[LR] Fiorella Campbell e Dianna Graeff Ohlweiler

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Mensagem por Fiorella Jenkins Campbell em Ter 8 Dez 2015 - 1:32

Pausa para um café?

A postagem ocorre entre Fiorella Jenkins Campbell e Dianna Graeff Ohlweiler e está fechada para qualquer um que não tenha sido convidado. Passando-se esta em 08 de dezembro de 2015, no (a) Lincoln Road. O conteúdo é livre para maior de dezoito anos. A postagem está em andamento.
quaisquer observações ou escritas ─ além do texto acima ─ que o membro deseje colocar, pode ser feita nesse espaço.

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Re: [LR] Fiorella Campbell e Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Ter 8 Dez 2015 - 2:26



Meet me under shining lights
I've been waiting right here all my life. Feelings you can't deny, that you're living open up your eyes and I just wanna sink into your crazy laughter. Come on feel me until the pain don't matter.
O que fazer quando tudo o que você quer, é que sua professora irresponsável exploda por ter perdido um de seus trabalhos mais importantes para a finalização do período? E, provida de um cinismo absurdo, ela exige que o refaça, e entregue em dois dias. Seria demais pensar que ela pudesse ser atingida, sem querer, por um raio e tostasse? Humpft. A Stringer Coffee permanecia aberta, com apenas minha presença ali. Não estava feliz em ter uma infestação de papéis espalhadas na mesa, desde o que?! Às quatro da tarde? Argh. Juntei tudo, chamando a atenção do rapaz que aparentava não ter mais que dezesseis anos de idade. — Per favore mi porti un macchiato caramello e alcuni cornetti. — o fardo mental era tanto, que nem tinha percebido o pedido feito em língua nativa. Apenas ao notar a confusão do garoto, finalmente tinha me dado conta. — Desculpe. Traga-me um caramelo macchiato e alguns croissants de queijo. — refiz o pedido, recostando-me na cadeira.

A vantagem de ter estado ali, era a de que ninguém iria incomodar, enquanto redigia todo o trabalho, após um tempo indeterminado de pesquisas acometidas ligeiramente. Tudo estava terminado, e finalmente enviado ao email, depois de ter feito várias copias de segurança, salvo em dois pen drives diferentes para o caso de perda novamente. Depois de juntar todos os papéis, os joguei de qualquer jeito dentro da bolsa, colocando-a atravessada sobre a parte de trás da cadeira que ocupava, tirando o celular do bolso para verificar algumas mentions em redes sociais, enquanto esperava o pedido. Algumas coisas me fizeram rir, tipo alguns comentários no instagram de Hanna, ainda sobre meu aniversário recente, e as fotos que ela havia postado. Era realmente engraçado a forma em como poderiam nos shippar, mesmo existindo apenas uma amizade inquebrável. Passei para outra rede social, deixando recados para pessoas importantes, para que não se preocupassem com a minha ausência no dormitório da faculdade. Tinha passado um longo dia, treinando tiro no departamento da FBI, relembrando de quando ainda era uma jovem agente. Isto me lembrara da leve tensão encontrada nos ombros, e o pensamento de que merecia uma massagem por todo aquele esforço. Uma leve movimentação se fizera do lado de fora, mas não achei que fosse alguém entrando no recinto, visto que já se passava das uma da manhã. Ainda me encontrava ali apenas para me alimentar, coisa que não fazia a mais de doze horas.





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Re: [LR] Fiorella Campbell e Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Fiorella Jenkins Campbell em Ter 8 Dez 2015 - 2:33



The city that never sleeps




Eu estava apenas querendo diversão, é pedir demais? Não é comum uma jovem saudável igual a mim permanecer trancada dentro de casa. Não que minha madrasta me obrigasse ficar em casa, ela não me obrigada em nada, na verdade ela é tão dócil quanto um poodle. Percebendo que talvez a minha fase jovem se passasse sem nada marcante, resolvi mexer o traseiro gordo e sair de casa. Gordo foi modo de dizer, afinal sou magricela como uma modelo em ascensão nas passarelas. Vesti qualquer roupa que veio em minha mente e desci. Eu estava hospedada em um hotel, meu pai havia prometido encontrar uma casa. Na madrugada a única coisa se podia ouvir era o ruído dos meus passos pela soalho. Peguei as chaves, meu celular e a minha bolsa contendo documentos e cartão de crédito.

[...]

