Sala das Troubletones

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Sala das Troubletones

Mensagem por Dianna E. Voss-Ohlweiler em Sex 5 Jul 2013 - 21:13

Relembrando a primeira mensagem :



The Troubletones



A sala é semelhante ao do ND, só que um pouco menor. No lugar de cadeiras, puffes decoram o lugar. Apesar de pequeno, é bem confortável para as integrantes. A sala contém um piano, e um espaço para os músicos bem ao lado. Tem um espaço suficiente para ensaios coreográficos, e apresentações em grupo. Treinadas por Sandy Ryerson, as Troubletones surgem para mostrar que o talento vem de todos os lugares.

____________________

Climb on board
We'll go slow and high tempo

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por SanClair S. Scherbítsky em Sab 13 Jul 2013 - 19:24




Mellair and All that Jazz
All that Jazz  


Me afasto de Sandy e me aproximo de Mell, onde agora nós duas cantavamos juntas, assim que cantavamos, tocavamos uma no corpo da outra, deixando nossas vozes firmes e fortes:

It's just a noisy hall
Where there's a nightly brawl
And all that
(jazz)

No, i'm no one's wife
But, oh, i love my life

And all that
Jazz!
That jazz!

Assim que terminamos, voltamos a sentar em nosso lugar.

____________________


Check out, I’m blonde, I’m skinny, I’m rich And I’m a little bit of a bitch

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Mellanie Grey Winchester em Qua 17 Jul 2013 - 16:44










Being sexy
Troubletones work

Oh,I love my life and all...that...jazz...THAT JAZZ!


Eu e San terminamos a nossa ótima performance com a parte final da nossa música sendo bem sincronizada com nossas vozes e com os nossos passos de jazz.No final,fizemos uma pose e fomos aplaudidas pelas meninas e por Sandy.Eu agradeci os aplausos das meninas com um  pequeno sorriso e com um aceno de cabeça e fui me sentar do lado da San,dizendo a ela:

-Arrasamos,amiga!Será que mais alguém vai se apresentar?-perguntei curiosa,olhando as meninas atrás de nós,vendo se mais alguém ia se apresentar.
Estava animada com a tarefa,mas estava mais animada naquele dia porque o meu louco primo Duncan chegou de viagem e ia se hospedar lá em casa por alguns dias!Tava louca pra a nossa reunião na sala das TT acabar para eu ir pra casa e receber meu primo!

Tags

Com:San,Sandy e TT's Vestindo: Uniforme das CheeriosOuvindo: ??? Notes: ???

Thanks Pabs @ Wonderland Editions

____________________

Mellanie  Winchester
Mel | Sweet girl | William McKinley | Troubletones |Duncan's cousin |  Jhonah, Mitchie and Jane sister

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Annelise S. Mathieu em Sex 19 Jul 2013 - 23:36



I think I’m going insane and, babe, it hurts so bad!



 E ntrei na sala das Troubletones, e ninguém pareceu notar, então, sentei em um puf  no fundo da sala, escondida, e esperei o professor responsável terminar de falar. Acho que, embora estivesse com aquela sensação boa de frio na barriga, pelo nervosismo de primeiro dia de aula no grupo, eu também estava empolgada, e até demais. E toda vez que eu tinha aquela mistura de sensações, boa coisa não acontecia.

Por isso, fiquei um pouco receosa em relação ao meu comportamento em relação ao grupo, mais até da reação do grupo em relação a mim. Eu só não queria ficar em destaque, negativamente. “Mas fala sério Anne! No que você está pensando? O que de tão errado poderia acontecer, justo hoje? Esse era o seu primeiro dia ali, certo? Elas nem iam ter como desconfiar da sua bipolaridade.”

Percebi que o professor parou de falar e eu meio que havia perdido as informações do tipo de performance que ele queria. Li no quadro a palavra Voz e o nome de alguns cantores marcantes, com alguma dificuldade, afinal, eu sou dislexa, e comecei a pensar em uma música. Decidi optar por Birdy. Eu me levantei e me dirigi ao centro da sala, cumprimentando a todos com a cabeça. Após isso eu sorri sinceramente, porém com o corpo bastante tenso, devido a todos os olhares estarem focados somente em mim, e disse:

-Prazer, meu nome é Annelise Mathieu, mas podem me chamar de Anne. - falei com sotaque francês, agora um pouco mais leve, mas um pouco nervosa de estragar tudo que estava indo bem. – Não sou de Ohio, nem da América, como deu pra perceber. Na verdade, eu sou francesa, e tenho que admitir que estou sentindomuita falta da minha Paris. –dei um suspiro saudosista - Mas agora chega de falar de mim e vamos à música, certo? –sorri, meio sapeca - Eu decidi cantar Skinny Love, da Birdy.

Caminhei lentamente e me sentei ao piano, me endireitando na cadeira, e ajeitando o microfone à minha altura. Comecei a tocar as primeiras notas. Fechei meus olhos antes de começar:

-Come on, skinny love, just last the year – eu sorria dolorosamente, enquanto minha voz saia doce e fraca. Minha voz estava angústiada. - Pour a little salt, we were never here – Cantei essa parte levemente mais suave, também mudando a intensidade nas teclas. No fim da frase minha voz foi ficando rouca propositalmente. Para aumentar a dor que eu queria passar. Abri meus olhos encarando o nada, meu olhar era triste, mordi meu lábio inferior levemente, e fechei os olhos, antes de continuar - My, my, my, my, my, my, my, my – Aumentei levemente a intensidade do dedilhado, ao passo que minha voz se manteve doce e fraca, porém deixou de ser rouca, e diminuindo assim a sua angústia. Balançava a cabeça de um lado para o outro a cada My cantado - Staring at the sink of blood and crushed veneer – Assim como no arranjo da música da Birdy, e diminui  quase que completamente intensidade da música, e eu havia seguido o original até ali, então decidi começar a arriscar. O desafio era esse, não? Eu cantei tudo igual, menos a palavra veneer, aonde eu fiz algumas voltas um pouco mais graves.

Toquei o alguns acordes que fariam a preparação pra segunda parte, suavemente. Então decidi arriscar ainda mais na segunda estrófe. Queria mostrar um bom cartão de visitas. Será que eu coseguiria? Aquela dúvida estava simplesmente me matando.

-I tell my love to wreck it all – Então eu sai do grave para o agudo, e agora minha voz era mais poderosa e cheia, enquanto eu fazia algumas voltas na musica. Terminando com a  palavra all, mais aguda. Eu tocava o piano mais forte, mudando de intensidade, em relação a primeira estrofe, Todo o meu corpo se mexia, tanto por ansiedade, como pela musica que soava. Minha expressão facial parecia bastante amargurada. - Cut out all the ropes and let me fall, oh – Na segunda frase mantive a melodia original, e a mesma intensidade na voz e no piano que já usava anteriormente, porém acrescentei um oh mais agudo ao final da frase - My, my, my, my, my, my, my, my – Cantei essa parte quase que da mesma forma que cantei da primeira vez, só que eu prolonguei o sexto my um pouquinho. Abri meus olhos novamente, olhei as garotas de lado rapidamente, com um sorriso torto, meio triste, e com os olhos já lacrimeijando, então olhei novamente, para as teclas do piano e desfiz meu sorriso para continuar cantando - Right in the moment this order's tall – Diminui a intensidade da música e cantei suavemente aquelas palavras, enquanto minha voz se tornava menos poderosa, e mais doce.

Fiz uma preparação no piano, porque eu havia tido uma ideia pra essa música, e essa ideia envolvia dedilhado. Sorri com o canto dos lábios assim que começei o dedilhado, que começava no grave, e tinha seu efeitos nas notas mais agudas do piano. Estava bastante nervosa, embora não aparentasse muito, a não ser pelos meu olhos, que sempre me acusaram em tudo.

-And I told you to be patient, and I told you to be fine - comecei a cantar o coro, e minha voz parecia frágil, prestes a quebrar, era rouca e doce, enquanto meus dedos percorriam a imensidão do piano. - And I told you to be balanced, and I told you to be kind – eu aumentei levemente a intensidade,  enquanto minha voz ia crescendo com a música, enquanto algumas voltinhas surigiram nas palavras balanced na primeira frase, e kind, na segunda. Meus olhos fecharam por alguns segundos, enquanto balançava a cabeça lentamente - In the morning i'll be with you, but it will be a different "kind" – a intensidade no piano cresceu ainda mais, enquando minha voz manteve-se igual. Em different “kind” modifiquei tanto a métrica como a melodia com algumas voltas com a voz, os movimentos de minha cabeça ficaram ainda mais frenéticos enquanto pressionava meus olhos. - 'Cause I'll be holding all the tickets and you'll be owning all the fines – Cantei aquela parte da melodia de acordo com o original, já diminuindo o ritmo. Mordi os lábios levemente, assim que parei de cantar.

Fiz uma pausa de alguns segundos, preparando a música para voltar a melodia da música original. Assim que o fiz, voltei a cantar:

-Come on, skinny love, what happened here? – Abri meus olhos e olhei novamente para as garotas e para o professor, para ver suas reações, mas a única resposta foi que elas apenas observavam a performance atentamente, como se me analizassem e a cada movimento meu, através de visão de raio-x. Minha voz era forte, enquanto minhas tecladas eram leves e firmes, assim como minha voz - Suckle on the hope in lite brassiere – Fiz uma voltinha nessa parte em falsete. Meus olhos estavam inconsoláveis, eu podia sentir as lágrimas se juntando, devido a emoção da música. - My, my, my, my, my, my, my, my – Voltei meu olhar para as teclas brancas do piano, enquanto minha voz cantava com força as voltas que eu criara para essa parte da música. - Sullen load is full; so slow on the split -  Ergui meu olhos novamente, encarando o nada, com um olhar melancólico. Minha voz saiu seca  e triste, rouca e fraca.

-And I told you to be patient, and I told you to be fine – voltei com o dedilhado que havia tocado quando havia cantado o coro pela primeira vez, mas agora, ele era intenso desde o início. Mantive a melodia da música original, porém cantava com mais poder que a Birdy. - And I told you to be balanced, and I told you to be kind – Ainda de olhos abertos, eu cantava com o coração, batendo forte nas teclas do piano. Eu observava a parede em frente ao piano, olhava fixamente para ela. Minha voz vazia algumas voltinhas, vez ou outra. - Now all your love is wasted? Then who the hell was I? - Fechei os meus olhos, inspirando fundo, e deixei uma solitária lágrima escorrer por meu rosto. Minha voz era mais rancorosa agora, soava bastante rouca e forte, como se eu realmente estivesse em uma briga com alguém. Foi quando eu lembrei que eu já não estava em meus melhores dia. “Isso não pode estar acontecendo” pensei. - Now i'm breaking at the bridges and at the end of all your lines – Cantei tentando controlar um pouco as emoções, que estavam muito à flor da pele. Minha voz voltou a ser doce, mas mantinha a sua forma poderosa Fui crescendo a intensidade com o piano até parar de repente.

-Who will love you? Who will fight? – eu toquei os acordes agudos, enquanto minha voz saia doce e inocente. Abri os olhos lentamente, enquanto observava meus dedos tocarem as teclas, com o meu melhor olhar triste e ingênuo. - Who will fall far behind? -  minha voz começou forte e foi sumindo até o fim da frase, enquanto encarei a todos com o mesmo olhar de antes. Enquanto parava de tocar - Come on skinny love... – voltei a tocar mais intensamente, e dei meu último grito poderoso com a voz, enquanto minha expressão facial demonstrava angústia novamente. - My, my, my, my, my, my, my, my – eu apenas seguia a melodia original, enquanto balançava a cabeça de um lado para o outro, na levada da música, - My, my, my, my, my, my, my, my – Fiz algumas voltas, até que fui diminuindo a levada do ritmo, e, com a voz mais rouca e doce que eu tinha, cantei  a última palavra, e encerrei a apresentação.

Me levantei do piano e me sentei em um puff que estava vago na frente.  Agora era esperar as outras performances.





COM: O Professor das Troblestones, e as garotas, que eu ainda não conheço
ONDE:Sala das Troubletones
CANTANDO: Skinny Love, Birdy
NOTAS:Primeira aula nas Troubletones
POST: 0001
OBS.: mals pelo tamanho, me empolguei ^^



Legenda


Narração
”Pensamento”
-Falas ou cantorias
Destaques na narração

Coded by @Lilah for WE


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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Luna Michele Merëtseger em Dom 21 Jul 2013 - 16:57




Hit It !

I Born for This ... Sing !

"

Mais uma semana nas Troubletones, aquilo estava virando rotina para mim. Sempre ficava ansiosa para apresentar algo e desta vez a tarefa era meu ponto forte, Minha voz.
Seria de se esperar que todas as performances seriam emotivas e ótimas, como a de Annelise. Ela era nova no grupo mas tinha uma voz muito bonita e acertou na tarefa designada. Assim que ela terminou sua performance, os aplausos preencheram a sala e eu me levantei, nervosa e com um frio na barriga como sempre ficava ao encarar todas aquelas garotas.
- Oi, como a semana é de vozes marcantes e irei cantar Celine Dion, uma artista que para mim além de ser um ícone foi muito marcante na vida de muitos.  
Pequei uma Cadeira alta que estava perto do piano e a levei até o centro da sala. Fiz sinal para a banda que logo começou a executar a melodia suave e melódica da musica. Senti um arrepio ao ouvir o toque me preencher, respirei puxando o ar e me preparei para cantar e transmitir a emoção necessária da musica.

Every night in my dreams
I see you, I feel you,
That is how I know you go on
 

Começo a cantar com a voz dividida entre o grave e o agudo, cantava as primeiras palavras num tom Baixo mas auditivo, com a voz firme e melódica e nos finais do trecho como em '' I Feel you '' eu suavizava o timbre vocal e estendia um pouco as palavras. Minhas mãos estavam entrelaçadas, aquela musica era de certa forma muito sentimental para mim e eu iria apenas transmitir o que realmente estava sentindo não iria fingir.

Far across the distance
And spaces between us
You have come to show you go on

Novamente firmei a voz no começo do trecho, mas dessa vez não suavizei nos finais deixei o tom grave e melódico como no trecho anterior. Rapidamente umedeci os lábios com a linguá e puxei um pouco de ar. Encarei por um breve momento todos ali e fechei os olhos me concentrando na musica.

Near, far, wherever you are
I believe that the heart does go on
Once more you open the door
And you're here in my heart
And my heart will go on and on

Elevei um pouco a voz, minha voz soava suave e teatral, como se sussurrasse as palavras. O tom firme e forte que estava nos inicio se transformou numa melodia aguda e suave naquele trecho. Lagrimas se formavam nos meus olhos fechados, respirei um pouco segurando a emoção.

Love can touch us one time
And last for a lifetime
And never let go till we're one

Love was when I loved you
One true time I hold to
In my life we'll always go on

Abri os olhos seguindo com a musica. O ritmo ficou um pouco mas forte e emotivo, continuei com o tom baixo e suave. Em '' last for a Lifetime '' elevei a voz num tom meio agudo e alto. Aquele momento minha voz soava como se estivesse desabafando com alguém, meu tom dramático seguia de acordo com as notas musicais da banda.


