Sala de estar I

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Sala de estar I

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Ter 11 Set 2012 - 19:56



Sala de estar I


Saudações, Convidado.
Bem-vindo a Mansão Overwhelming.


Você está na sala de estar número 1. Como a mansão é grande, possui três salas distintas principais. Cada uma dá acesso a uma parte diferente da mansão. Esta em que você está, dá acesso aos quartos e sala de jogos no andar superior. A decoração possuí apenas três cores. Branco, bege e vermelho. Exerce três sofás em forma de "L" com mobílias em mogno logo atrás. Um arranjo cai em cascatas no canto direito da sala, com flores vermelhas, dando um tom charmoso ao local. Uma escada jaz ao lado esquerdo, onde dá acesso ao andar a locais como quartos e salão de jogos.


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Re: Sala de estar I

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Ter 2 Abr 2013 - 12:58


Talking about this

Home / 02-04 / What?

A morena cruzou os braços em frente ao peito, assentindo. Não sabia em como aquela visita terminaria, mais faria o possível para não deixar nada desconfortável. Viu a expressão da ruiva, achando engraçado. Todos que iam visitá-la, olhavam espantosos para a "casinha" da latina-asiática. Dianna sempre achava divertido, pois sabia que haviam comentários pela escola, de que ela era pobre e morava em uma espelunca. Nunca ligou para isso, pois sabia bem a espelunca em que morava. Com um gesto de cabeça, chamou a menina para que a acompanhasse. Passaram por partes da mansão, e logo estavam na primeira sala de estar. Era maior e mais confortável do que a segunda, a qual Dianna dera o nome de sala da bagunça.

Depois de alguns segundos, convidou a menina a se sentar, esperando o que ela tinha a lhe dizer. Algo nas expressões de Milena, faziam Dianna pensar que ela estava ali, para perguntá-la algo sobre Mary. As vezes que tinha ido a casa da menina, pode conhecer toda a família, que havia gostado dela, assim como o contrário. A morena sabia que estava afastada de Mary desde o tempo do baile. Fora até difícil cantar Mine, na abertura das Nacionais, mais era tudo uma questão mal resolvida, que ainda se prosseguia.

- A que devo a honra de sua visita, Milena? - Perguntou, quebrando o silêncio.


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Re: Sala de estar I

Mensagem por Beatrice Graeff Ohlweiler em Ter 2 Abr 2013 - 20:50



Doesn't Make Sense



Aquela visita estava perturbando Milena. Por mais que quisesse estar ali para resolver aquilo, se sentia nervosa. E não queria que Dianna se afastasse dos McCains por isso.
A morena levou a garota até sua sala de estar, e uau! Era uma sala enorme! "Se a sala é assim, imagine outros cômodos da casa!", pensava Milena. "E pensar que falam que isso é uma espelunca."
A convite de Dianna, Milena sentou-se no sofá e então começou a falar.
- Mas uma vez... Desculpe-me por vir sem avisar. E já peço antes, perdão pelo que vim falar. - Suspirou pesado e continuou. - Bem... Se trata de Mary, talvez já imaginasse isso...- Milena praticava sua mania de mexer nos cabelos enquanto ficava nervosa, e se encontrava bastante inquieta. - É que não vejo vocês juntas desde o baile, aonde ela levou um banho... Enfim, eu realmente queria saber suas verdadeiras intenções com ela. Se você teve algo a ver com o ocorrido, ou que sabe de alguma coisa. - Falou, calmamente, observando a expressão assustada da morena.

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Re: Sala de estar I

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Ter 2 Abr 2013 - 21:52


Talking about this

Home / 02-04 / What?

O queixo de Dianna iria ao chão se fosse possível. Recompôs a expressão rapidamente, passando as mãos pelas longas madeixas escuras. Dá uma risada nervosa, sem acreditar que Milena pudera pensar isso dela. Mais agora, revivendo todas as lembranças daquele maldito dia, a latina-asiática pôde ligar alguns fatos. Talvez sua ida até Grace, tivesse causado tal impressão. Passou a mão pelo rosto, procurando as palavras certas pra continuar a conversa.

