[FP] Ammy Jade G. Dowft

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[FP] Ammy Jade G. Dowft

Mensagem por Ammy Jade G. Dowft em Dom 10 Nov 2013 - 19:54





Ammy Jade G. Dowft # 16 Anos # Just Ammy

Ammy Jade Gomez Dowft












Características físicas


1,50 de altura, cabelos castanhos escuros que vão ate a cintura. Belo corpo e uma bunda um tanto quanto grande, pele morena, sorriso estonteante e lindos olhos castanhos escuros.


Características Psicológicas


Sorridente a maioria do tempo, tem um ar meio infantil, é doce, inocente e gentil, mas também é seria ou fria quando preciso. É quase uma criança no corpo de uma adolescente, timida e estrovertida ao mesmo tempo, gosta de tudo e de todos e espera que os outros também gostem da mesma.



entrevista sem sentido





Qual a sua idade? 16

Onde nasceu? Albuquerque, México

Estado Civil? Solteira

Orientação Sexual? Bissexual
O que gosta de fazer? Ler, brincar de bonecas, sorrir, cantar, atuar, tomar banho escrever

O que não gosta de fazer? Ficar perto de rios, mares, oceanos, poças, piscinas, igarapés. Comer queijo, dormir cedo, fazer coisas que não gosta, cozinhar, assistir filmes tristes.

Livros preferidos? Cronicas Marcianas.

Filmes preferidos? Moulin Rouge, As Apimentadas, The Simpsons: The Movie.  

Frase marcante? "Eu não me importo... Eu sou Xincana!"

Qual artista que mais se parece? Victoria Justice





Uma história para boi dormir


Minha infância tinha resumido-se em apenas ser debochada por todos, era a menina classificada como: Estranha. Nenhuma criança queria ficar ao meu lado ou brincar comigo, pelo fato de usar óculos sempre tentavam esconde-lo de mim, para fazer-me papel de boba.
Tinha 10 anos, era um domingo e estava no parque, meus pais estavam brigando e decidi sair de casa até eles se resolverem novamente. Subi na arvore que era acostumada a ficar já que ninguém me queria ficar por perto, me sentei em um galho dela e fiquei olhando para o horizonte imaginando como seria ter uma vida normal.
- Por que esta aqui sozinha? - A voz era doce, porem totalmente desconhecida.
Quase cai do galho, mas a pessoa cujo não sabia o nome havia me segurado e me sentado novamente no galho.
- Não deveria estar comigo... - Sussurrei.
- Por que? - Perguntou se virando para mim.
- Ninguém gosta de mim, todos... Menos minha mãe é claro... - Forcei um sorriso.
- Bem... Eu não sou todos, palavras da minha mãe. - Sorriu me fazendo rir. - Eu achei você bem legal, por que esta aqui sozinha?
- Novamente: Ninguém gosta de mim. - Disse desmanchando o sorriso.
- Eles não sabem o que estão perdendo, você parece ser uma boa pessoa e também é bonita demais para estar sozinha aqui, oh, desculpe esqueci de me apresentar, sou Cliff Manson. - Sorriu estendendo a mão.
- Sou Ammy Gomez. - Disse apertando a mão. - Nunca vi você por aqui, é novo?
- Sim acabei de voltar do Canadá. - Disse juntando as mãos.
- É canadense? - Ele assentiu. - Que bom!
- E você é daqui mesmo de Albuquerque? - Perguntou e assenti. - Latinas são mesmo bonitas. - Corei.

Olhei meu relógio e percebi que estava atrasada para voltar para casa.
- Tenho que ir. - Disse sem vontade.
- Nos vemos amanhã? - Perguntou docemente.
- Sim. - Disse descendo da arvore.  