Near, far, wherever you are
I believe that the heart does go on
Once more you open the door
And you're here in my heart
And my heart will go on and on

Desta vez ao invés de suavizar como havia feito na primeira vez cantada da mesma estrofe eu firmei o tom deixando o forte, alongava as ultimas notas num vibrato deixando-a mas emotiva e bonita e quando terminei de cantar as palavras do trecho fechei os olhos, com certeza aquela parte seria a mais emotiva para mim.

You're here, there's nothing I fear,
And I know that my heart will go on
We'll stay forever this way
You are safe in my heart
And my heart will go on and on

A batida da bateria no toque me deu um nó na garganta, os olhos novamente foram preenchidos por lagrimas, mas dessa vez não me contive deixei algumas lágrimas escorrerem pelo rosto. Em '' You're here, there's nothing I fear '' Aumentei o timbre vocal e meu minha voz soava num tom Grave mas afinado, o vibrato prevalecia durante as ultimas palavras da estrofe junto a um tom agudo que deixava a musica bem emocionante. Em '' And I know that my heart will go on '' Continuei com a voz alta num tom agudo, como um grito, mas afinado e um comportado no final eu abaixei o tom deixando o melódico e firme. Novamente elevei o timbre e a nota aguda em '' We'll stay forever this way '' e em '' You are safe in my heart  '' Desci um pouco o timbre, que se tornou mediano entre o agudo e o grave. Meu timbre continuou mediano no começo de '' And my heart will go on and on '' e no final ( No '' and on '' ) Eu Estiquei a nota e meu tom agudo foi se elevando aos poucos. Depois de algum tempo com a nota alongada eu continuei com um tipo de gemido seguindo o tom baixo e suave até as ultimas melodias serem tocadas pela banda.
Limpei a lágrima que estava sobre meu rosto com o dedo e sorri ao ouvir os aplausos frenéticos das garotas da sala. Me levantei e inclinei o corpo agradecendo como as pessoas fazer no final de uma apresentação. Depois segui até minha poltrona e me sentei com um sorriso leve e tímido esperando as próximas garotas cantarem


 

Day: 21/07  Place: Sala das Troubletones    With: Treinador Sandy e as Troubletones   Humor: Confiante                     Clothing: Roupa AQUI !  
credits @

____________________

THERE'S LOVING IN YOUR EYES
That pulls me closer. It's so subtle, I'm in trouble, But I'd love to be in trouble with you. I got the healing that you want. let' s Marvin Gaye and get it on.

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por SanClair S. Scherbítsky em Dom 21 Jul 2013 - 21:42




Back to Black
Amy ♥


Tarefa da semana...voz, rainha Sandy  havia nos pedido para concentramos mais em nossas vozes nessa tarefa, era fácil para mim me concentrar em minha voz, ela era perfeita, assim como eu, minha voz era mais uma prova que deus me criara com perfeição, assim que saio do treino das cheerios com Mellaine agarra em mim, sento em um dos ultimos pufes e lixava minha unha como de costume, assim percebo a entrada de uma novata, reviro os olhos e volto  minha atenção para minhas unhas, Lady Sandy estava maravilhada com a performance enjoativa da novata, era perturbador ter que ouvir ela cantar, assim que ela termina e volta a se sentar, a analiso por alguns segundos, Luna, olhos de bob esponja, foi ao centro da sala e faz um discurso chato e digno de uma soneca, assim que ela termina de se apresentar, cruzo os braços com um sorriso sarcástico e digo - Pobre Celine Dilon, deve estar se revirando no tumulo - Mellaine me pede pra pegar leve e Grace faz o mesmo, reviro os olhos e me dirijo ao centro da sala, peço que o baterista traga até mim o pedestal, coloco o microfone nele e antes de cantar digo:

- Bom, devo admitir que a garota com cara de pscicopata (Annelise) e a garota dos olhos de bob esponja (Luna) me impressionaram com as artistas que escolheram, mas não vamos esquecer da Diva que mudou a vida de todos com glamour e atitude, Amy Winehouse, que apesar de parecer com um grafite de lapiseira, fez musicas otimas, como Back to Black.

Assim me dirijo para atrás do pedestal e olho para a banda que começa a tocar, o pianista começa a tocar e junto com ele vinha uma batida de um pandeiro que fazia questão de acompanhar com uma batida em minha coxa, minha mão esquerda estava segurando o microfone que estava preso ao pedestal, movo meus olhos para Luna, com um sorriso malicioso em meus lábios, relembrava do nosso ultimo momento na sala das troubletones, queria que aquele acontecido fosse apenas um aviso pra que ela não criasse esperança com Robert, claro que nada entre eles iria acontecer, afinal, Robert era gay, mas mesmo assim, se ele resolvesse "ceder ao extinto" com ela, estando comigo de mentira e eu tivesse que passar por chifruda, eu acabaria com ambos, voltei minha concentração para minha voz, assim comecei, minha voz estava grave, um pouco rouca e firme, havia treinado para deixa-la a mais parecida possivel com a de Amy, vejo que Sandy estava com seus olhos presos a mim, pelo visto ela era fão de Amy, assim como eu, minha voz continuava grave e rouca, porém a tornei um pouco mais ativa, mas não perdendo o controle da mesma, em "Me and my head high", torno minha voz um pouco mais ofegante e grave, arrasto por pequenos segundos o "and, "head" e "tears", em "get on without" o apressei por poucos segundo e em "my guy" o arrastei com minha voz rouca e grave, minha voz era sempre foi um contralto, era facil mante-la frágil, rouca e versátil:

He left no time to regret
Kept his dick wet with his same old safe bet
Me and my head high
And my tears dry, get on without my guy

Minha voz não mudara muito, apenas a tornei a versátil, equilibrando-a para não deixa-la cansativa de se ouvir, em "You went back to what you knew" arrastei "You" por contáveis 5 segundos e logo em seguida dei uma pequena pousa entre "you" e "knew", Grace e Luna Holmes cantavam no backvocal, elas faziam curtos, porém importantes (ahhh), suas vozes eram perfeitas, ambas entraram em sintônia com a minha, em "So far removed from all that we went through" fiz questão de prologar o Far por 5 segundos e dar uma pequena quase não notável, Sandy começa a bater palmas acompanhando a batida do pandeiro:      

You went back to what you knew
So far removed from all that we went through
And I tread a troubled track
My odds are stacked, I'll go back to black


Chega a hora do refrão, torno minha voz mais forte e um pouco aguda em "We only said goodbye with words", porém não muito, tiro o microfone do pedestal e caminho até Sandy, não ficando próxima a ele, mas que pudêssemos ficar frente a frente, Sandy fazia um sinal de cruz para mim, dessa vez não iria abusar dele, em "I died a hundred times" prolonguei o "I died" com minha voz grave e rouca no máximo, depois a deixei da mesma forma como havia começado, em "And I go back to" deixei minha voz desfalecer, pronunciava cada palavra com calma e separadamente, o mesmo fiz em "I go back to us" minha voz continuo desfalecida, repeti I go back to, dei uma pequena pausa e cantei "us" com uma voz aguda a desfalecendo ainda mais:

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
I go back to us

Virei de costas para todos e caminhei até o pianista, sentei em cima do piano e continuei cantando para as garotas, em "I love you much" tornei minha voz grave e tremu-la, desço do piano e caminho entre a banda, novamente chego perto de Sandy, sento em seu colo e canto com uma voz oca e ofegante, me levanto e me direciono para o pedestal, coloquei o microfone nele e coloco minhas mãos na parte de baixo do pedestal e fecho meus olhos em concentrando em minha voz:    

I love you much
It's not enough, you love blow and I love puff
And life is like a pipe
And I'm a tiny penny rolling up the walls inside

Abro os olhos e me balanço acompanhando a harmonia, minha voz no refrão continuava a mesma como estava antes, rouca e grave, novamente prolonguei o "I died" e sempre em "And I go back to" desfalecia minha voz, a deixando caida e fraca, mas sempre em um tom grave, caminhei novamente até Sandy e sentei em seu colo, cantava "Black" encostada em seu ombro, depois me levantei e caminhei até o pianista, sentei em cima do piano em "I go back to" eu deixava minha voz mais fraca e murcha:

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to

Black, black, black, black
Black, black, black...
I go back to
I go back to

Desço do piano e volto para o pedestal, desta vez encaro Luna com um sorriso malicioso, fecho meus olhos e me concentro em minha voz a deixando firme, rouca e grave, assim que termino deixando o "You go back to her" desfalecer totalmente.

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to
We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to black

Assim que termino, me dirijo ao meu lugar e sento cruzando as pernas e voltando a lixar minhas unhas, Grace diz que minha apresentação havia sido ótima, sorrio para ela e digo - Por favor Grace, diga algo que eu não sei, eu simplesmente arraso e mostrei pra algumas lesadas o que é realmente uma grande apresentação - Disse encarando Luna.

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Mellanie Grey Winchester em Seg 22 Jul 2013 - 10:05










Best Troubletones work ever!
Diva's voices

But I set fire to the rain!


Finalmente alguma coisa mudou para melhor essa semana.O Duncan apareceu para me visitar,o que foi realmente divertido.A gente se divertia demais juntos quando éramos crianças e agora ficamos mais amigos ainda.Acho que o Matth ia gostar de ser amigo do Duncan.Ainda ontem eu,o Duncan e o Jhonah fizemos uma big maratona de filmes de terror lá em casa,o que foi superdivertido,porque no fim terminou com uma grande guerra de travesseiros.Era realmente demais quando o Duncan ia lá em casa porque a gente sempre virava a madrugada conversando besteiras e vendo filmes.
Depois de sairmos de mais um treino das Cheerios,eu e San fomos direto para a sala das Troubletones,para não nos atrasarmos para a tarefa.A tarefa da semana foi sensacional.Voz,divas.Simplesmente demais o tema.Muitas divas da música são sensacionais graças as suas vozes.Temos Adele,com sua potente e grave voz,Amy Winehouse,com a sua poderosa voz rouca,Amy Lee,com suas letras tristes,mas com a sua voz poderosa,entre outras.Assim que Sandy falou o tema da semana,nem precisei pensar duas vezes: ia cantar Adele,lógico!
Revirei minha cabeça em busca de alguma música boa dela pra cantar e já encontrei.Assisti a performance boa de Luna,a inimiga da San.San fez um comentário sobre a performance de Luna que me fez revirar os olhos.
Só ela mesmo pra dizer isso.Eu disse baixinho a minha amiga:-Deixa a garota em paz,caramba.-Sabia que ela ia dizer algo desagradável a mim depois,mas nem liguei.Aplaudi a boa performance de Luna,junto com as meninas e aplaudi também a performance da minha amiga,que cantou Back to Black,da Amy.Quando a San terminou sua performance e Sandy disse um ''próxima'',me levantei e disse:
-Boa escolha de divas pra a apresentação de vocês,meninas.-disse,piscando brincalhona pra San e Luna.Rindo,completei:-Celine Dion é maravilhosa e suas músicas são boas e quanto á Amy Winehouse,suas músicas e sua voz rouca e potente são sensacionais,claro.E pra a minha performance na tarefa,eu escolhi Adele,que é uma das divas da nossa geração,juntamente com Demi Lovato,que é outra garota que eu admiro demais.Adele marcou demais pela sua potente e grave voz e por suas músicas falarem de problemas com garotos.E quem de nós nunca teve problemas com  eles,não é?

Fui para o centro da sala e pedi ao pianista para começar a tocar a música.Fechei os olhos e comecei a cantar,dando um tom mais grave á minha voz nas duas primeiras linhas da estrofe da música:

I let it fall, my heart
And as it fell, you rose to claim it
It was dark and I was over
Until you kissed my lips and you saved me

Em ''it was dark and I was over'',prolonguei a nota em minha voz mais uma vez,deixando-a grave e em ''untill you kissed my lips lips and you saved me'',prolonguei novamente a nota em ''you saved me''.Depois,em ''my hands they were stronger'',but my kness were far too weak'',prolonguei a nota mais uma vez,deixando um tom grave em minha voz,já que a música tinha tons graves,por causa da linda voz da Adele.Ainda de olhos fechados,continuei a cantar,colocando um tom mais intenso na minha voz a cada frase da estrofe da música:

My hands they were strong
But my knees were far too weak
To stand in your arms
Without falling to your feet

Em seguida,em ''there's a side to you,that I never knew,never knew'',prolonguei a nota novamente,fazendo uma pequena pausa em ''never knew'' e nas duas próximas frases,especialmente em and the games you'd played,you would always win,always win'',prolonguei a nota,deixando a minha voz um pouco mais grave,mas um grave sutil:

But there's a side, to you, that I never knew, never knew
All the things you'd said, they were never true, never true
And the games you'd played, you would always win, always win

Para a próxima parte,antes de cantar,fingi que estava tocando algum tipo de bateria,já que nessa hora,tinha o som desse instrumento na música.Abri os olhos e em seguida,com uma intensidade maior,em ''but I set fire to the rain,watch it pour as I touched your face'''',prolonguei a nota novamente,fazendo uma pequena pausa em 'touched your face'' e nas duas próximas frases,especialmente em ''well it burned it pour as I touched your face,Well,it burned while I cried'',prolonguei a nota,deixando a minha voz um pouco mais grave,mas um grave sutil.Fiz a mesma coisa na última parte da estrofe:

But I set fire to the rain
Watched it pour as I touched your face
Well, it burned while I cried
'Cause I heard it screaming out your name, your name!

Em seguida,em ''When I lay,with you,I could stay there,close my eyes'',prolonguei a nota novamente,fechando os olhos em ''close my eyes'' e os abri novamente. Nas duas próximas frases,especialmente em ''feel you here forever,you and me together,nothing is better!'',prolonguei a nota,deixando a minha voz um pouco mais grave,mas um grave sutil.

When I lay, with you
I could stay there, close my eyes
Feel you here forever
You and me together, nothing is better!

Depois,em ''Cause there's a side, to you, that I never knew, never knew'',prolonguei a nota novamente,fazendo uma pequena pausa em ''never knew'' e nas duas próximas frases,especialmente em ''and the games you'd played,you would always win,always win'',prolonguei a nota,deixando a minha voz um pouco mais grave,mas um grave sutil:

Cause there's a side, to you, that I never knew, never knew
All the things you'd said, they were never true, never true
And the games you'd played, you would always win, always win

Na próxima parte,que era o refrão da música,fingi que estava tocando algum tipo de bateria,já que nessa hora,tinha o som desse instrumento na música.Abri os olhos e em seguida,com uma intensidade maior,em ''but I set fire to the rain,watch it pour as I touched your face'''',prolonguei a nota novamente,fazendo uma pequena pausa em 'touched your face'' e nas duas próximas frases,especialmente em ''well it burned it pour as I touched your face,Well,it burned while I cried'',prolonguei a nota,deixando a minha voz um pouco mais grave,mas um grave sutil.

But I set fire to the rain
Watched it pour as I touched your face
Well, it burned while I cried
'Cause I heard it screaming out your name, your name!

I set fire to the rain
And I threw us into the flames
Well, it felt something died
Cause I knew that that was the last time, the last time!

