{MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

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Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Qua 5 Ago 2015 - 11:06


Show me what you have

Esta é uma RP privada, fechada para qualquer entrosamento que não seja de Dianna Ohweiler e Hanna M-P McCain, tendo como convidado para entrosamento, Samuel McCarthy. O conteúdo é livre, e a postagem esta encerrada.

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Re: {MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Qua 5 Ago 2015 - 11:39



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Cold as ice and more bitter than a December. Winter night. That's how I treated you and I know that I. I sometimes tend to loose my temper and I cross the line. Yeah, that's the truth. I know it gets hard sometimes but I could never leave your side. No matter what I say 'Cause if I wanted to go. I would have gone by now.

I have no idea to use it, help me.


Aquela deveria ser a quarta loja a qual havíamos entrado e eu já não tinha paciência para olhar cada peça de roupa que me era oferecida. As que eu gostava eram informais para um jantar, outras não tinham cores para sobressair em meu tom de pele, ou não combinavam com os sapatos. Estava praticamente como um cachorrinho, indo para onde a controladora de minha coleira puxava. E quem melhor do que Hanna para me ajudar com isso? Mas, havia toda aquela coisa de combinação perfeita. Tinha em mente que me arrependeria de ter pedido sua ajuda, por simplesmente saber que ela me faria provar uma montanha de roupas, mas todo o arrependimento iria embora assim que ela achasse a perfeita. Eu estava em um pensamento distante. Tinha acabado de sair para almoço e teria o resto do dia de folga, e ali estava eu, deixando todo o meu tempo nas mãos de uma loura com pinta total de uma modelo teen. Se não fosse ela, provavelmente eu apareceria no jantar vestindo a roupa que usava agora: camisa social azul marinho com as siglas da FBI bordadas no peito, uma jaqueta por cima e calça jeans. Era bem capaz dela ter um surto se me visse assim, hm? Ri internamente.

Estou pensando seriamente em repensar esse jantar e fazer uma festa particular na piscina. — resmunguei.

A verdade é que eu estava um pouco aflita para este jantar. Teresa era o ícone primordial do que eu tinha como família, e digamos que o mesmo se condiz a mim, para ela. Portanto, é de se esperar bastante ciúme de uma relação tão reservada e intacta. Logo no início, quando Buttahbenzo fora lançado para a mídia, e bombado como o melhor friendshipp do momento, tivera que ler e ouvir diversas mensagens sobre quem era Hanna, e que diminuíssemos o contato. Tive que rir. Seria engraçado deixa-la conhecer minha Benzo, e mais ainda, Shannon. Enquanto Hanna tinha uma conversa com alguma vendedora, provavelmente pedindo algumas peças, tirei o celular do bolso, mandando uma mensagem para Sam.

Ja estou com a Hanna, quando chegar, vá até a praça de alimentação e eu te encontro lá. — D.

Deslizei o celular para dentro do bolso da jaqueta, e ao me virar, dei de cara com uma atendente ruiva, digamos que, muito perto. Seus olhos grandes e verdes me fitavam com certa curiosidade. Seu "Posso te ajudar de alguma forma?" soando tão sugestivo, que minha sobrancelha fora arqueada ligeiramente. Neguei com a cabeça, sorrindo curto, me aproximando de Hanna. Minha palma da mão esquerda fora colocada sobre sua fina cintura, em um contato íntimo, mas não de uma forma que ela pensasse que estava abusando.

Tem uma ruiva com cara de maníaca bem atrás de mim, desculpa. — sussurrei contra seus cabelos, fingindo beijar ali.

A pequena interação parecia ter feito a ruiva entender que não era disponível, então se afastou. Respirei aliviada, amaldiçoando a mim mesma por não ter trazido Shannon junto. Tinha certeza de que entrar de mãos dadas com ela teria sido o suficiente nem para trazer a aproximação da vendedora. Toquei a aliança em meu dedo anelar, girando a circunferência ao redor dele, enquanto esperava para fazer a nova prova de roupas, retirando a mão da cintura da loura, antes que aquilo ficasse desconfortável para nós duas. Odiava sujeitá-la a mim desta maneira, e sempre ficava desatenta. Tentava fazer o meu melhor para prestar atenção em tudo.



