{OD}Violet S. Monroe & Alyna Michele Furche

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{OD}Violet S. Monroe & Alyna Michele Furche

Mensagem por Violet S. Monroe em Dom 6 Set 2015 - 0:10


Poison Quinn

A postagem se inicia com Violet S. Monroe e Alyna Michele Furche e está fechada para qualquer um que não tenha sido convidado. Passando-se esta em 5 de setembro de 2015, na Ocean Drive. O conteúdo é livre. A postagem está em andamento.




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Harley Quinn

Made with madness and evilness, with a long shot of sexuality, i'll make your brain explode. You can find me in your nightmare in every color, especially rose and blue. I'm Harley Quinn. ♦♦♦

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Re: {OD}Violet S. Monroe & Alyna Michele Furche

Mensagem por Violet S. Monroe em Dom 6 Set 2015 - 2:14


Rainning Woman

Violet já havia dado qualquer tipo de caminhada desde a manhã. Miami era realmente enorme e a cada rua que se imaginava um final, uma seguinte surgia para levar a um destino não imaginado antes. Por conta da maquiagem excêntrica adornando o rosto, a moça era bastante focalizada nos olhares mais estranhos das vias públicas. Não precisava nem fingir que estava vendo, uma vez que, ela não se preocupava em olhar apra as pessoas, a não ser que lhe soassem atrativas apra um susto ou um logro de mau gosto. Agia como criança quando lhe dava vontade, pregando peças em pessoas aleatórias. Havia ali um distrito apenas com restaurantes e lanchoneste, e aquele odor convidativo fazia seu estômago chacoalhar-se por dentro. Saqueou todo o caixa do circo, porém, não dava para muita coisa e deveria regar o mesmo para durar o máximo possível. Coçou anuca e viu que o sol tinha se posto atrás daqueles edifícios comerciais. Era hora do jantar, ou pelo menos, era quando estava na Carolina do Norte, trancafiada naquela prisão de abusos diversos. Pela sua conta possuia somente vinte dólares para passar não sabia ao certo o recorte de tempo, preferiu guardar.

Violet passou por uma carrocinha de cachorro - quente praticamente tentada a gastar com a suculenta comida tradicional, mas não, seria cautelosa. Ela não sabia nem o que era ser cautelosa, mas seria. Pisou no concreto firme da calçada que dava para uma rua que ia direto para uma das praias. A loira segurava o taco de beisebol na mão direita, enquanto arrastava-se com a mochila surrada nas costas. Dentro só tinha mesmo sua jaqueta de cores vivas, o calor estava tão grande que não atreveu-se a vestí-la. Violet avistava tantas pessoas naquele calçadão que a encaravam estranho, que tinha a vontade repetina de socar eles com a arma. Apenas uma tacada em cada um, porém, seria deveras pior estar numa cadeia. Pegava-se gargalhando sem motivos algumas vezes, somente pelo ato da risada. A menina ria como se visse um filme de comédia ou algo que a causasse aqui, mas não havia nada. Ela estava rindo porque seu subconsciente ordenava que ela assim o fizesse. As pessoas pontavam-na tomando por louca.

- HAHAHA! - Subitamente Violet ivnestiu contra um casal de namorados que se beijavam apaixonadamente. O grito da moça fez eles gritarem e se separarem por conta do susto. A menina segurou no braço do namorado ofegando.

- Você tá louca, guria? - Perguntou o namorado a tomar as dores pelo acontecido.

- Só um pouquinho. - Violet mandou um beijo estalado co maqueles lábios tonalziados em batom carmesim. Saiu andando como se nada tivesse acontecido. Sentiu prazer em assustar a menina. Faria novamente se tivesse oportunidade.

As primerias gotas da chuva a fizeram estremecer. Violet não tinha um guarda-chuva, nem mesmo com ose proteger do que estava por vir. Não tardou para que uma tempestade indesejada tomasse conta do espaço, fazendo com que a moça se encolhesse ao máximo e fosse dando passos para trás, onde dois bancos de mármore estavam. Começou a praguejar algumas coisas sem sentido para o céu em desgosto profundo com aquele castigo. Logo sentiu parte da maquiagem escorrendo, o pó sempre se denunciava quando estava largando da pele. E pela quantidade excessiva que ela usava, difícil seria não notar. Violet terminou se sentando num dos bancos em meio a chvua que afastou todos dali. A rua ficou inteiramente sem um indivíduo, anão ser a mulher que abaixou a cabeça e botou entre os joelhos.

