[PD] Black Out Night

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[PD] Black Out Night

Mensagem por Charlotte Dähl Weiszäcker em Sab 16 Jul 2016 - 18:03

black out night

A postagem ocorre entre todos os players do fórum, sendo a primeira RP Oficial do fórum e está aberta para qualquer um que não tenha sido convidado. Passando-se esta em 13/07/16, na boate Pandemonium. O conteúdo é livre. A postagem está em andamento. A regra úncia para a vestimenta, é que todos deverão estar com roupas pretas. Nada de outras cores, e apresentar um convite prateado, com detalhes pretos. É a comemoração de um ano de funcionamento da boate, aproveitem!
no broken hearts in the club, no tears in the club, cause we gonna get it  pop it tonight.

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Strike A Pose, And Make Me Your Only Queen.

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Heather A. Voss-Ohlweiler em Sab 16 Jul 2016 - 21:07

Wait for me to come home

Pernas e dedos entrelaçados. Lençóis bagunçados. Sorrisos cansados. Nada naquele momento se comparava a noite em que nós amamos intensamente.

O olhar calmo de Dianna procurava o meu. Apesar da luz fraca que iluminava o quarto, eu ainda podia ver suas mãos tremulas revelando uma carga de sentimentos e a ansiedade que a consumia por inteiro. Ali estava ela, cara a cara comigo. Seus olhos castanhos demostrava cansaço, mas pareciam querer resistir ao sono que lhe dominava pouco a pouco. Seus lábios entre abertos eram convidativos para um beijo. Mas apenas a respondi com um sorriso, deixando um beijo casto no canto de seus lábios. Passei a mão em seus cabelos para afastar alguns fios teimosos de seu rosto. Sua respiração já normalizada lhe entregava a um sono profundo me deixando acordada por poucos minutos até que eu me juntasse á ela segundos depois.

Quando os primeiros raios de sol passavam entre as persianas deixando o quarto mais claro. Tateei a mão no colchão na tentativa de trazer minha esposa para perto, mas encontrei seu lugar vazio. Ouvi batidas de leve na porta e uma risada vinda do corredor. Abri os olhos piscando algumas vezes até que me acostuma-se com a claridade. Desviei meu olhar para a porta esperando ver minha esposa passar por ela, mas um pequeno corpo apressado e sorridente veio correndo em minha direção. Um pulo e ela estava sobre mim, me enchendo de abraços desastrados e beijos molhados. Ela é perfeita: olhos brilhantes, cabelos castanhos assim como os olhos, pele latina assim como a minha e um sorriso encantador como o de sua mãe. Claire definitivamente era uma copia perfeita minha e de Dianna. Seu corpinho frágil deitou ao meu lado e suas risadas sessaram até que ela recuperasse o fôlego para que pudesse falar.

— Mamãe me levou ao parque. — Claire disse afastando sua franja dos olhos. Os fios rebeldes grudados na testa indicavam o quanto ela havia se divertido. — E como foi, princesa? — Perguntei. Ela enrugou a testa e deu uma gargalhada gostosa me fazendo a olhar intrigada. O que será que elas haviam aprontando. Apoie as mãos sobre o colchão até que consegui me sentar. A pequena deitou a cabeça em meu colo e se acomodou ali mesmo. — Mamãe caiu do balanço. — Sua risada voltou e preencher o quarto e eu não tive como não ri junto. Quando a porta voltou a abrir, uma morena passou por ela, trazendo em suas mãos o tênis que jogou no chão. Dianna vestia um short jeans e uma regata branca. Seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo informal. Ela encarou a filha com um sorriso pequeno nos lábios antes de me olhar e sussurrar um 'Bom dia, amor'. Sentou-se sobre a ponta da cama, deixando seu corpo cair sobre o colchão macio. Ela me parecia exausta.

Claire foi de encontro à mãe, sentando-se ao seu lado. Ela estava eufórica. A pequena começou rir quando Dianna a atacou com cócegas. Claire ria como uma louca, seu rostinho já vermelho por conta da euforia fez com que minha esposa encontra-se um limite para parar a brincadeira. — As duas mocinhas precisam de um banho. — Falei depois de admirar a cena toda. É incrível como mãe e filha se completam. Quando Dianna soube da minha gravidez no auge dos meus 18 anos. Ela teve medo, mas seu medo era de que não pudesse dá a vida que era queria para nossa filha.

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Eu estava há três semanas atrasada, preocupada resolvi que era hora de procurar Dianna é ter uma conversa. Mas antes de tudo eu precisava ter a certeza, comprei um simples teste de farmácia. Meu corpo paralisado em frente ao pequeno espelho do banheiro entregava uma Heather nervosa e com medo. Positivo! Era o que o teste mostrava. Se eu chorei? Acho que nunca chorei em toda minha vida como naquele dia. Eu ia ser mãe, Dianna ia ser mãe. E se ela me deixasse? E se ela me abominasse por ter engravidado? Eram tantas perguntas. Enxuguei as lágrimas e tratei de lavar o rosto, tomei um banho rápido e vesti uma roupa leve. Ligarei para minha namorada e com toda a manha do mundo a convenci de sair da cama e vim até minha casa. Eu sei que ela estava cansada, tinha acabado de voltar de viajem. Ser modelo não era fácil como a maioria das pessoas pensam. Ela era a prova disse. Quando ouvir a campainha tocar, eu já sabia de quem se tratava. Desci as escadas pulando os degraus de dois em dois. Minhas mãos suava frio, aquela era a hora. Os olhos avermelhados por conta do choro foram à primeira coisa que ela notou. Preocupada, me pegou no colo e me levou para o quarto. Deixou-me sobre a cama de solteiro e sentou-se na ponta dela, esperando por uma boa explicação. O ‘Eu estou gravida’ soou baixinho, mas não o suficiente para que ela não me ouvisse. Ela pulou da cama, pálida e sem palavras era assim que ela estava.

— De três semanas. — Me limitei a dizer. Ela me encarou séria e nervosa. Voltou para perto de mim e segurou minhas mãos, depositando vários beijos sobre elas. Deixei um filete de lágrima descer pela minha bochecha. Ela me puxou para seus braços e me acolheu neles. Ficamos alguns minutos assim em silêncio até que Dianna começasse a tagarela o quanto estava feliz, e o quanto ela queria ver o rostinho do nosso pedacinho que eu carregava. Sua mão direita espalmada em minha barriga, ainda lisa, fazia um carinho gostoso. Seu sorriso de orelha a orelha era o mais lindo de todos os sorrisos que ela já me deu. Ela me assegurou de que tudo ficaria bem, que daríamos um jeito e que casaríamos o mais rápido possível. No fim da tarde, nossas famílias e amigos já sabiam da noticia. Ela dormiu comigo naquela noite.
- - -

Eram 23h30 e nós tínhamos acabado de deixar Claire na casa da minha mãe. Relutante, tivemos trabalho, pois a pequena não queria soltar minha esposa por nada. Quando enfim conseguimos, tomamos nosso destino à boate com o nome intitulado de Pandemoniun.

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Winter Gröner Bouwknecht em Sab 16 Jul 2016 - 22:57



Sou o mal e a cura
“O que é um peido para quem já está toda cagada, não é mesmo? De qualquer modo, tenho uma festa para ir.” Pensou, andando pelas ruas de New York. Seus olhos varreram o lugar repleto de lojas, logo tendo a atenção prendida em um par de óculos escuros vermelhos. “Se eu vou para a casa dela, tenho que levar um presentinho.” Andou de modo arrogante até o moço que atendia o balcão da pequena loja. — Hey, posso ver alguns? — Indagou, apontando para os que estavam perto do vermelho. Assim que ele o concedeu os óculos, ela sorriu, colocou os vermelhos e murmurou um lento e sedutor: “Eu já volto, docinho”.

Passou a caminhar rapidamente pelas ruas, rumo a casa da melhor amiga.

[...]

Assim que pronta, produzida com as roupas mais chiques, pretas e bonitas que encontrou no closet de Tessa, partiu junto da ruiva para o local da festa. Deu um beijo de despedida na melhor amiga assim que chegaram na boate, rumando ao encontro da noite.

Sorriu sarcasticamente quando o garoto entrou em seu campo de visão, rolando os olhos claros. Caminhou lentamente até ele e cobriu seus olhos com as mãos, sussurrando em seu ouvido. — Adivinha quem é! Vou te dar uma dica. É a garota mais linda da festa. — Retirou as palmas da frente do rosto dele, colocando-as na cintura, mordendo o lábio enquanto aguardava a resposta.


229 words
Com um npc, se quiser chegar é só chegar; Liberada da prisão; Marcadíssima; Clica.


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✻ brotaca feels ✻
This is a state of grace This is the worthwhile fight Love is a ruthless game Unless you play it good and right These are the hands of fate You're my Achilles heel This is the golden age of something good And right and real.

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sab 16 Jul 2016 - 23:01


black out night

Com tudo devidamente formalizado na prefeitura, um novo acordo havia sido negociado, tendo foco a implementação de alguns eventos importantes que deveriam ser sediados em New York. Claro, a prefeitura não tinha sido o único órgão envolvido, já que muitos gastos viriam a decorrer durante todo o período sede do evento, tais como equipe de saúde, de segurança e equipamentos necessários para a montagem do que fosse necessário. Já nos "finalmente" de todo aquele dia, encontrava-me com ombros e coluna repletos de tensão causadas pelo longo período inclinada sobre a mesa, assinando papéis e revisando linhas minúsculas em alguns contratos ao lado de Jacob Gunningworth, advogado oficial do núcleo da prefeitura nova iorquina. Tudo estava devidamente organizado em seu lugar, todos os funcionários haviam sido dispensados, restando apenas a equipe de segurança particular e a empresarial, contratada para proteção da prefeitura nas vinte e quatro horas do dia. Um tylenol tinha sido entregue para mim, bem quando ultrapassava a sala principal, parando em frente a mesa da única pessoa ali. — Você poderia ter ido embora no horário de sempre, Margot. — não mantive algum contato ocular, sentindo o leve decair do comprimido garganta abaixo. — Obrigada. — com um gesto de mão, tinha indicado que a mulher deveria partir, afinal, estava tarde demais para a estadia no trabalho e eu estava cansada demais por ter passado a tarde com minha filha no parque e um breve momento em casa, com minha latina para pensar em outra coisa, se não, ir embora.

