[PD] Black Out Night

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[PD] Black Out Night

Mensagem por Charlotte Dähl Weiszäcker em Sab 16 Jul 2016 - 18:03

Relembrando a primeira mensagem :

black out night

A postagem ocorre entre todos os players do fórum, sendo a primeira RP Oficial do fórum e está aberta para qualquer um que não tenha sido convidado. Passando-se esta em 13/07/16, na boate Pandemonium. O conteúdo é livre. A postagem está em andamento. A regra úncia para a vestimenta, é que todos deverão estar com roupas pretas. Nada de outras cores, e apresentar um convite prateado, com detalhes pretos. É a comemoração de um ano de funcionamento da boate, aproveitem!
no broken hearts in the club, no tears in the club, cause we gonna get it  pop it tonight.

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Strike A Pose, And Make Me Your Only Queen.

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Rebel Ivy-Lenöir Bordeaux em Ter 19 Jul 2016 - 17:29

suck my cockiness, lick my persuasion
A voz de sua torturadora não era normal. Era fria, sem sentimentos, ainda que pudesse sentir a excitação dela em estar fazendo aquilo. Era óbvio que gostava daquela situação e gostava de vê-la sofrer. A lentidão dos seus movimentos quase deixavam Rebel mais assustada, o que ela faria a seguir? Infelizmente, sem que pudesse se preparar, outro balde de água gelada foi jogada sobre o seu corpo, fazendo com que as lágrimas caissem dos seus olhos desesperadamente pois sabia o que estava por vir. E não demorou. Encostou novamente o bastão em suas costas, dessa vez duas vezes, fazendo com que seu corpo magro tremesse na cadeira. Os gritos eram incessantes já que a dor também era e não conseguia parar de chorar, queria parar, mas simplesmente não conseguia. A mordaça era fortificada, mas parecia querer se desfazer em sua boca de tanto que a mordia por causa dos choques.

Assim que se acalmou um pouco, pode perceber que os movimentos ao seu redor haviam mudado, outra coisa estava para acontecer. Não conseguia ouvir bem por que em seus ouvidos haviam barulhos irritantes por causa dos choques. Seu corpo foi segurado brutamente enquanto desamarravam o seu tronco. Por um milésimo segundo achou que fossem lhe deixar ir, mas ao sentir ser presa novamente, dessa vez com metal, soube que só pioraria. Pode ouvir a voz da mulher lhe provocando, tirando sarro do fato de que iria sim ficar tudo pior. Não teve como reagir antes que a mulher lhe dar o primeiro descargue elétrico já que dessa vez nada a tocou, apenas aconteceu. O mesmo grito de antes foi dado, agora ainda mais esganiçado e sem discernimento já que a dor corria por todo seu corpo enquanto ele se tremia incontrolavelmente. Parou então de sentir alguns musculos, a dor continuava mas tudo parecia sumir aos poucos. Então mais da sua voz, que já não conseguia entender. Mais água sobre o seu corpo e então outro choque violento. Dessa vez o grito foi fraco, a sua respiração quase sendo cortada pela violência da descarga. Sua mente já era um vazio, tinha pouca reação a sua voz. A única coisa que a fazia reagir mesmo era o choque. Então veio mais um choque, a dor vindo primeiro tomando conta de todo o seu ser e então a escuridão tomou conta, dando a ela um descanso de tudo aquilo.

...


A tosse que soltou foi violenta, uma enorme quantidade de água saindo de sua boca até que conseguiu respirar novamente. Era dificil abrir os olhos mas um deles abriu-se parcialmente, conseguindo dar de cara com um dos seus seguranças. Sim, tinham lhe achado. O frio que sentia era demais e foi algo que seu segurança percebeu, enrolando-a em seu paletó, pegando-a rapidamente no colo. Apesar da dor, era bom e confortável. Observou ao redor, percebendo que estavam na beira de um lago. Percebeu também que outros dois seguranças estavam completamente molhados. Haviam mergulhado para salva-la. Então era isso que tinham feito com ela. Jogaram-na em um lago para morrer. Sentiu o ódio subir a sua cabeça, a raiva de tudo aquilo ter acontecido. Assentiu para o segurança para que começassem a andar, mas um grito de outro segurança fez ele parar. — Achei essa ruiva aqui... — disse o segurança saindo do lago com o corpo da mulher em seu colo. Os cabelos e o rosto não enganavam-a, era a mulher que havia lhe enganado e lhe sequestrado. — Está viva. — disse o segurança em um tom baixo, esperando algum tipo de ordem. Por um momento pensou em mandá-los joga-la no lago e pronto, mas lembrou que ela era a única que a podia lhe levar a sua torturadora. Soltou uma respiração pesada com dificuldade, tudo em seu corpo ainda doendo e tomou fôlego para lhe dizer o que fazer. — Levem-na... E-eu a quero tratada e cuidada até q-que eu esteja m-melhor para lidar com... — perdeu então o fôlego e não continuou a falar, mas assentiu com a cabeça e seus seguranças sabiam o que fazer. Foi então colocada no carro, a ruiva foi colocada em outro. Estava enfim salva, porém não estava bem.