Começou a sentir frio, resolvendo tirar a jaqueta de dentro da bolsa. Já estava parcialmente molhada, mas o que ela podia fazer? A jaqueta, incluíndo em outros contextos, era tudo que restava a ela e naquele momento necessitava tanto ficar aquecida. Seus lábios esticaram-se num sorriso, mais um daqueles inoportunos que dava somente por dar. Sorria com a chuva que lhe arranava a másara, não havia algo mais louco do que aquilo.


Violet estava com Alyna(Poison) em Lincoln Road e usava essa roupa. Antes que me esqueça, esse é o post de número 002 e esse template foi feito pela clumsy do SA

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Re: {OD}Violet S. Monroe & Alyna Michele Furche

Mensagem por Alyna Michele Furche em Dom 6 Set 2015 - 3:18



DOWN
COLD AS ICE AND MORE BITTER THAN A DECEMBER. WINTER NIGHT. THAT'S HOW I TREATED YOU AND I KNOW THAT I. I SOMETIMES TEND TO LOOSE MY TEMPER AND I CROSS THE LINE. YEAH, THAT'S THE TRUTH. I KNOW IT GETS HARD SOMETIMES BUT I COULD NEVER LEAVE YOUR SIDE. NO MATTER WHAT I SAY 'CAUSE IF I WANTED TO GO. I WOULD HAVE GONE BY NOW.

YOU WILL NEVER ME SEE DOWN!




Voltava frustada em seu Porsher branco da festinha na casa de alguém que já nem se lembrava o nome, algo com Ferdinand no meio. Desde que "se tornou" milionária, a vida de Alyna se resumia em sair a festas de pessoas estranhas, compras, viagens e estadias em hotéis luxuosos em Miami, mesmo possuindo sua própria casa no local. Os convites chegavam e ela ia. Não tinha amigos verdadeiros e para não se sentir tão solitária, preferia viver de superficialidade. A chuva inesperada havia acabado com a tal pool party e o que lhe restava era voltar para o W South Beach, lugar onde estava hospedada.

Tocava Jessie J no carro. A ruiva aos poucos foi relaxando do estresse que passara e se concentrando no trânsito, a tempestade estava cada vez mais forte e dificultando a visão. Cantarolava baixo entre um semáforo e outro fechado. -Ossos do ofício, Alyna! Uma pizza e tudo se resolve! Uhul- Disse ao se olhar pelo retrovisor enquanto estava parada em mais um dos infindos sinais das ruas de Miami. Estava na altura da Ocean Drive. Olhou para os lados e as ruas estavam desertas. Apoiou os cotovelos no volante e avistou a praça ao lado. -Mas que diabos? - Havia uma moça sentada em um dos bancos, encolhida feito um feto. Voltou a olhar para frente e o sinal havia aberto. Olhou novamente para a praça e teve empatia pela situação. -Ok, eu já entendi! -Olhou para o céu como se estivesse falando com Deus. Estacionou no primeiro canto que encontrou. Apanhou um guarda-chuva que sempre carregava embaixo de seu assento e saiu do carro. -Estou pagando meus pecados, eu sei.- Murmurou ao sentir seu salto Gucci pisar direto em uma poça de água. Contou até dez de caminhou até a mulher. -Oi, desculpa! Eu não tenho nada a ver com a sua vida, mas eu posso te ajudar? O que faz aqui sozinha no meio dessa chuva? -Analisou a figura que parecia sem rumo, roupas, comida ou banho. Estava solta ao próprio destino.


Chuva ▪ Harley ▪ E agora José? ▪ Bora!




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Poison Ivy

I'm from the poison land, made by all toxines. With ginger hair and sex appeal, i'm Alyna, but you can call me Poison Ivy. ♦♦♦

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Re: {OD}Violet S. Monroe & Alyna Michele Furche

Mensagem por Violet S. Monroe em Dom 6 Set 2015 - 4:52


Rainning Woman

- Lavender's blue, dily, dily. Lavender's Green. - Violet cantarolou abraçando as pernas e sendo molhada pela água fria que só ficava mais forte. Não sabia ao certo onde ouvira aquela canção, mas provavelmente seria de alguma parte da sua infância, coisa que de fragmentos tirava bem pouco significativo. A moça suspirou e ofegou deixando o líquido passar por seu rosto. Aquela altura do campeonato não havia mais nenhuma coisa que carregasse consigo que não estivesse enxarcada pela tempestade. "Good Night" estava ao seu lado no banco, também sofrendo as consequência do tempo. Quanto mais passavam os minutos, mais Violet tinha certeza de que aquilo ficav amais sombrio. Não que tivesse medo do sombrio, pois seria facilmente associada a este tipo de premissa, porém, temia por ser um lugar de fácil captura das pessoas do circo, caso resolvessem ir atrás dela depois do assassinato de Gustav. Quer dizer, quem poderia saber? Além dela não havia pessoa alguma durante os momentos finais da vida do dono do circo. Foi a chuva que a fez perceber que ainda possuia cortes nos joelhos relados e um corte no cotovelo, ao qual nem deu importância ao passar por aquela cerca de uma fazer qualquer correndo entre a divisa do estado.