Levou cerca de exatos cinquenta e quatro minutos para chegar em casa, livre de qualquer coisa que tivesse ligações diretas com o trabalho, apesar de quase não haver disso em minha vida. Era o peso de ser prefeita de uma cidade como NYC, mas, obviamente existiam os benefícios, e estes eram muito bem vindos. Ao ultrapassar a entrada larga e extendida da nada modesta mansão, era possível ver uma certa movimentação no andar de baixo da casa, com as portas abertas, e um pequeno vulto correndo pelo jardim. — Sawyer, prenda o Apolo. Prepare-o amanhã pela manhã, leve-o para a vacina mensal e depois deixe-o no Fetch Club. Vou buscá-lo com Claire e Heather a tarde, logo depois que deixá-lo lá, pode tirar o resto do dia de folga. Preciso urgentemente de um tempo a sós com minha esposa e filha, e tem a bola de pelos branca com nome do deus do sol, claro. — mentiria se dissesse que lamentava o fato de não poder dar alguma atenção para o labrador animado - ainda que fosse tarde da noite - por minha chegada. O carro parou na entrada, e logo dispus-me a sair, vendo a aproximação de Newtton, um dos seguranças que rondavam a mansão - assim como na prefeitura, vinte e quatro horas por dia - conduzindo-me até a entrada da casa, voltando a ficar ao lado de fora, em seu perímetro de trabalho. Subindo os degraus, sentindo um cheiro maravilhoso dá porta da suíte master da casa. A figura morena em frente ao espelho encontrava-se gostosa - até demais para o meu gosto - exalando o aroma de amêndoas que podia julgar como o meu preferido. — Boa noite, senhora Voss-Ohlweiler. — chamá-la assim era uma coça ao meu ego, tendo uma mulher como Heather para chamar de minha esposa. De todos os méritos que eu já havia tido na vida, com toda certeza, ela era o melhor deles.

Vou tomar um banho e me trocar. — avisei, passando os braços em torno de sua cintura, inclinando o rosto para selar os lábios no pescoço moreno e cheiroso, sentindo-me presa naquela mulher. Eu realmente tinha uma queda por aquele aroma, mas não em qualquer pessoa. Nela, exclusivamente. Caminhando até o banheiro, observei que minha roupa já estava devidamente separada em cima da cama, com todos os acessórios e combinações que tinham sido designados para a noite: um vestido preto com fenda ao lado direito e um decote em v, um cinto dourado com formas geométricas simples e duas correntes em cascata circular. — Onde está a mulher mais linda dessa casa? — pergunto-lhe, em um tom risonho enquanto ia para o banho. Claire não estaria conosco, por ser um evento para adultos em um ambiente inapropriado para crianças. A pequena princesinha sempre ficava com os avós em ocasiões como esta, seja na casa deles, ou na nossa, com eles aqui. Restava apenas saber. Pouco mais de trinta minutos, encontrava-me vestida e maquiada, pronta para a noite. O salto não era tão alto - ou acabaria ficando estranhamente alta demais - preto como o vestido, este, que havia caído como uma luva. — Vamos, ainda temos de deixar o furacão Claire com os avós. — voltei a aproximar-me de minha esposa, mas antes, tocara-lhe o rosto com o polegar abaixo do queixo delicado, erguendo a face latina para mim. Pressionei os lábios aos dela em um selinho longo, contendo-me para não passar daquilo, ou certamente nos atrasaríamos e Heather reclamaria de uma possível "desmontagem da maquiagem", o que me fizera prender um risinho em meu consciente.

Depois de muito relutar em deixar meu pedacinho nos braços do avô babão e ser praticamente arrastada por minha esposa, finalmente estávamos adentrando a Pademonium. Era uma dos melhores ambientes nova iorquino para a noite, além do fato de ser comandado por ninguém menos que Charlie, a quem eu chamava carinhosamente - e discretamente - de Lay. Muitos dos partidários eram contra a amizade que mantinha com a jovem mulher, a quem todos sabiam comandar um sistema inquebrável da máfia. — Lay sabe como dar uma festa. E você, não ouse sair do meu lado, a primeira dama é tão requisitada quanto a prefeita. — encarei os olhos castanhos, abrindo um pequeno sorriso, ouvindo o orbitante som das batidas de Animals começar a vibrar por todo o lugar. — A noite começa aqui, babe. — sem mais, puxei a morena para a área restrita, acenando e trocando alguns apertos de mãos por todo o caminho.

wearing: click ♕ black out night



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Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Tessa Bjørhmadev Löwin em Dom 17 Jul 2016 - 15:41

WE HAD PLANNED TO CRASH A PARTY

wearing this at pandemonium

Surpreendeu-se com a chamada repentina pelo interfone, em sua cobertura em NY. — Ela vai subir, madame — e a chamada foi finalizada. Aguardou, ansiosa, por longos minutos, até que a campainha foi tocada, e Gillys foi atender. A voz esganiçada de excitação de Winter adentrou a sala de estar da ruiva, alcançando sua audição em uma surpresa súbita. — WINTER?! — exclamou, igualmente esganiçada. A amiga, até então, estivera na cadeia. Contudo, explicações devidamente arquitetadas foram despejadas em um turbilhão de abraços e de corridas para o closet de Teresa, onde a amiga começou a procurar pelas melhores roupas. Afinal, haveria uma festa, e Winter desfrutaria da sua breve liberdade condicional com monitoramento policial em toda e qualquer farra que pudesse encontrar pelas proximidades de Nova York. Tessa, já arrumada, aguardou-a, fazendo inúmeras perguntas sobre o namorado Andrew, que partilhava a prisão junto com a amiga. Infelizmente, Winter não tinha notícias do rapaz havia uma semana, nem sabia se recebera liberdade condicional, igualmente a ela. — Sinto falta dele... — suspirou, para ninguém em especial.

Assim que Winter terminou de produzir-se, evidenciando a própria beleza como nunca antes desde que fora presa, ambas deixaram a cobertura e dirigiam-se para o carro de Teresa. A ruiva dispensou o chofer e os guardas que sempre acompanhavam-na, alegando que na festa não iria precisar, que estaria com amigos, já que Charlotte seria a anfitriã. Dirigiu-se com a morena para a boate Pandemonium, onde todos os frequentadores vestiam-se de preto. A própria Tessa mantinha-se na cor neutra: calça jeans escuras, um top de crochê igualmente negro, o casaco de couro de Andrew por cima. O sapato de camurça também era preto, porém com o solado prateado, que combinava perfeitamente com o colar da ruiva. Ademais, a maquiagem também deixava-a parecendo uma gótica. O único tom vívido era o dos fios flamejantes. Estacionou o carro e apanhou o convite prateado dentro da bolsa. Um minuto depois, ambas depositavam-se à entrada.

Vejo você depois — disse para Winter assim que a dupla foi sugada para o interior da boate. Misturaram-se à multidão e ao som retumbante, às luzes coloridas cuja iluminação era a única que se fazia presente no âmbito. Afastou-se da amiga para juntar-se ao balcão de bebidas. Afinal, era o seu primeiro destino todas as vezes. Em casos antigos, estaria acompanhada por Andrew. Ambos dispensavam muito tempo bebendo e ficando loucos. Agora, porém, sozinha, assentou-se em um dos bancos e pediu três doses de vodca de uma vez. Se for pra beber e não ficar bêbada, prefiro não beber. O primeiro gole foi para adequar a garganta à força exercida pelo álcool na bebida. A quantidade exorbitante de vodca desceu-lhe pela goela chamuscando seu interior, provocando uma sensação de ardência familiar. Tessa fez uma careta antes de ingerir a segunda dose. E a terceira. Depois pediu outras. O corpo balançava-se ao ritmo da música, porém não queria levantar-se para dançar. Conhecia muitos ali, porém o contato com os amigos mais distantes estava sendo evitado. Somente quando a ruiva sentiu-se zonza foi que deixou o recinto, afastando-se para os fundos até que deixou o ambiente barulhento para o frescor da rua, atrás da Pandemonium.

Recostou-se na parede, ainda podendo sentir a retumbância do som. Da bolsa, retirou a carteira de cigarros, capturando um com os lábios riscados de batom preto. Com a outra mão, ágil, apanhou o isqueiro de prata, extremamente caro, com adornos em pedras preciosas. Acendeu o item e tragou-o, sorvendo a fumaça que podia e liberando-a pelas narinas e pelos cantos da boca. Quando, abruptamente, sentiu o toque gélido e perigoso de metal contra o seu pescoço. — Passa o isqueiro. Não grite ou reaja, ou corto sua garganta. — A voz era masculina, fria, e provocou um reboliço de raiva dentro de Teresa. Nunca fora dada a levar desaforo, principalmente de assaltantes. Visto que a própria já havia sido uma. Contudo, prezava pela própria vida mais que qualquer outra coisa, por isso passou o item de prata para o ladrão. — Espero que enfie no cu — disse, os dentes cerrados. Pelo canto dos olhos, vislumbrou-o. Estava de capuz, porém íris cinzentas eram evidenciadas dos buracos que facilitavam a sua visão. O comentário, porém, rendeu-lhe um leve corte na bochecha assim que o assaltante fugiu, correndo para dentro da boate.

Tessa seguiu, correndo, e começou a gritar. — SOCORRO, SOCORRO — a voz sobressaía pelo barulho, porém a música alta dificultava. Algumas pessoas por perto viravam-se, voltando suas atenções para a ruiva "em apuros". — ELE ME ATACOU. ME ROUBOU! — continuou, correndo desgovernada. Perdera o assaltante de vista, mas isso não a impedia de fazer alguém ali dentro capturá-lo. — CHARLOTTE, COMO VOCÊ DEIXA ISSO ACONTECER NA SUA BOATE? — parou e gritou ao redor, para onde quer que a morena estivesse. Passou a movimentar-se em seguida, ainda berrando, até que sentiu o corpo colidir com o de alguém. Novamente, reconheceu-a. Amber. O copo de vodca que a morena segurava havia se derramado sobre suas vestes. — CARA, EU FUI ROUBADA. OLHA SÓ ISSO! — e apontou para a própria bochecha, um filete de sangue escorrendo. Ignorava os xingamentos da amiga.
© kristen

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is this the real life?
is this just fantasy?

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Heather A. Voss-Ohlweiler em Dom 17 Jul 2016 - 16:18

Wait for me to come home

Mesmo depois de cinco anos de casada, eu ainda me sentia uma adolescente quando se tratava da minha esposa. Esperar Dianna chegar do trabalho me deixava ansiosa e apreensiva. Ver minha mulher em casa era uma das coisas que me deixava mais feliz. Sei o quanto ela trabalha duro para nós dá a vida que temos hoje, até queria poder ajudar, fazer algo, mas ela simplesmente não permite. Ela ama chegar em casa e saber que a esposa dela está ali a sua espera. Pronta para lhe receber de braços abertos, lhe dar amor e carinho. Quando vi a silhueta conhecia entrar no quarto, um sorriso apaixonada se formou em meus lábios. O aroma de seu perfume invadiu minhas narinas me deixando embriagada. Sentir seus braços em volta de mim me apertando, e seus lábios tocando minha pele com beijos fez meu coração bater forte dentro do peito. Momentos como esses me fazem ter a certeza de que ela é a mulher certa, sempre foi.

Depois daquele momento carinhoso, vi minha morena entrar no banheiro para tomar seu banho. Sua roupa junto com os acessórios já se encontravam sobre a cama. Tenho que admitir que não fiquei nem um pouco feliz com a escolha de suas vestes para hoje a noite. Dianna esbanjava sensualidade, não importa a roupa que ela use. Mas a escolha de sua roupa para hoje a noite me deixou um pouco enciumada. Ela ficaria muito atraente, até mais que o normal. Mas digamos que estávamos quites, pois o vestido que eu havia decidido usar também não lhe agradava muito. Um Alexandre Vauthier de cor preta com uma fenda na lateral esquerda e que deixava minhas costas completamente nuas. Nos pés um salto plataforma também na cor preta.