- Minhas intenções com a sua irmã? Bom, pensei que já estivesse bem claro. Eu não costumo visitar alguém constantemente, quando eu não tenho boas intenções com ela. Sua irmã foi quem se afastou de mim, Milena. Eu não sei o que eu fiz, pra que isso acontecesse. Em um momento, eu estava dançando com a Grace, e no outro... A Mary estava com você, e parecia me evitar. Olhe, a Grace pode ser minha ex, mais há o fato de que eu amo a sua irmã. Não trocaria ela por ninguém nesse mundo. Eu ainda não disse isso a ela, e nem sei se devo mais. Ela criou um tipo de barreira entre nós, e já está ficando insuportável conviver com isso. Não dá pra ignorar quem a gente ama, Milena. - Dianna sentiu os olhos encherem-se de lágrimas, mais não deixou que nenhuma caísse.

Olhou para o lado, e seu Iphone vibrava ao seu lado no sofá. Era uma mensagem de Taylor, contando como iam as coisas em NYADA. Os dois ainda eram melhores amigos, e mantinham-se informados sobre tudo o que acontecia na vida de ambos. Para os dois, detalhes eram importantes, então mantinham comunicação a todo o instante. Ao ler a mensagem, sorriu. Era o que precisava para continuar a falar com aquela ruiva. Pigarreou, afastando a vontade de chorar.

- Depois que tudo aconteceu, você deve lembrar que eu corri até onde ela estava. Tirei ela do lugar e deixei-a com você. Até te confiei a chave do meu carro, que ninguém toca. Ninguém. - Disse, agora bastante séria. - Eu fui até a Grace, saber o que tinha acontecido. Foi ela, Milena. Ela descontou a raiva na Mary, apenas porque foi com ela que eu fui ao baile. Eu não fui com vocês, fui atrás da Grace. Eu fui tirar satisfações. Ninguém poderia mexer com a minha garota e sair ilesa. Não mesmo. Eu sei que nós ainda não temos nada, mas eu sei que ela também sente algo por mim. Eu a amo. Acredite em mim. - Dianna proferiu com convicção.

Encarou a ruiva por alguns segundos, o maxilar trincado. Apenas o fato de lembrar-se do dia, lhe causava um nervoso profundo. Grace havia sido totalmente infantil e macabra, apenas por ainda gostar dela. Mais agora, tudo estava superado. O baile, o sangue, a conversa. Dianna esperava ter explicado tudo o que Milena precisara saber. Ficou a olhar a garota, esperando seu próximo veredicto.


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Re: Sala de estar I

Mensagem por Beatrice Graeff Ohlweiler em Qua 3 Abr 2013 - 0:20



It All Make Sense



Ela não podia acreditar! Agora estava tudo claro, tudo fazia sentido! Mesmo que não quisesse, só podia ter sido Grace. Se sentia culpada por ter culpado Dianna, porém, aliviada por ter descoberto. Aliviada e decepcionada, não sabia que Grace era o tipo de menina que fazia essas coisas, as duas se davam bem.
Em relação a isso, preferiu não fazer nada, mas faria em relação a Dianna. Ficou muito feliz por saber que a menina realmente gostava de sua irmã. E podia perceber sinceridade em suas palavras, e estava satisfeita com aquilo.
- Dianna, tudo faz sentido! - Disse, analisando as coisas. - Me perdoe por vir aqui... por isso! Estou até envergonhada. Mas confesso que foi preciso. Agora essa dúvida já não existe mais. E espero que você seja muito feliz com a Mary, tenho certeza que ela espera por você! - A garota olhou seu relógio e se lembrou que tinha de chegar sedo em casa. Ia receber visita de alguns parentes distantes. Se levantou e continuou - Obrigada por me receber, tenho que ir resolver umas coisas agora...
A morena se levantou e acompanhou Milena até a saída.
A garota se despediu e em segundos entrou em seu carro. Aquela tinha sido uma conversa curta,porém, extremamente necessária.