Encolhia-se cada vez mais, até que ouviu aquela voz vindoura da frente. Seria ele? Ele havia vindo buscá-la por tantos pecados e delitados cometidos no recorte de tempo em que renegou suas raízes? O diabo havia vindo levá-la de uma vez por todas. A menina não teve medo, memso que tenha se assustado com a entonação repetina de uma voz jamais ouvida. Com a cabeça ainda baixa, eis que Violet calmamente e com a voz agudo e fraca, perguntou:

- Você é o diabo? Está aqui para me levar ao inferno, não é? Eu sei que sim. - Ela não sabia o que fazia, no entanto, nem mesmo aquela figura espiritual negativa ia tocá-la sem que ela pudesse cometer um ato de defesa. O cabo do taco de beisebol foi segurado e ela levantou a visão para o alto. Cabelos ruivos perpendiculares aos ombros, olhos verdes e uma expressão preocupada. Cada aspecto ali era estranho para a loira, principalmente a preocupação. Sabe-se lá quando foi a última vez em que perguntaram se ela estava bem, ou se chegaram a perguntar algum dia. O taco na mão foi afrouxado, embora não solto. Aquilo podia ser um disfarce ilusório, como os que Marco, ilusionista do circo usava para confundir os clientes trouxas.

Violet analisou a expressão da moça ruiva e então olhou para o alto. O céu anunciava que não haveria trégua para aquela tempestade, o que significava que não mudaria nada, estaria ali, encharcada, e provavelmente mais sujeita a contrari algum tipo de patologia climática, se bem que não se importava com aquilo também. Interessava-lhe o momento, e até mesmo ele estava uma porcaria. Afinal, desde quando algo em sua vida não podia ser definido por aquela palavra?

- Preciso comer doce, não tomei o jantar. - Aquilo era desconexo, mas foi o que ela queria dizer. Sua expressão era incompreensível. Era riso, outrora banhado pela melancolia de um palhaço misterioso. Parte dos cabelos da loira estavam grudados em sua face, local que já não tinha mais a característica maquiagme pesada e extravagante. Ainda que não pudesse ver, Violet sabia que o rosto estava parcialmente limpo. Sentiu-se vulnerável no sentido mais literal e intríseco da palavra. - Se tentar me devolver para o circo, vou ter de explodir sua cabeça. - Ameaçou impensadamente. Pensou no nome "ajuda", e ainda mais que a moça poderia ir embora e mandá-la se foder. - Desculpe.

E aquela foi a primeira vez que ela disse aquela palavra em quase onze anos, pois foi o que disse quando subiu naquele trailer e disse adeus para sua velha família.


Violet estava com Alyna(Poison) em Lincoln Road e usava essa roupa. Antes que me esqueça, esse é o post de número 002 e esse template foi feito pela clumsy do SA

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Re: {OD}Violet S. Monroe & Alyna Michele Furche

Mensagem por Alyna Michele Furche em Dom 6 Set 2015 - 5:27



DOWN
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Alyna não era o tipo de pessoa normal. Já havia feito coisas na vida que muitos duvidariam. Escutou tudo com paciência e logo percebeu que havia algo de anormal ali. A garota estava com um resto de maquiagem no rosto, cabelos tingidos, maria chiquinhas altas, falava sobre o diabo, estava na ofensiva, tinha uma conversa desconexa e a ameaçou explodir a cabeça. Era muita coisa para a cabeça de qualquer ser humano normal, mas anormal com anormal se entende, e Alyna se comoveu quando a loira pediu perdão.

-Bem, o diabo eu não sou, Harley Quinn. Não sei se conhece quadrinhos, mas estou mais para Posion Ivy e o diabo é feio demais, a menos que esteja me chamando de feiosa -Fez um bico engraçado. -Estou usando o meu mais novo vestido Prada e um salto alto que estão fazendo os meus pés doerem, então eu não vou a circo algum ou te levar a qualquer um deles. Vê aquele carro -Apontou para o conversível estacionado a poucos metros. -Então, ele é meu. Podemos ir para o hotel em que eu estou. Lá tem comida, salgada e doce e você poderá tomar banho e descansar. -Estendeu a mão para a loira.-Vem, Harley, você está tremendo de frio. Meu nome verdadeiro é Alyna, mas você pode me chamar de Poison Ivy. -Sorriu sincera e esperava realmente que a desconhecida lhe desse a mão.



Chuva ▪ Harley ▪ E agora José? ▪ Lascou!




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