Não sei exatamente quantos minutos se passarem desde a hora em que deixamos Claire na casa da minha mãe. Talvez eu tivesse ansiosa demais para chegar a tal boate e ver realmente se ela era aquilo tudo que todos falavam. A entrada da boate era impressionante, e o letreiro com o nome Pandemoniun era o que pode chamava-se de extravagante e exagerado. Mas mesmo assim tinha seu charme e não deixava de esbanjar luxo e poder. O dono deve ser realmente rico, manter aquele lugar deveria custar uma fortuna. Quando meus pés tocaram o piso do interior da boate meu queixo caiu ao ver o quanto ali estava perfeito. A música alta e o falatório me deixavam irritada e perdida. Eu nunca fui fã de lugares cheios. Ouvi minha esposa falar algo que pouco foi entendido por mim. Sentindo meu corpo se guiando junto ao dela, e pelo caminho tendo que ignorando os olhares de cobiça tanto de mulheres como de homens sobre Dianna. Uma aria bem afastada da multidão de pessoas desconhecidas era exatamente onde nós nos encontramos juntas. Permiti-me pegar uma taça Champagne, e pelo gosto da bebida cara tive quase certeza de que se tratava de um krug brut rose. Dei mais gole da bebida gelada enquanto apreciava a música que soava por todo ambiente. Dianna cumprimentava algumas pessoas que eu cujo serem muito importantes. Apensar da conversa aparentemente animada, seu olhar não saiam de mim um instante se quer. Ela parecia tentar cortar o assunto a todo custo. Seu sorriso atravessado no canto da boca era a prova disso. Quando me distrair novamente para varrer o olhar entre as pessoas que dançavam animadamente, fui tirada do meu pequeno transe por uma morena que fez o favor tomar a taça delicada de minha mão. — Ei, eu estava bebendo sabia! — Disse incrédula ao ver minha mulher em um único gole beber o restante do líquido. Nem preciso falar que ela odeia que eu beba qualquer tipo de álcool. Não importa se ele é fraco, não importa a quantidade que seja. Dianna fica possessa quando me vê bebendo qualquer tipo de bebida. Mas não é como se ela me impedisse de fazer algo que eu queira, é mais cuidado vindo da parte dela. Não costumo questionar muito isso, por que sei que nem eu mesma gosto de beber bebida alcoólica. Mas naquele momento, a sede falou mais alto.

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Charlotte Dähl Weiszäcker em Dom 17 Jul 2016 - 19:08

 

ambition

 

that's a thing, that everybody have.

A roupa branca da Versace, o casaco cor de pele, de Alexander McQueen, e nos pés, um par de Louboutin’s, faziam com que Charlotte fosse uma exímia fashionista, dona de uma boate, e que cuida das empresas da família, a Greyline Holdings Enterprise. A vida, de todo, não era ruim. Ela viajava, tinha do bom e do melhor. E sempre estava antenada à moda, e quando não, tinha uma pequena ajuda, de sua amiga, ou melhor dizendo, sua melhor amiga, Hanna. A vida de Charlotte Weiszäcker, era perfeita. Bom, ao menos até o virar da página 2, deste livro. E aí, a perfeição começa a ser desfeita e quebrada.

A morena dava todos os ajustes que precisava em sua boate. Afinal, era uma comemoração especial, a que se seguiria. Um ano de funcionamento da boate, e um ano que estava por detrás de todas as empresas da família. Lícitas, ou até ilícitas. A família Weiszäcker, uma das famílias da elite de Nova York, e do Upper East Side, tinha um segredo que bem poucos sabiam. A família, era aquela que dirigia a máfia de Nova York, a que estava por trás de inúmeros crimes, assassinatos. Charlotte tinha sido criada naquele meio, para que um dia pudesse comandar tudo, por simplesmente, ser a primogênita.

Para Charlotte tudo deveria estar perfeito, principalmente naquela noite. Já que na véspera, tinha comemorado 1 ano do falecimento de seu pai. Ela não tivera tempo para luto, tinha de assumir os negócios da família, a família, para que tudo que seu pai tinha trabalhado, não fosse em vão. A jovem queria orgulhar seu pai, de todos os modos possíveis, mesmo ele já tendo falecido. Soltou um suspiro, pegando a prancheta, e voltou a dar ordens e gritos, para que a organização do clube, acabasse rápido, e no prazo pré estabelecido por ela, afinal, a morena odiava atrasos.

Assim que toda a organização da festa finalmente acabou, tirou seu celular, e mandou uma mensagem para Amber, para que trouxesse a roupa que tinha separado para si, e para que que trouxesse também, sua maleta de maquiagem. No momento em que enviou, foi para o fundo do clube, onde resolveria alguns negócios, bom, não negócios. Um daqueles que lhe deviam, tinha sido trazido por seus homens. Ela andou um pouco apressada, e viu um dos rapazes lhe entregar um revólver, calibre 22. Charlotte Weiszäcker poderia ser baixinha, com seus 1,63 metros de altura, mas poderia ser o pesadelo de qualquer homem.

Seus passos lhe levaram para 2 homens fortes, que deixavam um terceiro, todo surrado, os lábios machucados, o olho inchado, cortes no rosto, nos braços, diante de seus olhos. Um sorriso cruel era exibido por ela, enquanto andava de um lado para o outro. Parou diante dos olhos daquele que a encarava, com medo. ― Vo-você é... ― O cara foi interrompido, por uma expressão de tédio de Charlotte. ― Rebel, cadê a ficha desse idiota? ― A morena revirou os olhos, e assim que recebeu a pasta da loira, sorriu agradecida. ― Ah! Minha sobrinha vai trazer um saco com as roupas e minha caixa de maquiagem, pode pegar e levar para o meu escritório? Merci! ― A jovem sorriu, quando a loira finalmente saíra.

Charlotte destravou a arma que segurava, apontando para a testa do rapaz. ― Eu deveria fazer um discurso, do motivo da sua execução, e o caralho, mas acho que já sabe. Bom... Quer dizer suas últimas palavras? ― O ar da morena, agora era benevolente. ― Queime no inferno, vadia. ― O sorriso da Weiszäcker, expandiu-se, antes que finalmente, apertasse o gatilho, vendo a bala atingir a testa em cheio, do rapaz. ― Limpem isso, e queimem esse babaca, ou os dê para os peixes. Acho que a lição foi aprendida. ― Ela olhou para seus sapatos, Louboutin brancos, sujo. ― Merda, alguém me traga um pano, esse babaca sujou meus sapatos novos! ― Apenas revirou seus olhos, enquanto voltava para o clube.

Os passos da morena eram rápidos e ágeis, em direção ao seu escritório, após ouvir de Rebel que suas roupas e pertences já estavam lá. Entrou lá, fechando a persiana no mesmo segundo, e começou a ir em direção ao banheiro, após pegar o saco. Despiu-se, tomou um banho rápido e lavou seus cabelos. Colocou o vestido preto, calçou os sapatos, colocou o casaco, deixando-o aberto, e colocou as joias. Olhou-se no espelho, completamente satisfeita com o resultado. Um sorriso brotou em seus lábios. Fez uma maquiagem básica, e assim que olhou-se novamente, sorriu. Passou os pertences mais importantes como batom e seu celular, para uma bolsinha, e desceu.

Aos poucos, o lugar começava a ficar cheio, a música começava a preencher os ouvidos de Charlotte, e isso fizera seus olhos castanhos brilharem.  Seu sorriso parecia deixa-la feliz, e ela gostava daquilo, ver aquele lugar cheio, criar vida.  Ela mordera seu lábio inferior, e da área VIP, onde estava, conseguia ver todo o ambiente. Via Dianna e Heather chegarem ao clube, e a morena do ponto onde estava acenou para ambas.  Um grito, pouco tempo depois, foi ouvido, e ela viu a responsável por ele, Tessa. Revirou os olhos, completamente entediada. Apenas sacou seu celular, viu um dos seus homens aparecer, ele cochichou para si, sobre o ocorrido, e ela abriu um sorriso cínico. ― Não vão atrás, deixe que ela apenda bons modos. Chamem a polícia para comunicar sobre isso se quiserem, mas não vão atrás. Sabe o que acontece se me desobedecem, não? ― A jovem sussurrou para o mesmo, e mandou uma mensagem simples, para a jovem ruiva.

Eu até não deixo, mas... Tenha bons modos, não grite querida, vai te deixar rouca, e pelo o que sei, precisa da voz para trabalhar. ― xoxo C.

Charlotte sorriu, e esperava, que naquela noite em especial, nada desse errado. Aquele, era seu grande dia.

Wearing!

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Amber Dähl Weiszäcker em Dom 17 Jul 2016 - 19:25

Problem
I've got one less problem w/o you
Amber encontrava-se sentada em sua cadeira de escritório, com as pernas apoiadas na mesa de madeira de mogno e uma xícara de café quente a sua esquerda, juntamente com o celular e uma pilha de convites, scripts e emails em seu computador abertos para serem lidos.

Mas aparentemente nada daquilo a interessava. Segurou a xícara com a mão esquerda, sem desviar os olhos do livro que estava lendo e bebericou uma parte do líquido, apoiando a bebida novamente na mesa.
Seu celular vibrou. A morena revirou os olhos e apanhou o marcador de página colocando-o entre dois capítulos e fechando o livro em seguida, deixando-o no lugar do celular. Ela tinha certeza de que silenciara todos os grupos, e que se alguém queria falar com a mesma no privado com certeza era porque algo havia acontecido, ou iria acontecer.

Era Charlotte, sua querida e amável tia Charlotte. Na mensagem ela pedira para apanhar um saco com roupas e a caixa de maquiagem, sem deixar de lembrá-la do evento que viria a acontecer dali a algumas horas.

Amber saltou de sua cadeira e não tardou em ligar para a prima que parecia sonolenta ao atender o chamado.
Festa. Blackout. As 23:00. Esteja aqui ás 22:00. Ambs. — Disse pausadamente, pouco antes de desligar o celular e revirar a mesa a procura dos convites que recebera mais cedo.

Achado os envelopes prateados, Amber jogou-os na cama e correu para o closet, derrapando no carpete e batendo a cintura contra um balcão que continha sapatos, a garota xingou em sueco e massageou o local, levantando o casaco do pijama que vestia para ver se havia algum hematoma.

Bem que me disseram que nada se deve ser feito as pressas. — Resmungou consigo mesma. Poderia não haver um hematoma ali naquele momento, mas ela teria certeza de que em um ou dois dias uma mancha verde-arroxeada surgiria sem mais delongas.
Encaixou as mãos na cintura e ergueu o rosto, observando os vestidos pretos que possuía. Estava preguiçosa naquele dia e agora irritada com o machucado, estava também irritada porque teria de sair de casa ao invés de continuar sua leitura.