 Estava voltando para casa, o dia havia sido cansativo, ser a garota nerd, ignorada pela maioria e que sofre bullying não é fácil, mas pelo menos tenho Cliff para me ajudar, depois de seis anos nos tornamos melhores amigos. O caminho estava sendo tranquilo como sempre, mas estava com um mal pressentimento, ignorei e continue o caminho, cheguei em casa e abri a porta, estava tudo escuro porem não me importei, deixei minha bolsa no chão e comecei o caminho para ir para a cozinha que também estava com as luzes apagadas. Senti algo agarrar o meu braço e me fazer bater fortemente na parede e me fez cair no chão, tentei me levantar mais algo segurou minhas mãos e as prendeu no chão, tentei lutar contra mas não consegui.
- Por favor, sai do cima de mim. - Pedi com a voz embargada.
- Não... - A voz era conhecida. - Vamos brincar...
- P-Pai? - Gaguejei
.
Senti lábios gelados encostarem no meu pescoço me fazendo ficar com medo, ele desceu uma mão ate minha coxa e começou a aperta-la fortemente.
- Pai para! Pai você esta bêbado de novo! Pai! - Gritei, mas fui interrompida pela mão dele.
- Você fala de mais Jade! - Ele disse apertando a mão contra meus lábios. - É melhor não dar um piu! Se não vai ser bem pior! - Ele disse tirando a mão da minha boca.

Senti as lagrimas virem com cada toque que ele fazia em minha pele, senti ele levantar minha saia vagarosamente, Agora não tem mais jeito. Solucei alto sentindo minha saia ser rasgada pelas mãos do homem, ele acariciou minha virilha vagarosamente me fazendo tremer. Ouvi a porta ser aberta para minha salvação, pelo menos foi o que eu pensei no momento, Papai me levantou e segurou-me pelos pulsos.
- Você demorou. - Disse meu "pai".
- Desculpe, ela cresceu bastante, poderemos brincar com ela. - Disse dando um riso seco.

O sujeito me segurou pelos pulsos e ouvi o som de algo caindo no chão, senti meu pai se aproximar e rasgar minha calcinha, senti ao na minha entrada, Ele realmente vai fazer isto?! Senti uma dor imensa em meu corpo, fechei meus olhos com força tentando não ver a cena, forcei um gritou, mas taparam minha boca. Ouvi novamente a porta ser aberta e mentalmente amaldiçoei o sujeito.
- Ammy? - Cliff, era o Cliff! - Ammy onde você esta?
- Ammy filha cadê você? - Minha mãe.

Senti os dois me soltarem fazendo meu corpo cair no chão fazendo um estrondo, estava jogada no chão como um cachorro morto, sem valor, realmente fui abusada pelo meu próprio pai! Ouvi os passos de Cliff e minha mãe aproximando-se de mim, a luz foi ligada e não consegui abrir meus olhos, mas imaginei a cena.
- Que merda é essa?! - A voz de Cliff estava raivosa.
- Juan! Juan que merda você fez com a nossa filha?! - Minha mãe gritou indignada.
- Você esta vendo Marta! - Ele disse rindo. - Deveria ter feito isto quando ela nasceu, é muito bom! - Gargalhou.
- Alejandro?! - Cliff. - Mas que Eu sou um babuíno boboca que balbucia em bando.! Por que você o ajudou? Ela é sua sobrinha seu desgraçado! - Ouvi algo sendo lançado na parede.

Senti uma mão encostar na minha cabeça e outra batendo levemente na minha bochecha.
- Ammy, Ammy acorda! - Cliff dizia desesperado. - Anda Gomez!
- Cliff... - Disse em sussurro. - M-me... Tira daqui...

Senti Cliff me levando para seus braços e dei um gemido de dor, meu corpo todo doía como nunca doeu na minha vida, mesmo depois de tantas suras de meu pai, a dor nunca iria comparar-se a esta.
- Solta ela! - Era Juan. - Solta ela seu viadinho, ainda não terminei com ela.
- Você é um mostro Juan! - Era minha mãe. - Como você pode? Ela é sua filha!
- Nem chega mais perto Marta! Estou avisando! - Disse em tom nervoso.
- Ou o que? - Um tiro.

Me senti sendo jogada no chão, mas que merda havia acontecido? Senti alguém me pegando no colo novamente e começou a tentar andar mais rápido. Outro tiro. Ouvi o grito de dor de Cliff e senti algo molhado molhar as roupas dele, Cliff ofegou e continuou correndo mesmo senti dor.
Pelo que parecia estávamos longe da minha casa, ouvi uma porta sendo aberta e me senti ser colocada com cuidado em algo macio e fofo, ouvi um soluço sair da boca de Cliff, senti ele sentar-se ao meu lado e me deitar em seu colo acariciando minha cabeça. Senti lábios molhados em minha testa.
- Vai ficar tudo bem... - Sussurrou.
- O que aconteceu? - Perguntei ainda com os olhos fechados.
- Ele... E-Ele atirou na sua mãe... Ammy... A Marta morreu, ele a matou... - Gaguejou as palavras.

