[ab | luv] happy birthday, charlie!

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[ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Charlotte Dr. Nottingham em Ter 4 Set 2018 - 13:32

happy bday Charlie!

A presente RP narrará o aniversário de Charlotte Theresa Drescher Nottingham , onde a jovem completa seus 22 anos de vida, inaugurando sua boate, com uma festa tematizada, um baile de máscaras, onde aqueles vestidos estúpidamente longos são opcionais, porém as vestes devem ser apenas branca ou preta, sapatos, joias, máscara e maquiagem não contam. A festa ocorre no dia 04 de Setembro e quando bater meia noite, para o dia 5, o dia do aniversário, as máscaras serão todas removidas, exibindo os rostos.  No dia 05, haverá uma outra festa, seguindo o tema das máscaras ainda.

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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Charlotte Dr. Nottingham em Qui 6 Set 2018 - 16:31

rule
welcome to my club
O planejamento para seu aniversário e a festa de inauguração de sua boate, corria a todo vapor. Sua mãe lhe mandaria um presente qualquer de onde quer que ela estava, seu irmão, lhe ajudava com toda a parte burocrática e legislativa da boate e com a ajuda dele, foi possível sua permissão para a venda de bebidas. A Nottingham estava extasiada e em plena alegria. Ela soltou pequenos pulos de alegria, para esconder sua felicidade e tentar a aliviar. A cada dia que passava, o planejamento e os retoques finais eram dados. A cobertura onde ela moraria,  tinha sido finalizada há uma semana e o isolamento para que não ouvisse nada da boate, assim como ninguém da boate a ouvisse, tinha sido de melhor qualidade.

No dia 4, a véspera de seu aniversário, logo de manhã cedo, seu irmão surgiu em sua cobertura, para ela assinar os papéis finais, e ela chorou, de alegria. Ela finalmente tinha seu próprio negócio e sua boate poderia ser inaugurada. Abraçou o irmão, agradecendo-o. E o ouviu falar sobre a parte histórica, que a boate nao poderia ser demolida nunca. E isso a fez gritar de alegria.

Eu realmente espero que você e Kenna vão a festa. — Confessou. — Sem você, nada disso seria possível, obrigada, Nate. Mesmo. — Por mais que implicasse com o irmão, ele era sua figura paterna e amava o irmão.

Mandou uma mensagem para sua melhor amiga, com o celular em mãos, gravando apenas um pequeno story para seu instagram, reforçando da inauguração da boate, os preços das bebidas e a área VIP. Passou as mãos nos fios escuros, e chamou um pouco depois uma equipe para a arrumar. Com o celular em mãos, colocou em uma playlist qualquer, indo tomar seu banho.

Os primeiros a chegarem, foi a equipe para a preparação de pele, que durou quase uma hora. Então, veio a equipe de cabelo e maquiagem, que trazia junto seu vestido, um digníssimo Brandon Maxwell preto. Com o roupão cobrindo a lingerie, ela se sentou e a mágica era feita. Sua máscara viria por último, para que os retoques finais no cabelo pudessem ser dados.

Assim que colocou seu vestido, calçou seus sapatos Jimmy Choo, ajeitando o cabelo e colocou um pequeno brinco e sorriu satisfeita, vendo a maquiagem ser finalizada e a máscara colocada. O cabelo ficando pronto, agradeceu, avisando que o pagamento seria feito devidamente e assim, a equipe se retirou, tirou sua foto arrumada, postando no instagram, com um sorriso. Desceu para a boate, para que pudesse garantir que o piano estava pronto e ficou ali alguns minutos. Com o sucesso, seguiu para uma area elevada, onde veria toda a boate.
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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Victoria Helsfaard Gadot em Ter 11 Set 2018 - 15:16


A vida seguindo a ordem da medicina não era fácil e Victoria Helsfaard sabia muito bem disso. O primeiro desfalque vinha do contato familiar se não nulo, praticamente inexistente. Há quase três anos não se encontrava com a família e não tinha tantos planos de submeter alguma viagem para isso, o que causava certa interferência na imagem de uma mulher convencional que sentia falta do contato íntimo com aqueles que haviam formado seu DNA. Intercalava trabalhos e pesquisas em Boston, Cleveland e Nova Iorque, correndo contra o tempo para fundamentar seus arquivos de iniciação científica trabalhados desde o período da faculdade, quando ainda tinha tudo baseado em projetos. Hoje era uma das maiores líderes femininas da medicina estadual, tendo descoberto uma nova maneira para lidar com a insuficiência de glóbulos vermelhos sem remeter ao paciente um tratamento severo.