### words
(OUTFIT)
(BLACK OUT NIGHT)

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High By the Beach

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Alfredo Alphonsus Capone em Ter 19 Jul 2016 - 17:37

s

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O maço de cigarros tradicional fora substituído por um único charuto , ah sim, Alphonsus estava crescendo e com isso seus gostos e preferências iam mudando, é, parece que no fim das contas, seu pai sempre esteve certo, ele necessitava mesmo vir a América para amadurecer, talvez não nesse sentido, mas foda-se; quem liga?


Enfim.


Prosseguiu seu gesto rotineiro, tragar, prender e soltar, aquilo sim era prazeroso. Eis que de repente uma voz aguda começa a se aproximar, uma mulher.


— Então, eu só vou trocar de roupa e... — a conversa telefônica foi interrompida quando a moça escancarou a porta e deu de cara com Alf fumando, exatamente na Área de Serviço. O celular foi ao chão.


— Ah não, você aqui de novo?! Eu sinto muito, mas dessa vez terei que contar tudo ao xerife, porque... — novamente a afirmação da loira por paralisada, desta vez porém, por um ato do outro, que repousou o seu dedo anelar sob os lábios rosáceos da garota. — Calma, meu amor... — ele começou, aproveitando-se para lentamente fechar a porta. — Você parece estressada, talvez devesse...Relaxar. — e dito isto, susteve o tronco da menor no ar, usando claro, suas coxas como apoio, e depositou-lhe um sorvo vívido na região da clavícula.

O final todo mundo já sabe, fardas caíram, pistolas também, e finalmente calorias foram queimadas.


Horas depois, Capone localizava-se na sua humilde mansão, tomando um bom banho, aproveitando para organizar suas idéias e pensamentos. Pós alguns minutos em contato com a água escaldante, ele partiu para o quarto, onde trajou um tradicional smoking azul marinho completo, incluindo uma bela gravata borboleta da mesma cor. Sorridente, o policial partiu, com sua pistola no bolso, estava pronto para qualquer imprevisto, mesmo que pretendesse apenas obter diversão naquela noite, iria a uma boate.


Chegando ao seu destino, Alphonsus não tardou em notar uma movimentação diferente no local, seu sexto sentido parecia estar em ação, dizendo-lhe algo, ele portanto, tratou de ir em busca de Rebel, uma velha amiga com quem ele iria se encontrar ali, próximo ao balcão. Passeou seus olhos pelo ambiente e nada. Perguntou a algumas pessoas pela loira, e ainda nada. Todos pareciam focado numa briga envolvendo duas "loucas", que de certa forma era uma distração perfeita. "Alguma coisa está errada." Pensou ainda em silêncio.

Preocupado, o italiano resolveu tomar uma medida mais drástica, logo contatando um dos diversos seguranças presentes no local sobre o sumiço repentino da amiga. — Vá rápido e avise todos os outros. — ordenou sério. — E é melhor a encontrarem, caso contrário...Bem, minha companheira aqui vai entrar em ação. — finalizou apontando para a pistola que carregava, também dando uma piscadela.

Pós reportar sua angustia, Capone fixou-se no balcão de bebidas, de onde ficou observando todos os atos que ocorriam no salão, buscando qualquer sinal de Rebel.





