DELACROUISE, Mackenzie Jon - Em Construção

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DELACROUISE, Mackenzie Jon - Em Construção

Mensagem por Mack DeLacrouise em Qua 4 Nov 2015 - 21:42


Mackenzie

─ Nome Completo:
Mackenzie Jon DeLacrouise

─ Idade:
17 anos

─ Escola:
Miami University

─ Grupo:
Gamma Phi Beta

Personalidade:

Já não era de sorrir tanto e logo após os eventos de dezembro passado, Mack, deixou o sorriso de lado - nem mesmo uma piada bem contada é capaz de anima-lo. Passivo a todos e a tudo, capaz até de permitir que uma formiga ferrasse-o até a morte, não consegue encontrar motivos para se opor ou seguir um rumo díspar ao seu atual. "Temos que aceitar, é a vida", diz a si mesmo quando é obrigado a algo, simplesmente aceita sem pestanejar, abaixa a cabeça e faz o que é mandado. Inteligente até demais, contudo deixa de ser em distintos momentos. Não permite sentir emoção nem se entregar, apesar de ser isso que faz. Vive em um paradoxo vicioso qual nunca se permitiu largar, "submeto-me, mas não entrego-me". Quer que o usem, pois, apenas assim, acredita que poderá sentir algo além do infindo vácuo em seu peito. Promíscuo com um leve distúrbio de personalidade, utiliza sua aparência angelical (assim como seu cérebro e Je ne sais quoi de nerd) para enganar e esconder seus segredos da maioria. Não se sente adequado aos padrões, sejam eles de beleza, inteligência, interesses, “ou seja mais o que lá que deva existir”, como sempre diz. Mack não se sente perfeito perante a sociedade, assim como de longe nem a ache assim. Hipócrita como todos.
Considerado como o típico garoto nerd-anti-social pelos olhos alheios, o garoto nunca deixa de estar em dia com suas notas nem mesmo sair da linha com nenhuma mancha em seu histórico, ressalvando o evento de dezembro passado – mentindo para si mesmo e para os outros. És favorito dos professores e amigável com quem lhe pede ajuda com o dever de casa. Mack usa distintas máscaras, quais, agora, não o permitem saber quem realmente é.
História:

Prodígio era como todos o chamavam. Sentia que era apenas isso que tinha e somente isso que todos se importavam, seu não-tão maravilhoso cérebro. Sempre sentia-se usado e sujo, pois (para si) parecia que ninguém se importava com nada em si além do órgão que permite-lhe tirar notas excelentes.
Prodígio, pois apenas quinze anos tinha ao terminar o ensino médio.
Prodígio, pois encontrou a equação perfeita que lhe fez enganar a todos, que no fim, enganou a si mesmo.
Prodígio, pois saiu ileso de um crime.

Considera a própria vida divida em duas diferentes partes. Antes Manson e Depois Manson.


a.M.

Cansado de todos, odiava sua família, tinha nojo. Era sempre a mesma merda todo santo dia. Em casa, seus pais abriam a boca unicamente para chama-lo de desprezível e adjetivos compatíveis a este, e o elogiavam com eu-te-amo’s na rua em frente dos amigos e estranhos. Mack odiava isso, odiava tanto que tinha vontade de gritar e socar todos até a morte, contudo ficava com a boca fechava e só a abria quando algo lhe era perguntado.
Não ligava muito para o que acontecera antes do ódio começar, não se importava nem um pouco com o garoto que era antes de começar a entender como o mundo funcionava. Antes ele era o que queriam que fosse e agora ele continuava a ser quem queriam que fosse, entretanto conseguia ser quem não era em busca do seu eu verdadeiro.
Escondido, começou a sair com frequência. Voltava antes que a vizinhança acordasse e alguém pudesse descobri-lo, ninguém nunca desconfiara de nada. Era um garoto exemplar perante todos.
E foi em uma destas escapadas que conheceu seu fim. Mack sempre foi inteligente, escolhia lugares inusitados para ir, lugares em que nenhum de seus colegas de escolas iria, lugares em que se ele não fosse quem fosse não se permitiria nem pensar a ir; escolhia com cuidado os lugares para se ver livre de sua realidade, tão esperto! Mas nem tanto quanto imaginava ser. Foi puxado em meio à multidão por braços fortes e assim começaram a dançar. Um reconheceu o rosto do outro, um descobriu sobre o outro.
Naquela noite, Mack, se deixou ser descoberto.

Tudo isso era seu fim. Todas as coisas boas sempre acabam.
Manson poderia entendê-lo em distintas maneiras, podia ter o ajudado incontáveis vezes. Entretanto, no fim, ele só estava a ajudar na destruição de Mackenzie.


d.M.

"All good things must end".

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