{FF} Biancci & della Rovere

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{FF} Biancci & della Rovere

Mensagem por Convidado em Qui 12 Nov 2015 - 22:27

I wanna party and bullshit

A postagem ocorre entre Malia Biancci e Giuliano della Rovere e está fechada para qualquer um que não tenha sido convidado. Passando-se esta em 19 de Outubro, na Fire Fighter. O conteúdo é livre. A postagem fora iniciada e está em andamento.
I get that drunk sex feeling, yeah when I'm with you. So put your arms around me baby, we're tearing up the town 'Cause that's just how we do.
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Re: {FF} Biancci & della Rovere

Mensagem por Giuliano della Rovere em Sex 13 Nov 2015 - 22:34

Told You So
Hey there, sexy lady, I'm loving what you do. I'm a little intoxicated, I'm thinking so are you. You're trying to deny it but I know I changed your mind. And please don't try to fight it. 'Cause I know that you'll be mine, be mine. They say that I'm a player and it might seem kinda true. Don't wanna be a player no more. Well, I just think they're hating, 'cause they ain't got nothing on you
A
pilha de papeis, livros e anotações sobre a mesa e espalhada no quarto traduzia bem os momentos de reflexão os quais ele estava mergulhado. Os incontáveis copos de café do Starbucks e outras franquias jogados na lixeira também diziam bem que o vício na cafeína chegou até o outro lado da Europa. Apesar de tudo, a aparência não mostrava um traço de cansaço ou fadiga, fosse mental ou física. O século XX trouxe uma aparência diferente para os taxados como "nerds"; o que talvez pudesse ser o caso do italiano de sobrenome "santo". Debruçado sobre a mesa, escondido entre o cenário pós-apocalipto que se constituía ali, o nariz quase chegava a esbarrar na tela do notebook. A mãos que comumente jogava o cabelo para trás dizia um pouco do que Giuliano sentia, talvez alguma fustração originada por motivos acadêmicos. Os olhos atentos alternavam repetidamente entre um livro aberto repleto de marcações, a tela do computador e uma parte extensa da parede à sua frente que acabou virando mais uma folha de caderno ao ser repleta por anotações do próprio. - Isso não faz o menor sentido, o mais lógico era que depois desse bombardeamento de nêutrons eu conseguisse tirar resultados bons da fissão nuclear, mas o que tá acontecendo com na divisão de núcleos desse experimento não faz o menor sentido. - comentou em voz alta ao passo que catava uma caneta preta de tinta forte para rabiscar parte das anotações.

Abaixou a cabeça encostando a testa na mesa, a música alta era emitida por todo o prédio em mais uma das farras mais comuns da irmandande a qual pertencia. Encarou a porta parcialmente aberta e as duas figuras mais bêbadas que os sátiros de Dionísio durante as festas dionisíacas se apoiando em tudo que fosse sólido e firme para não cair. A cena deplorável clareou-lhe os pensamentos. Insistir naquilo não lhe levaria a lugar nenhum, a cada tento parecia estar ainda mais longe de descobrir porquê o diabo aquela fissão nuclear, simulada num software de honra bem íntegra, estava dando errado. A ducha que veio instantes depois serviu para libertar o corpo das amarras da mente, a água fria escorreu pela epiderme despertando-o. Precisava se distrair, o quanto antes, parecia estar a um fusível de entrar em curto circuito. Não se vestiu com grandes pretensões, divertir e se distrair eram os únicos objetivos. Jaqueta preta, camisa branca e jeans, mais simples quase impossível. Precisou sair esquivando-se dos companheiros e usando de toda a habilidade ginástica que nunca teve para não tomar um banho de cerveja.

Entregue ao destino, tomou o primeiro ônibus que viu e saltou próximo do ponto final, que curiosamente ou não, foi na frente de uma boate. Encarou o letreiro com um sorriso de canto no rosto, não havia fila, o que já era um ponto positivo. Passou pelo leão de chácara na entrada e se deu conta do ambiente em que havia entrado. A música alta ainda era conviniente, mas Giuliano ficou incrédulo quando prestou atenção na letra e na batida e identificou música latina tocando em plena Miami, nada do rítmo techno e eletro, era música latina, com tanto espanhol impregnado que um imigrante ficaria bem à vontade. Parou no balcão e assistiu o show malabarista de um bar man com um copo, garrafa de vodka e fogo. As palmas foram consequência da performance do atendente que tinha nítida expressão latina, talvez um mexicano ou salvadorenho, em todo caso, sua voz soou em bom tom quando o homem se aproximou para conferir o pedido. - Um vodka martini... - o sujeito virou-se prontamente para realizar a bebida quando Giuliano voltou a exigir sua atenção segurando seu braço. - ...três doses de Gordon's, uma de vodka, meia de Kina Lillet. Batido, não mexido, com gelo e raspa fina de casca de limão. - decretou ao especificar bem a bebida, era isso ou vinho, mas convenhamos que vinho por melhor que seja não é a bebida para todas as ocasiões. Aguardou seu pedido enquanto passava os olhos no local.
I love to say, I told you so and I love to see you let it go. I love to say, I told you so and I love to see you let it go

