[FP] Peter S. Hughes

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[FP] Peter S. Hughes

Mensagem por Peter S. Hughes em Sab 14 Set 2013 - 11:51






Arth # 16 anos # ---

Peter S. Hughes












Características físicas


Seus cabelos loiros são curtos e na maioria das vezes espetados para cima. A pele, de uma tonalidade branca é um contraste váriavel com os olhos verdes e os músculos definidos que lhe estedem pelo corpo.  O rosto, em seu estado normal, é rígido e sério, mas muitas vezes é tomado por um enorme sorriso.


Características Psicológicas


Talvez não há pessoa mais confusa do que Peter. Ele gosta de pensar muitas coisas ao mesmo tempo e tentar tomar diversas atitudes em um só problema o que na maioria das vezes não acaba dando certo. Na maioria das vezes acaba esquecendo-se de si mesmo para ajudar os outros e não cala a boca um segundo sequer. Adora rir e fazer rir, mas também é a única escapatória para seus problemas pessoais. De alguns anos para cá vem se tornando cada vez mais irritadiço e, talvez, até mais maléfico. Na maior parte do tempo, o tempo em que não está sozinho com sua melhor amiga, ele finge ser o que não é. Pode ser um pouco maleável e não gosta de desapontar as pessoas, fazendo assim algumas coisas para agradá-las. O garoto sempre tenta fazer o tipo durão, mas acaba se entregando aos seus sentimentos e gosta de chorar quando está sozinho.



entrevista sem sentido


 



Qual a sua idade? 17 anos.

Onde nasceu? Manchester, Inglaterra.

Estado Civil? Solteiríssimo.

O que gosta de fazer? Ler, ver filmes e séries, cantar e ouvir música.

O que não gosta de fazer? Atividades que cansam.

Livros preferidos? A Menina que Roubava Livros, Harry Potter, A Culpa é das Estrelas, Código da Vinci,

Filmes preferidos? Harry Potter, Meu Namorado é um Zumbi, As Vantagens de ser Invisível, Nárnia e As Branquelas.

Frase marcante? “My mind can’t take much more…”

Qual artista que mais se parece? Hunter Parrish.





Uma história para boi dormir


Peter começou a sofrer bem cedo as imposições de um pai opressor. Isso, claro, depois que sua mãe morreu em um acidente de carro em Manchester enquanto ia para um ensaio de sua peça teatral. Ela vivia no meio artístico e John, o pai, a amava por isso. O garoto era muito novo quando tal coisa aconteceu, mas se lembra de que logo depois do enterro o Sr. Hughes o colocava no carro direto a Sheffield. Foi lá que Peter descobriu que a vida poderia ser um inferno.

-^-

Seu pai o proibia de tudo. O proibia de escutar música, de assistir televisão, de imitar as pessoas e principalmente de cantar. Cantar, apenas isso, era a paixão do garoto. Era a válvula que ele havia encontrado para se livrar de sua vida amargurada. Era isso que ele gostava de fazer apenas aos cinco anos de idade quando o seu pai saia para trabalhar e Peter ficava sozinho em casa, sentindo falta da mãe. Aliás, John – que era dono de um mercado na rua de sua própria casa – deixou todas as fotos da mulher em sua antiga casa. Nunca falou ao filho o nome da mãe ou algo do tipo. Apenas falava que ela fazia teatro, era uma atriz e cantora, e era esse o motivo da proibição de Pet fazer o que gostava. Seu pai se lembrava de sua mãe e ele era egoísta demais ao ponto de privar o menino de fazer as coisas que gostava.

Aos sete anos de idade, as coisas para Peter começaram a mudar. Estudando na escola local, ele poderia se soltar mais. Começou a rir e querer que as pessoas rissem com ele, começou a fazer palhaçadas e sempre era o primeiro a puxar o canto quando a professora do primário pedia. As coisas pareciam melhorar ainda mais quando, andando pela escola à toa com uma boneca perdida na mão, viu uma garota tão branca como a neve e com cabelos tão negros quanto petróleo. Agora ele se lembrava. Tinha sido ela que havia perdido o brinquedo. Aproximou-se da menina com o sorriso mais largo e amigável que podia dar, estendendo-lhe a boneca pano. Decididamente, aquele se tornou o marco para uma grande amizade.

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Com 14 anos, a cabeça de Peter parecia estar cada vez mais confusa. Ele não sabia o que pensar sobre alguns assuntos e nem mesmo tinha conversado com Mia – a sua melhor amiga de tanto tempo que nem se recordava – sobre tais assuntos. Ele olhava para as pessoas a sua volta, garotos e garotas, e sempre sentia algo diferente... Parecia perceber detalhes diferentes nos... Garotos. Essa era a pauta de sua confusão. Ele gostava de garotos?

Em uma das tardes mais frias da cidade, Mia e Peter andavam em direção à escola. Já faziam esse trajeto sozinhos há algum tempo – quase o mesmo tempo que levaram para convencer John Hughes a deixar o filho andar sozinho – e era o momento em que mais tinha liberdade para conversar. Na verdade, o loiro conversava mais do que o normal quando estava sozinho com Michaela, mas não era dessa forma que ele se encontrava nesse dia. Absorto em pensamentos e com medo de tentar algumas certas atitudes, ele tinha que ter certeza do que sentia e a menina logo percebeu o quão estranho ele estava.