A aplicação do estudo ainda era muito caro, e quatro usuários foram testados cientes de todo o processo de rejeição que poderia adiantar o óbito e da cura parcial que permitiria cuidados com vitaminas, uma alimentação regrada ao extremo e todo o mínimo cuidado para tornar a insuficiência suficiente para sobreviver. Havia tido êxito com os quatro. — Não vou rever meus parentes, Gilda. É aniversário da minha melhor amiga e é em Nova Iorque. Não se faz vinte e dois anos todo ano, eu preciso estar presente. É importante pra mim também. — Gilda era a residente em hematologia, quase sempre estava acompanhado os afazeres da oncologista que acabava de assinar seu nome em mais um prontuário finalizado.

A loira suspirou, compreendendo a necessidade de estar presente num acontecimento importante na vida de alguém próximo, ainda que fosse sentir falta da colega de profissão. Assumiria a responsabilidade de da doutora Helsfaard e tal fato era o seu maior temor, uma vez que não tinha toda a carga de experiência e o alto QI ostentado pela oncologista de apenas vinte e cinco anos. O voo estava marcado para alguns minutos em sequência e atrasos não tinham vez nos dilemas de Victoria, que se despediu de Gilda e adiantou os próprios passos para chegar em tempo no aeroporto. Lá, Grace - a governanta de sua casa - aguardava a médica com a mala que havia aprontado. A viagem duraria cerca de uma hora e alguns minutos, o tempo que levaria para dar um cochilo e reerguer parte da energia perdida na sala de operações ao submeter uma cirurgia de quase seis horas seguidas.

O apartamento mantido em Nova Iorque era utilizado regularmente, tudo estava limpo e pronto para atender a estadia da morena, que chegou e tratou de se organizar para a comemoração. Faltavam poucos minutos para o horário combinado. Tomou um banho relaxante e preparou o cabelo, não precisando de muitos detalhes para manter os fios majestosos. Vestiu-se adequadamente para a ocasião como informava no convite, aderindo a tonalidade branca como a cartada da noite, acompanhando a máscara prateada com brilhantes. O telefone tocou e Silas aguardava na recepção, pronto para levá-la até a LUV, empreendimento da aniversariante e sede da festa. — Quando eu sair, mandarei uma mensagem. — Anunciou quando fora levada até a entrada por ele, seguindo caminho até onde a música alta anunciava a comemoração.

É claro que não poderia esquecer do presente da amiga, segurando uma caixinha com uma das novas jóias da Tiffany's & Co, contendo dentro o colar Open Cluster com diamantes e tanzanita. — Feliz aniversário, Charlie! — Quando a encontrou, um imenso sorriso lhe afeiçoou os lábios e um abraço lhe foi dado de imediato. Sentia tanta falta da amiga que até mesmo os poros pareciam vibrar em resposta ao contato. De fato os que a reconheciam veriam a raridade da aparição pública no evento, tal como a própria aniversariante poderia enxergar o seu próprio valor para a amiga. — Eu não perderia isso por nada. Fora o fato de estar sentindo tanto a sua falta que até meus poros estão sorrindo. Você é a anfitriã, mas vou ocupá-la por uma boa parte da noite, esteja certa disso! — Confidenciou, murmurando rente ao ouvido da mais nova. Lhe desprendeu do abraço, beijando-a na testa. Charlie era quase uma irmã para Victoria e por um momento a médica sentiu paz por estar em casa.