Senti as lagrimas invadirem novamente meu rosto e afundei meu rosto na curva do pescoço dele.
- O que eu vou fazer Cliff? Me ajuda por favor! - Disse abafado.
- Vamos para os Estados Unidos, soube que você tem um irmão lá, não é mesmo? - Ele disse abraçando a minha cintura. - Vamos ficar bem, eu não vou te deixar momento algum. - Ele disse me apertando.[/i]

Estávamos no carro de Cliff, já nos preparando para ir para os Estados Unidos, iriamos para Lima, Ohio, morar com meu irmão. Minha vida seria melhor com meu irmão mais velho Adam Júlio (Ler-se Rúlio). Cliff pouco fala e não queria comentar sobre a bala que havia tomado, a viagem foi totalmente silenciosa e em alguns instantes ficamos rindo e sorrindo, ele apenas para não me deixar triste é claro.
[...]

Estava na porta do apartamento do Adam, esperava que ele não me deixasse de lado como o resto da família, hesitei em bater na porta, mas Cliff apertou minha mão levemente e sorriu docemente para mim me dando confiança para abrir a porta, bati nela duas vezes e ouvi um: "Já vai" e Adam apareceu empurrando a porta, ele estava estático, dei um passo para frente e o mesmo me abraçou como se fosse meu ultimo dia viva.
- Ammy! - Ele me apertando. - Como estas?
- Bem... Mamãe morreu... Juan atirou nela... - Ele me soltou e me olhou surpreso. - Posso ficar aqui?
- Claro! - Ele se afastou mais e soco a parede. - Eu sabia que não devia ter ido embora.
- Não se preocupe Adam, Cliff cuidou de mim. - Sorri para o garoto que estava ao meu lado. - Bem Cliff também vai ficar comigo então... - Fui interrompida por Cliff.
- Na verdade irei voltar para o Canadá... Apenas vim deixar você com seu irmão... - Ele disse fixamente para mim.
- M-Mas... Você disse Cliff! - Gritei. - Você disse que não ia me deixar! E-Eu... V-Você... - Funguei.
- Olha para mim. - Ele disse calmo, mas hesitei. - Ammy olha para mim... - Virei meu rosto. - Olha para mim! - Ele gritou e olhei para ele. - Realmente preciso ir Ammy, algo aconteceu com minha irmã Lily... Ela precisa de mim.
- O que aconteceu com ela? - Perguntei em um sussurro.
- Câncer... - Ele disse aproximando-se da porta. - Preciso ir...
- Me desculpe Cliff... - O abracei. - Não se esqueça de mim por favor.
- Não vou. - Ele disse e desfez o abraço. - Eu te amo, desde o dia em que te vi. - Ele disse antes de depositar um beijo em meus lábios.
Adam coçou a garganta fazendo-nos separarmos.
- Tenho que ir... - Disse e saiu pela porta me deixando perplexa.
- Tem algo a me dizer? - Adam perguntou e neguei. - Bem é melhor se arrumar, vou fazer sua matricula no novo colégio.
- Qual o nome do colégio? - Perguntou pegando minha mala.
- McKinley High School. - Disse e saiu do apartamento.

[..]
Abri meus olhos percebendo que já estava dentro do carro do Adam, abri a porta e deixei um suspiro sair de meus lábios, sai do carro e ajeitei minha bolsa no ombro. Entrei na escola pelo portão principal, era até que aconchegante, mas o olhar das lideres de torcida e de outros alunos sobre mim era intimidador, tentei sorrir em meio a isto. Arrumei minha bolsa no ombro novamente, estava nervosa com o primeiro dia nesta escola nova, o que era de se esperar para qualquer um. Estava perto de um quadro cheio de anúncios quando fui empurrada para a parede por um rapaz alto e forte. Tentei me levantar e olhar para o sujeito que havia me empurrado, contudo ele foi rápido e me deixou jogada no chão como uma sem-teto, suspirei levantand-me e encarrei os anúncios, a maioria sobre lideres de torcida, olhei para os ultimos e um me despertou curiosidade: Clube Glee. Dizia que era um coral, sorri e comecei a ler a informações sobre o mesmo. Ajeitei minha bolsa no ombro pela terceira vez naquele dia e fui ao caminho do Clube Glee, ao passar pela porta senti um frio desagradavél no estomago. Olhei para os membros do grupo que sorriam para mim. Um homem alto e de queixo largo e um lindo sorriso se aproximou de mim.
- Olá. - Disse baixo.
- Olá, vejo que é nova por aqui. Sou Will. - Estendeu a mão para aperta-la.
- Sou Ammy Jade Gomez Dowft. - Disse nervosamente apertando a mão do homem.
- Que nome, hein? - Sorriu. - Bem, por que veio?
- Vim... Hum... Fazer uma audição... - Disse sem jeito.
- Bem, sendo assim que musica ira cantar? - Perguntou ainda com o sorriso no rosto.
- Sober... Da cantora Pink. - Disse forçando um sorriso. - Por acaso aqui tem um violão?
- Sim. - Ele sorriu e pegou o instrumento. - Aqui esta. - Disse me dando.