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Re: Sala de estar I

Mensagem por SanClair S. Scherbítsky em Qua 21 Maio 2014 - 12:44



Im Back, Bitches.
Eu estava de volta! Depois de um tempo fora para concorrer a um concurso de modelo na qual não fui aceita por não tinha um tamanho adequado, o que me fez enlouquecer por alguns dias, havia finalmente decidido voltar para Ohio, estava com saudades das minhas garotas, Hanna e Dianna, Sam havia viajado para exterior e não sabiamos se ele voltaria, eu secretamente desejava que sim, o PLUT sempre que podia mantinha contato via Skype, da ultima vez que havia me conectado, havia conversado apenas com Dianna, Hanna se encontrava Offline daquela vez, Dianna havia dado a ideia de fazermos uma "reunião de garotas" assim que eu voltasse para Ohio e assim foi combinado.

Estava com meus pés no chão de Ohio e nem parei em casa para largar minhas malas, as levei comigo para minha casa número 2, a Mansão Overwhelming, estava radiante, tão feliz e animada que quem me conhecesse ficaria tão assustado que não se atreveria a se aproximar de mim, mas estava tudo bem, Paz havia aberto a porta para mim e adentrei a aquele mini projeto de paraiso, ah que saudades daquele lugar! Procurei por Dianna assim que deixei minhas malas no chão, porém ainda não havia a encontrado, soube que ela estava ausente e que logo chegaria, assim esperei por ela, abusando de seus empregados como sempre, tomando banho em sua piscina, deitando na sua cama incrivelmente macia e entre outras coisas, ela finalmente havia chegado, apareci para ela com meus braços abertos e disse. - Surpressa Bitch! Sua favorita voltou!


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Re: Sala de estar I

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Qua 21 Maio 2014 - 21:20










HOME!





lobsters fall in love and mate for life



Estava correndo. Tinha voltado da academia, mais ainda sentia a necessidade de fazer algum tipo de exercício. Nunca era o bastante para mim. Nyrt havia voltado comigo, e tinha se oferecido para correr junto, o que não foi de má vista. Corremos por todo o bairro, e paramos um pouco para observar o pôr do sol. Já era quase fim de tarde, e eu não tinha medido as circunstâncias. Tinha passado quase o dia todo enfornada na academia, sem me dar conta. Porém, o meu corpo não reagia de uma forma tão dolorida, já que eu tinha me acostumado com horas e mais horas de exercícios. Tinha orgulho do meu corpo. Era tudo definido, com curvas exatas e sem exageros. Toda mulher poderia ter mil e um defeitos, mas, se tinha algo que todas cultivavam juntas, era o prazer de estar bem consigo mesma. E era assim que eu me sentia, agora. Nyrt aproveitou que estava perto de casa, e virou a esquina, depois de nos despedirmos com promessas de um novo encontro. Já estava começando a escurecer, indicando que era a hora de voltar para casa.

Virei a rua, subindo os degraus da frente da mansão. Uma movimentação estranha acontecia, a piscina estava sendo coberta por agora, o que nunca acontecia, a não ser que eu estivesse usando. Franzi o cenho. Desliguei o Player com as músicas e tirei os fones do ouvido, tocando o interfone. Os portões foram abertos, e dei uma pequena corrida até a porta do hall. Ultrapassei em menos de dois minutos, ainda estava ligada no 220 V. Empregados iam e vinham para os lados, e eu não entendia nada. Meus pais estavam em casa? Mas eles nunca usavam a piscina, e me avisavam antes. Um mês, para ser mais precisa. Paz vinha no corredor, mas não teve tempo de falar. Apenas me indicou que eu deveria ir até a segunda sala. Alguém estaria lá, e era o motivo de tanta agitação na minha casa.

Assim que entrei, fui recebida por braços abertos de uma baixinha. Estava soada, então tornei o abraço o mais breve possível. Ela vestia um dos roupões que ficavam na área da piscina. Estava explicado. Não sabia bem o que dizer, era engraçado ter sua melhor amiga a recebendo na própria casa, no que deveria ser o contrário. Esqueci todas as coisas que repercutiam em minha mente, me lembrando da mensagem sobre noite das garotas.