Sometimes I wake up by the door
That heart you caught must be waiting for ya…
Even now when we're already over
I can't help myself from looking for ya

Para a próxima parte,antes de cantar,fingi que estava tocando algum tipo de bateria,já que nessa hora,tinha o som desse instrumento na música.Abri os olhos e em seguida,com uma intensidade maior,em ''but I set fire to the rain,watch it pour as I touched your face'''',prolonguei a nota novamente,fazendo uma pequena pausa em 'touched your face'' e nas duas próximas frases,especialmente em ''well it burned it pour as I touched your face,Well,it burned while I cried'',prolonguei a nota,deixando a minha voz um pouco mais grave,mas um grave sutil.Fiz a mesma coisa na última parte da estrofe:

I set fire to the rain
Watched it pour as I touched your face
Well, it burned while I cried
'Cause I heard it screaming out your name, your name!

Na próxima parte,que era o refrão da música,fingi que estava tocando algum tipo de bateria,já que nessa hora,tinha o som desse instrumento na música.Abri os olhos e em seguida,com uma intensidade maior,em ''but I set fire to the rain,watch it pour as I touched your face'''',prolonguei a nota novamente,fazendo uma pequena pausa em 'touched your face'' e nas duas próximas frases,especialmente em ''well it burned it pour as I touched your face,Well,it burned while I cried'',prolonguei a nota,deixando a minha voz um pouco mais grave,mas um grave sutil.

I set fire to the rain
And I threw us into the flames
Well, it felt something died,
'Cause I knew than that was the last time, the last time!

Oh oh oh oh oh…

Let it burn…

No final,deixei prolongar a nota na minha voz em ''let it burn''.Agradeci os aplausos das meninas e de Sandy e antes de me sentar,eu disse:-Eu escolhi Adele porque além de suas músicas serem sensacionais e falar de problemas com garotos que tenho certeza nós já passamos por isso um dia,o que mais lhe marcou foi sua voz potente e poderosa.-As meninas me aplaudiram de novo e fui me sentar perto da San,esperando a próxima a se apresentar.

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Com: Sandy e Troubletones Vestindo: Uniforme das Cheerios Ouvindo: ??? Notes: Set Fire to the Rain

Thanks Pabs @ Wonderland Editions

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Mellanie  Winchester
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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Jane A. Oswald em Ter 23 Jul 2013 - 17:01






CRY BABY

O meu dia não podia estar mais tedioso , desde de que cheguei a Lima , a diversão da minha vida tinha diminuído de 15 para -3 . Não que minha vida em Nova York fosse super agitada , porque não era , mas por em morar em Nova York , sua vida fica um pouca mais divertida , acredite . Sem falar nos eventos que acontecem e nos flash mob's  inesquecíveis . Acho que esse é o maior motivo das pessoas gostarem tanto de Nova York ,não importa o quanto chata sua vida é , a cidade sempre te traz um pouco de felicidade . Lima era diferente , até o noticiário da cidade deixavam as pessoas com tédio , a cidade em si era não era nada divertida . Haviam 5 famílias de classe alta em Lima , as outras vinham de outras cidades maiores ,eram donos de empresas grandes que esperavam ganhar público em Lima , era isso ou queriam dar um lição nos filhos .  
Minha avó havia me matriculado em colégio que ficava, dois quarteirões há nossa casa. A escola era grande, talvez uma das maiores em Ohio , mas sua reputação vinha de mal a pior. Para começar era uma escola pública e como toda escola pública há suas confusões , o diretor sempre tentou esconder as confusões da escola, mas como os noticiários da cidade não tem uma verdadeira reportagem há anos , a melhor coisa a fazer é pegar qualquer coisa que vier a calhar . Naquela manhã a escola estava em seu estilo habitual , meninos sendo jogados nas latas de lixos por jogadores de futebol americanos populares , cheerios andando como se estivessem em um desfile de moda , professores com caras de zumbis . Eu era uma garota da cidade grande não sabia como me diverti em cidades como Lima , cidades como essas são boas quando se tem amigos , a única coisa que eu tinha era um armário e uma avó que resmungava no meu ouvido todo dia . Então , eu teria que fazer o que toda pessoa de cidade grande faz , arrumar um hobbie .
Arrumar o tal hobbie não foi nada fácil, a primeira coisa que tentei foi escrever poemas , mas é difícil quando não se tem uma inspiração , para quem eu escreveria aquilo , para minha mãe prostituta? Ou para a minha avó rabugenta? O hobbie fazer poesias durou pouco tempo , digamos que eu não sou muito criativa para esse tipo de coisa . Então, a única coisa que havia sobrado em minha pequena lista , foi cantar. Eu nunca havia cantado em minha vida , nunca soube se minha voz era boa para isso. As pessoas diziam que eu tinha a voz perfeita para canto, já que ela é bem grossa, mas com uma certa doçura. Mas uma coisa sou eu falando, outra é eu cantando. Pessoas falam e falam ,mas a maioria das vezes só para te deixaram felizes. O McKinley tinha dois corais , o New Directions , o principal que tinha como grande sua grande voz Rachel Barbra Berry . O coral também tinha pessoas , como Quinn Fabray , uma menina popular , capitã das líderes de torcida , que eu nunca imaginei que poderia entrar no tal . O outro era um coral onde só meninas podiam entrar , o treinador quase foi demitido por abuso , mas agora ele treina as TroubleTones .  Sim , eu fiz minha audição para o segundo coral e eu demorei muito tempo para pisar os pés naquela sala . Eu espionava as vezes as garotas cantando , elas com certeza tinham vozes incríveis e tinham bastante treinamento . A primeira vez que eu havia cantado foi na audição , eu não tinha chance com aquelas meninas .
A primeira vez que eu entrei naquela sala , havia uma palavra no quadra que chamava bastante atenção:Voz! Minha boca ficou seca , aquela era a oportunidade perfeita para mostra minha voz . Eu não sabia se ela era boa o bastante como a daquelas meninas ou se eu havia só entrado para as TroubleTone's por causa que eles precisavam de pessoas para competir . Agora era hora , eu me sentei em um puf no fundo da sala , havia algumas garotas na minha frente , algumas eram cheerios . Uma garota loira se apresentou primeiro , ela tocava o piano como acompanhamento , ela tinha uma voz doce , mas de fato poderosa . Depois dela uma garota de cabelos castanhos cantou uma música da Celine Dion , para a a performance foi boa , mas a menina de cabelos loiros tinha deixado um marco . Após a menina de cabelos castanhos terminar , cujo nome era Luna , uma cheerio fez um comentário maldoso sobre a apresentação:-Pobre Celine Dilon, deve estar se revirando no tumulo!- O comentário tinha a ideia de ser maldoso , e era verdade que Luna não havia feito uma apresentação boa , mas não tinha como não rir do terrível engano da cheerio ao achar que Celine Dion estava morta . A cheerio cantou após Luna e depois a sua amiga cujo nome era Mellanie , as duas tinham vozes lindas ,e pareciam ser ótimas dançarinas também . Elas tinham ritmo eletrizante que mesmo cantando Adele ou Amy Winehouse deixava a sala bem mais alegre .
Parecia não haver mais ninguém para se apresentar , era minha chance de mostrar minha verdadeira voz para aquelas pessoas . Mas era difícil andar até o centro da sala , depois de duas apresentações ilustres . Mas acho que meu corpo não obedecia a razão , me levantei calmamente e devagar. Cheguei ao centro da sala, e olhei para os rostos de minhas colegas e do professor. -Olá meu nome é Jane Angeline Oswald e eu irei cantar Cry Baby de Janis Joplin . - Eu achava minha escolha totalmente segura , mas pensando bem naquele momento eu não nem segura e muito menos bem . Eu andei até um dos meninos da banda e perguntei se ele conhecia a música , ele fez um sinal que sim e mandei ele tocar. Eu fechei os olhos e ouvi a melodia entrar pelos meus ouvidos e tudo parecia muito melhor acho que eu só precisei me liberar um pouco para aquele nervosismo passar . Eu comecei a música com o refrão igual a Janis , e com era o refrão eu tinha que começar com a nota mais alta , respirei fundo e soltei aquela nota:-Cry, cry baby, cry baby!. Logo depois minha voz se transformou e eu cantava o mais suave possível:-Honey, welcome back home.I know she told you. - Continuei com aquele tom , suave e com uma certa melancolia , eu aumenta um pouco o tom a cada frase , para que no refrão desse o mesmo tom alto do começo:- Honey I know she told you that she loved you.Much more than I did.-O meu tom de voz aumentou um pouco mais dessa vez , mas continuo com um pouco de doçura , eu ainda não havia chegado no refrão , então não tinha porque eu aumentar o meu tom tanto assim:-But all I know is that she left you.And you swear that you just don't know why.But you know, honey I'll always.- A próxima nota era a anterior ao refrão , então eu iria alongá-la um pouco até chegar ao refrão:- I'll always be around, if you ever want me.
A parte do refrão havia finalmente chegado , eu andei alguns passos a frente , para ficar mais perto da plateia , eu ouvia as batidas da música e minha respiração para que aquela tal nota saísse perfeita:-Come on and cry, cry baby, cry baby, cry baby!-Eu tentava colocar minha voz no mesmo tom doce e melancólico do começo ,era difícil , mas eu havia conseguido:-Oh, honey, welcome back home.Don't you know, honey.Ain't nobody ever gonna love you.The way I try to do? - Minha voz fazia os mesmo exercícios do começo , começava suava e calma e ia aumentando a cada frase e nota:-Who'll take all your pain.Honey, your heartache, too? And if you need me, you know.That I'll always be around, if you ever want me.-O refrão vinha novamente e eu estava mais que preparada para aquela nota alta ,que tinha que sair mais que perfeita:-Come on and cry, cry baby, cry baby, cry baby.Oh, daddy, like you always saying to do.-Minha voz agora iria para um tom bem diferente que eu ainda não havia cantado na música:-And when you walk around the world, baby.You said you'd try to look for the end of the road.You might find out later that the road'll end in Detroit.Honey, the road'll even end in Kathmandu.-Meu tom de voz era como se eu estivesse discutindo com alguém , ele aumentava a cada vez mais , apara quando chegasse a parte da melodia de novo eu pudesse dar um nota alta e clara:-You can go all around the world.Trying to find something to do with your life, baby.When you only gotta do one thing well.You only gotta do one thing well to make it in this world, baby.-Agora eu passa para um tom mais forte e mais claro , a nota mais alta estava para chegar e eu teria que segurar o mesmo tom pelo resto da música o que seria difícil , mas não impossível:-You got a woman waiting for you there.All you ever gotta do is be a good man one time to one woman.And that'll be the end of the road, baby.I know you got more tears to share, baby.-Agora minha voz estava preparada para aquela nota tão esperada por mim, minha respiração ia aumentando e eu finalmente consegui dar a nota:-So come on, come on, come on, come on, come on.And cry, cry baby, cry baby, cry baby.And if you ever feel a little lonely, dear.I want you to come on, come on to your mama now.And if you ever want a little love of a woman.-Estava no final da música aquela nota seria a maior nota que eu já havia cantado , eu teria que tirar aquela força de algum lugar e estava mais que preparada:-Come on and baby, baby, baby, baby, baby, baby now.Cry baby, yeah.
A música havia acabado , eu considerava meu trabalho feito , eu estava ofegante e minha respiração era rápida . Mas minha mente estava em minha performance , eu a considerava maravilhosa . Eu agradeci e voltei para o meu lugar , bastante ofegante , mas feliz.







____________________


McKinley ♥️ TroubleTones ♥️ Dirty Pretty Things ♥️ Blackbird
Jane Angeline Oswald !

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Gwen McCartney em Qua 24 Jul 2013 - 17:45


He's Got The Way, He's Got The Way!

A febre finalmente havia passado totalmente. Milagroso chá que meu pai fez, como ele conseguia aquelas receitas? Vai ver é porque ele está aprendendo a usar o computador, ou porque é velho demais e essas receitas são do tempo dele. O gosto da bebida era terrível, mas realmente fazia efeito. Estava me sentindo ainda melhor e mais saudável, novinha em folha!
Havia perdido uma semana inteira de aula, o que é péssimo, sem contar nas reuniões do coral que perdi também, talvez o treinador me mate, talvez não...
Assim que o sinal tocou eu sai correndo, sem ao menos prestar atenção no menino bonitinho da aula de filosofia, mas nem fiz questão disso, da última vez que o fiz presenciei algo não muito agradável, como colar um chiclete debaixo da mesa e depois pegá-lo de volta para continuar a mastigar. Nojento!
As pressas consegui chegar a sala. Descobri que estávamos na terceira tarefa do clube do coral, droga! É terrível saber que o mundo continua quando você para... Fiquei em depressão quando soube de um barraco que teve entre SanClair e Luna, por causa de um garoto pra lá de gato. Disseram que foi porque a menina latina estava namorando aquele lindo, mas pegou ele no flagra durante uma seção de amassos com a outra, mas não sei se posso acreditar, ouvi essa informação de uma menina drogada que disse que de nada sabia (para uma outra colega de classe), mas assim que ofereceram dinheiro, ela logo mudou o que disse e contou fato por fato, cena por cena. E quando perguntaram como ela sabia de tudo, ela disse que um passarinho, que passava por lá, a contou. Maluca!
Então, a terceira e atual tarefa foi-me explicada, me dando uma tremenda alegria. Minha voz é minha arma, é tudo que eu tenho, e vamos dizer (em modesta parte) que ela é extremamente afinada e tem muito potencial...
Deu tempo de assistir uma apresentação ou outra, que foram muito boas por sinal, e então decidi que estava na minha vez. Já tinha o que cantar, só faltava soltar a voz. Andei até um banquinho presente no meio da sala e ali sentei, ajeitei o pedestal a minha altura, mantendo uma distância considerável para que minha voz não saísse muito alta ou muito ruim pela proximidade do objeto.

- Olá troublegirls! Para a tarefa do dia, cantarei a música Hurricane em versão acústica, por favor banda!

A banda começou a tocar aquela melodia que, a meu ver, era perfeita e acalmava o ambiente. Involuntariamente sorri. Aqueci minha voz discretamente e então aproximei, apenas uns milímetros, minha boca do microfone. Minha voz estava com o timbre forte e assim que abri a boca, as letras tornaram-se marcantes. Atropelava as palavras, transformando-as em uma espécie de rap, porém, mais calma.  

Think the clouds are clogging up my brain
Like the weather drain same
As the tears on my face


Afastei-me um pouco do microfone, pois minha voz estaria prestes a aumentar o tom, e deixei-a mais melodiosa. Começava as frases em um tom mais grave e terminava de forma mais aguda nas últimas sílabas. Estava com um frio na barriga. Mesmo reconhecendo meu talento, essa é uma música difícil de ser cantada. Deu tudo certo, mas o nervosismo não me abandonava, tinha medo de errar quando viesse novamente aquela parte.

And I'm stuck up in the storm eye
I guess I'll be alright

Mal terminei de pronunciar a última frase quando dei continuidade a canção. Em um tom agudo e completamente melodioso, ia suavemente cantando simples "Oh Oh" de forma que ficassem perfeitos. E, ao fundo, os músicos iam gentilmente me ajudando com o "uh oh uh oh", que não ficaram diferentes, saíram exatamente como eu queria. O frio na bariga havia sumido, pois tinha acabado de acomodar minha voz na canção, percebendo que não mudaria ou desafinaria. E essa é uma música que canto tantas vezes... Não tenho com o que me preocupar!