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Re: {MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

Mensagem por Hanna Mensdorff-D. McCain em Qua 5 Ago 2015 - 20:43

& in the endi'd do it all again



H&M. All Saints. Gucci... eu poderia passar todo o resto do meu dia perambulando pelos corredores recheados das mais diversas peças da moda atual em todas aquelas dezenas de lojas do shopping center na Collins Avenue; em meio a tanta localização paradisíaca ao redor de Miami aquela bendita avenida era como o meu lar; caminhar pelas calçadas estudando as vitrines com modelitos de alta-costura era como ser chamada pela nave-mãe, ou algo assim.  E eu tinha plena certeza que eu era a única a me sentir daquela forma com relação ao ambiente da C. Avenue – e quando me refiro a ser a única digo com base em mim e minha acompanhante de feição amuada que parecia beirar a loucura por ter que entrar em uma nova loja. Dianna. Era perceptível em meu sorriso satisfeito que eu estava em completo estado de adoração por estar a frente daquela missão; quando se trata de liderança a morena de pele caramelada e olhar amendoado era de fato a melhor opção, mas ali estava ela, sendo conduzida por moi que não estava apenas no controle de tudo mas também maior que ela – merci, McQueen.

— Estou sentindo que esta loja da Prada nos dará bons resultados. — Encorajei-a, com aquele meu típico e charmoso sotaque francês tornando-se presente por puro acidente – saudades de casa resultavam nisto, em mim pensando demais na minha amada Europa, involuntariamente trazendo à tona minhas raízes parisienses.  Apressei-me em recorrer pelo auxílio de uma mulher de cabelos platinados perfeitamente presos em um coque no alto de sua cabeça, que trajava como "uniforme" um belo vestido negro bem ajustado a seu corpo esbelto; ela parecia entender daquilo ali. — Então ... está vendo aquela menina ali? A com uma jaqueta do FBI. Preciso de algo de que caiba nela, algo simples mas belo. — Demorei-me olhando para Dianna, guiando também o olhar analítico da mulher que parecia estar tentando imaginar Dianna fora daqueles trajes ... rústicos, coberta por alguma peça dali. — Podemos olhar uns vestidos, se quiser. Acho que algo meio casual chic!? - Ouvi a mulher murmurar. Foi automático, trocamos um olhar cúmplice e partimos para a primeira fileira de roupas penduradas aos cabides metálicos que também ostentavam o logotipo da Prada.

O mesmo frio que os metais dos cabides em que eu tocava transmitia a minhas mãos foi sentido na altura de minha cintura, assim que o contato de finos dedos naquela região. Meu olhar moveu-se até ali involuntariamente para a figura detrás de mim, bastou isso para que um suspiro de alívio escapasse. Era Dianna, pelo menos, não era nenhum estranho ousado. Ouvi sua explicação e ligeiramente escondi o rosto detrás de um vestido curto com detalhes em couro, não deixei que vissem-me rir. E tão súbita quão havia surgido a vontade de rir se cessou quando meus olhos captaram uma peça nos braços da vendedora. — Sim! Isto! Exatamente isto! — Brandei, indo de encontro a eficaz mulher e tomando de sua mão um macacão com um curto decote em "V", com detalhes bem localizados, tamanho perfeito - aparentemente -, ótima cor, era simplesmente perfeito. — Traga-me algumas joias por favor! Acho que encontrei o que queria! — Segredei a mulher, com um sorriso de puro orgulho. — E você, Buttah. Vá se trocar e ver se gosta. Eu tenho certeza que ficará ótimo. — Olhei-a confiante, desabando no divã a alguns passos atrás de mim, cruzando as pernas, já lançando meu típico olhar impassível e o sorriso fino de superioridade. "Ponto para mim!" Pensei alegremente.

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Re: {MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sex 7 Ago 2015 - 10:57



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A plenitude naqueles familiares olhos azuis me fizeram revirar os meus. Olhei para trás, encontrando um caminho seguro de ruivas perseguidoras, então me afastei, passando o olhar por alguns vestidos. Lantejoulas, pérolas, franjas. Algumas mulheres gostavam de andar parecendo uma alegoria daqueles famosos momentos brasileiros que havia visto uma vez, em um período que eles chamam de carnaval. Olhei para trás, apenas para ter certeza de que Hanna não estaria me disponibilizando mais uma montanha de roupas, quando capturei o olhar direcionado a mim, pela vendedora platinada. Ela parecia a feiticeira, do filme de Nárnia. Tentei não rir. Ela certamente deveria estar achando que eu era aquele protótipo que faz a linha "eu prefiro me vestir feito homem e não há ninguém que mude isso. Nem você, sua dinossaura pré-histórica." Eu só estava com o uniforme de trabalho, e não tinha culpa se não havia distinção de sexos para ele.