Ergueu a mão direita e, na ponta dos pés, puxou um cabide da arara de metal, que revelara um vestido preto simples sem mangas, sexy e confortável apesar de leve. Virou-se de costas para a arara e encarou os sapatos por breves segundos, agarrando um par de botas de cano baixo com correntes. Aquela seria sua roupa para o evento, nada muito extravagante, porém charmoso.

Tomado o  banho e feito a maquiagem, Amber fez a babyliss no cabelo e calçou as botas. Caminhou de volta ao closet e pegou um vidro de Channel nº5 que ganhara de presente da tia. Borrifara no pescoço, nos braços e no decote, colocando o vidro de volta na penteadeira e apanhando os convites, observando o quarto da porta uma última vez para se certificar de que não esquecera de nada.

A campainha soara quando a morena ainda estava enfiando algumas roupas numa sacola que encontrara jogada no chão no quarto da tia. — É Para mim! — Gritou, na tentativa de que alguém a ouvisse, ainda sim, a porta houvera sido destrancada. Amber enfiou a caixa de maquiagem no saco e fechou o zíper, correndo para a sala.

Sua prima Juliett estava sentada, esperando-a. A morena jogou os convites para a garota e pendurou o saco no ombro. — Trouxe o carro? — Perguntou, fitando-a com um sorriso divertido no rosto. — ótimo, então vamos logo porque eu quero voltar cedo.


Logo que desceram do carro os flashes invadiram o campo de visão da prima, Amber poderia ter caminhado mais rápido, se o peso do saco não fosse tanto. A fila de entrada da boate de Charlotte dava a volta no quarteirão, mas isso não seria problema para Amber.
Vem comigo. — Disse, puxando o pulso da amiga e caminhando em direção ao segurança. Guiou a mão em que estavam os convites com um sorriso irônico no rosto. O homem apanhou os convites e destravou a faixa de segurança para que as duas primas pudessem passar.

O lugar tinha uma ótima acústica e a batida das músicas ressoava no peito de Amber. A garota caminhara até a recepção, onde uma loira parecia tranquila em atender alguns clientes. A morena colocou o saco em cima do balcão, dando dois tapinhas na bolsa. — Para Charlotte, diga que a sobrinha deixou aqui. — Amber sorriu novamente e puxou o pulso de Juliett para o interior do estabelecimento.

As luzes coloridas e epiléticas moviam-se freneticamente, várias pessoas dançavam em meio a pista de dança, porém a garota só queria um lugar para sentar. Avistou uma mesa vazia, para onde puxara uma Juliett maravilhada e puxou uma cadeira para sentar-se. — Senta aí, vamos ver se eu consigo algo daqui. Você tá com fome? — Perguntou, observando as luzes colorirem a mesa holográfica.

Antes que Juliett pudesse responder, gritos puderam ser ouvidos em meio ao barulho do som. Tessa aparecera — bêbada provavelmente — gritando aos quatro cantos que fora atacada durante um assalto.

Vendo a atenção que aquilo chamava e a provável imagem negativa que sua amiga alcoolizada traria para o estabelecimento da tia, Amber levantou-se e caminhou em direção a Tessa numa postura defensiva.
Olha só Tessa, senta aqui e conta com calma o que aconteceu. — Disse, segurando o pulso da amiga e a trazendo para si, contudo, incapaz de orientar-se perante as luzes e a o som da boate, o líquido transparente da bebida da amiga fora derramado sob um dos vestidos favoritos de Amber, que não deixaria aquilo de lado.
Caralho Tessa qual seu problema?! — Gritou, soltando a amiga — Olha a merda que tu fez com o meu vestido! — Deu um passo adiante da ruiva, empurrando-lhe os ombros com as duas mãos numa tentativa de chamar a atenção da amiga bêbada e apavorada.

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A. Weiszäcker
Lab Rat King, Rescue team

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Rebel Ivy-Lenöir Bordeaux em Dom 17 Jul 2016 - 19:52

suck my cockiness, lick my persuasion
Após um dia cansativo no qual tinha estado tirando fotos em posições completamentes fora do normal com vestidos desconfortáveis de grife, a última coisa que queria era passar a noite na boate. Porém era uma festa e não poderia faltar. Primeiro porque as pessoas geralmente esperavam vê-la em eventos de visibilidade como aquele e segundo porque nunca desrespeitaria Charlotte dessa forma. Iria prestigiá-la mesmo que estivesse morrendo de cansaço. E estava! Não se deixou cobiçar muito a cama king enquanto adentrava o seu quarto para pegar a sua roupa e acessórios. Iria se arrumar em um salão, já que estava cansada e preguiçosa para tentar ficar apresentável naquela noite. Pegou o vestido que estava bem guardado em uma capa e colocou em uma bolsa os sapatos e os acessórios, partindo rapidamente do apartamento. Em seu carro partiu para o salão que ficava mais próximo a boate, pronta para descansar a mente enquanto era preparada para a festa.

Após uma massagem relaxante e algumas horas se arrumando, não se sentia mais tão cansada. Talvez o seu reflexo no espelho a deixasse animada, pois estava extremamente atraente. Talvez pudesse se divertir naquela noite, apesar de tudo. Pegou a pequena bolsa preta que completava o seu look, tendo a certeza que seu celular e o pequeno revólver 38 estavam ali dentro. Sorriu para o seu reflexo e partiu do salão, acenando falsamente para as mulheres que tinham lhe arrumado. A boate era perto dali e sabia que chegaria um pouco mais cedo, porém também sabia que Charlotte necessitaria dela antes, então não estava preocupada. Adentrou ao local atraindo olhares de alguns funcionários, sorrindo para todos enquanto caminhava em direção ao escritório de Charlotte. Lá dentro pegou uma ficha da qual ela precisava e foi até os fundos da boate, chegando lá quase no mesmo momento que ela. A visão das duas foi a mesma. Algum idiota burro o suficiente para desafia-la. Ele tentou falar algo, mas ela logo lhe cortou, pedindo pela ficha em sua mão.  Passou para ela, sorrindo em cumplicidade. ― Claro, eu amo ser sua camareira. ― disse em um tom de brincadeira logo antes de assentir para seu pedido e virou-se para ir embora, sorrindo ao ouvir o barulho do tiro agraciar seus ouvidos enquanto se afastava.

Algumas pessoas já haviam chegado, mas o local ainda não estava muito cheio. Parou na recepção, esperando pela sobrinha de Charlotte, que chegou rapidamente, entregando-lhe a bolsa de roupa e provavelmente pensando que era recepcionista do local. Só pode rir e assentir. Tinha sido educada o suficiente se ela fosse mesmo recepcionista do local e o que poderia fazer? Ela era sobrinha da sua chefe. Apenas deixou para lá e colocou as roupas de Charlotte no seu escritório, indo enfim começar a aproveitar a festa. Foi para área VIP do local, onde foi entregue uma taça de champagne e esperou que Charlotte chegasse ao local. Ficou de olho na recepção já que havia recebido uma mensagem de um velho amigo dizendo que talvez iria para a festa. Era estranho ser amiga de um policial nessa situação? Realmente não se importava! Logo a anfitriã se juntou a ela e foi ai que a boate começou a ficar cada vez mais cheia. Entediava-se com cumprimentos e coisas desse tipo, mas sempre sorria falsamente, mantendo sua pose. Um grito chamou-lhe atenção e logo um sorriso estava em seu rosto. Tinha sido assaltada e o rosto havia sido cortado no processo. Observou Charlotte, sabendo que o que ela menos gostava era escândalo e observou Tessa continuar a gritar, a situação ficando cada vez mais engraçada. ― É meio vergonhoso que tenha sido assaltada... ― disse em um tom engraçado, mais para si mesma, porém qualquer um ali poderia ter ouvido. Virou o copo de champagne enquanto observava a ordem de Charlotte para os seguranças. Não teve vontade o suficiente para ir até Tessa e ajudá-la com algo e como ela ja estava rodeada por pessoas apenas pegou outro copo, esperando que seu amigo viesse e animasse sua noite.
675 words
(OUTFIT)
(BLACK OUT NIGHT)

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High By the Beach

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Tessa Bjørhmadev Löwin em Dom 17 Jul 2016 - 20:12

WE HAD PLANNED TO CRASH A PARTY

wearing this at pandemonium

Os gritos esganiçados de Tessa provocou um tumulto pequeno que logo alcançou proporções maiores. A ruiva, entretanto, não importou-se. Fora roubada, sofrera "agressão"... Que prestassem atenção nela! Sempre gostara de ter os olhos do público sobre si, de uma forma ou de outra. O coração batia acelerado, e a visão meio turva evidenciava seu estado alterado pela bebida. O celular tremeu no bolso da calça, e, automaticamente, a destra deslizou pelo corpo para apanhar o item. Na tela, uma notificação piscava. Charlotte. Abriu o SMS e leu-o, uma sobrancelha erguida pela hipocrisia demonstrada. Por entre os lábios, bufou. Insuportável. Optou por responder.

Darling, sua falta de ação não me surpreende.
Nós cadelas temos dentes pra morder.
De nada serve a gengiva.
xoxo — T.

O aparelho telefônico foi devolvido ao bolso no intuito de protegê-lo do encontrão que dera em Amber. A garota, diante do estrago acometido à sua roupa nova, agira de forma completamente diferente à de praxe, sendo igualmente tão amigável com a ruiva quanto ela mesma era para com a outra. Porém, seus hormônios situados à bebida, alterados pelo álcool, falaram mais forte quando Tessa sentiu um empurrão partir da morena. O corpo da ucraniana vergou-se para trás por um milésimo de segundo, e a expressão da ruiva assumiu um tom de indignação e completa fúria.

Amber, você tá louca? — avançou contra a amiga, os dentes cerrados. A voz saía aguda pela frustração. — Você por acaso mora debaixo da ponte? É só uma roupa! Você pode ir ali em Paris e comprar outra muito melhor que essa! — e, com isso, empurrou a menor de volta, porém com mais força, de forma que ela esbarrasse contra a figura que se encontrava atrás dela. A iminente briga, além disso, provocara a reunião de outras pessoas por ali por perto. Teresa, sentindo um impulso insano de fazer qualquer merda que fosse deixar Charlotte brava por conta da sua falta de auxílio, empinou-se para o balcão e, com ambas as mãos, ergueu-se.

O corpo esguio da ruiva pairou por sobre as outras imagens, agora de pé sobre o balcão de bebida. Os olhos estavam, devidamente, sobre si. Contudo, a única a quem Teresa mirava era Amber. O casaco foi retirado e depois jogado para trás. Com os olhos semicerrados, atiçou-a em vingança. — Sobe aqui logo e vamos resolver isso, 'miga! — chamou-se, juntando as mãos. Os dedos foram estalados.
© kristen

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is this the real life?
is this just fantasy?

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Winter Gröner Bouwknecht em Dom 17 Jul 2016 - 21:23



Murder Song {escutem enquanto leem}

5, 4, 3, 2, 1.