Thanks Abbs

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Ter 19 Jul 2016 - 22:36


black out night

Depois de algum tempo observando a confusão, podia notar que tratava-se de Tessa, e que aos poucos iam dissipando o movimento. Obviamente eu tinha notado as intenções de minha esposa ao querer me dar um beijo, porém, não podia simplesmente deixar de prestar atenção no local, encontrando-me em sua presença e afastada dos seguranças que andavam habitualmente conosco. — Conheço, sim. Eu deveria ter ido lá. — com um suspiro, voltei a atenção para a latina agarrada em meu corpo, depositando um beijo em sua testa. — O que... — estava prestes a reclamar do pedido da dose de whisky, quando a mesma fora trazida para minha direção. — Hum, você pode beber, já que estou aqui. Não tanto, mas pode. E obrigada. — dei-lhe um selinho prolongado, seguido de um beijo na testa de minha esposa. — A noite é para nos divertimos, sim, meu amor. Vamos dançar? — terminei a dose, e sem mais, puxei a morena para a pista de dança.

Alguns minutos depois, encontrávamos os seguranças no estacionamento da boate. A presença na festa era mais para algo social do que para fins de participação direta, o que me renderia uma noite de cansaço e um dia de trabalho sem grandes produções. — Pra casa. — ordenei, entrando no carro depois de ver Heather adentrar o veículo, deixando para que o manobrista fechasse a porta. — Amanhã cedo vamos pegar a Claire, vamos passar o dia no parque privado, okay? O Apolo vai junto. — segurei uma das mãos de minha esposa, levando-a até os lábios, depositando um beijo cuidadoso. — Vou querer um banho relaxante de banheira com minha esposa, quando chegar. — inclinando-me para lhe dar um selinho, mordisquei os lábios da latina, voltando para a posição normal.

ENCERRADO

wearing: click ♕ black out night



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Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Sage Lœw.-Björkwald em Qua 20 Jul 2016 - 11:36


psycho is the new black

A espera cessou quando a porta do galpão fora aberta, indicando que o quarteto poderia entrar. Sem demora, Sage puxou o corpo de Rebel para dentro, deixando-a ali. Em pouco tempo, pudera escutar os gritos articulados, advindos da garota que enganara, ecoarem em meio à escuridão noturna, provocados por uma morena que não conhecia, mas que, todavia, percebera em que como os olhos da desconhecida pareciam brilhar, esverdeados, ante ao sofrimento da loira.

Manteve-se quieta, apenas observando, enquanto tentava dissipar os arrepios que assolavam-lhe o corpo à medida que o timbre estrangulado de Rebel tornava-se mais evidente. Não obstante, os olhos fugazes  vagueavam em meio ao ambiente, como se quisesse fugir de escutar aquela tortura. Por um instante, ignorou o olhar temeroso de Winter direcionado a si, enquanto estava ao seu lado, concentrando-se em não fazer qualquer movimentação precipitada. Tal como a outra, escutara palavras sibiladas vindo da maníaca que estava próxima à loira.

Ainda assim, algo lhe dizia que já estava descartável, do mesmo modo que a morena ao seu lado. Talvez, por conta disso, não demonstrava tanta surpresa, ao contrário da amiga, que exibia um olhar que beirava entre assombro e traição. Fora amarrada e levada para longe, acompanhada de Winter e mais dois capangas. Enfim, quando estava próxima ao rio, recebera uma coronhada na cabeça e perdeu os sentidos, sendo jogada no rio com as outras duas.

 
INFORMAÇÃO ADICIONAL: Posteriormente, Sage for resgatada do rio, pelos seguranças de Rebel, ainda estando desacordada. Assim, fora levada pela mesma, tomada por esta para a execução de um novo acordo firmado. Para mais detalhes, vide o post da Rebel q
BY MITZI

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— I COULD USE SOMEONE LIKE YOU

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Lana Noreen R-Weiszäcker em Qui 21 Jul 2016 - 12:09

Finalmente chegou sua vez. Gostaria de lhe dizer que as horas em que vamos passar aqui serão as mais divertidas que já teve. – Tudo começou com minha voz calma, lembrando vagamente da nossa época de infância. Os olhos de Juliett me olhavam assustados. Em sua cabeça talvez se passasse que alguém que deveria cuidar e não judiar estava nesse momento prestes a começar uma tortura insana. – Minha cara e doce Juliett, gostaria de te agradecer por todos esses anos. Eles foram ótimos. Você não acha? – Sempre busquei amar ela desde seu primeiro dia de vida, e amarei ate o último, porém, causar dor em alguém que tinha o meu próprio sangue era necessário. Afinal, caso eu não fizesse, não existiria um Weiszäcker para contar histórias.