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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Charlotte Dr. Nottingham em Qua 12 Set 2018 - 16:19

rule
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Charlotte Nottingham se sentiu orgulhosa. Estava no ponto elevado em sua boate, onde podia ver o público chegando, conforme o código de vestimenta escolhida por ela, com um sorriso em seus lábios, mas também, aliviada com o sucesso que o evento fazia, pensando em quando seu irmão chegaria com a esposa, junto de sua sobrinha. A ansiedade em ter figuras familiares ali, a atingia como um meteoro. Amava aquele meio social, de ser dona de uma boate, de conhecer várias pessoas. Mas ainda tinha uma certa insegurança, de precisar de pessoas conhecidas por perto. Sua posição elevada, a permitia ver todo o ambiente, e logo desceu para o piso térreo, onde alguns bebiam, dançavam e ela se sentiu orgulhosa. Seus frutos davam resultados, e gloriosos.

Eu não creio... Meu sonho está se realizando... — Ela deu pequenos pulos de alegria, se aproximando do piano, onde tocou algumas teclas, em uma melodia qualquer, respirando fundo. Sua respiração se tornou mais calma, quando se sentou no banco do piano.

Assim que viu uma figura familiar a ela, entrando na boate, ela se sentiu mais tranquila, se levantando de onde estava. A figura da melhor amiga, com seus fios castanhos e olhos castanhos, a qual tinha conhecido na faculdade, depois de ter entrado em uma sala de monitoria errada, a fez relaxar um pouco. Victoria Helsfaard era como a irmã mais velha que ela não tinha. Ela amava seu irmão, mas algumas coisas, apenas uma outra mulher entendia, e era estranho conversar com seu irmão de certos assuntos. Abraçou a amiga deixando um sorriso escapar.

Obrigada, Vic! — Agradeceu a mesma, depois de receber a caixinha com o presente, com um sorriso de canto. — Ah, eu acredito que não perderia, Victoria, mas se isso veio em um momento crítico do seu trabalho, eu vou me sentir culpada. Eu odeio atrapalhar o seu trabalho. — Admitiu. Sua melhor amiga era uma médica reconhecida, ocupada além de tudo. E ela não se sentia confortável se algo programado entre ambas interferisse seriamente no trabalho da amiga.  — Eu também senti sua falta, V. Quando estiver de folga, temos muitas séries para pôr em dia, ou melhor, tentar. — Sorriu maquiavélica para ela, e sabia que ela reconheceria aquilo. A mente de Charlotte trabalhava em vários planos. — Antes que minha atenção seja toda sua, só falta uma coisa. — Depois de ambas se separarem do abraço, sentiu o beijo na testa, com um sorriso, fez um sinal para ela e ambas começaram a caminhar.

Segurando a mão esquerda de Victoria, para que nenhuma das duas se separasse uma da outra, a britânica andou com passos tranquilos e sem pressa, para uma outra área elevada da boate, onde ela poderia fazer o que precisava. Quando um membro da equipe a viu, ofereceu a ela, um microfone, pois toda a equipe ja sabia o que viria primeiro, o discurso inaugural de Charlotte Nottingham. Ela respirou profundamente e assim que chegou na posição desejada, respirou fundo, contando mentalmente ate dez, vendo a música cessar e todos os olhares recairem sobre si, e desejou poder correr. Mas ou ela faria isso, ou ela se sentiria culpada depois.

É... Boa noite, todos que vieram a minha festa de aniversário,  que não é só o meu aniversário, mas também, a inauguração de um projeto no qual trabalhei com meu irmão, e apoio de amigos... — Sorriu para a amiga em agradecimento. Ela continuou. — E familiares. Quando eu disse que queria abrir uma boate, eu tinha creio que 16 anos. E eu já comecei a planejar com o meu irmão, e também, com minha cunhada. Eu fiz administração em Harvard, para isso. Eu gastei meu esforço nisso. E eu me sinto uma mãe orgulhosa, por ver minha visão criando vida. Espero que todos aproveitem a LUV e guardem boas recordações daqui. — Finalizou com um pequeno sorriso nos lábios. — Esse lugar morreu, cadê a música? — Charlie gritou.

O discurso foi recebido com aplausos, assobios e ela se sentiu relaxada. A música do retomada, assim como a dança, a bebida que o povo tomava, se retomou e isso a fez sorrir. Seu orgulho era aquela boate, e a presença de sua amiga, a fazia se sentir mais calma.

Sou toda sua. O que sua mente está tramando, Victoria? — Questionou, divertida para a amiga.