Ela contou mentalmente, se distanciando do amigo para que pudesse colocar seu plano em ação. Não tinha medo de Charlotte, nem medo de armas. Andou pela boate até aquela que trocava mensagens com sua melhor amiga. Todo o drama feito daria uma boa distração para toda a merda que teria que fazer.
Abordar a líder da máfia não foi algo tão fácil de fazer, mas ela o fez. Com uma profunda tristeza na alma, e um tremor mínimo nas mãos, ela falou. — Tem de escolher um membro da sua adorada família. Escolha logo. O tempo está passando. Se não me der o nome, três vão sumir. — Sussurrou para a morena, abrindo um sorriso cínico, somente para disfarçar o medo de ser pega. Afinal, estava em condicional, se metendo com um dos nomes mais perigosos de New York.

I close my eyes and bang I am dead.

Assim que escutou o nome da jovem, tratou por procurar a mesma na multidão. Agradeceu mentalmente que a mafiosa não tirou uma arma da bolsa naquele momento, poderia se ferir gravemente, mas não se feriu.

Juliett foi abordada com um amigável toque no ombro e um sorriso falso que parecia acolhedor. — Darling, estão requisitando sua presença fora da festa. Me acompanhe, por favor. Charlotte mandou que viesse te buscar. — As palavras simples saíram com um tom doce e até mesmo parecido com o de uma secretária ou ajudante normal, mas a Weiszäcker não imaginava que logo estaria nas mãos do perseguidor.

He's killing me for mercy.

Alargou seu sorriso ao sair da boate na presença da ilustre morena, a puxando pelas ruas vazias com pouca delicadeza. — A ordem da chefe foi que nós esperássemos ali. Logo ela virá, quer conversar sobre algumas coisas com você em particular.  — A interpretação feita pela jovem parecia coisa de novela, a mentira se estendia cada vez mais, mas parecia verdade, já que era contada por uma boa atriz como Winter.

Elas esperavam na frente de um galpão abandonado, mas Juliett não imaginava que estava esperando, na verdade, pelo Stalker.



346 words
Se Deus quiser e o Stalker deixar, nois sai ilesa; Mafia não me mata, fiz por amor a vida; Clica.


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✻ brotaca feels ✻
This is a state of grace This is the worthwhile fight Love is a ruthless game Unless you play it good and right These are the hands of fate You're my Achilles heel This is the golden age of something good And right and real.

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Dom 17 Jul 2016 - 21:47


black out night

Uma palavrinha aqui e outra ali eram sempre deixadas, alguns sorrisinhos - uns até forçados - e apertos de mão, abraços ligeiros e muitos cumprimentos eram dados o tempo todo. Não estava disposta a prolongar assuntos políticos naquela noite, estava ali puramente para fins de diversão, por este motivo, não faria menções de sair da área VIP tão cedo. — Vamos dar um oi para Charlie. — depois de acenar para a anfitriã e mais algumas paradas para trocar uma palavra com alguns eleitores, passando pouco mais de dez minutos em uma conversa ministrada com frases longas e cansativas de pessoas que faziam menos dever de cidadão e achavam que tinham o direito de pedir por algo. Logicamente, alguns - os homens em maioria - queriam apenas dar uma boa olhada na primeira dama, vulgo minha esposa, o que não passara despercebido. Por estes, não tinha dado mais que um minuto de atenção, de cara fechada e tom cortante, mas ainda mantida numa educação de altíssimo nível. Heumather segurava a taça de alguma bebida, que não me deixei tempo para saber o que era, tirando por mim mesma que tinha álcool naquilo. Peguei a taça, virando tudo de uma vez. — Não me teste, Voss-Ohlweiler. — dei força ao sobrenome, olhando nos olhos da baixinha. Ela sabia o quanto odiava quando bebia.

Ao ultrapassar a recepção, avistei a loira alta com traços que desafiavam níveis de beleza, com olhos claros e um sorriso no rosto. Rebel era o braço direito de Charlotte, era de se esperar que onde uma estivesse, a outra também o fizesse. Dirigindo-lhe um olhar direto, tinha deixado o ato como cumprimento, passando para o centro da área, alargando um sorriso ao aproximar-me da chefe da máfia nova iorquina. — Oi, pezão. Bela festa. — soltei a mão de minha esposa para trocar um abraço com minha amiga, tendo que deixar os braços em torno de seus ombros por conta da diferença de altura. Afastei-me para deixar a latina falar com a morena, virando-me para observar o local. — Agora vamos dançar, primeira dama? — voltei-me para minha esposa, piscando para Charlotte, já puxando a latina para a pista VIP, porém, alguém gritava. Ao olhar para a multidão, era possível ver certa ruiva no meio do tumulto, gritando sobre ter sido roubada. — Tessa? — em uma pergunta mais para mim mesma do que outra coisa, puxei Heather para mais perto de mim, já que nossos seguranças estavam do lado de fora. — Amor, fique atenta. — como não podia ver bem de onde estava, esperei para ter certeza de que era mesmo a ruiva, para então, saber com mais clareza o que tinha lhe acontecido.

wearing: click ♕ black out night



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Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Amber Dähl Weiszäcker em Dom 17 Jul 2016 - 21:59

Problem
I've got one less problem w/o you
Amber definitivamente não deveria ter saído de casa naquela noite.

Poderia ter pego uma gripe, ou uma rinite ao longo do dia, ou até mesmo seu joelho direito pudesse ter dado inicio a uma dor latejante. Mas nada. Nada a havia impedido de ir aquela festa.

Naquele dia Amber houvera esquecido de ler seu horóscopo, e talvez lá estivesse escrito que hoje não era um bom dia para eventos,de qualquer maneira, a sueca jamais saberia.

Culpar o alinhamento das estrelas, o horóscopo ou o destino naquele momento não iria ajudar em nada. Apenas o agora importava. Amber, apesar de adorar ter a atenção voltada para si — e como não poderia, sendo atriz? — preferia que fosse para coisas positivas, fosse para ser bajulada, usada como exemplo, não por ter se envolvido em uma briga com uma amiga de profissão num evento noturno.

Amber já podia até começar a ver os curiosos a pegarem seus smartphones e gravarem a cena da briga das duas, a tirarem fotos, gravarem seus vídeos para o snapchat e até mesmo subir uma tag no twitter. Amanha não haveria ser humano no globo terrestre que não soubesse da briga que tivera com Tessa Löwin.

Tu tá achando que isso aqui é roupa de loja de departamento? — Perguntou num tom irônico, abrindo os braços — Minha filha, isso aqui é feito sob medida! 100% algodão egípcio! Você é cega ou o que? — O empurrão que recebera — e que a fizera tropeçar por cima de algum desavisado que estivera próximo de mais de ambas as celebridades tanto a amortecera quanto fora o estopim para que Amber finalmente perdesse a sua paciência.

Jogara o casaco da amiga no chão, pisando no mesmo enquanto a encarava com um sorriso vingativo nos lábios. Em seguida, retirara as botas e entregara a um dos outros espectadores, que com certeza ficaria com o exemplar para si como recordação ou presente caso fosse fã da garota. — Espera aí amorzinho, que eu já vou acabar com essa sua palhaçada num instante. — Respondeu a provocação de Tessa, agarrando-lhe os calcanhares e sacudindo com força para que a amiga caísse de cima do balcão onde se encontrava em pé.

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A. Weiszäcker
Lab Rat King, Rescue team

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Sage Lœw.-Björkwald em Dom 17 Jul 2016 - 22:23


psycho is the new black

Notou, com certa surpresa, que o sentimento de ansiedade agitou-lhe o âmago quando recebeu a ordem de liberdade provisória, ainda que sob custódia policial, por apenas dois dias. A aparente independência viera acompanhada de um reluzente cartão prateado, com detalhes escurecidos, dado a si após algumas horas longe da prisão. Curiosamente, estava sendo convidada a comparecer na Boate Pandemonium, trajando vestes totalmente escuras.

Juntamente o convite, uma imposição firmou-se em meio ao seus planos de estar completamente livre. No horário imposto, chegara no local, portando uma pequena bolsa, notando como o mesmo estava infestado de pessoas em meio à pouca iluminação. Ainda assim, conseguira visualizar seu alvo.

Enquanto caminhava em direção à mesma, tratou de substituir a expressão de sobriedade - sentimento raro para alguém como ela -. Tocou suavemente o ombro de Rebel, aproveitando que grande parte das atenções estavam voltadas para Tessa e Amber. Quando os olhos da loira voltaram-se para si, a ruiva aproximou-se e sussurrou-lhe no ouvido, dizendo que gostaria de falar com a jovem em um canto, afastada dos demais. Após o pedido ser aceito, Sage seguiu-a, atentando-se para esconder o objeto que trazia consigo dos olhos da vítima. O deslocamento não durara muito, e logo ambas estavam em uma área que distanciava-se da multidão que ainda mantinha-se entretida com agitação da dupla de garotas mais adiante.

No instante em que chegara ao local escolhido, abriu a bolsa e retirou um pequeno e quase imperceptível soco-inglês, que estava escondido em um fundo falso da bolsa. A ação que viera em seguida fora feita de forma rápida e precisa; Sem hesitar, Sage muniu-se de toda a força que possuía e desferiu um golpe nos rins de Rebel, antes de acertar-lhe a têmpora, aproveitando-se do barulho causado pela confusão protagonizada por certa ruiva e certa morena.

Ela continuou com os movimentos até ter a certeza de que a maior havia desmaiado. Quando findado a primeira parte daquele processo, pegou o celular e mandou uma mensagem de texto. A espera não demorou muito, cessando assim que notara dois homens ao seu lado. Suspirando baixo, apenas apontou para o corpo inerte antes de guardar o objeto metálico e rumar para fora da boate.


☾★

Uma vez fora do estabelecimento, utilizou da escuridão noturna para levar Rebel por duas quadras de distância da Pandemonium, até chegar em frente para um galpão abandonado. Franziu o cenho ao notar que duas garotas já estavam ali, o que a fez ficar sob as sombras com o corpo desfalecido, não sabendo se deveria revelar-se. Todavia, o mais importante estava feito. Havia cumprido sua parte do acordo forçadamente firmado com Stalker.

 
tag: se eu sequestrei a rebel, foi pra salvar minha vida s o r r y
BY MITZI

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Rebel Ivy-Lenöir Bordeaux em Dom 17 Jul 2016 - 23:34

suck my cockiness, lick my persuasion
Continuava entediada, apenas comprimentando algumas pessoas que passavam por ali. Heather e Dianna, grandes amigas de Charlotte passaram por ali e elas lhe cumprimentou, sabendo que eram importantes para sua chefe. Esperava que a festa continuasse sem mais problemas porém Tessa e seja lá quem estava ao seu redor começaram uma briga. Tessa até subiu no balcão do local, começando um tipo de vexame do qual Rebel sabia que Charlotte não aceitaria. Até ela ficava um pouco ultrajada com o fato de que a garota podia estragar sua festa, mas a verdade é que não estava interessada em ir disciplinar ninguém ali. Tinha quase certeza que Charlotte logo a mandaria fazer algo quando alguém tocou em seu ombro e observou quando a mulher de cabelos ruivos e longos se aproximava, pedindo para que fossem a algum canto pois queria falar com ela privadamente. Normalmente não daria muita atenção, mas para fugir de ter que ir cuidar de Tessa, foi com ela.