Oh (uh oh uh oh)
Oh oh (uh oh uh oh)
Then it hits me like
Oh (uh oh uh oh)
Oh no (uh oh uh oh uh uh oh)

Usei a mesma voz do começo da canção. Nos primeiros versos, atropelava as palavras rapidamente, como se fossem parte de um rap, e ao fim da estofe eu me acalmava e prolongava as notas, voltando ao tom agudo, que havia abandonado segundos antes, ao fim das últimas palavras. E então juntei o "Oh Oh" na mesma estrofe, sem deixar intervalos ou mudar o tom de voz.

And you're that wind that swept me off my feet
Got me flying till I'm crying and I'm down on my knees
That's what Dorothy was afraid of
The sneaky tornado
Oh (uh oh uh oh)
Oh oh (uh oh uh oh)
There's no place like home
(Uh oh uh oh)
Home (uh oh uh oh uh uh oh)

As notas do violão foram tomando um rumo diferente e o som do piano podia ser ouvido perfeitamente com mais destaque agora. Resolvi, então, soltar minha voz de verdade. Levantei-me do banquinho e roubei o microfone de seu pedestal. Meus passos eram leves e eu formava uma caminhada até as troubletones e o treinador. Acho que em toda apresentação eu sou igual, acho que sou meio previsível... É quase certo eu me soltar sempre no meio da apresentação, e bem, quando isso acontece eu sinto como se eu estivesse em casa com um simples acorde. Meus movimentos eram involuntários, eu pulava, rodava, balançava meus braços, bagunçava meus cabelos...

I'm boarding up the windows
Locking up my heart
It's like every time the wind blows
I feel it tearing us apart
Every time he smiles
I let him in again
Everything is fine
When you're standing in the eye of the hurricane

Me pus no centro da sala novamente, na frente do pedestal. Inclinei-me para direita, para esquerda e depois para baixo. Logo após isso, repeti os movimentos. Minha voz se encontrava mais natural, acho que ela fica melhor assim, e o timbre agudo que  vinha de minhas cordas vocais, mesmo contrariando a versão original, encaixa-se muito bem na música.

Here comes the sun, here comes the rain
Standing in the eye of the hurricane
Here comes the sun, here comes the rain
Standing in the eye of the hurricane

Apoiei uma de minhas mãos no pedestal e dei a volta nele, algum tempo depois eu pus o microfone ali. Deixei minha voz mais baixa, mas não deu para perceber, uma vez que os instrumentos suavizaram. Os tons estavam ainda mais agudos ao fim das frases.

And he picks me up like
He's got the way of the hurricane
And I think I'm fine like
I'm in the eye of the hurricane

Fechei meus olhos a fim de me concentrar e deixar minha voz ainda mais baixa, mas dessa vez  era para que todos percebessem. Estava um pouco cansada, e não foi muito difícil fazer isso. Aproveitei o tempo que tive para trabalhar minha respiração, pois logo depois viria uma parte difícil da canção, que teria obrigação de ser executada da melhor maneira possível.

And I'm floating, floating
And I don't know when, know when
I'm gonna trolli

Segurei o folego e então cantei os dois versos em bom e alto som. Fiz algo difícil, prolonguei a última nota por mais tempo que o esperado, e ia deixando-a mais aguda e mais aguda e mais aguda... ela sumir, e aí a banda já havia cantado metade do refrão.

He's got the way, he's got the way!

As notas do violão foram tomando um rumo diferente e o som do piano podia ser ouvido perfeitamente com mais destaque agora. Resolvi, então, soltar minha voz de verdade. Levantei-me do banquinho e roubei o microfone de seu pedestal. Meus passos eram leves e eu formava uma caminhada até as troubletones e o treinador. Acho que em toda apresentação eu sou igual, acho que sou meio previsível... É quase certo eu me soltar sempre no meio da apresentação, e bem, quando isso acontece eu sinto como se eu estivesse em casa com um simples acorde. Meus movimentos eram involuntários, eu pulava, rodava, balançava meus braços, bagunçava meus cabelos...

I'm boarding up the windows
Locking up my heart
It's like every time the wind blows
I feel it tearing us apart
Every time he smiles
I let him in again
Everything is fine
When you're standing in the eye of the hurricane

Me pus no centro da sala novamente, na frente do pedestal. Inclinei-me para direita, para esquerda e depois para baixo. Logo após isso, repeti os movimentos. Minha voz se encontrava mais natural, acho que ela fica melhor assim, e o timbre agudo que  vinha de minhas cordas vocais, mesmo contrariando a versão original, encaixa-se muito bem na música.

Here comes the sun, here comes the rain
Standing in the eye of the hurricane
Here comes the sun, here comes the rain
Standing in the eye of the hurricane

Apoiei uma de minhas mãos no pedestal e dei a volta nele, algum tempo depois eu pus o microfone ali. Deixei minha voz mais baixa, mas não deu para perceber, uma vez que os instrumentos suavizaram. Os tons estavam ainda mais agudos ao fim das frases.

And he picks me up like
He's got the way of the hurricane
And I think I'm fine like
I'm in the eye of the hurricane

A melodia, por sua vez, ia se acalmando e acalmando... até, de fato, terminar. E então finalizamos a canção simplesmente cantando "OOh ooh ooh... OOh ooh ooh".


Thanks: Alice R. @ TPO & WE

____________________

Gwen McCartney

Hi hater, Kiss kiss, I'll see you later, Bye hater, It was very very very nice to meet ya ----- Thanks Liiz from TPO

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Luna Holmes em Qua 24 Jul 2013 - 19:19


Here's to never growing up

Após a apresentação de algumas meninas, eu já estava ansiosa para minha vez. Tinha ensaiado aquela apresentação detalhadamente. Meus dedos mexiam no ritmo da música que eu tocaria, que diferente do que o professor havia sugerido, seria uma da Avril Lavigne, mas mesmo assim eu espero que ele goste.
Enfim chegara a minha vez. Eu me dirigi ao piano, e ajeitei o que era necessário, me virei às meninas e ao professor.
- Bem, eu não vou cantar a musica de nenhuma das cantoras sugeridas, na verdade cantarei Here's To Never Growing Up. - disse me sentando em frente ao piano. Fiz um sinal discreto para o baixista, que começo a tocar, suavemente. Eu acompanhei o ritmo dele, e um segundo depois, comecei a tocar, e no momento seguinte, os ritmos já haviam se encontrado. Enfim a música começava.

Singing Radiohead at the top of our lungs
With the boom box blaring
As we're falling in love

Comecei cantando com uma voz suave, porem grave. Minhas mãos percorriam o piano, criando o ritmo muito similar ao da música, embora no piano.

I got a bottle of whatever
But let's get in this truck
Singing, here's to never growing up

Logo minha voz subiu um pouco mais. Minhas mãos continuavam ali, em um ritmo frenético. Uma pequena pausa deixou apenas o som do piano, e em seguida minha voz voltou, suave novamente, com pausas ao final de cada palavra.

Call up all of our friends
Go hard this weekend
For no damn reason
I don't think we'll ever change
Meet you at the spot
Half past ten o'clock
We don't ever stop
And we're never gonna change

Ao final dessa parte, minha voz ficou mais grave, novamente. E após outra pequena pausa, minha voz voltou, mais forte e melodiosa.

Say
Won't you say forever stay
If you stay forever, hey
We can stay forever young

Ao final, minha voz ficou mais alta, e o som do piano se ajustou rapidamente.

Singing Radiohead at the top of our lungs
With the boom box blaring
As we're falling in love
I got a bottle of whatever
But let's get in this truck

Dei um tom mais especial, com minha voz elevando cada vez mais.

Singing, here's to never growing up

Novamente, minha voz ficou mais grave e melodiosa, enquanto o som do piano se seguia com o do baixo, formando um ritmo perfeito e classico.

We'll be running down the street yelling kiss my ass
I'm like yeah whatever, we're still living like that
When the sun's going down, we'll be raising our cups

E novamente minha voz se elevou cada vez mais, juntamente com a melodia do piano, aumentando o tempo da ultima palavra.

Singing, here's to never growing up

Agora minha voz dava um efeito diferente, como se estivesse longe e tremida.

Oh woah, oh woah
Here's to never growing up
Oh woah, oh woah
Here's to never growing up

Minha voz agora estava novamente separando cada palavra com um tempo.

We live like rock stars
Dance on every bar
This is who we are
I don't think we'll ever change

E agora a evolução sonora em minha voz voltou, seguindo com a melodia do piano.

They say just grow up
But they don't know us
We don't give a fuck
And we're never gonna change

Minha voz deu uma pausa, desa vez maior que as outras, deixando o som do piano "aparecer" mais. Logo voltei a cantar, com mais calma e serenidade.

Say
Won't you say forever stay
If you stay forever, hey
We can stay forever young

O tom da minha voz voltou a ficar grave, e o piano mais alto. Cantei o novo trecho mais rapidamente qe os outros, sem pausas entre as palavras.

Singing Radiohead at the top of our lungs
With the boom box blaring
As we're falling in love
I got a bottle of whatever
But let's get in this truck

Novamente o trecho especial no qual deixo minha voz mais alta e grave ainda.

Singing, here's to never growing up

Minha voz voltou ao normal e cantei sem pausas e sem deixa-la mais grave novamente.

We'll be running down the street yelling kiss my ass
I'm like yeah whatever, we're still living like that
When the sun's going down, we'll be raising our cups
Singing, here's to never growing up

Após uma pausa indiferente das outras, voltei a cantar, com o efeito longinquo na voz.

Oh woah, oh woah
Here's to never growing up
Oh woah, oh woah
Here's to never growing up

Minha voz ficou serena e calma novamente, quase mais baixa que o son piano.

Say
Won't you say forever stay
If you stay forever, hey
We can stay forever young

Outra pausa com a melodia do piano apenas, seguida pelo baixo, onde eu pude respirar e tomar fôlego para poder "levantar" a voz novamente.

Singing Radiohead at the top of our lungs
With the boom box blaring
As we're falling in love
I got a bottle of whatever
But let's get in this truck
Singing, here's to never growing up
We'll be running down the street yelling kiss my ass
I'm like yeah whatever, we're still living like that
When the sun's going down, we'll be raising our cups

Minha voz voltou a ficar serena e com o efeito longinquo e tremido.

Singing, here's to never growing up
Oh woah, oh woah
Here's to never growing up
Oh woah, oh woah
Here's to never growing up
Oh woah, oh woah
Here's to never growing up
Oh woah, oh woah
Here's to never growing up
Terminei seguindo com a ultima palavra durante mais alguns segundos, acompanhado pelo piano.

Troubletones
CREDITS @


____________________

luna smith hodgins holmes
"YOU KNOW WATH SAYING ABOUT ME,THAT I'M A MARSHIMALLOW"

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Bailey Rosseau em Qua 24 Jul 2013 - 19:29

♀  Ouvindo:As apresentações ♪

It's All Coming Back To Me Now



Eu havia chegado bem cedo e sentado para ouvir as apresentações que todas foram ótimas, esse ano as troubletones tem muitas chances de vencer.

-Oi garotas, olá treinador, para essa tarefa irei cantar ''It's All Coming Back To Me Now'' de Celine Dion, espero que gostem.

Logo o piano começava a tocar e eu me preparei para começar a melodia.

There were nights when the wind was so cold
That my body froze in bed
If I just listened to it
Right outside the window

Eu comecei a cantar e depois fechei os meus olhos lentamente , dentro de mim sentia algum frio , exatamente como estava na música , depois minha voz ficou mais suave enquanto emitia um tipo de emoção , por dentro eu chorava muito , talvez porque aquela música estava muito conectada comigo , depois minha voz ficou bem mais forte enquanto eu ouvia um leve coro dentro da minha mente.

There were days when the sun was so cruel
That all the tears turned to dust
And I just knew my eyes were
Drying up forever


Minha voz continuava forte , lembrei de todas as coisas que eu havia passado , que agora voltavam como pequenos flashbacks , eu lembrei da morte dos meus pais que mesmo eu sendo uma criança muito pequena na época aquilo havia afetado eu e a minha irmã , depois lembrei de todas as coisas ruins que eu passava na minha infância e na adolescência e depois senti algumas lágrimas traiçoeiras saindo dos meus olhos.

I finished crying in the instant that you left
And I can't remember where or when or how
And I banished every memory you and I had ever made

Depois minha voz ficou bem mais potente como se eu tivesse praticado a dias aquela canção , depois eu imaginei eu cantando essa música para a pessoa que eu amo , naquele momento eu já expressava minha vulnerabilidade de um jeito bem forte , depois imaginei essa pessoa indo embora , o quanto que eu ia sofrer para esquecer essas lembranças que eu tive , minha voz estava em um tom bem forte e ao mesmo tempo agudo.

But when you touch me like this
And you hold me like that
I just have to admit
That it's all coming back to me
(it's all coming back, it's all coming back to me now)

Depois fui deixando as minhas emoções me levarem assim de maneira bem simples mas ao mesmo tempo complexa , me imaginei como seria eu estar junto com alguém que eu amo , comecei a deixar a minha voz firme sem nenhum pingo de dúvida , mas eu também estava muito emocionada com tudo aquilo , uma diversidade de sentimentos passavam pela minha mente , além das vozes na minha mente que me deixavam bem mais fortes.


There were moments of gold
And there were flashes of light
There were nights of endless pleasure
It was more than any laws allow
Baby baby baby...

Depois imaginei todas as coisas boas que aconteceram na minha vida , foram poucas mas mesmo assim cada uma delas valeu bem mais do que tudo de ruim que eu tive que enfrentar , eu abri os olhos revelando toda a minha emoção que só se tornou visível por causa da música estava realmente mais real do que antes , fiz um agudo de maneira espetacular e que durou por um tempo e que realmente estava cheio de força de vontade e determinação.

When you touch me like this
And when you hold me like that
It was gone with the wind
But it's all coming back to me
I can barely recall
But it's all coming back to me now...

Acompanhei cada toque daquele piano e a canção estava simplesmente unida ao meu sentimento que estava cada vez mais forte , minha voz estava calma mas ao mesmo tempo forte o suficiente para a potência da música da Celine Dion , no final eu não resisti e mais lágrimas saíram do meu olho de tanta emoção que eu senti naquele momento , depois de alguns aplausos , eu sentei no meu lugar de maneira bem delicada.