Aquela noite seria memorável, sem dúvidas.

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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Kenna Drescher Nottingham em Qui 13 Set 2018 - 15:14



Kenna estava naquele momento, na sede do departamento de polícia de Nova York, finalizando os papéis que faltava, para que pudesse encerrar seu expediente. Sua reunião com Ryslee, a responsável pelo o departamento não tinha sido demorada. Alguns veteranos achavam ruim uma jovem sendo a líder deles. Mas ela não. Tinha visto em primeira mão e em várias ocasiões, a competência da ruiva para aquele cargo e por isso não questionava. Claro que ela questionaria se fosse um incompetente, e com um marido advogado, poderia tomar alguma atitude. Apesar de tudo, ela respeitava na polícia quem era realmente competente e não era corrupto. Quando seu expediente acabou, seguiu diretamente para a casa onde morava com o marido e sua filha, vendo que o marido acabara de chegar. Deu um beijo leve nele, sorrindo.  Seguiu direto para o banheiro da suíte do casal, vendo seu vestido preto que era simples, mas ainda a agradava.

O banho foi rápido, lavou seus fios claros e passou uma maquiagem básica, fazendo cachos sobre os cabelos e quando terminou, colocou o vestido, gritando para o esposo surgir, ajudando-a fechar a peça da Versace que cobria seu corpo. Makenna colocou algumas joias e sorriu serena ao ver que estava pronta, após calçar sapatos de salto alto também pretos. A mulher amarrou sua máscara e deu seu distintivo e arma para o marido esconder, a necessidade podia surgir quando menos ela esperasse.

Quando seu amado ficou pronto, assim como a filha do casal, os convites foram recolhidos assim como seu celular e a chave da casa, entrando no carro do esposo. O trajeto foi rápido e quando chegaram, ouviam o discurso de Charlotte, depois de ter deixado a filha se divertir, beijando o esposo, esperando que ele desse o presente da cunhada, perto do bar, pedindo um copo de água. Assim que o esposo voltou, deu um beijo no mesmo, mordendo o lábio inferior dele com um sorriso amplo. Ela amava seu Nathan.

Nathan, quando eu pegar minhas férias, eu queria viajar, por favor! Eu quase não pego férias, e quero passar com o meu marido, Max pode ficar com Charlotte. Não é como se sua irmã fosse matar nossa filha. — Explicou com uma cara manhosa, para pedir ao amado.

Puxou seu marido para a pista de dança, após virar sua bebida, beijando novamente seu esposo, arranhando com leveza a nuca dele, para que demonstrasse o afeto que tinha por seu amado, sabendo que não era apenas ele que sentia falta de um tempo só do casal, já que Kenna sentia muita falta daquilo. Sentia muita falta de ficar sozinha com o marido, sem que envolvesse trabalho. E ela não podia negar. Era atraente quando o marido defendia o suspeito de sua investigação,  ambos brigavam e os momentos do casal no quarto se tornava intenso. Sua carga de trabalho tinha sido diminuída, devido a uma descoberta recente da loira, que não tinha contado ao marido, mas sabia que ele gostaria.

Nathan... Você vai ser pai, quer dizer, de novo. — Sorriu com uma expressão tímida para o esposo, acariciando o próprio ventre.
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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Caroline Hale Winterhardt em Seg 1 Out 2018 - 16:31

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Para a sorte de Caroline, ela estava de folga naquela noite, não tinha plantão. Diferente de Victoria, sua única amiga real naquele hospital, que realmente se importava com ela. Os outros, achavam-a irritante, chata e nerd. Aqueles pensamentos a magoavam, mas nunca admitiria. Sua vinda de Paris para a cidade de Boston foi mais que facilitada devido aos seus imensos esforços para que fossem descobertas técnicas para que deixasse certos procedimentos cirúrgicos menos invasivos. Isso, ainda no ensino médio,  devido ao alto QI e a mãe ser uma cirurgiã renomada, estudar em Harvard a abriu muitas portas e graças a isso, seu emprego era estável e ela tinha tudo o que queria. Com a ajuda da amiga, trabalhava em algumas pesquisas sobre Cardite reumática, a qual descobertas ela anotava em seu caderno. Se tornar a mais jovem chefe do Centro de cirurgia cardíaca realmente foi seu ponto alto.