Sentei-me em uma cadeira no centro da sala e preparei minha voz.
- I don't want to be the girl who laughs the loudest
Or the girl who never wants to be alone
I don't want to be that call at 4 o'clock in the morning
'cause I'm the only one you know in the world that won't be home - Dedilhei as primeiras notas da musica. - Ahh, the sun is blinding
I stayed up again
Oh, I'm finding
That's not the way I want my story to end - Continuei a musica forçando-me a concentrar. - 'm safe up high, nothing can touch me
Why do I feel this party's over?
No pain inside, you're like protection
But how do I feel this good sober? - Disse relembrando-me de Cliff. - I don't want to be the girl who has to fill the silence
The quiet scares me 'cause it screams the truth
Please don't tell me that we had that conversation
I don't remember, save your breath 'cause what's the use? - Engoli em seco. - Ahh, the night is calling
And it whispers to me softly, "you're to blame"
I hear you falling
And if I let myself go, I'm the only one to blame - Tentei não deixar uma lagrima rolar por meu rosto. - I'm safe up high, nothing can touch me
Why do I feel this party's over?
No pain inside, you're like perfection
So how do I feel this good sober? - Disse desta vez lembrando-me de Juan. - Coming down coming down coming down
Spinning round spinning round spinning round
Looking for myself, sober
Coming down coming down coming down
Spinning round spinning round spinning round
Looking for myself, sober - Disse desta vez tentando limpar totalmente minha mente. - When it's good, then it's good
It's all good 'till it goes bad
'till you're trying to find the you that you once had
I've hurt myself, cried, never again
Broken down in agony
Just trying to find a friend
Oh - Suspirei desta vez deixando uma lagrima solitária descer de meus olhos lacrimejantes.


Levantei-me e Will foi apertar minha mão, sai da sala com um enorme sorriso e lagrimas nos olhos, esperando apenas o resultado de minha audição.


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Re: [FP] Ammy Jade G. Dowft

Mensagem por Ammy Jade G. Dowft em Ter 12 Nov 2013 - 11:24





Ammy Jade G. Dowft # 16 Anos # Just Ammy

Ammy Jade Gomez Dowft












Características físicas


1,50 de altura, cabelos castanhos escuros que vão ate a cintura. Belo corpo e uma bunda um tanto quanto grande, pele morena, sorriso estonteante e lindos olhos castanhos escuros.


Características Psicológicas


Sorridente a maioria do tempo, tem um ar meio infantil, é doce, inocente e gentil, mas também é seria ou fria quando preciso. É quase uma criança no corpo de uma adolescente, timida e estrovertida ao mesmo tempo, gosta de tudo e de todos e espera que os outros também gostem da mesma.



entrevista sem sentido





Qual a sua idade? 16

Onde nasceu? Albuquerque, México

Estado Civil? Solteira

Orientação Sexual? Bissexual
O que gosta de fazer? Ler, brincar de bonecas, sorrir, cantar, atuar, tomar banho escrever

O que não gosta de fazer? Ficar perto de rios, mares, oceanos, poças, piscinas, igarapés. Comer queijo, dormir cedo, fazer coisas que não gosta, cozinhar, assistir filmes tristes.

Livros preferidos? Cronicas Marcianas.

Filmes preferidos? Moulin Rouge, As Apimentadas, The Simpsons: The Movie.  

Frase marcante? "Eu não me importo... Eu sou Xincana!"