Credits:[/url][url=sugaravatars.forumeiros.com/u330]○ Masquerade Girl[/url] by Sugar Avatars


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Bailey Rosseau
Troubletones|Star| Dreamer ♥️

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Bailey Rosseau em Qua 24 Jul 2013 - 19:30

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Ashlyn Soon McCullough em Sex 26 Jul 2013 - 18:12


Amy Lee - Lithium

Já havia perdido uma semana de aula na McKinley, e uma aula nas TroubleTones. Realmente minha semana foi péssima, minha mãe havia ficado mal de saúde, e eu tive que estar em casa para ajuda-la. Era meu dever cuidar de minha mãe mesmo que ela falasse que não precisava. Depois de uns dias em casa, que eu adorei. Tive que voltar para a escola porque não poderia mais perder outra semana, e minha mãe já estava melhor. Acordei cedinho para me arrumar, e preparar algo para lanchar. Peguei uma roupa para vestir, de um estilo mais roqueiro possível. Peguei minhas pulseirinhas de caveiras, e vestir uma blusa branca por baixo de uma jaqueta rosa com listas presta aberta pelo zíper. Coloquei um short curto de cor roxa quadriculado em preto. Uma meia calça fina de cor preta e um All Star tradicional. Prendi meu cabelo fazendo um volume atrás onde se mantinha segurado por um detalhe de rendinha preto. Depois de lanchar, dei um beijinho na testa da minha mãe se despedindo dela, indo pegar um taxi para ir à escola. No caminho pensava em uma musica para a tarefa, a final eu deveria mostra o meu tom de voz, o meu timbre. Semana passada, fiquei sabendo por algumas amigas nas TT´s os nomes de algumas cantoras que o Sr. Ryerson havia citado. Nisso consegui tirar apenas uma cantora onde meu timbre se encaixava. Finalmente cheguei à escola, desci do taxi e caminho em passos largos até a sala das TroubleTones. Mantinha-me parada na porta da sala, enquanto lia rapidamente o mural onde o sr. Ryerson havia deixado. Adentrei cumprimentando as meninas e o coordenador das TT´s.
- Olá meninas, Oi sr. Ryerson. – Sorri um pouco preocupada por pensar que levaria algum tipo de reclamação. – Bem desculpe sr. Ryerson, faltei semana passada por motivos de saúde em casa, mas agora estou de volta e pronta para a tarefa. – Caminhei até o piano arrumando meu cabelo, e me acomodando no assento. Olhei para as TroubleTones e senti falta de uma das meninas. Puxei na memoria e era ela mesma, Grace. Talvez estivesse faltado por motivos pessoais ou acorreu algum imprevisto. Essas coisas sempre acontecem em nossas rotinas. – Irei cantar Lithium de Amy Lee.


Lithium- don't want to lock me up inside
lithium- don't want to forget how it feels without
lithium- I want to stay in love with my sorrow
oh but God I want to let it go

Dedilhava levemente as teclas do piano em ritmo ágil. Respirava fundo fechando os olhos por alguns segundos, e logo soltava minha voz. Cantava “Lithium” um pouco demorado, em um tom grave e justo. Terminava a frase normalmente enquanto a melodia das teclas ia se perdendo no ar. Fazia o mesmo em cada “Lithium” mantinha minha voz grave um pouco melancólica e demorada. Terminava as frases como se estivessem sento faladas normalmente. Em “I want to let it go” dava uma pequena pausa antes e logo ditas, as cantava em uma voz sedutora deixando a ultima palavra sair com um grave forte. Os músicos me ajudavam com alguns instrumentos, onde um baixo fazia sua parte agora, deixando a musica no tom desejado.


Come to bed, don't make me sleep alone
couldn't hide the emptiness you let it show
never wanted it to be so cold
just didn't drink enough to say you love me

Um som forte saia das cortas de um baixo, onde me mantinha dedilhando as teclas do piano para que não perdesse o ritmo. Cantava calmamente com uma voz grave enquanto ia dando pequenas pausas nas frases. Subia o tom algumas vezes deixando minha voz dramática. Em certas frases conseguia alcançar o tom desejo. Mantinha minha voz uma hora calma, e outras horas alta e expressiva. Em “Just didn’t drink enough to” Saia com um tom alto deixando o grave, depois terminava calmamente em um tom melancólico “say you love me”.


I can't hold on to me
wonder what's wrong with me

A musica não era nada fácil ser cantada, afinal Amy tinha uma voz impecável. Seus graves eram na verdade únicos e seu estilo era o meu forte. Cantava essa parte da musica um pouco rápida e rígida. Minha voz saia um pouco rouca e grave, más as terminando iriam  se suavizando ao termino das palavras.


Lithium- don't want to lock me up inside
lithium- don't want to forget how it feels without
lithium- I want to stay in love with my sorrow

Cantava novamente da mesma maneira em “Lithium” deixando um pouco demorado. Aumentava o tom nas frases enquanto dedilhava com vontade as teclas do piano. Mantinha certa firmeza ao cantar, pensava positivamente que conseguia concluir a tarefa. Suavizava em “My Sorrow” já fazendo com que minha voz na próxima parte da musica saísse mais alta em um tom desejado.


Don't want to let it lay me down this time
drown my will to fly
here in the darkness I know myself
can't break free until I let it go
let me go

Minha voz agora passava para um tom alto e dramático. Era como sair do mundo “bonitinho” para o oposto. Puxava o ar e mantinha uma nota alta em “Don’t want to let it lay”. Depois voltava ao normal cantando “me down this time” onde em “Time” prolonguei um pouco. A segunda parte cantava cada palavra mantendo o tom grave e cheio de harmonia. Estava mostrando que conseguia cantar mesmo que fosse difícil ela. “Let it go” prolongava novamente em tom alto enquanto a banda me acompanhava deixando o som dos instrumentos saísse não apenas como fundo, más agora passava a ouvi-los fortemente. Terminava a frase de modo faladas com autoridade em “Let me go”.


Darling, I forgive you after all
anything is better than to be alone
and in the end I guess I had to fall
always find my place among the ashes

Deixava que minha voz tomasse de conta de todo o local, sendo ela a única entre os sons dos instrumentos. Tornava mais grave em “Alone” onde demorava em ser dita. Passava a tirar notas baixas das teclas deixando apenas minha voz. Os músicos iriam novamente aumentando as notas, enquanto intensificava em cada palavra cantada.


I can't hold on to me
wonder what's wrong with me
Lithium- don't want to lock me up inside
lithium- don't want forget how it feels without
lithium- stay in love you

“ Oh I'm gonna let it go “

Já estava pra terminar de cantar, e minha voz já estava ficando franca propositalmente. Despedia-me do som das teclas passando a deixa-las lentamente aos poucos. Os músicos iam se acalmando também e minha voz só intensificava em ceras partes. Na segunda parte repetia novamente o jeito de cantar, deixando grave apenas o começo enquanto intensificava terminando as frases. Já em “Oh I’m gonna let ir go” Já não havia mais instrumento algum, apenas minha voz iria se espairecendo no ar perdendo o grave passando a ficar intensa e melancólica enquanto sumia finalizando a musica. Me retirava do local indo me sentar em um Puff roxinho esperando ansiosa pelos comentários.

Purple ? TroubleTones ? Lithium
CREDITS @

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Emilly Köller em Ter 30 Jul 2013 - 23:46

You pull my love onTOP!
Eu estava bastante anciosa, aquela seria a minha primeira vez cantando junto as troubletones desde que entrei no grupo. Sentei-me em um canto, afastada de todas, tentando não chamar muita atenção. Ouvi atentamente a todas as musicas apresentadas, enquanto prestava atenção em tudo que elas faziam, tentando me preparar para a minha apresentação. Enquanto elas faziam seus passos de dança, eu tentava imitar de maneira limitada sentada na cadeita. As que mais me chamaram atenção, foram a de uma garota que se chamava Annelise, que cantou Skinny Love - Birdy e outra que se chamava Mellanie, que cantou Set Fire To The Rain – Adele. Elas cantavam demonstrando bastante emoção na música, e suas vozes eram impressionantes. Elas foram extremamente boas, e eu não sabia se podia fazer igual a elas. Assim que a apresentação de Mellanie acabou, vi que nenhuma delas pretendia se apresentar ainda, então andei até o centro da sala e disse: - Olá, meu nome é Emilly Köller. Não sou de Ohio, nasci na Califórnia, mais especificadamente em LA, e me mudei para Lima por causa dos meus pais. Bom, já que essa semana cantaremos músicas de vozes marcantes, resolvi cantar a música Love On Top, da Beyoncé. -Fiz um sinal para a banda e então eles começaram a melodia para o início da música.

Bring the beat in!


"Falei" a primeira frase com uma voz grave e deixei o microfone no pedestal enquanto fazia alguns passos de dança pequenos: Movi a cabeça para o alto e depois para a esquerda, enquanto “chutava” o ar com o pé direito, logo depois o colocando no chão e colocando meu pé esquerdo diagonalmente atrás do meu pé direito e vice-versa.

Honey, honey
I can see the stars all the way from here
Can't you see the glow on the window pane?
I can feel the sun whenever you're near
Everytime you touch me I just melt away


Eu estava muito confiante e pretendia dar o meu melhor. No primeiro verso, cantei olhando para todos na sala, enquanto deixava minha voz levemente suave. No início do segundo, com as minhas mãos fiz gestos para simbolizar estrelas, e assim que disse “all”, parei e deixei minha voz um pouco mais grave, enquanto esticava meu braço esquerdo e o descia diagonalmente para a esquerda. Estendi o “here” por 3 segundos e então fui para o terceiro verso. Nele, deixei minha voz fina no inicio, enquanto ia deixando ela mais grave no decorrer do verso. Enquanto fazia isso, apenas estalei meus dedos, primeiro com o braço direito em um ângulo de 90 graus e com minha mão acima* da minha cabeça, e depois o desci diagonalmente para a esquerda, e deixei minha mão paralela a minha cintura. Depois voltei a minha posição inicial e então após estalar meus dedos, deixei meu braço reto, e logo depois estiquei meu outro braço e os afastei, querendo demonstrar um grande sol. No início do último verso, coloquei minha mão direita no meu ombro esquerdo e minha mão esquerda no meu ombro direito, e então as desci, passando – as por todo meu tórax, e quando cheguei no final dele, levantei meus dois braços em um ângulo de 90º e estalei meus dedos.

Now everybody ask me why I'm smiling up
From ear to ear
They say that love hurts, but I know
It's gonna take the real work
Nothing's perfect but it's worth it
After fighting through my tears
And finally you put me first


Nessa estrofe, nos cinco primeiros versos fiz o contrário que fiz na estrofe anterior: deixei minha voz dessa vez grave no inicio, enquanto ia deixando ela mais fina no decorrer do verso, e então comecei os passos de dança. No primeiro verso, coloquei meu dedo indicador direito na extremidade esquerda da minha boca e a meu dedo indicador esquerdo na extremidade direita da minha boca, e no inicio do segundo, com meus dedos fiz um movimento para simbolizar, realmente, um sorriso de orelha a orelha. No terceiro, coloquei minhas duas mãos fechadas na parte central do meu tórax, e assim que disse o “but”, abri minha mão esquerda e a desci diagonalmente para a esquerda. Do quarto verso até o quinto, mudei minha tonalidade de voz, voltando a fazer o que fiz na estrofe anterior: Deixei minha voz dessa vez fina no inicio, enquanto ia deixando ela mais grave no decorrer do verso. No início do quarto verso, estiquei meus braços fazendo sinal de negação, e assim que disse “but”, fleti meus dois braços e os juntei ao meu corpo. No quinto verso, os juntei em forma de “X” na frente do meu rosto, e então os descruzei logo depois, os deixando em um ângulo de 90º e estalei meus dedos. No sexto verso, fui afinando minha voz ao longo do verso, e estiquei meu braço esquerdo, e logo após o direito, e então voltei a fletir meu braço esquerdo, e logo após o direito e então o estiquei para o alto com meu dedo indicador apontando para o alto. Depois disso, dei dois pulinhos para trás, e comecei a cantar o refrão.

Baby it's you, you're the one I love
You're the one I need
You're the only one I see
Come on baby it's you
You're the one that gives your all
You're the one I can always call
When I need you, make everything stop
Finally you put my love on top

Nos três primeiros versos, minha voz ficara fina em toda a sua extensão. No quarto verso, ela começou grave, e foi afinando até eu fazer uma nota aguda perfeita. Nos três penúltimos versos, ela também ficou fina em sua extensão completa, e assim que disse o “stop”, comecei o último verso com ela grave, e então fui afinando minha voz. Para a dança, no primeiro verso, estiquei meu braço direito, apontando para o centro da sala  com meu braço direito, enquanto deixava minha mão esquerda na frente do lugar que simboliza meu coração. No segundo verso, estiquei meu braço esquerdo, e também o apontei para o centro, junto com o direito. No terceiro trouxe minhas mãos para perto do meu rosto, e as cruzei na frente dele, logo depois as passando na frente dos meus olhos, e então os descendo. No quarto verso, dei um giro de 360 graus, e então depois do giro, volto a apontar para o centro. No quinto continuo a apontar para o centro, e então no sexto fiz um hang-loose com a mão direita e coloquei próximo a minha orelha, simbolizando um telefone. No sétimo, desfiz o hang-loose e então estiquei minha mão aberta, simbolizando o sinal de pare, e então dei uma pausa pequena depois do “stop”. Esperei um segundo e então recomecei a dançar já no oitavo verso, coloquei minha mão esquerda no meu peito, no lugar que simboliza meu coração e estiquei minha mão direita para o alto, com o dedo indicador levantado.

Huum baby
You put my love on top top top top
You put my love on top...
Huum come on baby
You put my love on top top top top
Top you put my love on top
(you put my love on top)


Nessa parte da música, deixei minha voz levemente grave no inicio, e a afinava conforme o verso se extendia. No primeiro verso, andei para frente e então observei a todos, logo depois no segundo comecei a andar para trás, voltando ao centro da sala, enquanto apontava de modo sincronizado para a esquerda com a mão esquerda e para a direita com a mão direita, sendo que sempre seguia- se a ordem direita-esquerda. No terceiro verso, apontei minha mão para o alto. No quarto, ordenei meus dois braços em um ângulo de 90º e estalei meus dedos, e então no quinto voltei a apontar de modo sincronizado. No sexto verso, abaixei minhas mãos, e logo depois voltei a subi-las, apontando para o alto.

Baby it's you, you're the one I love
You're the one I need
You're the only one I see
Come on baby it's you
You're the one that gives your all
You're the one I can always call
When I need you, make everything stop
Finally you put my love on top


Baby it's you, you're the one I love
You're the one I need
You're the only one I see
Come on baby it's you
You're the one that gives your all
You're the one I can always call
When I need you, make everything stop
Finally you put my love on top


Baby it's you, you're the one I love
You're the one I need
You're the only one I see
Come on baby it's you
You're the one that gives your all
You're the one I can always call
When I need you, make everything stop
Finally you put my love on top


Nas três penúltimos estrofes, refiz o que havia feito no primeiro refrão, só que subi minha tonalidade de voz :  Nos três primeiros versos, minha voz ficara fina em toda a sua extensão. No quarto verso, ela começou grave, e foi afinando até eu fazer uma nota aguda perfeita. Nos três penúltimos versos, ela também ficou fina em sua extensão completa, e assim que disse o “stop”, comecei o último verso com ela grave, e então fui afinando minha voz. Para a dança, no primeiro verso, estiquei meu braço direito, apontando para o centro da sala  com meu braço direito, enquanto deixava minha mão esquerda na frente do lugar que simboliza meu coração. No segundo verso, estiquei meu braço esquerdo, e também o apontei para o centro, junto com o direito. No terceiro trouxe minhas mãos para perto do meu rosto, e as cruzei na frente dele, logo depois as passando na frente dos meus olhos, e então os descendo. No quarto verso, dei um giro de 360 graus, e então depois do giro, volto a apontar para o centro. No quinto continuo a apontar para o centro, e então no sexto fiz um hang-loose com a mão direita e coloquei próximo a minha orelha, simbolizando um telefone. No sétimo, desfiz o hang-loose e então estiquei minha mão aberta, simbolizando o sinal de pare, e então dei uma pausa pequena depois do “stop”. Esperei um segundo e então recomecei a dançar já no oitavo verso, coloquei minha mão esquerda no meu peito, no lugar que simboliza meu coração e estiquei minha mão direita para o alto, com o dedo indicador levantado.