— Que saudade, San! — Segurei suas mãos, sorrindo largo. — Já vi que você mandou preparar tudo, só assim pra essa casa ficar movimentada.  —

Dei de ombros, soltando suas mãos. Adiantava dizer “Fique a vontade?” Não, ela já era familiarizada o suficiente, para mandar e desmandar no pessoal. Só SanClair para abusar de todo mundo, o que me fazia rir, e mais tarde, receber reclamações dos empregados, o que tornava as coisas ainda mais engraçadas.

— Eu realmente senti a sua falta. — Me dei conta, encarando aquela pequena mulher. — San, espera eu tomar um banho? Assim a gente conversa melhor.

Subi as escadas, e demorei cerca de trinta minutos no banho. Me perfumei ao sair, pegando uma camiseta de baseball que o Johnny tinha deixado para que eu usasse, e um short bastante curto. A camisa era cinza, e tinha as mangas vermelhas, ficava um pouco folgada em mim, por conta da diferença de nossos corpos, mas nada exagerado. O short era preto. Este era o meu recente pijama. Desci as escadas de volta, sentindo os músculos das minhas pernas latejarem. Tinha certeza que haviam engrossado, devido a grande quantidade de tempo malhando. Voltei para onde San estava, e abri o típico sorriso calmo.

— Me conte tudo!

Aumentei a intensidade das pedaladas, tendo que olhar para o equipamento, desviando o olhar do dele, mais ainda tinha sua atenção. Queria saber mais sobre o que tinha acontecido com Nyrt, ele estava feliz de mais, parecia uma nova pessoa. E queria saber o que tinha lhe causado isso. Ou quem.

♥inspired
♥credits

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Re: Sala de estar I

Mensagem por Hanna Mensdorff-D. McCain em Sab 24 Maio 2014 - 0:07

Shit, i love this girls.
Caminhava pelas ruas de Lima a aproximadamente quinze minutos, pelo menos era isso que eu achava, não havia checado e não retiraria meu telefone da bolsa para averiguar, alguns lugares em Ohio eram mais perigosos que a taxa de criminalidade de Bushwick, em Nova Iorque.  Estava de volta a cidade a alguns dias, havia estado na Inglaterra secretamente na casa de minha mãe para assuntos familiares. Um exame de DNA. O maldito exame que comprovou a paternidade David McCain que eu sempre tive como o melhor tio de todos. O resultado de tal comprovação foi o fim do casamento de minha mãe com Petter, o homem que me criou por toda a vida e que era sim o meu pai. Um segundo pai? Whatever, ele sempre me amou como uma filha e o sentimento era recíproco.

Meu celular tocou. A canção definida como toque de chamada específico para SanClair e Dianna começara a ecoar dentro da bolsa e eu ligeiramente retirei o telefone pondo um fim em Me & My Girls que já beirava no refrão animado e contagiante. Ao invés de ligação, tratava-se de um mensagem. San havia enviado. Ela estava na casa de Dianna, também de volta de viagem e queria uma reunião de garotas. Não sabia como agradecer aquela baixinha por isto, estar na companhia das minhas melhores amigas era bem melhor do que caminhar tendo a companhia secreta de um mendigo bêbado que cantava a Macarena. Ligeiramente respondi ao torpedo de SanClair, sorrindo ao fim por reler minhas próprias palavras.

" Preciso muito ver vocês duas.
Tenho notícias, muitas notícias que vão de um gato britânico que quase conseguiu me prender na Inglaterra a meu mais novo papai. Chego ai em alguns minutos, se o mendigo não decidir ir comigo, ai eu chegarei bem tarde. Kisses.

Hanna

* * *

O táxi para minha casa não demorou tanto, por pressão minha, é claro. Pressionei ao motorista para que se apressasse e promete pagar uma bonificação se o mesmo estivesse no endereço que dei em menos de vinte minutos. Para minha surpresa o homem estava de fronte a minha residência em exatos doze minutos, a velocidade e os atalhos que pegou ajudaram em sua missão. Paguei mais que o valor da viagem e corri para dentro de casa, vazia como sempre. Morar só num apartamento não era a melhor coisa do mundo para mim, eu estava pensando seriamente em me mudar para a casa de minhas novas irmãs, Mary e Milena. Enfim, tinha muito tempo para pensar naquilo, naquele exato momento precisava estar na mansão Overhelming ou seria uma garota sem vida.