Qual artista que mais se parece? Victoria Justice





Uma história para boi dormir


Minha infância tinha resumido-se em apenas ser debochada por todos, era a menina classificada como: Estranha. Nenhuma criança queria ficar ao meu lado ou brincar comigo, pelo fato de usar óculos sempre tentavam esconde-lo de mim, para fazer-me papel de boba.
Tinha 10 anos, era um domingo e estava no parque, meus pais estavam brigando e decidi sair de casa até eles se resolverem novamente. Subi na arvore que era acostumada a ficar já que ninguém me queria ficar por perto, me sentei em um galho dela e fiquei olhando para o horizonte imaginando como seria ter uma vida normal.
- Por que esta aqui sozinha? - A voz era doce, porem totalmente desconhecida.
Quase cai do galho, mas a pessoa cujo não sabia o nome havia me segurado e me sentado novamente no galho.
- Não deveria estar comigo... - Sussurrei.
- Por que? - Perguntou se virando para mim.
- Ninguém gosta de mim, todos... Menos minha mãe é claro... - Forcei um sorriso.
- Bem... Eu não sou todos, palavras da minha mãe. - Sorriu me fazendo rir. - Eu achei você bem legal, por que esta aqui sozinha?
- Novamente: Ninguém gosta de mim. - Disse desmanchando o sorriso.
- Eles não sabem o que estão perdendo, você parece ser uma boa pessoa e também é bonita demais para estar sozinha aqui, oh, desculpe esqueci de me apresentar, sou Cliff Manson. - Sorriu estendendo a mão.
- Sou Ammy Gomez. - Disse apertando a mão. - Nunca vi você por aqui, é novo?
- Sim acabei de voltar do Canadá. - Disse juntando as mãos.
- É canadense? - Ele assentiu. - Que bom!
- E você é daqui mesmo de Albuquerque? - Perguntou e assenti. - Latinas são mesmo bonitas. - Corei.

Olhei meu relógio e percebi que estava atrasada para voltar para casa.
- Tenho que ir. - Disse sem vontade.
- Nos vemos amanhã? - Perguntou docemente.
- Sim. - Disse descendo da arvore.  


 Estava voltando para casa, o dia havia sido cansativo, ser a garota nerd, ignorada pela maioria e que sofre bullying não é fácil, mas pelo menos tenho Cliff para me ajudar, depois de seis anos nos tornamos melhores amigos. O caminho estava sendo tranquilo como sempre, mas estava com um mal pressentimento, ignorei e continue o caminho, cheguei em casa e abri a porta, estava tudo escuro porem não me importei, deixei minha bolsa no chão e comecei o caminho para ir para a cozinha que também estava com as luzes apagadas. Senti algo agarrar o meu braço e me fazer bater fortemente na parede e me fez cair no chão, tentei me levantar mais algo segurou minhas mãos e as prendeu no chão, tentei lutar contra mas não consegui.
- Por favor, sai do cima de mim. - Pedi com a voz embargada.
- Não... - A voz era conhecida. - Vamos brincar...
- P-Pai? - Gaguejei
.
Senti lábios gelados encostarem no meu pescoço me fazendo ficar com medo, ele desceu uma mão ate minha coxa e começou a aperta-la fortemente.
- Pai para! Pai você esta bêbado de novo! Pai! - Gritei, mas fui interrompida pela mão dele.
- Você fala de mais Jade! - Ele disse apertando a mão contra meus lábios. - É melhor não dar um piu! Se não vai ser bem pior! - Ele disse tirando a mão da minha boca.

Senti as lagrimas virem com cada toque que ele fazia em minha pele, senti ele levantar minha saia vagarosamente, Agora não tem mais jeito. Solucei alto sentindo minha saia ser rasgada pelas mãos do homem, ele acariciou minha virilha vagarosamente me fazendo tremer. Ouvi a porta ser aberta para minha salvação, pelo menos foi o que eu pensei no momento, Papai me levantou e segurou-me pelos pulsos.
- Você demorou. - Disse meu "pai".
- Desculpe, ela cresceu bastante, poderemos brincar com ela. - Disse dando um riso seco.