Baby it's you, you're the one I love
You're the one I need
You're the only one I see
Baby baby baby it's you
You're the one that gives your all
You're the one I can always call
When I need you, make everything stop
Finally you put my love on top

Nessa estrofe também fiz as mesmas coisas que havia feito no primeiro refrão, mas no penúltimo verso, andei para frente, e quando fui para o quinto, voltei a andar para o centro, onde dei um giro de 360 graus e apontei para o alto, acabando a música. Assim que terminei a música, sorri e voltei a me sentar, esperando pelos comentários.


Tagged: Sandy e as Troubletones Wearing: This! Notes: Love on Top

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Luna Michele Merëtseger em Qua 4 Set 2013 - 17:08

I'll share this love I find with everyone. We'll sing and dance to Mother Nature's songs. I don't want this feeling to go away. Who's to say. I can't do everything. Well I can try. And as I roll along I begin to find. Things aren't always just what they seem
For Once in my Life

Normalmente eu ficaria animada pelas tarefas das Troubletones mas aquela semana algo foi diferente, Duetos. Acho que em certas ocasiões as pessoas gostam de ver o sofrimento alheio, tomei consciência disto no momento em que Sandy dividiu as duplas para o dueto, Eu cantaria com ninguém menos que Sanclair, a garota me odiava e agora teríamos que fazer uma musica juntas. Era fato que a nossa aproximação seria visível já que teríamos que ensaiar para a apresentação, mesmo com nossa Rixa inexplicável ambas faria de tudo para se sair bem na tarefa.

Finalmente havia se passado os dias e os dia das apresentações haviam chegado, por incrível que pareça eu e SanClair havíamos nos dado bem a semana toda, não que não houvesse uma troca de insultos ou pensamentos psicóticos de ambas as partes mas trabalhamos juntas e aquilo foi legal.
Nossa performance estava toda planejada, justamente como Sandy havia pedido, o nosso figurino estava deslumbrante. Assim que todas as garotas das Troubletones se sentaram e entraram na sala eu e San entramos, ela pela Porta da Ala esquerda da sala e eu pela Direita. Paramos alguns metros longe uma da outra e eu dei pigarrei chamando a atenção das garotas ali presente. - Como designado a mim e a SanClair iremos cantar Frank Sinatra, espero que gostem. - Olhei para SanClair que continuava focada nas garotas e fiz um aceno com a cabeça para a banda que começou a tocar a melodia da musica escolhida num tom diferente. Cantaríamos For once in my life, mas o ritmo seria um pouco mais agitado e apreciativo, não a lentidão e serenidade da versão original. Eu não tinha muita ligação com Frank sinatra e vendo as outras duplas e os artistas designados a ela fiquei com uma certa raiva da escolha de Sandy, mas como não tinha outra escolha eu iria dar o meu melhor cantando um estilo totalmente diferente do meu Habitual.

For once in my life
I have someone who needs me
someone I've needed so long
For once, unafraid, I can go where life leads me
And somehow I know I'll be strong

For once I can touch what my heart used to dream of
Long before I knew
Someone warm like you
Would make my dreams come true


Esperando a melodia que daria inicio a minha parte vocal balançava o quadril graciosamente e de acordo com o ritmo da banda. Ao perceber que logo chegaria o inicio do primeiro verso dei um passo a frente e puxei um pouco de ar, me concentrando e me preparando para cantar. Minha voz doce e suave seguiu a melodia animada que tocava. Minha voz estava clara e transmitia uma certa animação. Mexia o quadril de um lado ao outro e na medida que ia para os lados alternados eu levantava o braço e estralava o dedo seguindo a melodia. Dei um sorriso antes de terminar o primeiro verso. Em For once  unafraid I can go where life leads me and somehow know I'll be strong continuei com a voz num tom suave, dei um giro parando novamente na linha em que SanClair estava e comecei a caminhar na direção dela rodeando a garota mas sem olha-la. Aumentei a voz deixando-a um pouco mas aguda do que nos versos anteriores em "For once I can touch what my heart used to dream of long before I knew, someone warm like you would make my dreams come true, parei ao lado de SanClair e juntas dávamos um passo uniformemente para a direita. No "Come True " estiquei a ultima palavra por alguns segundos com a voz equilibrada entre o grave e o agudo.  Ao chegar no lugar onde estava na minha posição inicial e eu levantei o braço lentamente e após estar com ele esticado o abaixei parando sobre a cintura. Novamente comecei a balançar o quadril no ritmo da musica. San se encontrava do meu lado balançando igualmente a mim, agora era a hora dela cantar. Dei uma leve batida com o quadril no dela e a garota começou a andar para a esquerda da Sala. Continuei a balançar graciosamente, não seria legal por uma coreografia elaborada naquela musica, nossa voz era o necessário, o sorriso nos meus lábios mostrava que eu estava me divertindo em cantar a musica, olhei para SanClair que já estava no seu lugar inicial pronta para cantar  a parte dela e sorri me preparando novamente para minha Segunda parte.



notes: Singing With the Bitch ; tags: #SANCLAIR #TT'S #DUETS ; vestindo: Isto.; Thanks Maay From TPO.

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THERE'S LOVING IN YOUR EYES
That pulls me closer. It's so subtle, I'm in trouble, But I'd love to be in trouble with you. I got the healing that you want. let' s Marvin Gaye and get it on.

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por SanClair S. Scherbítsky em Qui 5 Set 2013 - 17:43

For once in my life
Com: Luna(Mrs. Been); humor: Animada; vestindo; Uniforme das Cheerios.

Com certeza eu havia feito algo muito sério para receber a onda de azar que havia caído em meu colo, Lady Sandy havia ganhado uma grande inimiga, tarefa das Troubletones dessa semana, Duetos, eu não era muito chegada a abraços grupais, principalmente em um ambiente onde que não gostava da maioria das garotas que estavam em minha volta e de todas que estavam por ali, Lady Sandy me escolhe para fazer um dueto com ninguém menos que Mrs Been dos olhos azuis, assim que vejo nossos nomes juntos, reviro meus olhos e solto um bufo, Luna estava sentada algumas fileiras a frente, vejo que ela se vira para mim com uma expressão assustada em seu rosto, sabia que teria que deixar minha antipatia com ela de lado se quisesse ir bem naquela tarefa, Luna parecia disposta a ser aproximar de mim e eu com muita dificuldade estava, pouco a pouco, abaixando minha guarda com a garota dos olhos esbugalhados, era tão assustador olhar pra eles, conseguia imaginar duas mãos em seu pescoço a estrangulando e deixando seus olhos prontos para pularem das orbitas.

O dia da nossa apresentação havia chegado, havíamos treinado bastante e por incrível que parecesse eu havia gostado de ter treinado com Luna, estávamos prontas e com certeza iriamos nós sair bem naquela tarefa, até poque a música que haviamos escolhido seria perfeita tanto para mim voz quanto a de Luna.

Era minha vez de cantar, caminhei até o lado esquerdo da sala afim de chegar perto do guitarrista, estava animada, coloco meu cotovelo sobre o ombro do guitarrista, estalava meus dedos da mão direita e balançava calmamente, minha voz estava grave, mas tanto como de costume, me afastei do guitarrista e caminhei alegremente até chegar na frente das outras Troubletones, dessa vez cantava para elas batendo as palmas das mãos e demonstrando uma animação, levanto Sandy de seu cadeira e danço com ele enquanto cantava "For once, I have something I know won't desert me
I'm not alone anymore", o solto e vejo que Luna caminha para se aproximar de mim, parei ao seu lado, peguei sua mão e  a girei, depois começamos a cantar juntas,nossas vozes estavam perfeitas juntas, isso teria que admitir, Luna tinha a voz fina e aguda, algo me levava a crer que sua voz era um soprano ou meio-soprano, a minha era contralto, então faziamos uma boa dupla, estavámos terminado nossa apresentação satisfeitas e para finalizar com chave de ouro, terminamos juntas, desfalecendo nossas vozes em "needs me":


For once in my life I won't let sorrow hurt me
Not like it hurt me before
For once, I have something I know won't desert me
I'm not alone anymore

For once, I can say, this is mine, you can't take it
As long as I know I have love, I can make it
For once in my life, I have someone who needs me

Assim que terminamos, todas as Troubletones se levantaram e a aplaudiram de pé juntamente com Sandy, Luna estava tão animada e feliz, assim voltamos para nossos lugares.


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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Jane Winchester em Sab 21 Set 2013 - 17:51


3px; line-height: 80%;">
First Day...

Era o meu primeiro dia nas TrobelTones, estava muito nervosa pois iria cantar em frente a todas as Garotas de lá, já conhecia algumas como a Sanclair, a Luna, a Melissa, etc..
Mesmo assim estava uma pilha de nervos. Entrei na sala e sentei-me no primeiro lugar ao pé do chão e ouvias cantar.
Chegou finalmente a minha vez eu era a única que iria cantar sozinha, o que me deixava mais nervosa.. ia cantar Love You Like a Love Song da Selena Gomez. apresentei-me:
Olá sou a Dani Watson e vou cantar Love You Like a Love Song da Selena Gomez.
Comecei a cantar:  
It's been said and done
Every beautiful thought's been already song
And I guess right now, here's another one
So your melody will play on and on
With the best of them

You're beautiful
Like a dream come alive, incredible
A centerfold miracle, lyrical
You've saved my life again
And I want you to know baby

Fechei os olhos para não ver ninguem se não ficava nervosa demais.
Mexia no cabelo e devez em quando abria os olhos, conforme os abria parecia que ia desmaiar de nervos, mas não, continuei:  
No one compares
You stand alone
To every record I own
Music to my heart
That's what you're
A song that goes on and on

Conforme dizia estas palavras tocava no coração...

Quando acabei abri novamente os olhos e fui me sentar no meu lugar ainda a pensar no as outras tinham pensado da minha atuação..


Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Caitlin Chase em Dom 29 Set 2013 - 20:00




First Day!

Made in the USA



Não é muito bom ser novata, você não tem tantos amigos e todos ainda te olham de uma forma estranha mas parecia que tudo estava conspirando ao meu favor, primeiro eu havia me tornado uma líder de torcida o que, para mim, era ótimo e depois eu também entrei nas Troubletones.

Estava andando pela escola rumo à sala das Troubletones cantarolando baixo, eu não estava nervosa por ser a nova integrante do grupo, na verdade eu estava bastante confiante, tentaria ser simpática e talvez até conhecer mais pessoas, quem sabe fazer amigas? É...acho que não.
Cheguei e adentrei na sala, a maioria já havia chegado e estavam conversando, acho que o uniforme das Cheerios chamava um pouco de atenção porque assim que comecei a caminhar pela sala percebi que algumas pessoas estavam me encarando, respirei fundo e fingi que nem tinha percebido, me sentei no meio da sala perto de algumas garotas e começamos a conversar, claro que algumas eu tentei ignorar mas isso não vem ao caso.
O professor entrou na sala e tive que conter o riso, ele era meio... meio esquisito? Ah não sei, só sei que deu uma enorme vontade de rir, cheguei a ficar vermelha tentando conter a risada e para minha sorte, acho que ele não percebeu.

As garotas começaram a se apresentar, a maioria em duplas e elas eram boas, muito boas. Quando chegou minha vez eu me dirigi para o centro e logo me apresentei.
- Oi gente, eu sou a Caitlin mas vocês podem me chamar de Cait, sou novata e eu vou cantar Made in The USA da Demi Lovato. - Sorri tentando parecer gentil e amigável (só parecer mesmo).
Respirei fundo e comecei a cantar.

Our love runs deep like a Chevy
If you fall I'll fall with you baby
Cause that's the way we like to do it
That's the way we like
- Sorri e fiz alguns gestos na parte ¨That's the way we like¨.

You run around and open doors like a gentleman
And tell me girl everyday you're my everything
Cause that's the way you like to do it
That's the way you like
- Pensei em como podia animar um pouco mais, não estava nem um pouco afim de ficar parada cantando.

Just a little West Coast and a bit of sunshine
Hair blowing in the wind
Losing track of time
Just you and I
Just you and I
Whoa, whoa
- Comecei a caminhar pela sala dando alguns giros, percebi que algumas garotas começaram a balançar a cabeça como se fosse uma dancinha.

No matter how far we go
I want the whole world to know
I want you bad
And I won't have it any other way
No matter what the people say
I know that we'll never break
Cause our love was made
- Aumentei o tom de voz e comecei a dançar, respirei fundo e continuei.

Made in the USA
Made in the USA
Yeah, yeah
- Sorri e aumentei o ritmo da dança, sem parar de me concentrar na música.

Always reading my mind like a letter
When I'm cold you're there like a sweater
Cause that's the way we like to do it
That's the way we like

I'll never ever let the world get the best of you
Every night we're apart
I'm still next to you
Cause that's the way I like to do it
That's the way I like
- Caminhei pela sala novamente ainda dançando, era melhor ficar se mexendo e eu queria mostrar que estava confiante.

We touch down on the East Coast
Dinner on the skyrise
Winter is the best time
For walking in the city lights
You and I
You and I
Whoa, whoa
- Baguncei meu cabelo e prendi meu olhar nas garotas e no professor.

No matter how far we go
I want the whole world to know
I want you bad
And I won't have it any other way
No matter what the people say
I know that we'll never break
Cause our love was made
Made in the USA
- Brinquei fazendo movimentos com a mão e logo desviei o olhar das pessoas.

Cause baby I'll bite the bullet
And take the blows for love
Our love
Was made in the USA
Made in the USA
Made in the USA

No matter how far we go
I want the whole world to know
I want you bad
And I won't have it any other way
No matter what the people say
I know that we'll never break
Cause our love was made
Made in the USA
Made in the USA
Yeah, yeah
- Eu estava muito animada, não parava de dançar mas quando me dei conta a música já estava acabando então parei fechei os olhos e abaixei o tom de voz.

Made in the US
Made in the US
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- Abri meus olhos e agradeci com um sorriso, enquanto as Troubletones e o professor aplaudiam agradeci novamente, fui até o meu lugar e voltei a me sentar, fiquei sorrindo perdida em meus pensamentos, aquele ano com certeza seria perfeito.

day: 29 de setembro   place: Sala das TT's    with: TT's    humor: feliz                   clothing:  
Uniforme das Cheerios (clica aqui):
 
credits @

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Jane Winchester em Qui 3 Out 2013 - 11:46




A nova TT...


Era o segundo dia. Já estava mais a vontade, mesmo assim um pouco nervosa. Continuava a ser a semana de duetos, por isso eu não podia atuar até à próxima semana. Quando cheguei a sala das TT
estava lá uma nova garota, pelo que sabia chamava-se Caitlin, tinha o fato das cheerios vestido por isso pensei que alguma das cheerios que lá estivesse a conhece-se, mas parecia que não, pois não a olhavam de boa forma. Ela lá se apresentou e começou a cantar Made in The USA da Demi Lovato. Ela tinha uma boa voz e parecia simpática ( isso já não sei se é...) quando acabou todas a aplaudimos, pois ela tinha cantado muito bem.... e eu fiquei feliz por não ser a única nova nas Troubletones...