O quão bom seria se eu tivesse pedido a ajuda de Sam? — perguntei baixo, testando a alternativa.

O cabelo da feiticeira era tão branco, que estava começando a me perguntar se ela havia mesmo platinado, ou se era a cor original para sua idade. Porém, isto não fez o menor significado, não quando tudo o que eu pensava, era em ter tido uma ideia. Eu faria uma mudança de estilo. Um novo cabelo. Valeu, feiticeira! Então, dera um pulo pra frente, quase derrubando metade da loja com o "Sim!" dito por Hanna, me assustando. Mais que diabos! Ela me instruiu a ir para os provadores, e assim que meus olhos caíram sobre o que eu teria de vestir, abri um pequeno sorriso. Pelo menos não era um daqueles vestidos alegóricos.

Sim, senhora. — escolhi um dos provadores, e entrei.

Após tirar a roupa e deixá-las penduradas sobre os grampos presos na coluna lateral do provador, peguei o macacão, vendo tantas tiras, que provavelmente iria me complicar. Para onde isso aqui vai? Franzi o cenho, determinada a descobrir como aquilo entraria em mim. Passei a parte das pernas por elas, subindo o tecido, encontrando a parte aterrorizante: As malditas tiras. Quase cai dentro daquele provador, xingando até a última geração da feiticeira, por me trazer uma coisa tão complicada. Com certeza saberiam da minha dificuldade, já que estava demorando mais tempo do que uma pessoa normal levava. Resmunguei, fazendo o melhor para conseguir vestir o macacão, e quando consegui, estava tão aliviada e comemorando internamente, que quase não percebi o quão perfeito ele havia ficado em meu corpo. Baixei os olhos, me encarando fixamente. Nada de arrependimentos. Abri uma fresta da porta, rondando o local a procura de minha personal particular, encontrando-a sentada em um divã.

Benzo? É este aqui. — abri a porta, ainda me escondendo atrás dela.

Não por vergonha, era mais por medo de ter colocado alguma tira errada e parecer uma pata choca no meio de elitistas. Sai do provador, indo até ela. Parei a poucos passos em sua frente, dando uma volta para que visse como tinha ficado. Antes que eu voltasse e acabasse com o mini fashion week dentro da Prada, algumas jóias foram postas em meu corpo. Estava prestes a discordar do uso, quando me encarei no grande espelho atrás das mulheres. Estava... Não era eu. Era uma Dianna completamente adulta, que poderia muito bem se passar por alguém sério. Maldita Benzo e seus dotes sobrenaturais para moda! Mais um tempo ali, onde algumas das vendedoras davam palpites do que usar aqui e ali, voltei as pressas para o provador. Para mim, a conversa havia saído mais como um cacarejar conjunto, do que algo que eu poderia compreender. Vesti o uniforme outra vez, saindo com tudo nas mãos e entregando a vendedora, junto com meu cartão de crédito.

Vou ficar com tudo. — vi seu sorriso aparecer, encrustado naquela pele de crocodilo. De nada, feiticeira.Eu te devo uma. — me voltei para a loura ao meu lado, com um sorriso torto.

Eu realmente devia uma a ela. Por me tirar de uma enrascada, e por ter me feito lutar com uma peça de roupa. Tinha de aproveitar a estadia de Teresa em casa, e aprender mais sobre como me vestir rápido com peças que deveriam ser consideradas um quebra-cabeça. Ou apenas, dispensáveis para pessoas como eu. Assinei o comprovante de compra, recebendo meu cartão e as sacolas negras com o logo da Prada brilhando em prateado. Me despedi com um sorriso direcionado para a feiticeira, e junto com Hanna, me dirigi até a praça de alimentação, vendo de longe a cabeça de Sam. Quase corri em direção a ele, abraçando seus ombros em um aperto amigável.

Quase morri pra vestir uma roupa, você perdeu isso, gafanhoto. — encolhi os ombros, fingindo uma expressão cansada. — Você trouxe tudo? — questionei, sentando-me em uma das cadeiras que ele havia escolhido.

