SCHRAMM, Valkyria Wolve

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SCHRAMM, Valkyria Wolve

Mensagem por Valkyria Wolve Schramm em Ter 22 Set 2015 - 13:36


VALKYRIA

─ Nome Completo:
Valkyria Frëyja Wolve Schramm

─ Idade:
17 primaveras

─ Escola:
Newtt McKinley High School

─ Grupo:
Cantores

Personalidade:

Tão perfeccionista, que chega a um ponto obsessivo, ela é um tanto quanto egoísta e muito mimada... Valkyria pode ser uma pessoa boa, mas também o maior pesadelo de alguém, caso haja alguma provocação ou desentendimento. Como ela está acostumada a ter tudo o que deseja, quando as coisas saem de seu “roteiro” da vida, pode acreditar, a menina vira o demônio. Ao mesmo tempo em que é possuidora de uma personalidade extremamente forte e determinada, o que a contradiz nesses termos, é que também possui um lado delicado, carinhoso e um pouco indeciso em alguns quesitos, que às vezes as pessoas até estranham. Valk tem sonhos e metas a cumprir, e luta por isso do seu jeito, e se tiver de passar por cima das pessoas para conseguir o que quer, ela o faz, por ser tão ambiciosa quanto perfeccionista. E sendo confusa nesses quesitos de sua personalidade, o bônus vem com quando ela gosta das pessoas, e as protege como uma “mãe ursa”, fazendo de tudo para que as coisas sempre fiquem bem com seus amados.

História:

Sthela morou sua vida inteira em Oslo, na Noruega, enquanto Andrei morava em Bristol, na Inglaterra, e por mais que fossem membros da mesma família e herdeiros da mesma empresa de veículos multinacionais, se quer se conheciam... O relacionamento entre os membros da família Schramm envolvia apenas “negócios”, e raramente “afeto”, portanto nem todos tinham contato com os demais familiares.

Em uma noite das férias de verão, curtindo uma das festas mais badaladas de Amsterdã, o “amor à primeira vista” instaurou-se no coração deles quando se conheceram, sem mesmo saber de seu parentesco, e ao descobrir, ainda assim não desistiram, pois a intensidade do sentimento só aumentava a cada segundo que passavam juntos.

Os parentes nunca tiveram preconceitos com incesto, e aquele não fora o primeiro caso desse tipo de relacionamento. Talvez fosse esse, o verdadeiro motivo, de ser uma família escassa em membros e um tanto quanto “distante”.

Alguns anos depois Sthela e Andrei se casaram, e foram felizes por um longo período de tempo, alegrando-se mais ainda quando a gravidez veio. Eles esperavam por uma garotinha, a qual todos os médicos diziam ter a probabilidade de nascer com alguma deficiência genética, porém com fé e o apoio da família que se unia aos poucos, a senhorita Valkyria – perfeitinha – Frëyja Wolve Schramm veio ao mundo sem qualquer dificuldade.

[...]

O que seria de um casal perfeito, sem a criança perfeita para complementar? O senhor e a senhora Schramm tratavam Valkyria como se ela fosse uma verdadeira princesa, oferecendo a ela tudo de melhor que o dinheiro poderia oferecer, a mimando e lhe dando a atenção que a menina merecia, mas desprezava, por achar sufocante.

A indecisão da garota era explicita, pois ela só queria ser uma garota normal e ao mesmo tempo ser alguém de extrema importância para o mundo... No colégio, era dona das melhores notas, com o desempenho em cem por cento em todas as matérias, e até mesmo nos esportes ela era boa, e também sempre fora a Rainha do Drama, protagonista de todos os espetáculos e musicais exibidos pela escola.

Todos sabiam de seu talento grandioso, da sua força de vontade ao realizar seus grandes feitos em sua “vida musical”, e quando tinha por volta de seus doze anos, despertara o grande desejo de seguir a carreira musical que grandes gravadoras tinham a lhe oferecer. E que tipo de pais perfeitos negaria a sua majestade o consentimento para realizar o seu maior sonho?

Andrei. O pai de Valkyria fizera parte de uma banda quando jovem, tiveram um único hit de sucesso e então desapareceram... Ele sabia como era a sensação de frustração por não conseguir realizar aquele grande sonho, e não queria que a filha se sentisse da mesma forma, estava apenas protegendo-a das decepções da vida que ela precisava aprender a lidar.

[...]

Foi quando os negócios começaram a decolar como um foguete, que o tempo dos seus pais, tornou-se escasso para dar-lhe toda a atenção que a menina merecia. O tempo que ela passava sozinha, quando os pais estavam ocupados demais para perceber o que ela estava fazendo, era usado para sair de casa sem permissão e encontrar-se com os colegas que também tinham o sonho de ingressar no mundo da música.

Começaram com pequenos concursos de bandas, logo estavam tocando em barzinhos maiores e quando menos esperavam, estavam sendo convidados para abrir shows de bandas maiores, nas cidades vizinhas.

Com quinze anos nas costas, alguns vícios já sendo desenvolvidos, e a rebeldia começando a ser notada no comportamento de Valkye, seus pais logo viram suas notas decaindo nos últimos semestres, as roupas mais ousadas em seu closet, os sumiços no meio da noite e os cigarros escondidos dentro do porquinho de pelúcia com zíper...

O que faria o casal perfeito com a sua filha, que já não era mais tão perfeita assim? Decidiram deixa-la fazer o que queria, é claro... Como bons pais devem fazer! Deixaram que a menina seguisse o seu sonho com a musica, mas em um local onde ela tivesse progresso e que eles pudessem vigiá-la.

[...]

– Por que diabos vamos para Miami? – Perguntara a garota, revirando seus olhos, mas jogando suas coisas nas caixas e as roupas nas malas. Fingia estar com raiva da situação, mas tinha a suspeita do verdadeiro propósito.

– Vamos coloca-la para fazer o que você quer. – Respondera a mãe. – Newtt McKinley High School, o que você acha?
"Do you think you miss the things you love
or
just love the things you miss?".

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