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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por SanClair S. Scherbítsky em Dom 20 Out 2013 - 20:10

I'm a bitch
Com:Troubletones; humor: Bitch; vestindo; Uniforme das Cheerios.

Smigol Bittencourt está em minha mãos e com certeza, eu a esmagaria, então ela estava traindo as Troubletones, estava nós apunhalando pelas costas, eu não deixaria isso acontecer e faria o que fosse preciso para salvar o que era importante para mim, o que também ganharia um bônus, todas ficariam contra aquela garota irritante e certamente ela seria forçada a cometer suicídio, eu seria a primeira a assisti-lo e ainda acompanhada com pipoca, sabia que seu comportamento estava muito estranho durante as semanas que passavam, sua falta de atenção e seu repentino amor pelo celular estava me alertando isso, então havia tomado a liberdade de arrombar o armário dela durante o tempo livre, sempre fui muito boa com uma lixa de unha, então Mrs Been dos olhos azuis estava namorando com um Warbler, Jhonah, ainda não o conhecia pessoalmente, mas isso já estava em meus planos, caminhava com um pouco de pressa, ela estava tão ferrada que nada que pudesse fazer ou dizer poderia salvar ela, Lady Sandy havia sido demitido por ter sido pego pelo zelador abusando de um aluno no mictório do banheiro masculino, então ainda estávamos sem treinador, mas ainda tinha as garotas, então ainda valeria a pena, pude ver alguns nerds me acompanhado com os olhos, mas não tinha tempo a perder com eles, então os ignorei com facilidade, sabia que Luna iria ficar estupefata com a breve atitude que tomaria, mas nem ligava para o que ela pensava, o meu foco era apenas alertar as Troubletones com a traidora e prejudica-la, adentrei na sala das garotas, ótimo todas estavam lá, então cruzei meus braços e fiquei fitando cada uma, todas ficariam irritadas e algumas confusas com a situação, meu sorriso sarcástico se formou em meus lábios e então disse:

- Bom, tenho um anuncio a fazer, na verdade uma bomba, temos uma traidora entre nós, isso mesmo, uma traidora e devo dizer que até eu estou impressionada pelo motivo, nunca imaginei, que logo essa pessoa, com esses olhos imensos poderia ter alguém para chamar de namorado, o que me faz pensar que esse garoto deve ter sérios problemas mentais, bom, acho que tenho algo para te dizer Luna Smigol Bittencourt, não me importo com seu coraçãozinho ou com esse seu namoro ridículo com o Warbler, as Troubletones são importante pra mim, a melhor parte do meu dia e não vou deixar você estragar isso. - Disse isso olhando fixamente para ela, não estava arrependida pela minha atitude, afinal, era uma vadia sem vergonha, mas tinha um proposito e ela e aquele namorado era uma pedra em meu caminho, então me vi obrigada a colocar a bomba em contagem regressiva e ver aquela pedra se transformar em pó
 

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Convidado em Dom 20 Out 2013 - 22:52




 
   
   
 
 

   
 

Hear the
sound, the angels come screaming...
   

Troubletones | Fria | Intimidadora


Os raios de sol entravam pela janela do apartamento 207 da rua Westvill em plenas 06:45 da manhã. Na cama, os lençóis encontravam-se em perfeito estado, nenhum mínimo pedaço de pano fora do lugar. Alice estava de pé, recostada na bancada de sua janela, observando as pessoas do lado de fora. Ohio como sempre, permanecia inabalável. Pouco movimento, muitos jovens movendo-se pelas ruas, alguns pareciam estar apressados, outros, estavam alheios ao que acontecia ao redor. Observou dali, um carro passar rapidamente sobre uma poça d'água e molhar uma garota que estava passando na calçada ao lado, sem prestar a mínima atenção ao redor. Esbravejando, a garota afastou-se bastante irritada. A loira apenas bebericou um pouco do café fumegante que estava em suas mãos, afastando-se dali. Foi até o closet, largando a caneca sob a mesa do quarto, e foi em busca de algo para vestir no dia. Fisgou uma blusa branca sem mangas, com botões dourados em fila dupla, e uma saia de cintura alta na cor bege. Deixou os cabelos soltos, passou um batom rosa entre o claro e o escuro, deixando os lábios espessos em destaque, e lápis contornando os olhos, também destacando o verde cristalino das íris. Calçou um scarpin também bege, e apressou-se em ir pegar uns papéis em cima do piano que possuía na sala, no andar de baixo.

Estacionando um Mustang 1967 vermelho em frente ao Mckinley, Alice atraiu alguns olhares. O carro era de uma linhagem antiga, mais era revestido para ser ainda mais potente. Parecia carro de filmes de corrida, e na verdade, era. Só não sairia por aí dizendo, ou gritando aos 4 ventos. Olhou ao redor, o ambiente tornando-se cada vez mais familiar, enquanto passava por entre as pessoas, no intuito de chegar a sala dos professores. Ao adentrar a pequena sala, foi recebida com abraços calorosos dos ex colegas de trabalho, e um aceno de cabeça de Sue Sylvester. Olhou o relógio, e viu que já eram 08:50. As aulas estavam começando, e o dia estava reservando-lhe surpresas. Aguardou ali, até o quarto tempo da manhã, que junto ao quinto seria com as meninas que a tempos não via. Enquanto isso, ouviu atentamente de Dianna, uma cheerio simpática - o que lhe admirou - porém séria e determinada, que uma competição estava para acontecer. Explicou os passos que Alice deveria seguir e saiu rumo ao New Directions, seu clube de coral. Era a hora de rever suas antigas meninas, e anunciar-lhes que estaria de volta no comando.

Caminhou pelos corredores até estar em frente a sala, e logo ouviu alguns burburinhos enquanto passava. Viu alguns meninos olharem-na com cobiça, o que a fez revirar os olhos e pensar no quão estúpidos aqueles garotos eram. A cada passo que dava para dentro da sala, palavras adentraram seus sentidos, capturando atentamente "traição", "Warbler", "namorado" e "Smigol." Ao entrar completamente, deu de cara com SanClair, parada em frente as outras garotas, que tinham expressões de choque. Ao seu lado, uma menina parecia ter lágrimas nos olhos e Alice apostaria todo o seu dinheiro, que agora, esta menina estava morrendo de medo. Com a expressão fechada, e fria, a loira apenas olhou para as duas em frente, e ambas se sentaram sem que ela precisasse verbalizar nada.

Acho que não preciso cumprimentá-las com um bom dia, não é? Não depois de ouvir tantas informações de uma vez. – Murmurou, deixando os papéis sobre o piano.

Olhou para as meninas, percebendo que a maioria ali ou estavam de volta - do tempo que passaram fora quando estava lecionando - ou eram novatas. Muitos dos rostos eram desconhecidos, a não ser o de SanClair, que estava um pouco diferente de antigamente, mais ainda mantinha sua postura que poderia intimidar aquelas meninas, menos Alice.

Presumo que estejam sabendo da competição que está para acontecer, sim? E a alguns dias atrás, recebi uma ligação com um convite de voltar a tomar as direções de vocês. Para quem não me conhece, me chamo Alice. Prazer? Para vocês, nenhum. – Sorriu, um sorriso sem humor algum.

Deu alguns passos por entre a sala, o silêncio perpetuando, as expressões das garotas variando constantemente. Alice tentava arrumar os pensamentos, e deixar de lado o que havia ouvido, para tratar depois. Mais era impossível. Seu olhar era constantemente atraído para a garota que havia sido adotada como traidora. Pobre garota.

As veteranas conhecem o meu método para competições. São dois. Ou ganham, ou ganham. Não costumo direcionar perdedores. – Olhou algumas delas. – Também, não aturo traições. – Seu olhar finalmente pairou sobre a garota de olhos azuis.

Alice não soube dizer o que ela realmente faria, deveria cortar a garota da competição e tirá-la do grupo. Mas, gostava de mostrar que traições poderiam voltar contra a própria traidora. Respirou fundo, pegando um banco alto. Deixou-o no meio da sala, e deu duas batidinhas rápidas e leve no acento, indicando a "Smigol" que se sentasse ali. A garota prontamente atendeu o pedido mudo, e ao passar por ela, Alice viu que seu corpo tremia. Parou atrás dela, recostada ao piano, os braços cruzados em frente ao peito.

Vejamos. – Olhava as costas da menina, olhando sua ficha. Bittencourt, Luna. – Senhorita Bittencourt, certo? Certo. Meninas, vocês sabem o que acontecia com traidores nos tempos antigos? Eles eram postos em guilhotinas e tinham suas cabeças decepadas. Ideia arcaica, não? – O tom de Alice era calmo. Calmo, e poderia congelar a espinha de qualquer uma ali.

Quando usava esse tom, geralmente intimidava qualquer ser que quisesse. Era bem pior do que gritar, em sua opinião. Gritar, era apenas uma alteração de tom. Falar daquele jeito, implicava em alterar a pessoa próxima psicologicamente. Chegou perto da garota, passando a mão por seu pescoço vagarosamente, logo voltando para onde estava antes.

Os tempos mudaram. – Seu tom era amargo. – Agora, traidores morrem assim que são desvendados. Mais ainda sim, é algo fútil. É tão mais sensato mostrar ao traidor como as coisas acontecem, que se torna engraçado em alguns casos. Então, senhorita, quer assistir aulas? Então porque não se junta ao seu namorado na Dalton? Ah, eles não permitem meninas por lá. Não sei porquê, dizem por aí que a maioria deles são gays. Já pensou se seu namorado também não seja, e esteja apenas te usando para descobrir algo vindo daqui? – Disse voltando ao tom calmo, a amargura ainda se fazendo presente.

Pensou que com isso, a garota se virasse para contestá-la e estava certa. A menina virou-se no banco, e Alice sorriu grotescamente. Interrompeu-a, observando que as outras pareciam até ter prendido a respiração.

O que foi? Você quer rebater? Own, vamos lá. Tente. – Estava agora ao seu lado, mais a uma distância considerável. A garota se calou e nada mais disse. – Baixe a cabeça e o ego para defendê-lo, Bittencourt. Você não tem mais honra dentro desta sala. Traidores não tem vez comigo. Não vou expulsá-la. Seria fácil de mais. Vou fazer algo... Melhor. Você está suspensa por duas semanas, e terá detenção. Comigo. Meninas, a próxima tarefa, será com o tema Fighter. Expressem a sua colega de coral o que sentem diante de sua traição. – Murmurou com um ar totalmente cortante.

Ninguém ousou dizer nada por um longo período de segundos. Alice começou a pensar que tinha pegado pesado com a garota para um primeiro dia. Mais esse era seu ritmo. Se estivesse assim no começo, o prêmio final seria o sucesso de um grupo fantástico como aquele.

SanClair, quanto tempo. – Tocou a base das costas de Luna, e logo esta voltou para o seu lugar. – Sua postura continua a mesma, não? Dedurar uma colega dessa forma deve ser difícil, mesmo para você. Mas, não é nada bonito dedurar uma colega de coral. Sua atitude, por mais que tenha sido útil, foi lastimável. Tem noção de que poderia ter feito suas outras colegas saírem do grupo nas vésperas da competição? Pense no que faz, querida. – Claro, Alice não deixaria de alertar a garota que se achava venenosa.

No ver de Alice, haviam cobras que mereciam morrer engasgadas com o próprio veneno. Pegou um envelope com as músicas escolhidas e desenhos de figurino, e distribuiu pela sala. O clima continuava pesado, e por mais que isso a incomodasse, deveria ficar assim até que a história da traição se amenizasse.

Estas são as sugestões de músicas e figurinos. Todos os dias, as 16:30 nos encontraremos no auditório e ensaiaremos. Nosso horário termina aqui. Bittencourt, esteja na sala de detenção amanhã as 10:00. – Dito isso, a loira foi até o piano e ao chegar, ouviu o sino tocar anunciando o fim dos dois tempos.

As meninas ainda estavam nas cadeiras, procurando um rumo, talvez. Havia sido um começo de dia bastante tenso e pesado, principalmente para Luna. A garota foi a primeira a deixar a sala, e todas as outras ainda olhavam para o vazio, talvez buscando coragem.

Não sou sempre assim, a não ser que me dêem motivo. Então não queiram brincar com minha tolerância. – Deu um sorriso fino. – Desculpem por isso, e tenham um agradável resto de dia. – Saiu da sala.

Foi direto para a sala dos professores, buscando um copo de café. A cabeça latejava, e ao passar pelo banheiro feminino, pensou ter ouvido um choro agoniado. Massageou as têmporas, revirando os olhos. Precisava de um Tylenol urgente. Estava se encaminhando agora, até o banheiro dos professores, e entrou na porta errada, deparando-se com a ex turma de teatro. Logo um sorriso gigantesco apoderou-se pelos lábios cheios da loira, que foi atacada por um abraço em grupo da turma. Logo, o momento anterior esvaiu-se de sua mente por alguns instantes.







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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Luna Michele Merëtseger em Ter 22 Out 2013 - 3:08


Falling apart right now !
Afternoon · Troubletone's Class · Alice and the tt's · Torn.

Aquele dia tinha tudo para ser mais um dia da minha rotina diária, talvez um pouco mais animada com o encontro das Troubletones. Depois da surpresa perfeita que havia feito para meu namorado todo o resto das coisas pareciam não ter tanta importância agora, tudo havia corrido bem, melhor até do que eu esperava. Depois de ter todas as aulas entediantes do dia fui para a sala do coral das Troubletones, lá todas as garotas estavam reunidas num clima harmonioso e divertido. Todas estavam cantando descontraidamente " How to be a heartbreaker ". Assim que me sentei próxima as garotas entrei no clima animado que estava ali cantando junto com elas o refrão da musica, fazíamos o ritmo da musica com batida dos pés e estalos dos dedos num momento totalmente relaxante.

O clima da animação foi se esvaindo com a chegada de Sanclair, a garota se mantinha parada próxima ao piano com os braços cruzados e uma careta maldosa. Todas nós nos calamos no mesmo instante, enquanto algumas se sentavam confusas com o que estaria por vir, eu ao contrário de muitas ali tentei não dar atenção a garota que parecia querer exatamente isto, retirei de dentro da bolsa uma garrafa de água e me pus a beber enquanto ouvia o começo das palavras de Sanclair que para mim não parecia ter muita importância até ela citar as palavras "Traidora, Olhos imensos e namorado". Sabia que ela se referia a mim, o que martelava em minha mente agora era o por que daquilo. Me endireitei na cadeira ficando ereta e voltando agora minha atenção ao discurso de Sanclair que ia me causando um certo desconforto a cada minuto que se estendia.