O sujeito me segurou pelos pulsos e ouvi o som de algo caindo no chão, senti meu pai se aproximar e rasgar minha calcinha, senti ao na minha entrada, Ele realmente vai fazer isto?! Senti uma dor imensa em meu corpo, fechei meus olhos com força tentando não ver a cena, forcei um gritou, mas taparam minha boca. Ouvi novamente a porta ser aberta e mentalmente amaldiçoei o sujeito.
- Ammy? - Cliff, era o Cliff! - Ammy onde você esta?
- Ammy filha cadê você? - Minha mãe.

Senti os dois me soltarem fazendo meu corpo cair no chão fazendo um estrondo, estava jogada no chão como um cachorro morto, sem valor, realmente fui abusada pelo meu próprio pai! Ouvi os passos de Cliff e minha mãe aproximando-se de mim, a luz foi ligada e não consegui abrir meus olhos, mas imaginei a cena.
- Que merda é essa?! - A voz de Cliff estava raivosa.
- Juan! Juan que merda você fez com a nossa filha?! - Minha mãe gritou indignada.
- Você esta vendo Marta! - Ele disse rindo. - Deveria ter feito isto quando ela nasceu, é muito bom! - Gargalhou.
- Alejandro?! - Cliff. - Mas que Eu sou um babuíno boboca que balbucia em bando.! Por que você o ajudou? Ela é sua sobrinha seu desgraçado! - Ouvi algo sendo lançado na parede.

Senti uma mão encostar na minha cabeça e outra batendo levemente na minha bochecha.
- Ammy, Ammy acorda! - Cliff dizia desesperado. - Anda Gomez!
- Cliff... - Disse em sussurro. - M-me... Tira daqui...

Senti Cliff me levando para seus braços e dei um gemido de dor, meu corpo todo doía como nunca doeu na minha vida, mesmo depois de tantas suras de meu pai, a dor nunca iria comparar-se a esta.
- Solta ela! - Era Juan. - Solta ela seu viadinho, ainda não terminei com ela.
- Você é um mostro Juan! - Era minha mãe. - Como você pode? Ela é sua filha!
- Nem chega mais perto Marta! Estou avisando! - Disse em tom nervoso.
- Ou o que? - Um tiro.

Me senti sendo jogada no chão, mas que merda havia acontecido? Senti alguém me pegando no colo novamente e começou a tentar andar mais rápido. Outro tiro. Ouvi o grito de dor de Cliff e senti algo molhado molhar as roupas dele, Cliff ofegou e continuou correndo mesmo senti dor.
Pelo que parecia estávamos longe da minha casa, ouvi uma porta sendo aberta e me senti ser colocada com cuidado em algo macio e fofo, ouvi um soluço sair da boca de Cliff, senti ele sentar-se ao meu lado e me deitar em seu colo acariciando minha cabeça. Senti lábios molhados em minha testa.
- Vai ficar tudo bem... - Sussurrou.
- O que aconteceu? - Perguntei ainda com os olhos fechados.
- Ele... E-Ele atirou na sua mãe... Ammy... A Marta morreu, ele a matou... - Gaguejou as palavras.

Senti as lagrimas invadirem novamente meu rosto e afundei meu rosto na curva do pescoço dele.
- O que eu vou fazer Cliff? Me ajuda por favor! - Disse abafado.
- Vamos para os Estados Unidos, soube que você tem um irmão lá, não é mesmo? - Ele disse abraçando a minha cintura. - Vamos ficar bem, eu não vou te deixar momento algum. - Ele disse me apertando.[/i]

Estávamos no carro de Cliff, já nos preparando para ir para os Estados Unidos, iriamos para Lima, Ohio, morar com meu irmão. Minha vida seria melhor com meu irmão mais velho Adam Júlio (Ler-se Rúlio). Cliff pouco fala e não queria comentar sobre a bala que havia tomado, a viagem foi totalmente silenciosa e em alguns instantes ficamos rindo e sorrindo, ele apenas para não me deixar triste é claro.
[...]