A cena era desprovida de qualquer cor, exceto pelo brilho da luz um pouco escuro do galpão velho. Caminhei a uma velha mesa ali perto, nela continha tudo que eu precisava. Admirei uma navalha antiga e mesmo assim ainda bem conservada. Ao lado um maço de cigarros junto a uma boa garrava de Wishky. Servi-me de uma dose do líquido viciante, sentindo-o descer rasgando garganta abaixo. Com um cigarro entre os dedos, peguei um isqueiro do bolso de trás da calça, vendo a chama alaranjada acender o cigarro já preso entre meus lábios. Eu podia ouvir meu próprio coração batendo, quase soltando para fora do peito. Soltei uma risada forçada, observando a cena de Juliett a minha frente, completamente débil diante dos acontecimentos futuros. Dei mais uma tragada no cigarro o colocando sobre a velha mesa de madeira, escorregando os dedos até segurar firmemente a navalha fria em mãos. Desloquei-me em minha direção a ela, que me olhava com desprezo. O ódio misturado ao medo em seus olhos só alimentavam a vontade que eu tinha de tortura-la até ouvir seus gritos fazerem música ecoando por cada canto daquele velho lugar. Dei a volta na cadeira em que minha irmã encontrava-se sentada com os pés acorrentados juntamente as mãos. Passei a lâmina gélida em suas costas, vendo a mesma arquear o corpo para frente na tentativa de se livre daquele toque. Meus movimentos eram rígidos e lentos, e antes de ver seu rosto, afundei o nariz em seus cabelos escuros, sentindo o cheiro de medo vindo deles. Juliett fechou fortemente os olhos, soltando gritos misturados a gemidos que eram abafados pela mordaça em sua boca. Depois de alguns segundos, ela os abriu, esperando por algum fio de esperança, ter acordado de um pesadelo. Ajoelhando-me diante dela, olhando diretamente em seus olhos. Ela era perfeitamente linda, e tinha uma forma humana tão esbelta de características vivas e encantadoras, diferente de mim. Meu olhar era frio, e se afundava em suas órbitas oculares paralisando-a de medo.

De volta à realidade, Juliett? Eu pensei que tivesse dormido acordada. – Me levantei e encarei seu rosto delicado. Eu sorri, quando em um ato rápido afundei a lâmina da velha navalha no dorso de sua mão direita, deixando-a presa ali. Você nunca entende os seus próprios medos enquanto cresce, você ainda sente medo, você começa a tentar expulsa-ló, ou pelo menos tentar ignorar. Embora o sentimento de medo ainda exista, você se torna mais ousado, e se sente como se pudesse esquecer tudo apenas sentindo seu medo refletido nos outros. – A princesinha do papai tá chorando? Isso deve ter doído. – Encarei seu rosto, vendo as lágrimas descerem furiosamente por suas bochechas. Aproxime-me dela, retirando a mordaça de sua boca para ouvir seus gritos de dor. Fechei os olhos para apreciar Juliett e seus grunhidos. NÃO! Ela gritou, esperneou e tentou fugir. Mas nada que ela fizesse daria certo, as correntes que a prendiam eram mais forte do que seu desespero de sair dali e se livrar de mim. Mas no fundo ela sabia que tudo aquilo fazia parte do meu jogo. Gargalhei ouvindo o som da minha risada perambular pelo velho galpão. Voltei a me aproximar dela, retirando a navalha cravada em sua mão. Um grito de dor e alivio saiu de sua boca. Encarei a lâmina suja de sangue. Vermelho, a cor do amor, mas também era a mesma cor de alerta, a de tome cuidado, você pode se machucar.

E, de repente...Nada. Somente silêncio rodeava o que antes era pura euforia. Quando fiz menção de me aproximar dela novamente, as luzes começaram a piscar. Ignorei, já que o galpão tinha uma instalação antiga. Juliett cerrou os olhos em mim juntando o máximo de saliva em sua boca para então cuspir em meu rosto. Levei a mão até o local, limpando-o no mesmo instante. Balancei a cabeça negativamente, varias vezes. – Que menina má. – Sussurrei diante daquilo, e mantive minha compostura. Girei a navalha de maneira brincalhona entre os dedos, vendo o olhar da minha irmã acompanhar o gesto. Não se pode viver com medo, minha mente anunciava. Não seja fraca, a nossa vida depende disso. Girei a navalha mais uma vez entrei os dedos antes de acertar seu ombro esquerdo, cravando a lâmina cortante em sua pele enquanto ouvia seus gritos, e o sangue manchando suas roupas assim como o piso velho do galpão. Branco no preto, preto no branco. E o branco se fez vermelho e o vermelho seu uniu ao branco. Você aprecia a dor, mais nunca fica satisfeito com ela.