Caminharam até um local mais calmo e enquanto se virava para ficar de frente a ela não pode ver o que ela tirava da bolsa e não teve como reagir quando levou um golpe nos seus rins, tossindo fortemente pela dor que lhe causou. A bolsa escapou das suas mãos no susto, a arma que podia lhe salvar escapando de suas mãos. Sem poder ter uma reação levou outro golpe na têmpora, o sangue começava a escorrer enquanto a ruiva em sua frente não parava de golpeá-la até que não aguentou mais e perdeu os sentidos.

257 words
(OUTFIT)
(BLACK OUT NIGHT)

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Stalker em Dom 17 Jul 2016 - 23:46


this is a game now
I'm ready for that action


F
ama. Sempre, a chave de tudo. O que pessoas não faziam para ter – ao menos – os cinco minutos no paraíso? Desta vez, a penumbra da morte encontrava-se em torno de famosos. Nova Iorque era a cidade mais badalada, repleta de pessoas que costumavam desafiar as leis da existência. Luxo, conforto, riqueza... Do que tanto isso valia, quando não se tinha vida para gozar de tantas proezas? Uma arma encontrava-se no assoalho de madeira, bem ao canto da casa. — Três presidiários serão soltos, e um deles fará o trabalho. Você sabe quem é. É perfeita para causar os estragos necessários sem se preocupar com laços. Procure por Sage e Winter,  elas são as escolhidas. O outro, eu estarei indo buscar pessoalmente. Não existirão erros, ou caso contrário, todos morrem. — informou a voz rude e sempre segmentada por palavras cortantes. — a pessoa abaixou-se e pegou a pistola, olhando a numeração raspada. — Dois dias. É tudo o que eu preciso para dar um jeito na queridinha da máfia. Charlotte não perde por esperar. — encostando a ponta da arma na própria cabeça, olhou para as duas outras pessoas presentes na sala e puxou o gatilho, assustando-os. A gargalhada insana tomou conta do lugar, visto que a falta de balas tinha causado o susto. A loucura era a melhor arma para defender-se, naquele instante.

Bloody Mary. — a bebida era péssima, quem diabos ingeria suco de tomate? Tanto faz! Era vermelho, igual ao sangue que seria derramado. Os olhos focados na mulher por trás da bartender loira com olhos avelãs. — Ação, é isso o que o povo gosta. — virando-se para olhar o tumulto, foi capaz de distinguir as duas beldades agindo como tinha mandado. — Muito bem, estrelinhas. — sorriu, girando o rosto para perceber a ruiva atacar mais ao canto, com destreza e agilidade, como uma gata silenciosa. — Minhas meninas! — a falta de uma certa morena de olhos azuis indicava que sua tarefa estava sendo cumprida: Winter estava tendo sucesso. — Esta merece comemoração. Dose dupla por favor. — pediu, voltando a encarar a bartender, que arqueava a sobrancelha. — O que foi? Não posso pedir uma dessas? Ora, vá buscar! — ordenou, tirando o celular descartável do bolso esquerdo da jaqueta preta, vendo o aparelho vibrar com uma mensagem.

O tigre está posicionado. Todos em seus lugares, é hora do espetáculo. Mais alguma ordem? — S.

O sorriso foi inevitável, enquanto os dedos acertavam a tela, com a resposta surgindo, para logo ser enviada.


Avise ao tigre para ser paciente e bondoso. Não quero nada feito com pressa. Ele ainda irá em busca de Tessa e Amber. Game on.




O TIGRE VAI ATACAR. TRAMA COMEÇA AGORA.

Lorde, The Hunger Games.

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The your ghost, the ur image. I'm the stalker!
avatar
The Bosses

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Alexis Dähl Weiszäcker em Seg 18 Jul 2016 - 0:20



Sycophants on velvet sofas Lavish mansions, vintage wine I am so much more than royal Snatch your chain and mace your eyes If it feels good, tastes good It must be mine Heroes always get remembered But you know legends never die And if you don't know now you know I'm taking back the crown
Clothes: This <-
With: Mad people
Words: Count



ϟ mei
Juliett já tinha suspirado pelo menos cinco vezes só nas últimas duas horas. Estava sentada em sua poltrona negra, no escritório da agência, com um monte de currículos à sua frente. Modelo estúpidas, queria mesmo era o corpo delas, não suas experiências. Já era quase hora de fechar, mas Juliett mal tinha começado seu serviço naquele dia, uma sensação ruim tinha tomado conta de seu corpo e lhe distraído totalmente. Ao pegar seu celular, logo discou o número da chefe de segurança do BMN. Ela atendeu no terceiro toque e já sabia com quem falava, eficiência é isso, aprendam.

— Chefe. — Sua segurança resmungou ao atender o telefone. Parecia irritada como sempre, que adorável. — Não vamos abrir hoje, avise a todos. — A morena desligou o celular sem se despedir, não precisavam dessas informalidades. Logo se pondo a trabalhar novamente, porém seu celular vibrou e a menina teve que parar o que estava fazendo mais uma vez. — Mas que porra... — Por impulso, acabou jogando o celular do outro lado da sala, pegando minhas coisas para ir para casa, já irrita, foda-se o serviço que tinha ali, mais tarde pagaria para alguém fazê-lo.

Assim que chegou em casa, tirou a roupa e se jogou na cama. Dormiu pelo que pareceram ser apenas alguns minutos, pois foi despertada pelo toque de seu celular. — UM CELULAR JÁ FOI, ESSE VAI SER O PRÓXIMO. — Gritou sem ninguém para ouvi-la. Ju pegou o celular com raiva, mal enxergando a tela por onde deslizou o dedo para atender. — Que é? — Era a sua sobrinha, Amber, ligando. Aquela vaca gostosa. — Festa. Blackout. As 23:00. Esteja aqui ás 22:00. Ambs.Claro que iria na festa, adorava festas, mas precisava mesmo ligar tão cedo? Foi o que Juliett pensou, mas o que disse foi: — AH, NÃO ME FODE, AMBER. — Desligou o telefone na cara de sua sobrinha e voltou a dormir, sem olhar nem mesmo que horas eram.

[...]

Já eram quase 21h quando começou a se arrumar para a tal festa. Após colocar a música "They Don't Need to Understand" para tocar em seu ipod, deixou que sua roupa caísse aos seus pés, enquanto se olhava no espelho. Muito magra, deduziu. O banho quente de banheira que tomou logo relaxou seus nervos e músculos, mas aquela maldita sensação ruim não passava. Ficou tempo demais aproveitando a água, deixando o vapor fazer sua testa sua, pois quando saiu, já estava atrasada. Se vestiu toda de preto, como sempre. Tratava-se de um vestido de festa bem curto e colado, que ressaltava suas poucas curvas, sem mangas e com vários rasgos nas laterais, se era para aparecer em público, que fosse para ser notada. Calçou os saltos mais altos que tinha em seu closet, um par de louboutins negros e se maquiou, usando seu tão famoso batom vermelho fosco e uma sombra preta esfumaçada.

Juliett tocou a campainha da casa de Amber às exatas 22:06, mas não foi ela quem lhe atendeu. Sentou-se no sofá à sua espera, enquanto digitava uma mensagem para sua chefe de segurança: "Esteja na boate da Charlotte o mais rápido possível, sinto que vou precisar matar alguém hoje." Amber não tardou a aparecer, e estava divina em seu vestido preto curto.

A morena mal ligou para os flashes que atrapalharam sua visão assim que desceu do carro, já estava acostumada com a total invasão de privacidade. Ju praticamente foi arrastada por Amber até conseguiram entrar na boate, mas não disse nada, apenas seguiu o fluxo. A menina sentiu-se invadida pela música e cheiro forte de sexo assim que adentrou a boate de sua irmã. Deu uma risada ao ser puxada para uma mesa. — Acho que você está meio velha pra sua idade, Ambs. — Até que estava divertido ali, pelo menos até a garota ser deixada sozinha, já que Amber foi apartar a cena que Tessa estava fazendo. Santo Álcool.

Esperava que algo acontecesse, principalmente a mensagem de resposta de sua segurança, só ficaria calma quando soubesse que ela estava chegando, sem se importar em como ela passaria pelos seguranças na entrada, não a contratara apenas por ter um corpo sexy. Um toque suave em seu ombro, fez com que a morena virasse sua cabeça lentamente para saber quem a incomodara naquele momento. Uma morena de olhos azuis lhe sorria, mas não soube dizer se era amigável ou cínico aquele sorriso. Charlotte requisitando presença? Claro que ela não mandaria alguém lhe arrancar de sua cadeira á força, mas ela mandaria. Levantou-se sorrindo de canto, queria saber o que aquela menina pretendia. Olhou a de cima abaixo discretamente e assentiu, sem dizer nada, só era boa com palavras na hora de dizer "Acabe com ele". A morena sorriu mais verdadeiramente ao sentir seu celular vibrar dentro de sua bolsa, se fosse para fazerem algo com ela, seria em grande estilo e com muito sangue envolvido.

A morena de olhos azuis levou a outra morena de olhos azuis para perto de um galpão um tanto quanto sinistro, ou melhor, a puxou para aquele lugar. — Deixe minha irmã ouvi-la chamando-a assim, sentirá falta de seus dedos. — Disse em um tom de sussurro para que parecesse uma ameaça, sabia que Charlotte não tinha tempo para se preocupar com como aquela garota a chamava, mas Juliett também sabia que a irmã não contrataria alguém tão magra e com cara de quem rouba balinhas de crianças para fazer seu trabalho sujo. Apenas fiquei ali parada, fingindo que acreditava na história da garota enquanto esperava a diversão começar

I see what's mine and take it

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I want your hands on my body

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Tessa Bjørhmadev Löwin em Seg 18 Jul 2016 - 14:29

WE HAD PLANNED TO CRASH A PARTY

wearing this at pandemonium

Dali de cima, tinha uma máxima visualização do que ocorria pelos polos da boate. Olhos de diversos rostos pairavam sobre o corpo esguio da ruiva, enquanto esta punha-se de pé sobre o balcão. Os saltos açoitavam a superfície em cerâmica enquanto Tessa desfilava, atiçando sua adversária. Não havia mais sentidos aos quais recorrer, já que o álcool em seu organismo tomava conta por completo. Provocações verbais eram dispensadas de ambos os lados, e a ucraniana também podia ouvir vozes advindas da multidão, instigando a briga. De viés, Teresa percebeu flashes oriundos de celulares à postos, alheios ao que acontecia ao redor, cujo foco deturpava a cena em que se encontravam para um vexame total. Uma gargalhada insana escapou dos lábios da ruiva, enquanto ouvia Amber.