Tomei um ligeiro banho, optei por usar as primeiras roupas que encontrei no closet e mesmo que estivesse com saltos altos, corri desesperada para o elevador do prédio apertando repetidamente ao botão que indicava a garagem. Abri a bolsa para uma checagem rápida do que estava levando. Tudo que precisava estava ali, meu celular, maquiagem, spray de pimenta e as chaves do meu novo presentinho ganhado como pedido de desculpas de minha mãe. Um carro. Um Ranger Rover branco divino. Se toda a vez que ela fizesse algo de errado me presenteasse desse jeito eu terminaria ganhando uma seção inteira de roupas da Gucci.

Dirigi para a casa de Dianna pegando o caminho mais longo, queria aproveitar meu carro novo. Não contive a animação em imaginar que tinha um carro, poderia ir pra onde quisesse a partir daquele dia. Poderia ir para a praia com Mary; ir a um show ou uma festa com Nich; Ouvir a Aaron falando sobre suas curiosidades enquanto dirigia sem destino; Curtir com Dianna e SanClair. Enfim, eu me sentia livre para tudo.

Estacionei o carro de frente a mansão de Dianna e entrei no Palácio Overhelming. Sempre me surpreendia a todo momento em que pisava o pé naquele lugar, era tão grandioso e luxuoso, minha amizade com Dianna me impedia de sentir inveja de tudo aquilo. No interior da mansão fui notificada de que as meninas estavam na sala de estar. Pedi que não me anunciassem e caminhei sozinha o interior da mansão e ao me aproximar ouvi as vozes das meninas. Foi inevitável não sorrir, meu coração saltava de alegria. Adentrei a sala de estar e parei com os braços cruzados e com um sorriso largo estampado no rosto. — Cheguei garotas, vamos começar a festa! — Após gritar eufórica corri ao encontro de SanClair e Dianna, puxando as duas para um abraço em trio.

— Senti muito a falta de vocês. — Sussurrei.


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Re: Sala de estar I

Mensagem por SanClair S. Scherbítsky em Qua 28 Maio 2014 - 2:39


Com: Dianna and Hanna | Humor: PLUT | Vestindo? Clothes.
Também senti sua falta, Queen D. - Respondi para Dianna, estava feliz por revela, a face de Dianna, pelo menos para mim, não era a mesma quando se via em um monitor de um notbook. - Claro Dih! Quando que eu não estou no comando? Além disso, seus funcionários, na minha ausencia, estão sempre parados, parecem um bando de zumbis e ainda ganham para isso. - Respondi olhando para alguns empregados que se encontravam parados feito estatuas nós encarando. Enquanto Dianna tomava seu banho para tirar aquele suor de seu corpo, eu havia decidido fazer o mesmo tanto para tirar o cloro da piscina quanto para tirar o suor que Dianna acidentalmente havia passado para mim, havia mandado Paz trazer umas taças e o champanhe mais caro que tivesse naquele lugar para começarmos a nossa "Festinha Feminina". Dianna havia finalmente voltado e estava toda animada com minha volta, claro eu também estava, aquele ano prometia ser inesquecivel para mim, por mais que as ultimas noticias em relação as Troubletones, agora comendadas pela Smigol e pela Loetta, não me agradará nem um pouco, estava pronta para retornar e ganhar as Nacionais,iria me formar, certamente iria entrar para a faculdade dos meus sonhos, Julliard e me mudaria para New York e claro, Hanna e Dianna iram comigo. - Então, como disse, eu estive fora por algum tempo, me inscrevi para um concurso de modelo, claro, menti minha altura para tentar entrar e assim que conseguisse, usaria uns sapatos como este... - Mostrei o sapato que estava usando naquele momento. - Usaria minha inteligencia, talento, beleza e Bingo! Ganharia aquele troço. - Disse para ela que sabia o real motivo da minha volta e estava me encarando com aquele olhar suspeito que só Dianna sabia fazer. - Okay, ganharia...se eu tivesse sido desclassificada pelo meu real tamanho, uma asiatica com voz de papaguaio com diarreia não foi com a minha cara e revelou para todos os jurados a minha altura, então fui desclassificada, mas eu me vinguei dela, coloquei alguns afinetes dentro dos saltos da vadia antes dela calça-los e a cena não teve um final muito bom. - Dianna caia na risada, era bom ouvir aqueles sons, estar com Dianna sempre fora bom para mim, mesmo com nossas brigas, a gente se entendia.