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italian
CBe Italian. Be a singer, be a lover. Pick the flower now before the chance is past. When you hold her don't just hold her but, hold this! Be Italian. Go ahead and try to give her cheek a pat, but be daring and uncaring. When you pinch her, try to pinch her where there's fat.


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Re: {FF} Biancci & della Rovere

Mensagem por Convidado em Sab 14 Nov 2015 - 12:21

we're back
I've got fire for a heart, I'm not scared of the dark. You've never seen it look so easy, I got a river for a soul and baby you're a boat. Baby, you're my only reason. If I didn't have you there would be nothing left. The shell of a man that could never be his best. If I didn't have you I'd never see the sun, You taught me how to be someone.
in: Fire Fighter with: peoples wearing: this.
O
s seguintes meses passados na França foram cansativos ao extremo. Dianna havia levado-me para um up no visual, com a ajuda de Hanna, amigas de meu irmão. A morena romana eu já conhecia, ela e Sam obtinham uma amizade longínqua, e sua presença era constante em nossas vidas. Ela fora a melhor coisa que havia acontecido quando toda a coisa da irmandade entre os McCarthy havia sido descoberta. Ao pensar que meu tio, na realidade era meu pai, tudo pareceu entrar em uma conturbação tremenda, e a única prejudicava tinha sido minha mãe. Se é que eu podia chamar a mulher que me dera por puro desgosto por crianças, assim. A pior das hipóteses aconteceu: meu sistema nervoso havia atacado, tudo e nada me tirava do sério com extrema facilidade, e estava ficando mais claro do que água, que eu precisava de cuidados. Estes, que não tardaram a chegar. A viagem serviu para muita coisa. A primeira delas, me livrar da carga deixada por toda a parte da família a qual tinha me feito passar por severas agressões - principalmente psicológicas. Segundo, adequar postura, linguajar e forma de agir. Digamos que eu não era a mais normal das pessoas. Não ligava para quem nadava na grana, ou se eu tinha que me vestir para um desfile da Victoria Secret's pra ir comprar pão. Estava decidida a sair e me divertir. Quatro dias haviam passado, desde que retornara a Miami. Era tempo o bastante para descansar. Meu inglês encontrava-se um tanto que arranhado, já que tinha me acostumado - o que surpreendeu a todos - muito bem ao Francês, e tinha-lhe adotado como língua natural, ao pensar que não retornaria mais para a Flórida. Hanna, não sei como, conseguira com que me aceitassem em uma agência para treinamento de novas modelos, e eu tinha aproveitado bem aquela oportunidade. Graduada na arte de posar e desfilar, aos poucos, de trabalho em trabalho, tinha conseguido reconhecimento. Mas, de fato, eu não tinha tanto apego a estar em frente a câmeras ou sobre passarelas. Preferia um pouco mais de relaxamento, onde não era o foco principal das atenções.

Isso parece bom. — me encarava no espelho, vendo o trabalho que tinha feito sozinha. Um vestido em tom azul turquesa com desenhos irregulares, com decote em formato de coração e sem alças, de saia rodada e um cinto vermelho prendendo na cintura era a veste perfeita para um final de semana. Nos pés, os agora familiares saltos altos, brincos discretos, e um colar que fora me dado de presente pelo dono da agência pela qual trabalhei, como reconhecimento de bom trabalho. Olhei para a bancada de jóias e acessórios de beleza ao lado do espelho que ia do chão ao teto do meu quarto, finalizei com o batom rosa claro nos lábios, e poucas borrifadas do Jimmy Choo Blossom, que sinceramente, era uma das melhores fragrâncias femininas que já tinha sentido. — Vamos ver para onde... Ahn... — fui andando para fora do quarto, indo parar na sala do apartamento. Interfonei para que o porteiro chamasse um táxi, claro, pedindo-lhe em forma de favor. — Sábado a noite... Para onde? — pesquei o celular nada modesto que Dianna tinha-me feito comprar - e perdido bastante tempo me ensinando a não mexer errado - passando alguns minutos para lembrar onde era que poderia achar localizações que ela, Hanna e meu irmão tinham deixado salvo. Não sei a necessidade real de ter tantos aplicativos ali, se eu não sabia usar nem a metade, na real, não tinha nem ideia do para que aquilo iria me servir. Whatsapp, Facebook... GPS. Olhei a lista de Dianna, encontrando alguns locais que eu nem sabia da existência, mas um me chamou a atenção. Fire Fighter. Tinha uma seguinte observação: Vá para a fila da esquerda, diga seu nome e o número 066.Bem, agora tenho um destino.