Era normal para Care em sua folga, se afogar em inúmeras maratonas de Doctor Who, e lá estava ela, em sua casa, vendo novamente Doctor Who,  um episódio em específico: Blink. O décimo doutor, terceira temporada e com Martha Jones de companion.  Seu sorriso apenas se alargou. Provavelmente pela a bagunça do quarto, a governanta e os empregados deviam lhe odiar.

And that's it, I'm afraid. There's no more from you on the transcript, that's all I've got. I dunno what stopped you talking, but I can guess. They're coming. The angels are coming for you. But listen, your life could depend on this. Don't blink! Don't even blink. Blink and you're dead. They are fast, faster than you can believe. Don't turn your back, don't look away, and don't blink! Good luck! — Sussurrou ao mesmo tempo que o personagem, com um sorriso amplo, ela amava aquele episódio. E olhou o calendário. Era a véspera do aniversário da melhor amiga.

Se levantou num rompante, arrumando uma pequena mala, com roupas que bastariam para aquela noite e a manhã seguinte. Tomou um rápido banho, depois de pedir em uma ligação para que seu avião fosse permitido seguir para Nova York. Vestiu uma bota oversized branca e uma blusa masculina com um desenho da Tardis, pegando sua malinha, seguindo para o carro, onde o motorista a esperava.

O trajeto foi tranquilo e ela via a cidade de Nova York, com um sorriso pequeno nos lábios, era um fato que a médica preferia ficar em sua casa maratonando séries e Doctor Who, mas por suas amigas, ela iria até o canto mais obscuro do inferno. Seu jeito nerd, assustava os outros que não viam o quão leal ela era, fiel, protetora das amigas e tímida. E ser uma mulher bonita nerd apavorava mais. No segundo que desceu, seu motorista a questionou.

Srta. Winterhardt, a senhorita vai precisar de algo mais durante a noite? — Questionou.

Não, Louis, pode ir ficar com sua esposa e sua filha. Quando eu precisar, te ligo. — Seu sorriso gentil era seu maior marco.

O motorista assentiu, deu boa noitee voltou para o carro.

A loira entrou no ambiente, ao tempo de ver sua melhor amiga discursar, mas seguiu furtivamente para perto de Victoria e Charlotte, tampando os olhos da colega, enquanto apenas via Charlotte rindo para si, deixando a caixa ao lado dela.

Victoria, meu amor, você está deslumbrante neste vestido, pena que eu não vou ver ele ser tirado. — Caroline pronunciou com seu tipico deboche, para em seguida tirar as mãos dos olhos da amiga, e ela lhe dar um tapa no braço. — Também te amo. — Seu sarcasmo era evidente. Apenas pegou a caixinha da Yves Saint Lauren,  que continha um perfume da mais nova coleção da marca, dando a Charlotte. — Parabéns minha melhor amiga com a bunda maravilhosa que eu gostaria de morder ou dar um tapa. — Sorriu para a amiga, a abraçando e abraçou Vic. — Senhoras, vamos beber. — Determinou com um sorriso divertido.

E elas tinham de ter medo. Quando Caroline sorria daquele jeito, nada a permitia mudar de ideia.
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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Blair Barrow em Seg 1 Out 2018 - 20:00




people making choices can not fake, sacrifice it all and yes say something extraordinary
just do not say it will be alright, I'm not holding you tonight, do not say it will be fine, in only a moment you'll say goodbye

GIRL POWER

X O

X O

CAN’T BE TAMED

- Sem chance de você ir realmente assim, B. - gargalhei com a frase de Beatrice, que entrou no quarto assim que coloquei a máscara no rosto. O vestido preto de caimento fabuloso cintilava levemente com a luz que tocava o tecido. Minha irmã mais nova de dez anos estava um tanto abismada com o fato de eu estar "semi-nua". Normal a sua reação, já que era acostumada a me ver sempre em roupas sociais, por causa do trabalho que nunca me dava uma folga. Não agora que eu tinha assumido a presidência. Passei a mão pelos cabelos e cintura, e virei para ela, ainda com um sorriso no rosto.