Agora, resolveria a parte burocrática do jantar. O que seria servido, e quanto tudo custaria. Já havia lhe dado alguns toques, como por exemplo, queria algo de cultura italiana, holandesa e francesa. Era uma sorte inquestionável ter alguém como Sam no ramo da gastronomia, ou certamente, o jantar seria um fiasco. Antes de dar completa atenção ao meu melhor amigo, virei para Hanna.

Vai ficar? — lhe dera um sorriso morno.

Sabia o quão requintada sua presença era, e por mais que quisesse que ela ficasse, não poderia competir com sua agenda provavelmente cheia para aquele dia.



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Re: {MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

Mensagem por Adm em Ter 11 Ago 2015 - 19:39

Abrir um restaurante tinha sido uma experiência nova e estava sendo algo maravilhoso, desde que havia voltado da América Latina estava usando e abusando de novos ingredientes e temperos e transformando pratos clássicos em coisas reinventadas e quase novas.

Mas meu primeiro grande desafio não fora arranjar um espaço ou pessoal, ele seria apresentado na forma de um jantar para minha melhor amiga e seus convidados, e tudo tinha que ser perfeito.

Apesar de achar que o Kiche seria mais apropriado para a seleção dos pratos e das bebidas já que Dianna poderia experimentar as coisas, não vi problemas em ir encontrá-la na praça de alimentação do shopping. Antes de sentar em uma das mesas parei em uma loja da Not Guilty e comprei uma vitamina e um lanche mais leve. Fiquei lá por algum tempo, ouvindo algumas músicas clássicas dos anos 80 e estava me balançando no ritmo de Sweet Dream quando senti um abraço ao redor dos meus ombros que quase me matou do coração.

-Ugh, me sinto meio sufocado só de pensar no montante de roupas que deve ter testado, ainda bem que só preciso do meu avental. - comentei rindo ao retribuir o abraço. Assenti com a cabeça e puxei a mochila transversal para cima da mesa e puxei algumas pastas que continham tudo. Tirei os menus com pratos específicos para cada tipo de culinária que ela havia pedido mas antes que pudesse apresentar com mais detalhes as escolhas ouvi ela falando com alguém, então me virei para olhar e não me surpreendi ao ver Hanna, deveria ser óbvio que se alguém precisasse ajuda com moda ela estaria lá, isso quase me fez ter pena de Dianna por ter enfrentado a garota loira.

-Olá Hanna! Está bela como sempre. Vai se juntar a nós na escolha pelo cardápio perfeito? - disse para ela complementando com um sorriso antes de fazer silêncio para saber se ela ficaria para ajudar na escolha do cardápio ou se iria embora para fazer alguma coisa que garotas adolescentes com futuro nas passarelas fazem.

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Re: {MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

Mensagem por Hanna Mensdorff-D. McCain em Ter 18 Ago 2015 - 3:11

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Aquela sensação de dever cumprido era tão satisfatória que nem mesmo as horas que eu havia andando de corredor em corredor, de loja em loja vendo as mais diversas peças de roupas de grife e "empurrado" Dianna para experimentar algo me pareceram perca de tempo; até porque compras e moda jamais seriam perca de tempo para moi. Bastou que eu visse Dianna trajando aquele macacão preto que eu senti uma especie de choque revigorante, poderia suportar mais duas horas de comprar somente para vê-la dizer "É esse!" mais uma vez e admira-la usando algo de minha escolha. Era quase como vestir uma boneca, minha boneca pessoal, desnecessariamente alta e de uma feição exótica inesquecível.  

