Garniër Bertrand, Aimée

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Garniër Bertrand, Aimée

Mensagem por Aimée Le'Blanc Bouwknecht em Dom 6 Set 2015 - 0:17


Aimée

─ Nome Completo:
Aimée Garniër Bertrand

─ Idade:
16 anos

─ Escola:
Winterfield Academy

─ Grupo:
Atores

Personalidade:

Sua pele aveludada transborda sentimentos inexpressivos e histórias mal contadas. Comparada severas vezes com sua irmã, Aimée ditava-se ao contrário. Não seria tão esnobe quanto ela. Talvez um pouco mais ousada, mas era decisiva quando mostrar tal característica. Era extremamente sincera, mas não abstruía poucas mentiras mal lavadas. Aimée, em si, não se deixava por ter uma personalidade ou uma característica. Fiava-se que se deseja fazer algo, faria. Pessoas eram motivadas pelo desejo e o necessário e lacrar-se em característica apenas prejudicava o psicológico. Deixava-se dar por triste, deixava-se dar por depressiva, deixava-se dar por alegre ou até por vadia. Desacorrentava-se de pensamentos alheios, até por que sabia que quem fecharia os olhos e se orgulharia – ou não – do que fez no calar da noite era ela própria. E acredite: isso é um tanto difícil de crer quando se tem uma irmã mais velha compulsiva e dominadora.

História:

-1990 à 1992-

O começo dessa história não é traçada pela personagem principal, mas sim pelos seus parentes. A família Garniër e a família Bertrand. Árvore genealógica de inumeradas habilidades e conquistas almejadas sem pudor. Graham Garniër e Adolf Bertrand geraram polêmicas sob os prédios de Nova Iorque. Dominavam partidos políticos diferentes e estavam em constantes lutas de poder. Não restava jogadas nas mangas; mentiras mal lavadas, verdades mal lavadas, dinheiro jogado à mídia para influenciar os cidadãos e etc.  Ambos desejavam estar sobre controle de algo.

Em uma disputa escolar entre a Winterfield Academy e a Newtt Mckinley High School, dois jovens da família acabam se conhecendo e por sinal se entregar a excitação juvenil da época. De ósculos a um romance refinado do estilo Romeu e Julieta, o casal decide namorar às escondidas com medo da opinião de seus pais. Procede-se assim por anos, onde o desejo é inibido pela crença que as famílias eram opostas e deveriam se odiar. O amor vence barreiras familiares. A família Garniër e Bertrand é forçada a se unir pelo matrimônio dos filhos. Não lhes tomou tempo para criar sua primeira geração. Amélia nasceu já sendo disputada; agora a disputa não é mais em cima da política, era sobre a pobre criança também.

-1999 à 2015-

Entregar a alma a uma família é algo difícil. Depois de tantos anos, ambas as famílias custavam a ceder oportunidades. Talvez fosse o mais interessante para os pais de Amélia. Eles gostavam de transfigurar ideias. Adoravam importunar o nome de sua família. Testavam até o limite. Acreditavam que Graham e Adolf tinham uma paciência delgada que era tão franzina que qualquer oposição de seu poder ou suas características era influencia da outra família, e outra discussão debutava-se.

Quando foi anunciada a gestação da jovem Garniër, os pais tornaram-se raivosos novamente. Não havia uma troca de olhares sem uma xingadela ao menos em suspiros. Os dias abaçanaram em relação do casal. Havia tanta pressão para saber como seria o novo feto. Amélia também gerava caso, não queria conviver com irmãos. As conversas da família Garniër Bertrand tornavam-se escassas, o choro e o silêncio se propagavam de mês em mês.
A tensão apenas foi fragmentada no primeiro jorro de sangue.

Enfim a família Garniër Bertrand agradecia pela turbulenta e cansativa noite. Duas vezes. Quem sabe o número dois tenha amaldiçoado a pequena Aimée, pois além de si, teria uma irmã cujo os traços faciais assemelhavam-se por completo, infelizmente a outra pequena chamada de Agnes, não sobreviveu. As reviravoltas que preenchiam vozes e feições calaram-se por um instante; no momento em que dois recém-nascidos enrugados saíram da doma em que viviam até então, apenas uma chorava mostrando vida. A união das duas famílias – principalmente pelo lado dos avôs – laçou-se em um choro nítido e jubiloso pelo menos pelo anoitecer.

Aa garota se transmutou para certo tipo de divindade à família. Servia de fogueira aos corações manipuladores de Adolf e Graham. Aimée sabia do poder que possuía sobre seus parentes, mas era extremamente humilde nessa questão. Só abusava de sua “autoridade” se realmente necessário – e saberia se tornar uma vítima com facilidade.

Na época de decidir sobre seu futuro escolar, a família entrava em uma discussão sobre poderes. Graham prestava financiamentos à Winterfield Academy, enquanto Adolf sustentava a Newtt Mckinley High School. Por fim, como Amélia, iria cursar a Newtt Mckinley High School, a jovem fora posta no outro colégio.

Aimée e Amélia tinham um vínculo próprio de irmãs. Odiavam-se na base da ternura e afeto. Aimée achava várias controversas quando indagavam que elas eram exatamente iguais. Na aparência, as vezes. Ela sentia que seu interior era mais valente. Não precisava julgar alheios em tom alto, congénere de uma das características de Amélia. De qualquer modo, aceitava a personalidade compulsiva de sua irmã mais velha. Era um dos desafios já vencidos que realizou ao compartilhar a atenção de seus parentes com a manipuladora irmã. Basta esperar o que vai acontecer com a jovem adolescente na nova escola, com desafios maiores que aturar a arrogância e manipulação de Amélia


"
I want to be a real false".

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