- Você não acha que estou deslumbrante? Qual é, seja sincera. - pedi, dando mais uma voltinha no próprio calcanhar. A garotinha riu, negando com a cabeça e se jogando na minha cama queen-size.

- Hã...Não. Mas você é adulta, então minha opinião não conta. - revirei os olhos e cruzei os braços. Já estava prestes a revidar, quando uma buzina tocou na entrada. - Jerome está esperando faz mais de meia hora. Você sabe, depois de tantos anos trabalhando aqui, o velhinho acabou tomando muita liberdade com nossos horários. - gargalhei novamente, jogando um travesseiro nela.

- Você tem DEZ anos, Beatrice! Não tente ser tão adulta antes do tempo. É uma merda.

- Não fale "merda"! Mamãe disse que era um palavrão! - pude ouvir seu grito, mesmo descendo as escadas. A casa estava vazia, meus pais estavam curtindo a liberdade de não precisarem mais mandar no hospital. Eu tinha assumido a menos de uma semana, e já odiava o fato dos Barrow serem donos daquela porcaria. Eu tinha VINTE E DOIS, como estava assumindo a presidência do NYH assim, de uma hora para outra? Claro, cresci me preparando para isso, já que era a primogênita e, consequentemente, a herdeira. Só nunca pensei que fosse chegar tão rápido.

Antes que Jerome pudesse começar a reclamar, já fui me desculpando e entrando no carro sem pensar duas vezes. Eu tinha visto a inauguração da LUV passando na TV, em todas as redes sociais, e recebi inúmeros alertas. Meu pai disse que era bom socializar, abrir meu círculo de amigos, até porque agora eu era - de fato - uma pessoa da elite. Uma pessoa importante, e não só mais uma sombra dele ou do meu avô. Eu era a prosperidade dos Barrow. Mas fazer amizades nos dias de hoje não era tão fácil como antigamente. E ir em uma festa de uma garota que eu só conhecia pelo Instagram não era lá o melhor meio disso acontecer, concordam?

Apenas respirei fundo e aceitei que naquela noite eu ia ter que fazer algo para aumentar meu nível de popularidade no poder de Nova Iorque.

Em pouco tempo, chegamos ao local da festa, que estava todo lotado e iluminado. Desci do carro com a ajuda de Jerome e combinei que ligaria para ele me pegar, já que dirigir embriagada não tinha sido uma boa opção da última vez. Assim que o carro partiu, arrumei o decote e tratei de me acalmar. Eu era uma pessoa legal...Certo? Ia fazer novos amigos e sair nas capas das revistas, ou pelo menos nas matérias que escrevessem sobre o aniversário de Charlotte. Aproximei-me da entrada, onde uma mulher simpática revistava as pessoas que adentravam o local. Ao olhar para mim, sorriu, como se fôssemos conhecidas à anos.

- Blair Barrow...É um prazer tê-la nessa festa e poder conhecer você pessoalmente. - a mulher estirou a mão em minha direção e eu apertei, sorrindo fraco.

- O prazer é todo meu. - abri a bolsa para que ela pudesse revistar, mas, instantaneamente, a mulher negou a revista.

- Não farei você passar por isso. Aproveite a festa

Bom, ok. Aquilo tinha sido, no mínimo, muito esquisito. As pessoas sempre revistavam minha bolsa e meu vestido, pra saber se eu não estava entrando com armas ou drogas, afinal, hoje em dia ninguém podia confiar em ninguém. Mas aquela mulher deu uma de doida, e se eu quisesse entrar com uma munição dentro da minha bolsa-carteira do Victor Hugo, teria sido mais do que fácil. Ainda bem que eu não era nenhum tipo de sociopata ou sei lá o que.

Aproximei-me do balcão, pedindo um shot de tequila e esperando enquanto observava a festa. Tom e Genevieve não quiseram me acompanhar naquela noite, então, eu teria que me divertir por mim mesma. Assim que a bebida chegou, coloquei o sal na boca, tomei o líquido de uma vez e chupei o limão.

Aquela noite ia ter que valer a pena.