— Eu vou te cobrar, só não sei como e quando. — Respondi muito depois, quando já havíamos saído daquela maravilhosa loja Prada – isto após eu ser ligeiramente "interrogada" por uma das mulheres esbeltas que trabalhava por ali. Próxima parada: Praça de alimentação. Por mais que detestasse o quão tentador aquela área do shopping podia ser eu não me condenaria se comesse um pretzel ou pelo menos bebericasse Mocha caramelo da Starbucks. Aspirei o misto de aromas que pairava por aquela região; sanduíches, temperos, bebidas, chocolates ... senti meu estômago roncar de imediato, mas ignorei isto, obriguei-me a focar em Dianna e no loiro de sorriso fácil e aspectos mais maduros que os que tinha em mente quando lembrava ele. Samuel McCarthy! Ele parecia mais velho ou era impressão? — Ei, Sammy! Quanto tempo não vejo você. Eu soube do seu novo restaurante e não vejo a hora de ir lá. Meu padrasto e eu iremos lá juntos! — Apressei-me em dizer tudo aquilo enquanto o abraçava castamente. E então a pergunta vinda de ambos. "Vai ficar?" Mordisquei o lábio, comprimindo um sorriso de quem se desculpa. — Eu adoraria ficar, mas eu preciso passar numa loja em que vi um vestido perfeito para o jantar, Buttah. E eu sei que quando se trata de jantar Sammy é Expert. Além de quê eu tenho que voltar naquela lojinha da Prada e dar uma resposta a supervisora-chefe da loja que disse me achar apta para um estágio com Vera Wang. Não será remunerado, mas quem liga? — O sorriso largo tomou meu rosto, iluminando-o, expondo minhas covinhas e as fileiras de dentes bem alinhados e alvos. Um estágio com Vera Wang era como ... a ocupação de tempo mais gratificante de todos os tempos. — Vejo vocês no jantar! — Disse, soprando um beijo para a morena e pro loiro. — Buttah ... — sussurrei, fazendo um sinal de O.K com o dedo anelar e indicador, piscando para ela antes de guiar meus passos firmes para uma lojinha em meio a tantas dali da praça; Starbucks! É, eu merecia um Mocha, e o estágio e aquele maravilhoso vestido BCBG como look da noite.

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Re: {MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sex 21 Ago 2015 - 11:25



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Se eu estava surpresa com Hanna ter dito que faria a cobrança? Isso só queria dizer uma coisa. Que sua mente loira estaria programando algo. O que eu poderia fazer, se não ter de estar sujeita à isso? Onde estava a parte gentil dela, de ter o gesto para ajudar uma amiga? Ri comigo mesma, abrindo um sorrisinho torto com sua breve despedida. Olhei para Sam, com uma expressão engraçada.

Quem é Vera Wang? — questionei, achando que ele poderia estar no mesmo barco que eu, nessa. — Enfim. — dei de ombros.

Eu não fazia a mínima ideia do que poderia rolar em um jantar como aquele. Se só convidava Teresa, ou os pais de Shannon também. Hanna eu tinha certeza de que deveria estar presente. Ela, mais do que ninguém, tinha o poder de me acalmar e abrasar o nervosismo que sempre sentia quando o assunto era minha namorada. Quando poderia marcar o jantar? O que seria servido, estaria nas mãos do meu melhor amigo, sentado bem a minha frente.

Eu quero firmar compromisso, Sam. Ela ainda é muito nova, seu pai estranharia um pedido de casamento, né? — olhei para ele.

Passei as mãos pelo rosto, por um momento. O que poderia ser? Eu não fazia ideia de como as coisas funcionavam, mas queria que Shannon não tivesse dúvidas de que estava fazendo tudo, apenas por ela. Para que ela visse o quanto a queria. Pelo restante dos meus dias. Só não sabia como fazer isso. Não por falta de ideias. Tinha muitas, mas todas estavam desorganizadas. Soltei uma respiração profunda, encostando os cotovelos na mesa.

Recebi sua carta de vinhos, e escolhi os que deverão fazer parte do jantar. — como entendia de bebidas, não precisei me demorar analisando ou anotar os nomes. — Chateau d’Yquem 1787,  Lafite Bordeaux da mesma safra e o Mouton Rothschild 1945. Estes poderão ser servidos entre os pratos.  Como eu pensei em propor um brinde para o pedido, o que você acha do Heidsieck Champagne? — arranhei com o sotaque para a carta dos vinhos, e seus nomes estrangeiros.



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Re: {MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

Mensagem por Adm em Qui 22 Out 2015 - 0:46

Tão rápida como aparecera a loira sumiu, depois de falar uma dúzia de palavras que para mim soaram sem sentido algum. O que diabos é Vera Wang? É tipo algum lanche de uma rede de fast food hipster que eu não conheço? Olhei para minha amiga com cara de paisagem do velho oeste, mais perdido do que o avião da Malasya Airlines junto com o padre do balão.

