[fc | nyc] loving can hurt sometimes but it's the only thing that i know

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Mensagem por Charlotte Dr. Nottingham em Sab 13 Out 2018 - 2:01

we keep this love in a photograph

A presente RP narra o momento do dia de uma luta de Uriel, o namorado de Charlotte, momentos antes da entrada ao ringue da luta, durante a luta e após a luta em si. A Nottingham se encontra agoniada e com medo, perto do treinador do namorado, o máximo possível para ele também receber as orientações. Enquanto ele se encontra focado, a morena tem medo de acontecer algo com o amado. A noite está fresca e estão no Madison Square Garden, porém o estádio cheio gera a sensação de calor que nem os ares condicionados do local ajudam. Participam Charlotte Drescher Nottingham e Uriel Weissmann Abbedeen.

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Re: [fc | nyc] loving can hurt sometimes but it's the only thing that i know

Mensagem por Charlotte Dr. Nottingham em Sab 13 Out 2018 - 16:19

love
welcome to my club
Charlotte Nottingham queria chorar. Tirar seu namorado dali e o levar para o canto mais isolado possível do mundo para ele não se machucar. Mas ela não podia. Não quando faltavam minutos para um dos eventos mais importantes para ele. Estavam em um dos vestiários do Madison Square Garden. Obviamente que ver seu namorado sem camisa ou algo do tipo era a melhor visão que ela podia pedir, mas não quando era um dia de luta. Porque ela sabia o que significaria. O amado estava com bandagens nas mãos, para que as luvas fossem postas, porém, sempre que ela ia ver alguma luta, o que ela fazia o máximo que seu corpo aguentasse, sem sair no meio, o casal tinha um certo ritual. O lutador apenas a abraçou. “Eu vou ficar bem. Eu vou voltar para você. E vou te levar para jantar.” Aquelas palavras que Uriel dizia não a acalmava por completo, mas ele tentava.

A empresária apenas fez carinho sobre os braços dele, ficando atrás do maior enquanto as luvas eram colocadas, beijando o ombro dele. Apesar de seu medo, sabia que o amado era bom naquele esporte bruto. E que ele gostava daquilo. Ela passou os dedos sobre os cabelos dele e assim que ouviu a porta fechar, constatando que estavam sozinhos, a britânica se permitiu chorar. Apenas chorava na frente de seu namorado ou sozinha.

Cuidado. E ganhe essa merda, eu não vim aqui, pra ver você perder. — O tom de ordem das palavras dela, eram determinantes. Sabia que se ela pedisse algo ao namorado, ele tentava fazer, o melhor que podia. Mas ele que não a questionasse. Ela estava ali, ao meio de seu imenso desconforto com ver as lutas dele. — Ganha por mim. — Beijou o namorado deixando as mãos com as macias luvas em suas costas. Charlotte apenas passou os dedos sobre os olhos para limpar as lágrimas.

Aquela era sua deixa. Beijou o homem e se retirou, deixando que ele se concentrasse e ficasse apenas ao que viria. Quando o relacionamento de ambos começou a ficar mais sério, ela fez questão de conhecer a equipe que trabalhava com seu amado. O treinador inicial, a odiava, a tratava como estúpida. E quando Uriel o viu a desrespeitando e quase a agredir, não pensou duas vezes antes de o demitir. E ela fez questão de ajudar a procurar um novo treinador para ele. A Nottingham determinava sua escolha pelo caráter, como a tratava e como tratava os outros. Já o lutador, buscava o que achava importante. Sintonia, comunicação, capacidade de saber o que fazer e que fosse um bom treinador. Não precisou de muito. Passou-se 3 dias e a busca cessou.

Ele vai ficar bem, Charlotte. Apenas esteja ali pra ele. Quando treinamos, Uriel fala tanto de você. Ele queria que fosse mais vezes nas lutas, porque quando olha você assistindo, ele se sente motivado e confiante e quer acabar logo. Você o acalma. Mas disse que você o apoia, tem medo de algo acontecer e que não vai muito porque não quer ver o pior acontecer. Mas que se esforça. — Emmett Kanneberg, um homem de 45 anos e casado, treinador atual de seu amor a conhecia.

Eu tô com medo e não quero que ele abra mão disso, nossa, ele ama isso… Por mim. Eu quero que se ele pare de lutar, seja escolha dele. Mas como eu queria que ele não lutasse. — Ela riu agoniada. — Ele está lá se concentrando. Obrigada por cuidar dele. — Beijou a bochecha do treinador, seguindo para a arena e começou a procurar seu lugar.

Com a marcação do lugar a primeira fila e o mais próximo possível do canto do amado, uniu as mãos, esfregando-as, enfiando no bolso do casaco. A luta começaria em 10 minutos.

• at madison square garden
• boxing tournament
• with her boyfriend
• wearing this
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