Estava na porta do apartamento do Adam, esperava que ele não me deixasse de lado como o resto da família, hesitei em bater na porta, mas Cliff apertou minha mão levemente e sorriu docemente para mim me dando confiança para abrir a porta, bati nela duas vezes e ouvi um: "Já vai" e Adam apareceu empurrando a porta, ele estava estático, dei um passo para frente e o mesmo me abraçou como se fosse meu ultimo dia viva.
- Ammy! - Ele me apertando. - Como estas?
- Bem... Mamãe morreu... Juan atirou nela... - Ele me soltou e me olhou surpreso. - Posso ficar aqui?
- Claro! - Ele se afastou mais e soco a parede. - Eu sabia que não devia ter ido embora.
- Não se preocupe Adam, Cliff cuidou de mim. - Sorri para o garoto que estava ao meu lado. - Bem Cliff também vai ficar comigo então... - Fui interrompida por Cliff.
- Na verdade irei voltar para o Canadá... Apenas vim deixar você com seu irmão... - Ele disse fixamente para mim.
- M-Mas... Você disse Cliff! - Gritei. - Você disse que não ia me deixar! E-Eu... V-Você... - Funguei.
- Olha para mim. - Ele disse calmo, mas hesitei. - Ammy olha para mim... - Virei meu rosto. - Olha para mim! - Ele gritou e olhei para ele. - Realmente preciso ir Ammy, algo aconteceu com minha irmã Lily... Ela precisa de mim.
- O que aconteceu com ela? - Perguntei em um sussurro.
- Câncer... - Ele disse aproximando-se da porta. - Preciso ir...
- Me desculpe Cliff... - O abracei. - Não se esqueça de mim por favor.
- Não vou. - Ele disse e desfez o abraço. - Eu te amo, desde o dia em que te vi. - Ele disse antes de depositar um beijo em meus lábios.
Adam coçou a garganta fazendo-nos separarmos.
- Tenho que ir... - Disse e saiu pela porta me deixando perplexa.
- Tem algo a me dizer? - Adam perguntou e neguei. - Bem é melhor se arrumar, vou fazer sua matricula no novo colégio.
- Qual o nome do colégio? - Perguntou pegando minha mala.
- McKinley High School. - Disse e saiu do apartamento.

[..]
Abri meus olhos percebendo que já estava dentro do carro do Adam, abri a porta e deixei um suspiro sair de meus lábios, sai do carro e ajeitei minha bolsa no ombro. Entrei na escola pelo portão principal, era até que aconchegante, mas o olhar das lideres de torcida e de outros alunos sobre mim era intimidador, tentei sorrir em meio a isto. Arrumei minha bolsa no ombro novamente, estava nervosa com o primeiro dia nesta escola nova, o que era de se esperar para qualquer um. Estava perto de um quadro cheio de anúncios quando fui empurrada para a parede por um rapaz alto e forte. Tentei me levantar e olhar para o sujeito que havia me empurrado, contudo ele foi rápido e me deixou jogada no chão como uma sem-teto, suspirei levantand-me e encarrei os anúncios, a maioria sobre lideres de torcida, olhei para os ultimos e um me despertou curiosidade: Clube Glee. Dizia que era um coral, sorri e comecei a ler a informações sobre o mesmo. Ajeitei minha bolsa no ombro pela terceira vez naquele dia e fui ao caminho do Clube Glee, ao passar pela porta senti um frio desagradavél no estomago. Olhei para os membros do grupo que sorriam para mim. Um homem alto e de queixo largo e um lindo sorriso se aproximou de mim.
- Olá. - Disse baixo.
- Olá, vejo que é nova por aqui. Sou Will. - Estendeu a mão para aperta-la.
- Sou Ammy Jade Gomez Dowft. - Disse nervosamente apertando a mão do homem.
- Que nome, hein? - Sorriu. - Bem, por que veio?
- Vim... Hum... Fazer uma audição... - Disse sem jeito.
- Bem, sendo assim que musica ira cantar? - Perguntou ainda com o sorriso no rosto.
- Sober... Da cantora Pink. - Disse forçando um sorriso. - Por acaso aqui tem um violão?
- Sim. - Ele sorriu e pegou o instrumento. - Aqui esta. - Disse me dando.

