BISHOP, Dylan

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BISHOP, Dylan

Mensagem por Dylan Bishop em Ter 4 Ago 2015 - 22:42


Dylan

─ Nome Completo:
Dylan Alistair DiLaurentis Bishop

─ Idade:
18 anos

─ Escola:
XxX

─ Grupo:
Adultos

Personalidade:

Poucas pessoas conheceram profundamente Dylan, ou melhor, Alistair, e aquelas poucas que vieram a conhecê-lo por completo, desejam até hoje do fundo de suas mentes não terem feito tal ato impensado. Dylan é do tipo de pessoa que pode ser um garoto angelical perante os olhos de todos, ele pode ser o namorado perfeito, pode mudar drasticamente sua forma de agir e mudar suas expressões como quem respira, de tão fácil. Apesar de seu talento enorme para as atuações, ele possui seus pontos fracos, sendo um deles a família. Desde pequeno, apesar dele ser igual ao seu irmão gêmeo, Dylan, Alistair sentia-se intimidado pelo irmão, sempre perfeito, sempre comportado e sempre paparicado e amado por seus pais, o que fez com que Alistair desde sempre odiasse de forma inescrupulosa seus pais, odiando-os com todas as forças, sendo inclusive o motivo dele ir para um hospital psiquiátrico a tentativa de assassinato. Alistair é homossexual, porém nunca teve ninguém com quem conversar, pois viveu confinado num maldito instituto psiquiátrico longe da cidade de Miami como uma espécie de medida preventiva para ninguém saber dos podres da família Bishop, e pelo fato de sempre viver preso, nunca teve amigos de verdade, muito menos pessoas confiáveis com as quais se abrir sobre sua opção sexual ou seus sentimentos. É incrivelmente manipulador, além de capaz de fazer qualquer coisa para conseguir aquilo que quer.


História:

Naturais de Miami, Alistair e Dylan eram os gêmeos mais lindos em toda a cidade, ninguém poderia contestar seus orgulhosos pais. Apesar de muito parecidos em suas aparências físicas, haviam pequenas diferenças entre ambos; Dylan era calmo, sua presença era apaziguante e ele mal chorava durante as noites de sua infância, Alistair era o oposto, sempre agitado, não obedecia seus pais nunca, chorava por qualquer coisa e queria tudo na palma de sua mão, sem objeções. Cresceram unidos aqueles gêmeos, para orgulho de seus pais, entretanto, havia algo de diferente em Alistair, talvez pirraça? Aos olhos das pessoas, sim, era apenas um garoto mimamo fazendo pirraças, mas talvez fosse algo a mais. Um pedido de atenção, desesperados atos pedindo por um pouco de carinho de seus pais. Toda a atenção era única e exclusiva de Dylan, enquanto Alistair apenas era tratado com a voz elevado de seus pais, com olhares de desaprovação, mesmo quando Alistair comportava-se, algo ocorria e a culpa era dele.

Com o tempo, fúria crescia no pequeno coração do angelical loiro de grandes olhos verdes. Por que o machucavam tanto? Por que batiam-no na face na frente de todos sem o mínimo pudor ou piedade dele? Ele procurava sempre se comportar, sempre fazer a coisa certa, ele até arrumava sua cama e nunca, absolutamente nunca tocava num fio único do cabelo de seu gêmeo, mas por que o odiavam tanto? Foi quando certa noite, seus pais acordaram com o cheiro de queimado. A casa estava em chamas, para o desespero, quando foram correndo buscar os filhos, estes não encontravam-se no quarto; estavam lá fora. Dylan estava ainda adormecido, alheio ao fato da casa estar em chamas, deitado no chão porém com a cabeça apoiada nos braços do irmão, que fitava a casa com um largo sorriso. Alistair beijou a face do irmão, uma lágrima escorrendo de seu rosto.

- Não se preocupe, irmão, ninguém ficará no nosso caminho... - sussurrou ele, entretanto seus pais escaparam, agitados. Na época, Dylan e Alistair tinham oito anos.

Nos anos seguintes, Alistair ficou num instituto psiquiátrico bastante sigiloso, afastado de Miami. Sua infância se desenvolveu lá, sua adolescência e consequentemente, sua velhice ocorreria nos corredores brancos, nos campos gramados e naquelas intermináveis sessões, dividindo espaço com o avistador de estrelas caindo do céu, chamado de Robert, a ninfomaníaca Carrie, sempre com a mão dentro das calças, ou de milhões de outros doentes. Aos quinze anos, numa briga no refeitório, Alistair enfiou o garfo no olho de Robert, que tentava arrancar as roupas dele alegando que "um vírus iria infectá-los e Alistair precisava morrer para a Terra sobreviver". Alistair graças àquele maldito ficou meses na solitária, chorando, no frio. Aos poucos, ele ficava louco, ensandecido devido à falta do seu objeto de adoração; seu irmão gêmeo. Seu irmão por ordens de seus pais, nunca havia ido visitá-lo. Apenas sua mãe visitava-o perto do Natal para deixar-lhe um bolo comprado numa padaria de quinta categoria, e deixava também roupas novas para ele, ia embora e mal perguntava como ele vivia ali.

O dia que ele escapou foi o melhor de sua vida. Era uma noite chuvosa, ele teve ajuda de um dos guardas, que para a sorte do loiro, amava-o, e acreditava que fora daquele instituto psiquiátrico, Alistair teria chances de viver lá fora, como um bom garoto. Pobre tolo! Se soubesse o que fez ao deixá-lo ir.... mas não havia mais volta, Alistair matou um guarda, fugindo dali, aos risos. Nem tudo são flores num campo em pleno verão, logicamente, ele passou fome nas ruas de Miami. Em hipótese alguma ele poderia ir até sua casa. E ele estava longe, muito longe de casa, e foi abrigar-se num acampamento, onde ele sabia que ao pegar a balsa grátis até a ilha onde ficava o acampamento, ele lá poderia sobreviver, pois poderia se infiltrar durante a noite. Para sua surpresa, lá estava seu irmão.

Durante a madrugada Alistair seguiu seu irmão gêmeo, disposto a mostrar as caras e abraçá-lo, mas algum intrometido surgiu no seu caminho, fazendo-o voltar para a escuridão da floresta dentre as árvores. Até hoje as memórias se confundem em seu pequeno e louco cérebro, entretanto, foi nítido: as mãos daquele moreno empurraram seu irmão. O som de seu crânio quebrando lá embaixo assombra-o até hoje. Havia uma plateia, e o assassino inclusive pediu segredo. Maldito! Pagaria por tudo que fez! repetia Alistair em pensamento. Ele fez documentos falsos, assumiu uma nova identidade, se chamando agora igual ao irmão gêmeo, como uma póstuma homenagem, e prometeu vingar-se daquele que matara seu irmão, e daqueles que o ajudaram escondendo o segredo.
"Baby, I'm a sociopath, Sweet serial killer".

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