Lágrimas de horror descem pelos olhos assustados de Juliett, ela não quer me olhar, então fica ali chorando e chorando. Juliett não sabia o que fazer, mais sabia que tinha que sair daquele lugar. Não! Não! Não! Gritou desesperadamente forçando as pernas e braços para se livrar das corretes. Ato falho.  O clima dentro naquele velho galpão estava muito pesado. Eu estava cansada, meus pés doíam por ter que passar tanto tempo em pé. Encarei minha irmã mais uma vez antes de caminhar de volta a mesa, dedilhando os dedos pelas pequenas peças ali. “Covarde” Ela se limitou a dizer. Virei encarando seu belo rosto ainda livres de qualquer corte. Ameacei um sorriso sarcástico. Mesmo temendo pela sua própria vida, ela me encarava de nariz em pé, assumindo uma pose valente, mas que logo se desfez ao encarar o bisturi em minha mão. Ela grita assustada. Eu via o medo em seus olhos, e ele me alimentava me dando coragem para continuar meu trabalho. Encostei a lâmina cortante diretamente em sua testa, e sorri ao ver o pavor de Juliett que suplicava entre soluços para que eu não tirasse sua vida. As luzes piscaram mais uma sequência de vezes, sofrendo um apagão por exatos cinco minutos. Passados os segundos arrastadamente, com tudo iluminado, Juliett não estava mais ali.

//// && ////

Correr nunca fora algo tão libertador como agora. Meus pés alcançavam a gramagem baixa que fazia caminho pelo lago, em busca dos corpos. – Maldito seja! – por todo o percurso, xingava o ser - que estava longe de ser humano - por me obrigar a olhar para minha própria irmã e fingir estar gostando de maltratá-la, quando na verdade, estava lhe protegendo. Podia ver algumas pessoas na beirada do outro lado, provavelmente procurando por alguém, mas os meus olhos estavam focados na morena que descia correnteza abaixo. Apressei os movimentos, puxando Winter para fora da água. – Sem perguntas, vou tirar você daqui. – rondei o local a procura de Sage, que deveria não estar muito longe. – Sage? Sage? – chamei, na tentativa de que pudesse ouvir ao menos um grunhido que daria um certificado de que estava viva. Nada. Eu tinha que sair logo, antes que a polícia se envolvesse e tudo ficasse ruim para o meu lado. Ainda dei uma última olhada para trás, vendo a cabeça ruiva ser tirada da água. Sage havia sido pega. Neguei com a cabeça, fazendo o melhor para ajudar Winter a escapar dali, pondo novamente, a minha própria vida em risco por ela, ao deixar que permanecesse viva.

ENCERRADO PARA O TIGRE.
INFORMAÇÕES:
Juliett encontra-se desaparecida.



TOM HARDY MADE ME THIS BRACELET

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Re: [PD] Black Out Night

Mensagem por Louis D. Campbell em Ter 26 Jul 2016 - 21:25

let's kill
the party tonight


O que é mais triste, ficar sozinho em casa vendo uma serie qualquer ou ficar bebendo sozinho em uma festa. Era a questão que debatia o dia inteiro. Não era super popular ou muito conhecido nem tinha muitos amigos, esse era o porque de eu ficar sem ninguém se eu fosse para tal festa mas quando olhei meu celular e vi que já estava na horta de ir pensei 'foda-se talvez aconteça algo de interessante.'.

Fui até o guarda roupa e usei o que usaria para qualquer dia. Camisa Preta, jaqueta da mesma cor, calça também preta e por final um converse que era da mesma cor de tudo. Achava que não iria chamar muito atenção e gosto disso, gosto de ser invisível tanto na universidade quanto nas festas que quase nunca ia.

Peguei minha moto e passei direto do transito que tinha, um dos motivos de amar minha moto, nunca cheguei atrasado em nenhum lugar e além de sentir o vento no meu rosto. Adorava.

Chegando na festa pode perceber algumas pessoas, outras que me pareciam familiar sendo das noticias ou internet, outras eram simplesmente de minha universidade. Ignorei todos, nem dei oi para ninguém apenas fui direto par o bar pedir algo para beber, afinal, como dissera, ia ficar sozinho bebendo nessa festa.



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do you feel like a young god

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