Estavamos a espera de Hanna, não sabiamos se ela iria demorar, mas estavamos matando o tempo com nossas conversas, Dianna e eu ficamos nós perguntando sobre o que poderia ter acontecido com Hanna para ela ter colocado em sua mensagem que havia ganhado um novo pai, embora já sabiamos a resposta, a mãe de Hanna era um puladora de cerca safada, enquanto conversavamos fomos pegas de surpresa por Hanna que já se encontrava no mesmo local que nós e sem pensar duas vezes, tanto Dianna quanto eu nós levantamos e corremos até a loira de olhos azuis para um abraço em trio. - Também sentimos a sua falta, Hanna Banana. - Disse, após receber um longo abraço o desfiz e levei ambas para sofá que caberia nós três e mais quatro lutadores de sumô. - Então, nós conte o que foi aquela mensagem e não estou me referindo ao gato britânico. - Larguei dispardamente para Hanna, logo depois movo meus olhos para os três funcionarios que se encontravam no mesmo lugar que antes. - Eu não sei o nome de vocês e não me interessa, vou de apelidados de Mordomo 1, Mordomo 2 e Manfred, se mexam e tragam mais champanhe para nós.


Thanks Winter!

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Re: Sala de estar I

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Qui 29 Maio 2014 - 20:06

Golden light, tunnel white. If I run to you, would you stay? I might be a prototype, but we’re both real inside.
Tive que conter o sorriso ao ver a empolgação de SanClair. Era bom ouvir sua voz, vê-la não por uma tela de computador, mas ali, pessoalmente. Estava precisando relaxar a dias, já que tinha estado bastante ocupada. Meu celular vibrou bem no instante em que ela começou a contar o que havia acontecido. Deixei para ver depois, minha amiga importava bem mais agora. Rimos e conversamos bastante, até que Hanna chegou. Não tínhamos sido avisadas, o que me fez encarar Halmeny - um dos empregados - com o olhar, procurando por explicações. Ele indicou a loira com a cabeça. Revirei os olhos. Hanna deveria ter lhe pedido. Assenti para ele, dispensando-o.

Me levantei para abraçar a loira que não via a mais tempo do que SanClair. Ainda ficava um tanto que sem graça perto dela, mas, fazia sempre o possível para que isso se invertesse. Enquanto SanClair disparava a falar, percebi uma mudança nela. Sorri de canto, resolvendo só então olhar o celular.

"Sinto falta do seu sorriso, sabe, ele costumava melhorar o meu dia. Volte logo, bailarina. - Kat às 9:40 pm."

Tentei disfarçar e guardar o celular antes que uma delas percebessem. Achei melhor colocar o aparelho no bolso, e me aproximei mais da loira, usando o polegar para erguer o seu queixo. Os traços finos de seu rosto pareciam estar mais aflorados, como se ela tivesse feito muitas coisas, e aprendido com todas elas. A olhei nos olhos.

Ficou ainda mais bonita com o novo corte. Me afastei uns passos, cruzando os braços com um meio sorriso.