'Miga, eu não ligo se é algodão egípcio ou saco de batatas! — assanhou a voz, erguendo os braços em movimentos que demonstravam o teor da discussão. — Até parece que você não pode comprar outro com seu cachê de filmes pornô! — revidou. Sabia que Amber nunca havia participado de uma encenação tão chula quanto aquele tipo, porém, com as mídias voltadas para as garotas, qualquer alfinetada viraria motivo de discussão em redes sociais do mundo inteiro, dada a fama da morena.

Nesse, momento, porém, sentiu um puxão em ambos os tornozelos. Conseguiu ver, entretanto, as mãos da amiga envolvendo seus calcanhares. Amber promoveu um puxão que fez a ruiva perder o equilíbrio e cair sentada no balcão. Contudo, a esperteza em si era maior ainda em seu completo estado de rebeldia boêmia, e, com um movimento ágil, capturou os pulsos da morena e a puxou consigo por cima do balcão. Ambas caíram por sobre as prateleiras de bebida do outro lado, provocando um estardalhaço sem tamanho. Garrafas caíram ao chão e se espatifaram, bebidas correndo pelo piso à solta.

Tessa segurou o cabelo da amiga, forçando-a a olhar para sua face. Ambas, empapadas em uma mistura de vodca, champanhe, cachaça, cerveja, e qualquer tipo de bebida que Charlotte havia comprado para o Pandemonium, agora mantinham-se assentadas, se agatanhando. — Olha só o que você fez, sua maluca! — gritou para Amber.
© kristen

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is this the real life?
is this just fantasy?

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Amber Dähl Weiszäcker em Seg 18 Jul 2016 - 15:10

Problem
I've got one less problem w/o you
Há tempos a música havia parado. Parado não, diminuído o volume, pois até mesmo o DJ queria ver o que se passava na roda que a multidão formava próxima ao balcão das bebidas. Algumas pessoas saíam da boate com expressões de desprezo e nojo, criticando o local e a qualidade das pessoas que a frequentavam. Em algumas mesas ainda haviam bebidas cheias que foram largadas no momento em que a discussão iniciara por seus consumidores, e até mesmo o garçom parara de limpar as mesas para acompanhar a confusão de longe.

De dentro da roda, pessoas incentivavam a briga, flashes eram disparados, áudios e vídeos eram gravados e se espalhavam como fogo em mato seco. Nas redes socias a tag #AmberXTessaAtPandemonium já chegava a 1,2 milhão de tweets. Memes eram feitos e os internautas dividiam-se entre a ruiva e a morena.

Amber, não resistindo a falsa provocação da amiga alcoolizada, não medira esforços para ofendê-la. Arrependeria-se mais tarde, porém não deixaria ser ridicularizada em frente a câmeras amadoras. — Não sou eu que fui para a rehab nem flagrada no teste do bafômetro e presa com maconha e cocaína sua vadia estúpida! — Sabia que era mentira, apesar dos exageros da amiga com bebida, ela jamais dirigira alcoolizada. Sempre ligava para a morena para ir para casa, e era inocente demais para saber onde encontrar drogas. Obtivera o sucesso de derrubar a amiga do balão, contudo fora surpreendida pela agilidade de Tessa, que lhe agarrara os pulsos e a puxara para junto de si, sendo erguida do chão e caindo por cima das bebidas junto com a ruiva devido ao peso de ambas. Aquela altura, seu vestido já não era mais o único problema, os espectadores amontoaram-se no balcão para capturar os melhores ângulos. Sua raiva se intensificara ao ter os cabelos puxados pela amiga, Amber reagira levantando o crop que a amiga usava, exibindo os seios da mesma — Silicone! Eu sabia! — Exclamara, retirando o rosto da frente do local para que todos os presentes vissem e fotografassem a nudez parcial da ruiva.

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A. Weiszäcker
Lab Rat King, Rescue team

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Lana Noreen R-Weiszäcker em Seg 18 Jul 2016 - 16:28

Os adultos haviam saído para trabalhar, e novamente o círculo estava formado em frente ao Royal Palace, hotel da região. Era um lugar luxuoso, onde ninguém abaixo da ideia social a cima de um nível de riqueza absurda costumava residir. Nosso grupo era composto por seis: Leslie, Eu, Tom, Gabe, Hailee e Carrie. Exatamente as oito da manhã, seguíamos para o mesmo lugar. Hailee e Tom eram gêmeos, os mais malvados dentre todos nós. Carrie era reservada, dificilmente dava palpites ou se mostrava contra algo que pudesse ser dito. Gabe era o palhaço, e Leslie e eu éramos como chiclete. Sabíamos de coisas uma da outra que os outros quatro não desconfiavam. Tínhamos as nossas diferenças, mas algo que ninguém sabia denominar o que era nos mantinha unidos, não importa a circunstância dos fatos. Enquanto corria atrás de Leslie, podia ouvir a risada das outras crianças. Todos os dias costumávamos brincar no pátio algumas quadras depois dos prédios residenciais. Mamãe sempre quisera me esconder das pessoas, dizia não me querer exposta ao que o mundo poderia me oferecer. Segundo ela, a maldade andava junto aos sorrisos, e com o sangue Weiszäcker correndo em cada partição de meu corpo, eu estava propensa a ter crueldade como segundo nome. Mas, era difícil de acreditar que, de alguma forma, a pequena Lana - tão adorável - fosse capaz de fazer mal a uma mosca. — Olhos verdes! — a ruiva chamou, visto que a colega havia ficado para trás.

Desculpe. — sorri, envergonhada. — O que estava dizendo, Les?

Você me lembra um tigre.

•••••••••••

O galpão encontrava-se em um ponto completamente vago. Ninguém andava por ali, a não ser, os corajosos - e ainda sim, acompanhados de beldades que preveniriam qualquer abordagem inesperada. De acordo com tal procedência, encontrava-me acompanhada de quatro rapazes e mais um grupo espalhado, mantendo o espaço livre de qualquer alma que ousasse passar por ali, naquela noite. Não tinha sido informada de muita coisa, apenas de que tinha sido liberta para fazer um trabalho. Após isso, poderia viver longe do presidio e de qualquer coisa que me ligasse a polícia. Estava sabendo o básico: duas pessoas estariam ali para fins de tortura e eu tinha sido designada a fazê-lo por um assinante chamado Stalker. Como era de meu feitio, não procurava motivos para executar o trabalho, apenas fazia o que queriam e recebia uma quantia por isso. Obviamente o valor dependia do serviço, e como este era algo grande, garantiria um bom tempo sem me preocupar com questões financeiras – não que eu me preocupasse, a família Weiszäcker era bem dotada de bens e mantinha uma fortuna muito bem resguardada para cada herdeiro. Mas, ter a sua própria fonte de dinheiro era praticamente uma questão de orgulho.

A ruiva já chegou com o pessoal. Leve-os para a ala D e deixe o pacote lá. Cuide para que a loira não acorde. Mantenha uma mordaça e venda nela. — ordenei ao careca tatuado, com quase dois metros de altura. Ele assentiu, indo cumprir o veredito. Antes disso, uma morena de olhos azuis chegava com... Juliett? De todas as pessoas, eu não esperava ver uma irmã ali, e duvidava ainda mais de que ela esperasse que quem estaria ali, fosse algum parente. Não éramos tão próximas, nem existia um contato abrangente entre nossas famílias por motivos óbvios: nosso pai havia dado suas puladas de cerca, e eu estava ali, como uma bastarda. Diferente de todo e qualquer Weiszäcker, a única com quem tinha tido algum contato havia sido Charlotte, e agora era tarde para fazer algo: Eu estava na linha de fogo, e não podia brincar em serviço. Nem que para isso tivesse que maltratar alguém com o meu próprio sangue. — Leve a morena para oeste, as ordens são claras, devo começar por Rebel Bordeaux ou seja lá como for o nome dela. — ordenei, partindo em direção do lado leste do galpão, para a área D enquanto via a ficha da mulher que aderia ao nome. Era jovem, e pagaria por vínculos com a máfia.

Em uma minha mão direita, uma picana eletrônica encontrava-se ainda desligada. Tudo estava escuro, e a única coisa que iluminava o ambiente, era a lanterna noturna embutida em um chapéu de mineiro em minha cabeça, o que impediria a visão de Rebel para mim. Alguns materiais encontravam-se onde ela estava, vendada e amordaçada, ainda desacordada. — Rebel... — chamei, com um tom de voz rouco e suave, mas com tanta frieza embutida, que era fácil saber o que viria. — Ah, você vai acordar... — sem me preocupar com cuidado, tirando do bolso uma tesoura industrial, começando a cortar o vestido que ela utilizava com cortes laterais, deixando boa parte de suas pernas de fora, livrando os braços magros das mangas. Me abaixei em seguida, puxando o balde ali perto pela alça, virando-o sobre ela uma boa quantidade de água gelada. Ao afastar alguns passos, estiquei a picana, apertando no botão elétrico, provocando-lhe uma descarga pequena - que teria efeitos dobrados em consequência da água. — Vamos, não desperdice um rostinho tão bonito, Rebel. — projetei a voz para soar próximo a ela, enquanto parava atrás de onde a loira mantinha-se aprisionada.


TOM HARDY MADE ME THIS BRACELET

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Rebel Ivy-Lenöir Bordeaux em Seg 18 Jul 2016 - 17:34

suck my cockiness, lick my persuasion
Enquanto tudo era um escuro sem sentido, parecia ser perfeito. Não havia pensamentos, dor, medo. Ficar assim seria a melhor coisa que podia lhe acontecer. Porém não ia ser assim e soube no momento em que foi puxada da escuridão por um balde de água extremamente gelada em cima do seu corpo. A dor lhe atingiu rapidamente, os golpes que a ruiva haviam lidado anteriormente latejavam em toda a sua extensão. Pode sentir a água gelada correndo pela suas pernas que não estavam mais cobertas pelo vestido e por um momento pensou estar nua. Não havia como saber, estava amarrada e amordaçada. Abrir os olhos eram uma tarefa muito dificil pois o inchaço dos golpes doiam demais. Esperava que não estivesse, seria humilhação demais. Não pode mais reclamar da água gelada no momento em que teve algum tipo de bastão encostado em seu corpo, liberando uma descarga elétrica que fizera o seu corpo se retorcer em dor. Pela primeira vez se manifestou, um grito desesperado saiu de sua garganta, a mordaça sendo a única coisa que lhe protegia de não morder a si mesma por causa daquela dor.

Todos os membros do seu corpo pareciam querer desistir, ela quase não podia senti-los direito, era como se não existissem. A dor era a única que a lembrava de que eles existiam sim e estavam totalmente expostos para sejá la quem fosse que havia feito aquilo nela fazer o que bem entendesse. A única imagem em sua cabeça era a da ruiva que havia lhe enganado na festa, mas no momento que ouviu a voz atrás de si soube que não era a mesma pessoa que havia lhe abordado na festa. Não sabia quem era, mas sabia o porque dela estar fazendo aquilo. Não era nenhuma idiota. No momento em que se envolveu com Charlotte e a máfia sabia que aquilo poderia acontecer, porém nunca pensou que realmente aconteceria. Era doloroso, humilhante e assustador. Mas já estava ali e não havia nada que pudesse fazer. Tentou falar algo, responder a provocação da mulher, mas a mordaça em sua boca não permitiu. Então apenas respirou fundo e esperou o que estava por vir, rezando mentalmente que aquela mulher não tivesse o desejo de lhe matar.