Mesmo após Sanclair ter terminado de falar meu coração se mantinha acelerado, minha boca aberta transmitia a surpresa que havia tomado todo o meus ser. Sentia todos os olhares das garotas ao meu redor voltados a mim, não tinha o que dizer não conseguia assimilar uma só palavra. Me pus de pé, decidida a rebater aquela atitude inescrupulosa da garota quando uma mulher cruzou a porta seguida de palavras que me causaram um frio na espinha de medo. A mulher que se chamava Alice iria ser nossa nova treinadora, meu corpo foi caindo novamente até parar na cadeira onde me sentei rígida. Pelos olhares que ela direcionava a mim ela havia ouvido o discurso de SanClair. Uma estranha onda de náusea brotou do fundo do meu estômago, tentei me controlar. Fechei meus olhos sentindo as lagrimas quentes percorrerem pelo meu rosto ao ouvir as palavras sobre Traição, desta vez vindas da treinadora. Eu me odiava naquele instante, somente pelo fato de estar chorando, eu estava assustada com as consequências do que a estupidez de SanClair me causaria. Me levantei e caminhei até um banco alto posto no centro da sala assim que Alice me ordenou com um simples gesto, minhas pernas assim como meus braços e todas as partes do meu corpo se mantinham trêmulas. Tentava controlar as lagrimas que teimavam em preencher meus olhos dificultando minha visão. Agora tudo o que me importava era o que aconteceria comigo dali para frente, aquilo não ficaria barato para Alice que transmitia isso com seu tom de voz calmo o que só me amedrontava mais.

Agora era impossível segurar as lágrimas, mesmo que contra minha vontade elas rolavam pela minha face. Meu choro agora não era mais de temor e sim de ódio, ódio de SanClair por ter me posto naquela situação desagradável. Via todos os rostos das garotas que me fitavam com uma certa pena no olhar, isso só me fazia querer chorar mais. Eu me mantive quieta ouvindo as palavras da Treinadora, parte delas não fazia certa importância para mim que só ouvia ao certo o som baixo dos meus soluços e os batimentos frenéticos de meu coração, até ela citar algo totalmente injusto sobre Jhonah. Supor que ele era um espião da Dalton que estava me usando fez nascer uma pequena chama de revolta dentro de mim, isso era a coisa mais falsa que já havia ouvido, eu confiava em Jhonah e sabia que isto era apenas fruto da imaginação maldosa de Alice. Ergui minha cabeça e girei na cadeira ficando na direção da mulher me preparando para protestar contra sua acusação quando ela me interrompeu antes mesmo de ter iniciado minhas palavras. Suas palavras agora me atingiram de modo surreal, novamente as lagrimas que haviam se cessado por um instante brotaram em meus olhos ao ouvir ela dizer sobre suspensão e detenção. Ser chamada de traidora me causava uma pontada no estômago e uma sensação horrível, não era assim que eu me sentia, não sentia que havia traído as garotas.

Assim que a mulher havia acabado seu sermão caminhei até minha cadeira onde havia deixado meus pertences, meus olhar desolado e carregado de ódio pairava sobre SanClair. Me sentei e me mantive ali completamente imóvel, estupefata com os acontecimentos. Assim que ouvi o som do sino preencher toda a escola alertando sobre o final das aulas em me levantei, sentia o choro preso em minha garganta. Dei alguns passos e antes de cruzar a porta me virei e olhei diretamente a SanClair e assim como as demais garotas permanecia sentada. - Você não tinha o direito de fazer isto, pode ter certeza, com toda essas garotas que estão aqui de testemunha que se algum dia você estiver no fundo do poço eu irei pisar para que afunde mais. - As palavras saíram de meus lábios num tom agressivo, não me importava com a reação de ninguém ali. Talvez nada do que eu havia dito fosse atingir aquela vadia venenosa mas eu precisava dizer aquilo. Me virei e caminhei pelo corredor. O Local me parecia diferente, todos os olhares parecia voltados a mim o que não era real. Caminhei rapidamente até o banheiro feminino e me tranquei no ultimo reservado. Escorreguei as costas pela parede até sentar no chão. Novamente as lágrimas começaram a rolar incontroláveis pelos meus olhos, minha mente explodia de uma forma tortuosa não imaginava que meu namoro com Jhonah causaria aquilo, no momento tudo o que me atormentava era ser conhecida como a traidora do coral e isso seria meus pesadelos por um bom tempo.  


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THERE'S LOVING IN YOUR EYES
That pulls me closer. It's so subtle, I'm in trouble, But I'd love to be in trouble with you. I got the healing that you want. let' s Marvin Gaye and get it on.

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Grace Baker em Sab 26 Out 2013 - 11:34






Little Angel


Dias entediantes como sempre, depois que eu voltei de viagem eu fiquei melhor, mudei minha aparência e as cheerios idiotas não tentavam vir com suas piadinhas mais, até porque, eu rebatia todas elas.
Entrei na sala das TT’S a tempo de observar a “treta”,e sério?O namorado da Luna é da Dalton?Achei que todos lá fossem gays...but ok,San revelava tudo isso de uma maneira muito fácil, nada que me impressionasse vindo da San. E então entrou Alice na jogada... ela era uma treinadora muito bonita, principalmente se compara-la ao nosso antigo treinador gay e pedofilo. Hm...Uma música que fale sobre isso? Bem, até que tenho uma em mente, espero que não se incomodem por ter alguma partes falando como se fosse um casal, vou tentar me manter no principal mesmo, a mudança de atitude...mas de qualquer forma não achei necessário esse drama todo, ok, namorado de outro coral, mas se namorássemos pessoas do nosso mesmo coral teríamos que virar todas lésbicas(?).
Preparei as coisas da apresentação, nada demais, chamei algumas garotas para dançarem comigo, até algumas cheerios ignorando os fatos passados com elas. E claro,arrumei meu look, era um vestido branco com renda por cima dele, um cinto brilhante e um sapato marrom que eu encontrei por acaso no meu quarto. Passei alguns dias treinando um pouco, mas nada demais, eu já estava preparada o suficiente, ainda mais porque não era uma música que exigia tanta coisa,por mais que eu amasse essa música, ela era simples de ser executada, com poucas notas altas e ainda sim, notas altas não tão duradouras.
Fui ao centro do coral com um sorriso costumeiro no rosto, começando a falar:
-Sou Grace, e vou cantar uma música que fala sobre não se decidir...-Nesse momento olhei para Luna, era ruim ter que fazer isso com ela, mas era a tarefa, falhar não era uma opção e nem chegava perto de ser na verdade,esse é meu momento de brilhar. Virei de costas e as batidas da música começaram,e eu então mexia minha cintura segurando o microfone com a mão direita.

You change your mind
Like a girl changes clothes
Yeah you, PMS
Like a bitch
I would know


Virei-me e comecei a música com um sorriso meio malvado estampado em meus lábios, minha voz estava suave, mas ao mesmo tempo essa suavidade expressava um tipo de ironia. Na hora do “you” apontei para Luna, e no “Like a bitch” mexi no meu cabelo, depois voltando a postura normal com o velho sorriso sarcástico, andei um pouco a frente continuando a performance, no último verso eu fiz minha voz ficar um pouco abafada, e soltei uma risada baixa, arqueando a sobrancelha para Luna, mostrando claramente que a música era pra ela de todas as formas. Ok eu odiava fazer isso, ser tão cruel, mas como eu disse anteriormente, é a tarefa, além de ela valer para se ganhar coisas como solos,duetos ou qualquer outra coisa em apresentações importantes, como essa que terá em breve.

And you always think
Always speak
Cryptically


Continuei olhando para a Luna, no “think” eu apontei para minha cabeça com um olhar de surpresa irônico, o mesmo que eu sabia fazer muito bem, e costumava usar...andei um pouco mais a frente, encarando Luna com um olhar normal, agora não estava tentando a deixar tão...mal?,bem,não fazia meu estilo de qualquer forma.

I should know
That you're no good for TT’S


Fiz uma expressão meio triste no “I should know” e continuei com uma nota alta e afinada, troquei também o “for me” para “for TT’S” já que achei que isso ficaria ainda melhor para minha interpretação da música, que exigia que eu mostrasse o quanto eu me sentia quanto a traição, mas a única coisa no final que me deixou confusa é se o namoradinho da Luna realmente gosta dela ou está a usando para apenas conseguir informações, já que a Dalton não parece estar em sua melhor fase mesmo...enfim, no final do verso joguei uma piscadela para Alice.

Cause you're hot then you're cold
You're yes then you're no
You're in and you're out
You're up and you're down
You're wrong when it's right
It's black and it's white
We fight, we break up
We kiss, we make up


Agora no refrão entravam as garotas, dentre elas estava San, minha melhor amiga no coral, sorri e continuei. Nós dançávamos perfeitamente, Apontamos para frente, passei o dedo indicador no meu lábio inferior no “hot” e no “cold” eu fiz uma expressão de desentendida.No “no” levantei o dedo indicador de cada mão fazendo um sinal mesmo de “não”, as garotas me seguiam do mesmo jeito. Depois apenas eu fiquei no centro, apenas cantando, e elas seguiam com a coreografia animadamente, minha voz estava num tom mais grave e potente, no final eu continuei da mesma forma, só que com a ironia estampada na voz. Nós todas giramos, cada uma indo para um lado da sala, e eu fiquei em frente e Luna, a observando atentamente, ela parecia tão...fraca,essa foi a palavra que eu pensei quando ela saiu correndo da sala, eu não sou um exemplo de coragem,mas de qualquer forma, não dá para fugir para sempre, aprendi isso das piores formas...uma hora tem que se encarar as pessoas de frente, mesmo que tenha um preço a pagar por isso...

You, You don't really want to stay, no
You, but you don't really want to go-o
You're hot then you're cold
You're yes then you're no
You're in and you're out
You're up and you're down


Essa era o trecho que realmente a descrevia, ela não quer terminar o namoro, ou sair das TT’S e viver seu romance de filme adolescente. Girei me juntando as cheerios,cruzei os braços fitando Luna e bati o pé  direito como se exigisse uma decisão, e no caso, ela teria mesmo que tomar, agradeço por eu ser estranha de mais para me envolver em um relacionamento, porque se não...nem quero imaginar, principalmente porque eu não pretendo gastar o tempo que eu deveria estar treinando em namoros que no final não dão em nada.
Minha voz era alta e então fácil de ser ouvida por todas as garotas da sala, eu deixei minha voz menos grave agora, em apresentações eu brincava muito com minha voz, até porque, o que seria de uma cantora sem brincar com a voz e com a platéia?

We used to be
Just like twins
So in sync
The same energy
Now's a dead battery
Used to laugh bout nothing
Now you're plain boring


Fiz uma expressão inocente, fazendo um tipo de biquinho e depois fechando os punhos deixando apenas o dedo indicador de cada um levantado, e então eu os “batia” um contra o outro de forma forma, parecendo um aegyo(?), depois sorri sarcástica,  mostrando uma expressão de raiva. Fiz questão de enfatizar o “boring” como mostrando o quanto ela está chata agora, trocando o coral por um romance. Sério que parece que sou só eu que me preocupo verdadeiramente e quero um futuro na música? Porque com atitudes de falta de profissionalismo de ao invés de escolher o coral, escolher um amor, acho que essas pessoas não irão muito longe, se aqui fosse outro coral provavelmente já estaria expulsa, ok que o namorado dela pode não ter feito nada, mas nunca se sabe em quem confiar, o nosso inimigo pode estar do nosso lado...

I should know that
you're not gonna change


Fiquei no mesmo lugar apenas mexendo a parte superior do corpo com um sorriso malvado, no “change” eu atingi perfeitamente a nota, prolongando ela por um tempo com uma incrivel afinação, e um tom mais grave para ficar melhor com a música.

Cause you're hot then you're cold
You're yes then you're no
You're in and you're out
You're up and you're down
You're wrong when it's right
It's black and it's white
We fight, we break up
We kiss, we make up


Subi no piano e me sentei, enquanto as cheerios faziam novamente a sequência de coreografias. Em uma hora me deitei de bruços no piano mexendo os pés para frente para trás de forma divertida. Depois voltei a postura original(sentada) e com ajuda das garotas desci do piano continuando a canção. Meu tom continuava o mesmo, e como eu iria encerrar a música por ali mesmo, prolonguei o “make up” por alguns segundos. Sorri e voltei ao meu lugar,sentada no meio de San e Emmy,e esperei as próximas apresentações ansiosa para ver como seriam, queria saber também qual era a opinião da Treinadora Alice sobre minha apresentação, para mim isso é importante para ver em que pontos posso melhorar,ou como estou indo até agora.

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tks, clumsy@sa!

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Baddest Female
Love exist but with an absence of eternity. At the first moment of a lover’s encounter there’s an affirmation of love. Psychologically, lunacy, emptiness, panic, delusions that the moment will last forever. I’m seized by desire. I hide behind my back and postpone all answers—jay.

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Re: Sala das Troubletones

Mensagem por Convidado em Seg 18 Nov 2013 - 13:24




 
   
   
 
 

   
 

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Como já era de se esperar, Alice supunha que o número de apresentações seria o mínimo possível. Mas, dessa vez, surpreendeu-se com a falta de responsabilidade daquelas garotas. Olhou uns papeis enquanto dava tempo de mais uma se apresentar. Nenhuma. Balançou a cabeça negativamente. Seria culpa de seu antigo treinador? Muitas daquelas meninas costumavam ter brilho nos olhos, queriam algo de verdade com a música, e viam em si mesmas, alguém de sucesso. Isso enchia o peito da loira de felicidade, era um prazer pessoal, ver as garotas que treinara conseguindo o sucesso que tanto desejam. Porém, aquelas ali, pareciam ser outras pessoas. Sem alma, sem algum motivo para viver. O que era aquilo? Porque estariam assim? Mais do que ninguém, a loira sabia que a vida as vezes não era fácil, e muitas das escolhas que deveriam ser tomadas, nem sempre seriam as desejadas.

- Estou decepcionada. – Se levantou, deixando os papeis em cima da cadeira que estava, colocando um pesinho para que não voassem.

Foi até o meio da salinha, cruzando os braços. Apenas Grace Baker fizera o que tinha sido proposto, e de forma não tão favorável ao tema. Alice sabia que tinha exagerado, estava estressada e sem intenção, descontara em uma inocente. Porém, o “exagero” havia servido de lição para a garota. A sempre a questão “Então todas viraríamos lésbicas?” A resposta para a loira era simples. Na escola haviam tantos garotos interessantes. Certo que não é assim, escolhendo. Acontece. Mas, a garota estava pisando na bola, e precisava de uma picada.

- Apenas a senhorita Baker? – Olhou na esperança de que mais alguma pudesse ir. – Okay. Se querem da pior forma, vamos da pior. – Sorriu.

Pensou por uns minutos, tinha algumas ideias em mente. Muitas eram ótimas para uma repreensão em grande estilo àquelas garotas, mais todas, eram de alto nível. Coisa que ali, nem na confiança própria, existia.

- Senhorita Baker é a vencedora da semana. – Anotou. – Foi uma boa apresentação. Digamos que poderia ser mais... Dominadora. Você é bonita, tem olhos poderosos e atrativos. Use isso a seu favor. Use mais do seu corpo, mais de si. Vamos trabalhar com isso, certo? – Sorriu para a loira.

Olhou as horas, faltavam apenas alguns minutos para a aula tocar. Aliviada, juntou tudo o que precisou para o dia, e reuniu dentro da bolsa que estava consigo.

- A próxima tarefa, é sobre confiança. É o que vocês precisam. – Olhou algumas. – Luna está de volta da suspensão, e mais uma coisa. Quero um mash up. Solo. Boa sorte. Senhorita Baker é a única que pode fazer a escolha entre o mash up e uma música normal, certo? Certo. Até a próxima. – Deu um fraco sorriso, e se retirou, como música de fundo, o sinal tocando.




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Re: Sala das Troubletones

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