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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Victoria Helsfaard Gadot em Qua 3 Out 2018 - 9:10


A doutora Heelsfard tinha algo de singular: Preferia festas particulares, mais especificamente entre ela e mais outra pessoa. Comemorações de grandes amplitudes lhe despertavam um novo nível de seriedade abstrata, temendo ter que manter o seu lado social constantemente em alerta. — Você sabe muito bem que eu deixo as coisas em ordem antes de sair, não precisa se preocupar com o meu trabalho, hoje é seu aniversário, Charlie. — Rebateu, seguindo-a até o alto do estabelecimento, onde poucos minutos depois de dizer que tinham séries para ver, prestigiou de camarote o discurso feito pela anfitriã. — Você vai me fazer enlouquecer com mais uma? Não quero ter que entrar em abstinência, não depois do que aconteceu com as crônicas de Shannara. — Se afastaram dali somente para receberem a presença de Caroline, que havia surgido sabe-se lá de onde, chamando atenção.

A face séria da oncologista se torceu ao ouvi-la dizer que seria uma pena não presenciar o momento em que a roupa utilizada fosse retirada do corpo. — Alguém invocou a ninfomaníaca? — Perguntou, num tom de deboche que não teria nenhuma influência maior que o humor. Victoria era péssima com piadas ou tentativas de fazer alguém rir. — Eu não posso beber nada forte hoje, nem você, Care. — Rosnou para a amiga recém-chegada, ministrando o olhar para Charlotte quando já estavam próximas do bar. Terminou focalizando uma figura loira, que pelo modo em como bebia deveria ter ingerido tequila.

Não tinha uma boa visão total dela, mas o que via era o suficiente para lhe chamar a atenção. Discretamente se recostou sobre o balcão, olhando o mínimo que poderia para aquele lado. Quem era aquela mulher?Black Russian. — Enquanto Care cuidava em pedir as bebidas, informou o que queria, voltando - finalmente - a olhar para Charlotte. — Então, você parece um pouco diferente. Tem alguma coisa para falar? Aproveite que estamos as três reunidas aqui hoje, isso é um episódio raro. — Esboçou a risca de um sorriso.


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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

Mensagem por Uriel Weissmann Abberdeen em Qua 10 Out 2018 - 0:07

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We don't even have to worry or think about our next move because for some reason
Chegar um pouco depois do evento não era sua culpa, entre ele e a garota que amava havia o empecilho dos pais constantemente para impedir, claro, não diretamente. Em todo caso não era hora de pensar, Uriel simplesmente pegou uma condução sem perder muito tempo dedicando a dar um extra caso o motorista fosse o mais rápido possível. Suas mãos batucaram suas pernas imaginando sobre a questão de como ela veria o presente comprado pelo mesmo, era um dia especial e um presente significante foi sua maneira de garantir algo a sua amada mulher. Em sua mente, apesar das divergências, existia um grande carinho pela garota em questão e na sua opinião não seria problemas entre seus familiares aue estragaria este dia. -Olhe, pegue os caminhos menos demorados possíveis, eu preciso chegar o mais cedo.- Declarou em tom tenso. O dia fora cansativo, ele certamente usou de toda defesa paciente com objeto ee terminar o mais rápido que conseguia e sempre aparecia mais e mais papeladas por ocasião do destino, além claro do tempo demorado para ir até o Shopping e conseguir o presente ideal.

Um tempo após sua ida ele finalmente chegou, logo adentrou no local onde encontraria um discurso vindo da parte de alguém tão conhecida pelo mesmo quanto ele conhecia sobre sua família, sua amada. Aproximou dela visando esperar até o término das palavras da mesma, isto com o presente nas suas mãos, esperando a finalização daquilo. Olhou em volta procurando alguém reconhecido e nada achou além de alguns desconhecidos. Sentou-se numa cadeira mais próxima dali e sorriu olhando sua bela companheira novamente. -Odeio quando tem muitas pessoas em situações como essas! Agora preciso esperar.- Denunciou consigo mesmo quando optou por resmungar neste tom de reclamação. Depois que terminado discurso resolveu por fim procurar sua atenção ao entrar no campo de visão da mesma, manteve portanto seu sorriso charmoso insinuando o presente na esperança que ela o visse ali mesmo
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Re: [ab | luv] happy birthday, charlie!

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