STONEHAVEN, Nathaniel

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STONEHAVEN, Nathaniel

Mensagem por Nathan A. Stonehaven em Qui 27 Ago 2015 - 13:10


Nathan

─ Nome Completo:
Nathaniel Alexander Stonehaven

─ Idade:
17

─ Escola:
Winterfield Academy

─ Grupo:
Sports

Personalidade:

Nathan é um garoto elegante, rico e adorador de basquete. Sua mãe é proprietária de uma das maiores redes de cosmético da América, com franquias por toda a Europa e seu pai foi um dos maiores arquitetos da era moderna, além de fazer parte da nobreza escocesa desde os primórdios da família.  

Metrossexual assumido, amante do próprio corpo, e segundo alguns é perceptível que o garoto tenha tendências psicóticas, autodestrutivas e seja bastante estressado. Todos tentam evitá-lo, mas simplesmente não conseguem e só o aturam por fazer parte da alta sociedade, fora seu charme natural, apesar de conseguir ser detestável até de mais as vezes, consegue ter o dobro de charme quando o interessa.

É bastante arrogante, e vive se gabando de suas inúmeras conquistas amorosas e por ser um dos homens da nobreza da Escócia, mesmo que jamais tenha visitado o pais. Nathaiel é o típico cara que ama se afirmar, convencido a níveis absurdos de se mesmo. E com uma das mentes mais insanas que esse mundo já viu, guarda rancores, por mínimos que sejam, e adora se vingar, ou simplesmente humilhar as pessoas. Dono das mais incomodas e inconvenientes piadas  e palavras em horas impróprias.

Além disso, é muito sarcástico e sempre usa a ironia para por “humor” nos acontecimentos que ocorrem à sua volta. É também muito positivo e nunca espera que nada dê errado para si. Obcecado, excêntrico e neurótico, com tendência a querer tornar-se o centro das atenções.

História:

Eu vou te contar uma história, mas você precisa saber essa não é uma história sobre um rapaz feliz que vive uma vida completamente feliz, embora eu não possa reclamar de tristeza. Minha história começa bem antes de mim, a 350 anos atrás meu tatátátátátátátátáravô se mudou para os estados unidos, já éramos nobreza na Escócia desde cedo.

Duques, Lords, Principes... Nossa família já teve de tudo um pouco, embora com toda a certeza nosso prestigio seja muito maior na Escócia do que é nos estados unidos, ainda somos muito respeitados em qualquer lugar do mundo em que se toque no sobrenome Stonehaven, devo admitir que meu sobrenome é estranho e sempre foi difícil de pronunciar para algumas pessoas, mas com tudo que possa significar isso sempre me abriu milhares de portas sem que eu se quer me esforçasse.

Bem, meu pai e minha mãe sempre tiveram dinheiro de mais para tomar conta dos filhos, então eu de fato me criei sozinho e decidi como e quando eu faria qualquer coisa, as broncas e castigos sempre apareciam pelas minhas ações precipitadas, mas francamente eu nunca havia me importado com o que meus pais ou meus irmãos pensavam. Adorava os outros filhos de meus pais, mas sinceramente me importava pouco de mais com tudo isso sobre ser nobreza e tudo mais.

Como eu sempre era punido por estar levando o sobrenome escocês chique para a lama, aprendi no fim das contas como ser mais discreto e apagar todo e qualquer rastro das minhas ações, fossem elas as mais insanas ou as mais leves.

Parecia que o fato de eu estar me tornando um homem assustava um pouco a minha mãe, bem mais do que o meu pai que insistia em manter seus seguranças me seguindo, embora eu quase sempre me livrasse deles no meio do caminho para as minhas aventuras diárias. Não que as pessoas não vivessem comentando o que Nathaniel Alexander Stonehaven Terceiro vivia fazendo em suas horas vagas e era isso que mais irritava todos os grande Stonehaven’s em suas vidas patéticas.