O táxi acabou por se sair bem eficiente, mesmo com um trânsito mediano. O horário transitava entre a calmaria e a super movimentação, mas era algo pelo qual eu não poderia me deixar preocupar. Era responsável, não tinha marcado com ninguém, e a noite deveria ser aproveitada sem a menor pressa. Paguei ao senhor respeitoso que tinha-me trago, e logo estava indo de encontro a fila não tão numerosa do lado esquerdo, diferente da do lado direito. Apenas mais três pessoas estavam daquele lado, o que me fez franzir a testa. Todos entraram, enquanto os do lado direito pareciam ser barrados por algum motivo. A boate deveria estar cheia, ou algo do tipo. Um cara loiro, alto e musculoso pediu a senha, me fazendo arquear a sobrancelha. — Senha de que, moço? Eu vim pro lugar errado? — olhei ao redor, sentindo-me remotamente aturdida. Eu tinha dito Fire Fighter em um inglês dificultoso, mas suscetível o suficiente para o senhor taxista entender. O homem me explicou o que seria a senha, me fazendo soltar um suspiro aliviado. — Ah, sim. Malia McCarthy, 066. — e foi falar isso, que já estava sendo conduzida para uma área reservada. Não tinha movimento ali em cima, diferente da pista alucinante e extremamente cheia lá embaixo. Uma pulseira vermelho neon foi posta em meu pulso esquerdo, e fui informada de que poderia consumir qualquer coisa, sem precisar pagar por nada. Assenti, esperando o segurança sair, para descer a escadaria que dava para o acesso principal na parte de baixo: o bar. Um rapaz moreno, branquinho, e diga-se de passagem muito bonito, estava sentado, parecia ter estado atento a alguma coisa feita pelo carinha atrás do balcão. — Um frozen sex. — pedi, quando fui atendida. O drink com sorvete demorava cerca de oito minutos para ser preparado, então teria que arrumar algo pra fazer enquanto esperava. Ainda não queria dançar, por mais que estivesse habituada a usar saltos, me sentia estranha. Já era alta, e aquelas coisas me faziam parecer uma girafa. Virei-me de lado, abrindo um sorriso riscado, sem mostrar os dentes. — Hey, vous. — o sotaque havia soado mais forte do que pensara. Nota mental: Você não está na França!Ahn, oi. Foi o que eu quis dizer. — uma risada baixa escapara, enquanto olhava o homem.


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Re: {FF} Biancci & della Rovere

Mensagem por Giuliano della Rovere em Dom 15 Nov 2015 - 15:21

Told You So
Hey there, sexy lady, I'm loving what you do. I'm a little intoxicated, I'm thinking so are you. You're trying to deny it but I know I changed your mind. And please don't try to fight it. 'Cause I know that you'll be mine, be mine. They say that I'm a player and it might seem kinda true. Don't wanna be a player no more. Well, I just think they're hating, 'cause they ain't got nothing on you
N
ão tardou para a bebida chegar e ele levar a taça de vidro com o pequeno aparato em forma de guarda-chuva. Achou graça da decoração e sem muito jeito retirou-a do copo pousando o acessório sobre o balcão de madeira muito bem lustrado. Tomou um gole razoável e apoiou a taça deixando-a à sua frente enquanto, ainda debruçado, sobre a estrutura de madeira. Era um bom início para quem a 1 hora atrás estava surtando, a berbida servia como uma ótima válvula de escape para esse tipo de situação, apesar dele não ser exatamente do estilo Party Rock, tristeza para a tradição universitária e tristeza para a tradição italiana.

Suspirou fundo e voltou à sua observação natural, estava imerso a um dilema mental entre ir dançar e não dançar, como podem supor o nível de habilidade dele dançando coisas do gênero era o mesmo de um boneco de posto. Dada a educação e o estilo de vida que teve até então, entenda-se por isso até 2 anos atrás, onde o dançar que aprendeu estava ligado à danças clássicas, o tipo de dança que você, obviamente, não vai dançar numa boate que nem se dançava na renascença da Itália durante o século XV ou como dançava a corte francesa até cabeças rolarem. Virou o rosto na direção contrária à das luses frenéticas capaz de deixar pessoas sensíveis em pleno ataque epiléptico, por sorte ou não, ao fazer isso enxergou uma figura que lhe chamou a atenção.