A cada pouco intervalo de tempo, uma nova garrafa de champanhe aparecia, o que me fazia duvidar se deveria beber de mais. Era bastante forte com bebida, raramente ficava sob seus efeitos, e agora, depois de medicina, estava tomando ainda mais cuidado, porém, não queria me dar ao fato de que estava me preocupando com isso. Era uma noite entre amigas, o quê de tão grave poderia acontecer?
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Re: Sala de estar I

Mensagem por Hanna Mensdorff-D. McCain em Dom 1 Jun 2014 - 17:20

Shit, i love this girls.
Sabe quando nos sentimos tão extasiados que poderíamos flutuar de tanta leveza interior? Era exatamente desse modo que me senti ao sentir os braços de SanClair e Dianna ao redor de meu corpo me apertando. Havia se passado menos de um mês que estivesse fora e parecia que fora um ano, elas estavam tão diferentes. Dianna estava com um porte físico mais robusto que antes, parecia uma atleta, parecia ainda mais bonita. Podia dizer o mesmo de San com relação a beleza, ela estava mais bonita que antes, uma beleza já madura e sensual. Eu também havia mudado, em todos os sentidos. Depois das revelações e segredos expostos a mim eu parecia ter amadurecido mais, não via mais as coisas como eram antes. Depois de minha experiência nada agradável eu passei a acreditar que Certos segredos devem ser levados ao túmulo.

Sentamos enfileiradas no sofá, eu ao meio das meninas. Dianna por um momento me fitou e seu elogio me fez corar e logo em seguida SanClair se pronunciou e me fez rir com seu comentário aos serventes da mansão. —Champanhe? Está noite acabaremos por revelar nossos segredos. —   Soltei e após pensar no que acabara de dizer senti um forte golpe do estômago. Segredos. Eu tinha alguns, um destes envolvia a morena a minha direita; Dianna. Notei a súbita reação dela e pigarreei baixo. — Não contei nada a vocês antes de viajar por que tive que manter segredo. Menti sobre a viagem que fiz quando disse que fui para um teste de modelo. Eu na verdade voltei a Inglaterra para fazer um teste de dna. Alternei o olhar entre Dianna e San e involuntariamente me afundei no sofá.

— Eu sou ... — Perdi a fala ao ver um criado atravessar o cômodo com um balde prata sobe uma bandeja da mesma coloração. No balde havia uma garrafa de champanhe e uma taça. Dianna e San já estavam taças em mãos e após servi-las o criado me serviu. — Halmeny, será que pode nos dar licença? Perdoe-me pelo pedido mas é algo particular. Qualquer coisa será chamado. Desculpe... Mordisquei o lábio apreensiva com a reação do criado que pareceu entender e se retirou educadamente; não tinha tanta atitude quanto a de San para mandar nos serventes, sentia-me estranha só de pedir um copo de água.

" Fala logo, Han. O que você descobriu? " Despertei ao ouvir a exclamação de SanClair e após bebericar um pouco do liquido da taça prossegui de onde havia parado. — Eu sou meia irmã de Mary e Milena McCain.  — Morde o lábio após pronunciar aquilo em voz baixa e fechei os olhos aguardando pela reação das meninas. Dianna afundou no sofá igualmente a mim e pareceu estar petrificada; San por outro lado engasgou com o champanhe e começou a tossir enquanto abanava o rosto. Dianna gaguejou, pedindo que eu prosseguisse eu virei um demorado gole da bebida tomando coragem para aquilo. — Minha mãe teve um caso com David, o irmão de meu... pai. Bom, eles estavam separados e ela acabou dormindo com David. Depois que reataram ela estava grávida e não sabia mas após eu nascer preferiu mentir sobre meu verdadeiro pai.  — Mantive o olhar fixo a minha frente; era como se eu visse a minha mãe a minha frente citando tudo que me dissera em casa, fora doloroso vê-la chorando enquanto meu até então pai arrumava suas malas para ir embora. Notei que SanClair franziu o nariz e entortou levemente os lábio, eu a conhecia e dali viria um comentário típico de D'Alleman. — Não, San. Sério, nada de comentários maldosos sobre minha mãe ou sobre isso. Alias, isso deve ser segredo por enquanto.  — Encolhi-me no sofá e cruzei as pernas delicadamente. Era bom ter tido aquilo as meninas, me senti mais leve; virei novamente o taça findando ao champanhe e suspirando fundo. 9]]— E que a festa comece... —[/b] Sussurrei para as meninas desenhando um sorriso maroto e curto nos lábios.


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Re: Sala de estar I

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