BRINGBÖRN-T, Malía

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BRINGBÖRN-T, Malía

Mensagem por Convidado em Seg 3 Ago 2015 - 16:07


Malia

─ Nome Completo:
Malia Gabrielle Bringbörn-Tate.

─ Idade:
21 anos.

─ Escola:
Formada na Newtt Mckinley.

─ Grupo:
Adultos.

Personalidade:

Imagine alguém confuso, alheio a coisas que parecem ter importância, engraçado e disposto a ajudar os amigos, mesmo que isso lhe custe algo pessoal, e você chegará perto de quem é Malía. Apesar disto, a mulher não demonstra ser do tipo "sorriso fácil". É reservada no início, não costuma dar detalhes sobre quem é ou de onde veio até sentir confiança. É um tanto que bruta, em sentido de forças. Não liga se para aparência como uma garota normal deveria ligar. Para ela, se esta vestida confortavelmente, esta melhor que a encomenda. Também não faz o tipo: Vou comer apenas salada, por que quero parecer um coelho raquítico sobre saltos altos e roupas da moda. Para Malía, o que realmente era importante, era visto nos olhos da outra pessoa, e não, em como ela parecia gorda ou magra, dentro de roupas de grife e sapatos caros.

Preguiça é algo que não existe em seu vocabulário, e provavelmente um sentimento que ela não reconhece. Hiperativa, pode muito bem escrever uma dissertação enquanto dança hip-hop de cabeça pra baixo. Esforçada, sempre precisou correr contra o tempo para se ajustar a alguns horários, principalmente, os da escola. Não era boa com cálculos ou coisas do gênero estudantil, visto que tinha dificuldades absurdas para entender. Informação de mais em sua mente lhe deixava estressada, e sua hiperatividade gritava para resolver de apenas uma forma: Correr. Correr lhe relaxava.



História:

Malia foi considerada morta por oito anos a partir de um acidente de carro que tirou a vida de sua mãe, a senhora Tate, e sua irmã mais nova. Na época, tinha 9 anos. Os cadáveres descobertos na destruição do carro estavam cobertos de marcas de mordida de algum animal selvagem nativo. Durante os anos em que ela estava desaparecida, Malia vivia em uma toca perto do local do acidente, vivendo quase como uma indígena. Ela tinha uma ligação sentimental com a boneca, que é deixada no local do acidente para a irmã, semelhante à maneira de deixar as flores em um túmulo. Viveu assim por 7 anos, onde já não aguentava mais ser uma desabrigada. Foi para a cidade, recebendo olhares de desavença, outros assustados e muitos chegaram a lhe tratar mal por vestir trapos sujos e que mal lhe serviam. Depois de muito vagar em busca de algum lugar para substituir sua antiga toca, Malia é reconhecida por um nativo de Miami, que lhe direciona até a casa de seu pai, o qual pensava ter tido toda a família dada como morta.

Ela tem uma mentalidade de sobrevivência do mais apto, como é mostrado quando ela estava disposta a deixar seu "lar" para trás, e ir em busca de algo que lhe tornasse "alguém". No entanto, ela é bastante ligada a ao local do acidente em que vivera quando criança. Malia está lutando para aprender a se controlar, mesmo depois de tantos anos longe da cidade. Mais tarde, ela descobre que o homem que pensara ser seu pai, na verdade é seu pai adotivo, e isso abala as estruturas já deturpadas da garota.

Atualmente, no auge de seus 21 anos, Malia é completamente sã, como qualquer cidadão da Flórida. Seu único problema, trata-se de pesadelos decorrentes ainda com a noite em que presenciara o acidente com a mãe e a irmã. A única coisa que a mulher deseja, é saber o que teria causado aquele drástico e fatídico acidente, que fora capaz de mudar sua vida. Mas, procurava esquecer isso e viver como alguém normal, como tinha prometido a si mesma. Trabalhava em um restaurante, conseguia se manter bem no emprego, e tinha até alguns amigos. Conseguira seu propósito inicial: Deixar de ser ninguém.

"do not stop living your life".
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