Dei de ombros e comecei a puxar os cardápios com as comidas das respectivas culinárias que ela havia me pedido. -Não sei, talvez seja alguma coisa de comer. - respondi sua pergunta sem realmente fazer ideia do que estava falando.

Coloquei os três cardápios em sua frente e olhei de relance para um que estava ainda dentro da minha mala e balancei a cabeça acenando para que ela começasse a ler. Sorri para ela ao ouvir a palavra casamento, então o jantar não seria uma mera apresentação e sim algo maior do que eu pensei. -Não existe hora muito cedo ou muito tarde para casar Dih. Só existe a pessoa certa para casar e eu acho, pelo que tem me falado e pelo que tenho ouvido por aí, é que Shannon é a sua garota ideal. Você só teve sorte de encontrar seu amor cedo, então eu digo pra ir, na cara e na coragem. - falei calmamente, mas sem olhar para os olhos de Dianna e ao acabar de falar tomei um gole da minha bebida.

A ouvi falar da carta de vinhos especiais que tinha mandado antes mas não prestei atenção de verdade, já que estava com aquele maldito cardápio parado na cabeça. O problema nas escolhas que ela havia me dito era que a maioria dos pratos dessa culinária eram em demasiado exóticas para o que sei que ela gostava de comer. Respirei fundo e arranquei os cardápios que já estavam na mão dela, me levantei da cadeira e caminhei até o lixo antes de jogá-los lá.

Respirei mais aliviado depois que fiz aquilo e dei meia volta para sentar na mesa e olhar para minha amiga surpresa. -Melhor assim. - estralei os dedos e me inclinei para puxar o cardápio que tinha feito mais como uma brincadeira do que como certeza, mas agora eu sabia que ele seria o correto.

Abri o cardápio, que não era realmente um cardápio mas sim meu moleskine onde anotava minhas descobertas culinárias, e que havia sido feito tão espontaneamente que diferentemente dos outros ainda estava escrito a caneta e em alguns pontos continha anotações sobre o modo de preparo. -Aqueles cardápios, de comida holandesa, francesa e inglesa tinham o que você queria. Mas aí não tem o que você quer, tem o que você precisa. - falei decidido.

Apontei para o topo da folha antes de começar a falar. -Para entrada ou como aperitivo você pode escolher entre diversas opções, temos o creme azedo com nachos que mistura um pouco da comida mexicana com a nossa aqui de Miami, tem a receita de Tomate Caprese Assado que é muito bom, ou Tartelette de Cogumelos Frescos, tem uma receita que eu aprendi quando estava no Brasil que chama Crostini de Polenta com Ragu de Calabresa, ou um folhado com tapenade e tomate. E assim por diante, mas creio que não seja a entrada o que espera mais. - bebi mais um gole de minha bebida e olhei cauteloso para ver se ela não ia me dar uns tiros com aquela arma de chumbinho que tinha na bolsa.

Virei a página antes de continuar a falar, para que ela pudesse acompanhar meu raciocínio. -Para as guarnições eu tenho algumas coisas que acho que você vai gostar, pra começar é esse linguado ao molho de camarão. E eu sei como ama camarão esse foi pensado para ti já que o molho é feito com umas coisas especiais... - comentei rindo e esperando por sua reação, se ela fosse virar um animal provavelmente viraria um peixe que come camarões, pensei numa brisa muito mágica. -Uma das minhas guarnições favoritas é a batata inglesa recheada com queijo Brie e presunto Parma. Mas aí vai na sua escolha. - fiquei só com água na boca de falar desses pratos, talvez fizesse algum como prato especial no Kiche amanhã.

Dei um tempo para ouvir o que ela achava e comecei a bater na mesa com os dedos tentando imitar inutilmente aquela música dos tambores que indicam suspense quando indiquei que falaria agora dos pratos principais. -A primeira opção seria um arroz de côco com camarão, a segunda é um bombom de filé mignon folhado com manteiga de ervas finas que pode vir acompanhado da batata inglesa de guarnição. E voltando aos peixes uma refeição de salmão assado na mostarda que vem acompanhado de quinoa mediterrânea, porque já que estamos numa cidade litorânea nada melhor do que abusar nesses ingredientes, tem mais pratos se quiser mas acho que para o básico esse está bom. - finalizei com um suspiro feliz por estar conversando sobre algo que entendo. Também havia separado algumas sobremesas mas já tinha falado demais e estava na hora de ouvir o que ela tinha achado, já que se tivesse feito merda teria que tirar do lixo os outros cardápios.