Ao sair do elevador me senti aliviada por está de volta em Miami. Em algum lugar do mundo terá uma cidade morta, pessoas dormindo e ruas desertas – Mas não aqui em Miami. As ruas, pessoas, bares, todos vivos e se movimentando. Resolvi ir andando pelo local, observando os seus cenários e os desenhos dos prédios, a arquitetura do local era esplêndida. A  primeira vez que eu havia visto a cidade, quase havia esquecido de respirar. O importante é que agora eu estava quase acostumada com aquela encenação fascinante. As super fileiras de restaurantes deixavam aquela cidade magnifica e até aquele momento eu não havia conseguido encontrar um prato de qualquer parte do mundo que não fosse feito naquela parte de Miami. Resolvi parar, observar e aprender um pouco sobre a cidade. É impressionante o que se pode aprender com meras pessoas conversando.Talvez apenas artistas conseguiam entender aquilo.

Havia encontrado um ponto de parada. Um restaurante simples, se é que isso existe nessa cidade, onde eu poderia me sentar. Não havia me arrumado completamente, mas creio que estava suficientemente apresentável. - Um café por favor! - Pedi ao acenar delicadamente para o garçom. - Adoçante por favor e biscoitos amanteigados. - Completei o pedido. Me sentei em uma mesa próxima a rua e abrindo minha bolsa retirei um cigarro. Só na pressa havia esquecido o isqueiro e agora? Olhei a minha volta e observei uma jovem tão aturdida em seus pensamentos e com uma olhar perdido. Não era daquela região, pelo menos o seu sotaque era italiano. Ela não tinha aparência de possuir vícios, mas não era fácil destacar fumantes ou não naquela cidade. - Com licença... - Falei me aproximando. - Tem fogo? - Mostrei o cigarro para ela. Não pude deixar de passar os olhos pelo o que ela fazia ou aparentemente iniciaria. Poucas pessoas tinham em mente a madrugada para fazer seja lá o que ela tivesse fazendo com aqueles papeis.  




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Re: [LR] Fiorella Campbell e Dianna Graeff Ohlweiler

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Ter 8 Dez 2015 - 2:59



Meet me under shining lights
I've been waiting right here all my life. Feelings you can't deny, that you're living open up your eyes and I just wanna sink into your crazy laughter. Come on feel me until the pain don't matter.
Depois de bloquear a tela do iPhone, finalmente me permiti relaxar por um momento. Ser uma subcelebridade era algo um tanto que... Novo. Ainda precisava me acostumar com o fato de que pessoas poderiam se interessar no que eu fazia, em até, coisas simples como andar por ai. Um suspiro escapou por meus lábios, enquanto via uma menina adentrar o ambiente. Não parecia ser muito mais velha que o atendente. Podia ouvir sua voz ressaltar o pedido, culpa do silêncio eminente dentro da cafeteria. Voltei a recostar-me na cadeira, adotando uma postura rígida, enquanto observava a madeira bem polida da mesa. O que o tédio fazia com as pessoas? A poucos segundos estava afundada em deveres, ainda tendo que lidar com a abertura de uma empresa, e saber me portar como uma futura CEO brilhante. E claro, ter que aguentar piadinhas dos amigos sobre ser a Christian Grey da realidade, em uma versão feminina - com certo bônus. O pedido foi posto em minha frente, e logo estava dando o primeiro gole no caramelo macchiato, sentindo o gosto maravilhoso da bebida. A quanto tempo não tomava um? Céus, não poderia nem por em números. Estar na universidade era o mesmo que não ter vida. Antes que pudesse completar qualquer ato, a mesma voz delicada soara próxima a mim, chamando minha atenção para perceber do que se tratava. Fogo? Só se fosse para matar a senhorita Gibbins. — Se trata de um isqueiro? Não, não possuo, desculpe. — risquei um sorriso fechado nos lábios, observando-a de maneira discreta. Não era alguém que eu já tinha visto em Miami, ou pelo menos, não era alguém que eu me lembrava. — Posso ajudar em mais alguma coisa?

Olhei-a melhor. Aquela menina era jovem demais para ocupar-se com um vício deste. Não faria-lhe um bem, nos fins das contas. O faria por puro vício ou por algum capricho trazido pela vida? Família, talvez? O número de pessoas que deixavam-se levar por vícios como este eram absurdos, e a maioria dos casos davam-se por estes problemas. Não questionaria a garota. Apenas me pus a desviar o olhar, antes que a intimidasse ou desse a impressão errada do que porquê de olhá-la tanto, apesar de tê-la achado bonita. — Quer se sentar? — tentei dar-lhe uma brecha para não ficar sozinha, assim como não gostaria de estar naquele momento.





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Re: [LR] Fiorella Campbell e Dianna Graeff Ohlweiler

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