- O QUE HOUVE, PEH? – Mia indagou, virando-se para ele.


- POSSO... POSSO FAZER UMA COISA? – O garoto, constrangido, balbuciou enquanto perguntava.


- AHN... PODE, EU ACHO. – Murmurou a garota sem entender a onde Peter chegaria com aquilo.


Peter tinha decidido que teria de beijar uma garota para ter certeza de seus sentimentos, mas ele tinha vergonha o suficiente para não fazer isso com outra. Quem melhor seria do que sua amiga? Mas pelo o que ele conhecia dela – e era muito – as coisas terminariam em pizza. Lentamente ele se inclinou na direção da menina, tentando selar-lhe os lábios, mas antes que faltassem uns cinco centímetros, Michaela o afastou com força, derrubando-o no chão. Ele ergueu os olhos para fita-la, começando a corar, mas ainda assim olhando perplexo para o que a menina havia acabado de fazer. Não pelo fato de tê-lo rejeitado, mas pelo fato de tê-lo jogado no chão. Ela tinha alguma noção do quanto aquilo estava sujo? Roupas não se lavavam sozinhas!


- O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?! – A garota berrou completamente alterada. O menino olhou-a ainda constrangido e soltou um enorme suspiro.


- É... EU... – Começou, gaguejando. - QUERIA SABER SE SINTO PELAS MENINAS O MESMO QUE SINTO POR... AH, MI, É TÃO ESTRANHO!– Ele terminou simplesmente, suspirando novamente e odiando a si mesmo. Como ele poderia ser tão confuso assim? Mas havia uma graça naquilo tudo... Como Peter tinha tomado coragem para beijar Mia? Era um motivo para piadas de uma vida inteira. A menina o ajudou a se levantar e logo após isso, se entregaram a uma crise de risos.

-^-

Aquela fase de pré-adolescência, o inicio da puberdade, tinha passado. Peter e Mia atingiram os 17 anos, aquela idade em que tudo é pouco demais para eles. Fizeram planos para o futuro, queriam atingir todos os seus potenciais e Sheffield era pequena demais para aquilo. O jovem, agora ciente de todos os seus gostos, ainda era oprimido pelo pai, mas ele já tinha anos de experiência para saber esconder as coisas que fazia. Naquele momento, ninguém conseguiria privar Peter de nada. A não ser que o Sr. Hughes descobrisse a orientação sexual do filho – o que levaria a morte do adolescente – e aí sim ele seria privado das coisas... Ou melhor, da vida. Ele não via a hora de se livrar daquele velho, seguir a vida viajando. Londres já era pequena demais. O garoto queria Moscou, queria Madrid, queria Paris, queria Berlim, queria... Ah! Ele queria New York! Pena que as coisas não saíram como Peter queria.

Michaela estava se mudando com os pais para Ohio, Estados Unidos, e o seu melhor amigo não iria junto. Tudo bem que essa cidade era no fim do mundo, mas mesmo assim uma vida em que Mia não estivesse presente não seria a mesma coisa. Afinal, a garota era a portadora de todos os segredos do garoto, sem falar de todos os momentos bons. Não demorou muito para que a garota partisse e... Pet começasse a perder a cabeça. As brigas com o pai aumentaram bastante, ele começou a ficar totalmente desregrado e a fazer coisas perigosas. Começou até a fumar, o que não era uma coisa bonita. Foi então, depois de perceber que estava acabando com a sua vida, que ele decidiu que fugiria como o pai fugiu logo após o enterro da mãe.

Era de madrugada e tudo já estava pronto. Peter deixou um bilhete em cima da mesa de cabeceira do pai avisando-lhe aonde iria, o novo número de telefone – é, ele ainda era filhinho de papai o suficiente para se preocupar se o coroa saberia ou não a onde ele estava – e no final do papel escreveu um P.S com letras maiúsculas e gigantes: SOU GAY!

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Peter Starridge Hughes havia se matriculado no que parecia ser o único colégio de Ohio, MCKINLEY HIGH SCHOOL, e tinha certeza que sua amiga estudaria lá também. Afinal, todos estudavam ali. Não via a hora de encontrar a garota que com certeza, apesar de sua beleza, estaria sozinha devido ao sotaque britânico e as tatuagens... Ah é. Peter não poderia deixá-la sozinha. Andou pelos corredores do local, procurando-a, até se deter no mural do colégio. Ali havia um grupo bem interessante e na lista de nomes ele encontrou aquele que procuravam. Michaela Ariella Tolkien.

O garoto abriu um grande sorriso e procurou a sua caneta.



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Re: [FP] Peter S. Hughes

Mensagem por Marley Rose em Dom 15 Set 2013 - 11:45

Peter,sinto muito lhe informar,mas estamos sem vagas no New Directions por enquanto. Os únicos corais que estão com vagas abertas são o Aural Intensity(Westvalle) e os Warblers(Dalton Academy).Edita a tua ficha e eu te aprovo, ;)Bjo lindo 8)

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