crawford em Dom 16 Ago 2015 - 14:03

O homem me cumprimenta de forma educada, o que me faz erguer uma das sobrancelhas. Ele é elegante, e, pelo seu tom de voz, é perceptível que o mesmo vem de um lugar repleto de luxo. Ou, pelo menos, é o que parece ser. O rapaz começa a dizer algo, mas um garçom surge do nada, o que me faz respirar fundo e conter a birra que estava doido para dar. De repente, ambos começam um diálogo bem informal. Pelo visto, o indivíduo já estivera aqui várias e várias vezes. Em seguida, recebo um convite para me sentar. – Obrigada. – Digo de forma educada e deixo um pequeno sorriso escapar dos meus lábios. O homem sorri para mim, e, uau... Ele é um gato. Acho que já disse isso, certo? Talvez ele mereça mais elogios, porque, sinceramente, é raro encontrar algum homem com essa aparência. Ele não aparenta ser muito novo, porém não parece ser velho. É um meio termo. O homem faz um pedido em francês, fazendo com que uma leve expressão de surpresa surja em minha face. – Belo francês. – Comento e dou de ombros. Escuto a sua pergunta. – Bom... Aceito. – A educação escapa da minha boca. Sempre fui educada, afinal, tive uma boa educação ao crescer. Faculdade, amigos, família e coisas do gênero modificaram a minha personalidade.

O atendente se afasta, e em seguida, a mão do anfitrião se aproxima, cumprimentando-me. Levo a minha mão para frente, pronto para cumprimentá-lo, todavia, sou surpreendida. Seus lábios tocam o meu dorso. Confesso, é uma atitude rara. Bem rara. Poucos homens fazem isso, tipo, poucos mesmo! A sua pergunta escapa de forma gentil e elegante. – Sou Teresa Burkhard Crawford. Prazer, senhor Mudder. Pode me chamar de Tessa. – Pisco para Mark e olho ao redor, vendo várias pessoas estarem no ambiente. O barulho é alto, mas isso não significa que vou falar como um ser primitivo sem elegância. – Bom... Muito obrigada por me deixar sentar com você. – Sim, estou sendo sincera. Estou passando em cada restaurante de Miami para que possa marcar uma reunião com algumas modelas belgas. – Estou avaliando cada restaurante. Era para ter alguma mesa reservada, mas... Bom, meu filho desmarcou por motivos “tolos”. – Reviro meus olhos.

– Enfim... – Cruzo meus braços. – Possui filhos, Mark? – Lanço a pergunta. O motivo da pergunta? Bom... Não quero ficar sem assunto. A pior coisa numa conversa é quando todos ficam em silêncio, assim, fica um clima tenso e constrangedor. – Preciso de alguém que me recomende alguma escola nessa cidade. Ainda não tive tempo de conhecê-las. Bom... Meus filhos, Barth e Elizabeth, estão no último ano. Não quero atrasá-los em relação aos estudos. – Explico o motivo de ter tamanha curiosidade. Meus filhos precisam aprender mais e mais coisas, apesar de ambos não desejarem seguir o caminho da faculdade. Effy quer ser um estilista, enquanto Barth quer viver num mundo de futebol e coisas do gênero. Ai, ai ai, esses garotos são complicados. Meu outro filho simplesmente vive vagando pelo mundo. Como ele consegue dinheiro? Nem tenho ideia. Sempre falo para ele me ligar quando precisar, mas o mesmo simplesmente some. Talvez ele trabalhe em algum lugar e simplesmente se muda. O filho mais velho sempre fora desapegado, principalmente da família. – Apesar de ambos não desejarem o mundo do conhecimento... – Reviro os meus olhos.

O silêncio inunda nossa conversa, e assim, olho para o rapaz. – É casado? – Okay, pergunta diferente, mas não me arrependo. – Qual seu emprego? – Lanço a última pergunta e o encara bem nos olhos, navegando em sua alma. Eles são claros como o céu, completamente hipnotizantes. Seus cabelos possuem uma tonalidade diferente, não sei definir.

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Re: {OD} Mark L. Mudder and Tessa Burkhard Crawford

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