Eles estavam tão dispostos a proteger suas vidas patéticas que quando em completei 15 anos resolveram que eu precisava conhecer a garota perfeita, e bom... Como eu sempre tive padrões moralmente deturpados sobre os tipos de mulheres que eu preferia, eles souberam me apresentar a garota perfeita, Elizabeth era uma linda loira de olhos azuis que aparentemente havia sido enviada para mim do outro mundo. Conhecia todos os meus gostos, estava disposta a perdoar todas as coisas estranhas, traições e armações que eu casualmente aprontava.

Passamos metade de um ano juntos, até eu finalmente descobrir do que se tratava, o grande senhor meu pai que havia me dado aquele nome ridículo sem que eu nunca tivesse pedido resolveu cuidar de mim da forma dele, basicamente eu posso contar pra você que meu pai havia pago aquela garota, a única alma a qual eu realmente me liguei e a única pessoa para com a qual eu realmente havia dado informações sobre mim, falado de sentimentos e todas essas coisas na verdade era uma prostituta de luxo e por isso estava disposta a fazer tudo isso por nós.

Então todas as pessoas deviam estar prontas para entender que eu precisava me vingar, não só dela, mas de todas as pessoas sujas que carregavam aquele sobrenome ridículo precisavam pagar por me enganar e por me fazer de bobo. E que forma melhor de fazer isso do que com uma grande festa da nobreza? Todas as pessoas que conheciam, todos os meus amigos, metade dos jornais dos estados unidos, tudo isso na nossa casa de praia pra um evento que poucos esperavam.

Infelizmente tem muita coisa que não saiu como eu havia planejado naquela situação, primeiro um dos quartos da casa pegou fogo, e eu não preciso dizer que houve desespero e gente se dando mal, pessoas foram pisoteadas e outras se machucaram bastante.

Bem, o fato trágico da noite ficou por conta da situação. O quarto que pegou fogo era o meu e Elizabeth estava lá dentro, infelizmente ela não teve tempo para sair e a pericia encontrou evidencias de que na verdade a porta estava trancada, outro grande problema foi que assim que o fogo realmente pegou eu estava no salão de festas fazendo um discurso sobre como Beth era uma vadia e meus parentes pagariam por terem me dado uma volta, algumas testemunhas afirmaram que tinham me visto entrar no quarto mais cedo... Não preciso dizer que as pessoas que me conheciam o mínimo possível imaginaram que aquele era o plano, acabar com a vadia e sujar para sempre o nome da família.

No fundo só eu sabia o que realmente aconteceu, e tive de contar aos meus pais, devido ao escândalo eu precisei sair dos estados unidos, as pessoas continuavam espalhando o boato por mais que meu pai pagasse para que os jornais e sites escondessem a conversa, a policia não conseguiu provas de nada, embora eu achasse que os meus avós haviam pago os policiais para que escondessem toda e qualquer informação que encontrassem.

Embora quisessem muito fazer isso, meu pai e meu avô não podiam me esconder em Glasgow para sempre. Embora o ano tenha levado bastante tempo para passar e acabar, eu aproveitei um pouco para refletir sobre o que realmente havia acontecido aquela noite, algo que eu pretendia levar para o tumulo se tivesse escolha.

Com o tempo eles tiveram que aceitar que por mais confortável que fosse me manter escondido, se eles queriam que o fosse o próximo “senador Stonehaven” como eles sonhavam a bastante tempo, eles teriam que me libertar uma hora ou outra, então eles procuraram a melhor escola com suas regras militares idiotas e esperassem que eu tivesse um novo começo, embora eu esperasse que eles sinceramente não esperassem que eu fosse me comportar, a situação estava prestes a voltar a feder e Miami era o melhor lugar para encontrar novas aventuras com toda a certeza. E meus parentes ainda precisavam pagar pela audácia de tentar me controlar ou decidir o que fariam do meu futuro.

As postas da cidade, com uma casa e uma Ferrari me esperando, colégio militar ou não eu definitivamente estava disposto a mudar tudo, com colégio militar ou não eles iam ter de engolir que velhos vícios nunca somem.

“Lembre-se amigo. Quando deus fecha uma porta, ele abre um vestido.”

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