A moça esguia de pele alva dentro do vestido azul com um ótimo decote, diga-se de passagem. A expressão séria de Giuliano era tão impresível quanto a gama de pensamentos que tomou sua mente com a visão quase delirante da bela mulher naquela roupa, tinha algo de diferente nela, diferente de todo o ar americano, orgulhoso e patriota. Tomou mais um gole de sua bebida enquanto observava despreocupadamente a figura marcante se aproximar do bar e fazer seu pedido. Foi surpreendido quando a garota deixou escapar de seus lábios as primeiras palavras no momento. Ele indagou-se se havia escutado direito, nunca ficou tão feliz pelo método conservador educacional que recebeu naquela escola francisca. Era francês, identidificou, depois inglês ponderou uma segunda vez. - Bonne nuit, ma chère dame. - falou contendo o sorriso de canto e arqueava apenas uma das sombracelhas, era um jogo para dois, não era? Teria ela ficado surpresa também pela resposta em pé de igualdade? - Perdida aqui? - indagou virando-se para ela e mantendo contato visual direto, vidrou-se nos orbes dignos de pedras preciosas de um modo um tanto quanto descarado, mas não relutou em momento algum, tudo que fez contra foi conter certos pensamentos. - Eu me ofereceria para te pagar um drink, mas parece que você já resolveu essa situação. - comentou.
I love to say, I told you so and I love to see you let it go. I love to say, I told you so and I love to see you let it go

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Re: {FF} Biancci & della Rovere

Mensagem por Convidado em Seg 16 Nov 2015 - 22:49

we're back
I've got fire for a heart, I'm not scared of the dark. You've never seen it look so easy, I got a river for a soul and baby you're a boat. Baby, you're my only reason. If I didn't have you there would be nothing left. The shell of a man that could never be his best. If I didn't have you I'd never see the sun, You taught me how to be someone.
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E
le sabia francês! Contive a vontade de bater palmas, diante daquela situação. Digamos que eu era o tipo de pessoa que se presta a comemorar algo quando este mesmo algo me agrada, sem nenhum tipo de problema. Porém, muitas das vezes nas quais fizera tal coisa, acabei por chamar atenção de mais, e fui arrastada por quatro quarteirões para casa. Claro, feitios para quem tem um irmão ciumento como Sam. Pisquei os olhos, tendo a certeza de que tinha entrado em um devaneio na frente do carinha, e não estava nem um pouco envergonhada. Esse tipo de coisa acontece, certo?! Seu olhar parecia um tanto que atento demais sobre mim, e isso poderia deixar qualquer mulher constrangida, mas, eu não era qualquer mulher, e mesmo quando fazia o tipo largadona, ainda mesmo que não fosse apta para tantos olhares, nunca tinha me deixado passar por uma submissão desse tipo. Era como um sinal aberto para que o homem pudesse atacar. — Talvez eu esteja, nunca soube da existência desse lugar. Uma amiga indicou e resolvi conhecer. — olhei ao redor, dando de ombros. Até que era uma boate legal, mas nada comparada com as que tinha frequentado na França.

Voltei a olhar o homem, reparando em seus traços. Seu sotaque francês não era nativo, tinha algo mais forte e puxado nele, mas não sabia dizer de onde poderia ser. Não era boa em conhecer outras culturas, mesmo tendo sido obrigada a estudar sobre as principais. Americana, latina, européia, asiática. Sabia um pouco, um pouco mesmo, sobre coisinhas ligadas a cada cultura, mas não era a melhor para conhecer sotaques. Pagar um drink. Um sorriso se esticou pelos meus lábios. Somado aos olhares que tinha recebido dele - e modéstias a parte, de outros também -, aquilo soara bastante como um flerte e uma tentativa de manter minha presença junto a dele. Não era uma má ideia. — Minha amiga parece ter algum tipo de associação com este lugar, e me liberou entrada VIP. Então... Que tal se eu te pagar... isso? — toquei o copo de sua bebida, sem saber o que era aquilo. A ideia de dar despesas a mais a Dianna, por mais que nada do que fosse gasto ali lhe faria falta, era contagiante. Era como um tipo de vingança por ter me feito passar por algumas situações que são melhores quando mantidas em segredo. — Aliás, eu me chamo Malia. Malia McCarthy, e você é... ?? — a questão havia ficado no ar. O bar tender trouxera meu frozen sex, colocando-o ao meu lado. Desviei a atenção por um minuto do moço bonito, pegando a taça com o conteúdo que me fascinava. O cheiro do sorvete era inebriante. Tomei um gole, sentindo que havia ficado com o famoso bigode de chantilly. Limpei com a língua, arrastando o olhar de volta para o rapaz.  



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