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Re: {MS} McCain & Ohlweiler w/ Rush

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Qui 22 Out 2015 - 11:12

For dinner. Marriage. With Samu. In shopping.

Me acomodei melhor na cadeira, deixando as costas bem apoiadas nela. Minha expressão confusa apenas se desformando ao exato momento em que Sam mencionava Vera Wang como algum tipo de comida. Me forcei a prender a nada discreta gargalhada que queria deixar escapar. Ele falara tão seriamente, que um leigo poderia concordar com sua opinião sem contestar. Se a loura estivesse ali, com certeza ja teria despejado a bebida do meu melhor amigo em sua face, ou atirado-lhe um dos pares de Miu Miu que costumava usar. Não duvidaria se Hanna me dissesse que tomava banho com um deles, ela se arruma até pra dormir. Dei de ombros, tendo em mente que aquele assunto não deveria render mais que isso, e assim fora feito. Então as palavras dele sobre ter encontrado o amor vieram a tona, me fazendo abrir um sorriso maroto. — Eu não encontrei só o amor, cara, eu encontrei... Tudo, sabe? Felicidade, calma, intensidade. Shannon é um pacote completo. — uni as mãos sobre a mesa, baixando o rosto por uma fração de segundo, vislumbrando o sorriso que eu tanto amava. Ela estava longe, agora. Tratei de agitar a cabeça, concentrando-me no assunto.

Cardápios foram colocados em minha frente, e logo peguei um, abrindo com cautela para analisar os pratos, mas em um gesto rápido, eles já não estavam mais comigo. Sam os jogava no lixo, me deixando surpresa, e confusa. Muito confusa. Esperei ele explicar o que havia sido aquilo, já que estava realmente surpresa com seu gesto. Segundo o chef, nada do que eu precisava estava contido em alguns daqueles cardápios, e nada disse. Não tinha tido tempo de ler qualquer coisa para poder discutir. — Certo, então me explique o que são essas coisas aqui. — pus o novo cardápio que havia sido oferecido em cima da mesa, virando para ele, apontando o centro do papel, onde tudo estava escrito. Aos poucos ele foi fazendo, falando sobre cada um e o que achava melhor. Eu apenas concordei, meus dotes em gastronomia não passavam apenas do básico: pegar o talher com a comida, e levar até a boca. — Eu não sei nem falar esses nomes, então não vou nem comentar. Como o jantar vai ser no restaurante, você nos acompanha. Até por que, é o meu melhor amigo e precisa me apoiar nesse momento difícil. Já pensou se o pai dela tenta me empanar e fazer churrasco de passarinha? — revirei os olhos, passando uma das mãos pelos cabelos. O pai de Shannon era bem assustador quando queria, mas estava contando com a ajuda do sogro pra impressionar sua filha. Faltava apenas as alianças, e isso, eu buscaria pela ajuda da diaba mais infalível que conhecia, na falta de Victoria Thompson: Keana Marie. Mais tarde resolveria isso. — Eu vou ficar com todas as suas sugestões, Sam. Do mesmo jeito que não sei o que é Vera Wang, eu não sei o que são essas coisas que você falou. Só entendi camarão. E você deve fazer ideia de como estou, por que eu amo camarão! Mas tem um problema. Shannon não gosta. Então você pode fazer duas coisas para quando for servir? Eu não sei se só ela não gosta, ou se seu pai e mãe também não. — o observei, franzindo o cenho.

Eu ainda tenho que ir comprar as alianças, estou muito nervosa. Daqui pra lá, eu vou ter uma crise de nervos, se prepare pra ir me visitar em uma clínica psiquiatrica. Não fazia ideia de que fazer um pedido de casamento poderia ser tão assustador. — suspirei, soltando o cardápio. Olhei as horas, levantando em um salto. Tinha que voltar para o departamento da FBI, e já estava alguns minutos atrasada. Fui até o lado em que ele se encontrava, abraçando seus ombros, depositando um beijo em sua bochecha direita. — Eu preciso ir, mas volto a falar com você em breve. Obrigada, Sam! — sai em disparada para fora do shopping, pegando o carro no estacionamento, indo direto para o serviço.

Baby, listen please. I'm not on drugs, I'm not on drugs. I'm just in love. Baby, don't you see?

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