372 words
(OUTFIT)
(BLACK OUT NIGHT)

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High By the Beach

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Heather A. Voss-Ohlweiler em Ter 19 Jul 2016 - 11:31

Wait for me to come home

Revirei os olhos ao ouvir meu nome ser pronunciado daquela maneira por Dianna. Como sempre, autoritária. Ouvi sua voz sussurrar em meu ouvido ao mesmo tempo em que seu braço em volta da minha cintura me guiava de encontro Charlotte. A morena era muito amiga da minha esposa. Sorri encarando a cena das duas ao se cumprimentarem. Quando finalmente tiver a oportunidade, cumprimentei a morena com um abraço apertado e um beijo em sua bochecha esquerda. Poucas palavras foram trocadas e assim foi a nossa conversa rápida até que voltamos para o mesmo lugar de antes. A aria Vip. Passei os braços em volta de Dianna na tentativa de lhe roubar o primeiro beijo da noite, mas gritos tomou nossa atenção quando uma pequena roda de pessoas se formou em um canto qualquer da boate. A aglomeração já um pouco maior mostrava duas mulheres brigando por algo que eu não sabia identificar. Minha esposa me apertou em seus braços de forma protetora. Sem saber exatamente do que a confusão se tratava e com nossos seguranças no lado de fora, ficar ali assistindo tudo de longe era a melhor opção. Quando tudo voltou a se acalmar, puxei minha esposa para o pequeno bar que havia ali. Sentei em um dos bancos redondos, vendo a morena ao meu lado fazer o mesmo, encarei seus olhos castanhos recebendo um sorriso em troca. — Você conhece aquela ruiva? — Perguntei estalando os dedos para um barman. Pedi uma dose de Whisky que logo foi posta a minha frente. Com os dedos empurrei o copo transparente até deixa-lo na frente de Dianna indicando que a bebida era para ela. — Achei que em uma boate como essa não existisse esse tipo de coisa. Duas mulheres brigando... — Enruguei o nariz fazendo uma pequena careta ao lembrar a cena de poucos minutos atrás. Voltei a olhar Dianna que tomava com calma um gole de sua bebida. — Aposto que é por causa de pinto. Disse, sussurrando a última palavra para que somente Dianna ouvisse. Ouvi um risinho vindo dela, e levantei para ficar em pé ao seu lado. Passei o braço em volta do seu pescoço, e como ela estava sentada seu rosto ficou a altura de meus seios onde a morena deitou a cabeça em meu peito. Apoiei a mão abaixo de seu queixo para ergue seu rosto de maneira delicada onde depositei um beijo carinhoso na pontinha de seu nariz.

— Achei que tínhamos vindo aqui para nós divertir. — Resmunguei para mim mesma do que para ela. Não saberia dizer exatamente á quantos minutos ou até mesmo horas em que já haviam chegado, e a única coisa que fizemos desde que pisamos na boate, foram comprimentos e sorrisos para tudo que é canto. Eu já podia sentir meu maxilar doendo de tanto que eu sorri para todos aqueles políticos que só faltavam me comer com os olhos. E claro que como uma boa observadora que Dianna é aquilo não passou despercebido por seus olhos. Depositei um beijo no topo de sua cabeça, voltando a me sentar e encarar suas orbitas castanhas. O copo sobre o balcão do bar ainda continha uma boa quantidade de liquido: outro gole da bebida e ela empurrou o copo para o lado. Dianna apoiou as mãos em meus joelhos, chegando o mais perto que podia de mim para selar seus lábios aos meus onde permaneceu por alguns minutos antes de se afastar.

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Winter Gröner Bouwknecht em Ter 19 Jul 2016 - 12:06



to loka
Winter olhou para os lados, ainda na rua, esperando que o Stalker ou algum de seus capangas viesse buscar a jovem rica e a deixasse ir. Mas isso não aconteceu. Bem, pelo menos não por alguns segundos. A porta do galpão se abriu para que a jovem ruiva já conhecida entrasse com a sua vitima. Ela, por sua vez, agarrou o braço de Juliett, a puxando para dentro.

Sua expressão se tornou confusa quando viu Lana pelo canto dos olhos. Mais uma presa tinha sido libertada, e era uma presa com os olhos verdes ameaçadores e hipnotizando. Murmurou um mínimo oi para a morena, movimentando a mão que não segurava o braço levemente, como um aceno. Seguiu o capanga para o local que esperaria junto da sequestrada.

Ficou parada ao lado dela, com as mãos atrás do corpo, esperando pacientemente. Não iria sair correndo e deixar ela ali, ou começaria a conversar com ela. Apenas esperaria a vez. Um grito alto saiu dos lábios de Rebel, que era torturada do outro lado do galpão, fazendo-a estreitar o olhar por pouco tempo. Sua face suavizou ao ver que era apenas um choque, e que Sage, sua amiga, estava bem.



198 words
Se Deus quiser e o Stalker deixar, nois sai ilesa; Mafia não me mata, fiz por amor a vida; Clica.


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✻ brotaca feels ✻
This is a state of grace This is the worthwhile fight Love is a ruthless game Unless you play it good and right These are the hands of fate You're my Achilles heel This is the golden age of something good And right and real.

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Lana Noreen R-Weiszäcker em Ter 19 Jul 2016 - 15:20

Pelo canto do olho era possível ver que os capangas encontravam-se paradas no breu, acompanhando tudo na penumbra. Junto a eles, Winter. Respondendo a seu cumprimento com um singelo gesto de cabeça - a alguns minutos atrás - tinha começado a questionar os motivos pelos quais ela estaria ali, junto com Sage, e se a mesma pessoa que tinha me designado ao trabalho, tinha feito o mesmo com elas. — Ah, muito bem. Acordada, exatamente como deve ser. Seria muito fácil fazer tudo enquanto não vejo o desespero de uma mulher que quer sobreviver. — um sorriso brotava em meus lábios, apesar de que ele não seria visto por ninguém. Porém, o tom risonho era óbvio e o constatava assim mesmo. Estava mostrando uma Lana completamente insana, que deveria bater com a situação. Rebel não era a estrela da noite, Juliett era, mas não deveria sofrer menos. Era o preço de estar servindo a alguém que para o anônimo, era completamente perigosa. Sinalizei para um dos capangas, que novamente jogava-lhe um balde de água gelada. Ao rondar a loira, resolvi encostar a picana próximo a seu pescoço, bem no centro das costas - na parte de cima - para ver o corpo chacoalhar na cadeira, provocando dois furos médios na pele clara. — Não estou ouvindo o seu sarcasmo agora, Rebel. Onde está sua voz? — em uma provocação clara em menção para a mordaça na boca da loira, voltei a mover a mão, deixando a picana encontrar uma de suas pernas.

Ao me afastar um pouco, soltei o objeto em mãos, partindo para a cadeira onde o braço direito da máfia encontrava-se, agora tão ilesa quanto minha irmã. — Acho que isso não dói. — com a ajuda de mais alguns capangas para imobilizarem a mulher, seu tronco foi desamarrado - porém por pouco tempo - já que tornozelos e punhos haviam sido atados com um bracelete de metal reforçado. Isso repercutiria em um caminho maior a ser percorrido pela corrente elétrica. — Estou sabendo que você é generosa com certos tipos de coisa. Então, nada mais justo do que receber tratamento de choque em quantidade tão generosa quanto, certo? — e sem perder tempo - esperando apenas o necessário para ver os capangas se afastarem, apertei o botão para liberar a primeira descarga. A amperagem foi deixada em 19 miliamperes, o que a deixaria sem parte dos controles musculares. — Oi? Eu não ouvi.... Mais água?? — decorrente de seus gritos contra a mordaça, apontei para que um novo balde de água fosse jogado nela. — Mais uma. — novamente apertei o botão, e isso seria suficiente para fazê-la sentir todo e qualquer tipo de incômodo nas vias respiratórias, já que uma amperagem maior que vinte em uma descarga dupla começaria a afetar o corpo de formas diferentes. Respiração, controles de movimento, lucidez e outras coisas. — Só mais uma? É um show pequeno. — ao olhar para trás, indiquei Winter e Sage com as mãos. Logo dois homens segurariam cada uma delas, e também receberiam algumas descargas através de picanas. — Desculpem garotas, mas isso é para garantir silêncio. — dei de ombros, apertando o botão pela última vez. — Livrem-se delas três, uma já está desacordada. Apaguem as outras duas e joguem no primeiro rio que encontrarem. Amarradas, é claro. Agora! — bati as mãos, apontando de Rebel - desacordada - para as duas outras garotas. Eu realmente não sabia que poderia agir daquela forma, até ter a minha própria vida em questão. — Hora de rever uma querida irmã. — e sem mais, me dirigi até onde Juliett estava.


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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Winter Gröner Bouwknecht em Ter 19 Jul 2016 - 16:08



oi meninas tudo bom
A expressão de surpresa passou pelo rosto de Winter como um furacão, deixando-a desequilibrada. “Eu achei que a gente era amiga!!!!!” Era a única coisa que passava pela cabeça da morena de olhos claros. Falsidade por parte do Tigre ou apenas ordens superiores? Ela não sabia dizer.

Cruzou os braços e transmitiu um olhar de pura raiva para Lana, estressada demais para avançar contra ela e com medo demais de dizer algo. Foi puxada junto de Sage para longe, observando a ruiva levar três pancadas na cabeça e cair no chão. Graças aos céus não era burra como a presidiaria. Assim que a primeira pancada a atingiu, ela fingiu cair no chão.

Seu plano parecia funcionar, foi amarrada e levada com as outras, mas continuava acordada. Assim que caísse no rio, tentaria continuar viva por tempo suficiente para eles se afastarem e nadaria até a margem.

Foi jogada com toda a força na água, prendendo a respiração. 1, 2, 3, 4... Alguns segundos se passaram, e ela se debateu. Forçou seu corpo para cima, puxando o máximo de ar que conseguiu. Quando se estabilizou, moveu as mãos com o máximo de força que tinha, louca para que aquelas amarras se soltassem. Ficara minutos ali, lutando contra o afogamento, contra os braços presos e contra a leve correnteza.

Notou uma figura passar ao lado do lago, bem onde estava. Seu corpo se moveu e ela soltou um grito esganiçado. O pano em sua boca a impedia de falar, mas a criatura parecia compreender a situação.
Foi puxada pra fora por um estranho. Ou melhor, uma estranha. Quando finalmente foi desamarrada e conseguiu prestar atenção em outra coisa, encarou os olhos verdes, totalmente surpresa. — Espera... Lana? — Disse, após tossir com força, cuspindo um pouco de água engolida.



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Se Deus quiser e o Stalker deixar, nois sai ilesa; Mafia não me mata, fiz por amor a vida; Clica.

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