Sentei-me em uma cadeira no centro da sala e preparei minha voz.
- I don't want to be the girl who laughs the loudest
Or the girl who never wants to be alone
I don't want to be that call at 4 o'clock in the morning
'cause I'm the only one you know in the world that won't be home - Dedilhei as primeiras notas da musica. - Ahh, the sun is blinding
I stayed up again
Oh, I'm finding
That's not the way I want my story to end - Continuei a musica forçando-me a concentrar. - 'm safe up high, nothing can touch me
Why do I feel this party's over?
No pain inside, you're like protection
But how do I feel this good sober? - Disse relembrando-me de Cliff. - I don't want to be the girl who has to fill the silence
The quiet scares me 'cause it screams the truth
Please don't tell me that we had that conversation
I don't remember, save your breath 'cause what's the use? - Engoli em seco. - Ahh, the night is calling
And it whispers to me softly, "you're to blame"
I hear you falling
And if I let myself go, I'm the only one to blame - Tentei não deixar uma lagrima rolar por meu rosto. - I'm safe up high, nothing can touch me
Why do I feel this party's over?
No pain inside, you're like perfection
So how do I feel this good sober? - Disse desta vez lembrando-me de Juan. - Coming down coming down coming down
Spinning round spinning round spinning round
Looking for myself, sober
Coming down coming down coming down
Spinning round spinning round spinning round
Looking for myself, sober - Disse desta vez tentando limpar totalmente minha mente. - When it's good, then it's good
It's all good 'till it goes bad
'till you're trying to find the you that you once had
I've hurt myself, cried, never again
Broken down in agony
Just trying to find a friend
Oh - Suspirei desta vez deixando uma lagrima solitária descer de meus olhos lacrimejantes.


Levantei-me e Will foi apertar minha mão, sai da sala com um enorme sorriso e lagrimas nos olhos, esperando apenas o resultado de minha audição.


vvv

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Re: [FP] Ammy Jade G. Dowft

Mensagem por Jhonah Ohlw. Winchester em Ter 12 Nov 2013 - 13:44

Negada!

Sua história teve pequenos erros ortográficos, porém ótima. Sua audição não foi aceitável, poderia ter detalhado mais seus sentimentos. A organização também ficou muito a desejar, procure separar a música das narrações, utilizando cores para isso. Sua ficha permanecerá aqui, por tanto fique a vontade em editar e melhorar os pontos citados.


Do not give up on the first try! Just do better in the second.
thanks for dih!

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Re: [FP] Ammy Jade G. Dowft

Mensagem por Ammy Jade G. Dowft em Sab 16 Nov 2013 - 22:13





Ammy Jade G. Dowft # 16 Anos # Just Ammy

Ammy Jade Gomez Dowft












Características físicas


1,50 de altura, cabelos castanhos escuros que vão ate a cintura. Belo corpo e uma bunda um tanto quanto grande, pele morena, sorriso estonteante e lindos olhos castanhos escuros.


Características Psicológicas


Sorridente a maioria do tempo, tem um ar meio infantil, é doce, inocente e gentil, mas também é seria ou fria quando preciso. É quase uma criança no corpo de uma adolescente, timida e estrovertida ao mesmo tempo, gosta de tudo e de todos e espera que os outros também gostem da mesma.



entrevista sem sentido





Qual a sua idade? 16

Onde nasceu? Albuquerque, México

Estado Civil? Solteira

Orientação Sexual? Bissexual
O que gosta de fazer? Ler, brincar de bonecas, sorrir, cantar, atuar, tomar banho escrever

O que não gosta de fazer? Ficar perto de rios, mares, oceanos, poças, piscinas, igarapés. Comer queijo, dormir cedo, fazer coisas que não gosta, cozinhar, assistir filmes tristes.

Livros preferidos? Cronicas Marcianas.

Filmes preferidos? Moulin Rouge, As Apimentadas, The Simpsons: The Movie.  

Frase marcante? "Eu não me importo... Eu sou Xincana!"

Qual artista que mais se parece? Victoria Justice





Uma história para boi dormir


Minha infância tinha resumido-se em apenas ser debochada por todos, era a menina classificada como: Estranha. Nenhuma criança queria ficar ao meu lado ou brincar comigo, pelo fato de usar óculos sempre tentavam esconde-lo de mim, para fazer-me papel de boba.
Tinha 10 anos, era um domingo e estava no parque, meus pais estavam brigando e decidi sair de casa até eles se resolverem novamente. Subi na arvore que era acostumada a ficar já que ninguém me queria ficar por perto, me sentei em um galho dela e fiquei olhando para o horizonte imaginando como seria ter uma vida normal.
- Por que esta aqui sozinha? - A voz era doce, porem totalmente desconhecida.
Quase cai do galho, mas a pessoa cujo não sabia o nome havia me segurado e me sentado novamente no galho.
- Não deveria estar comigo... - Sussurrei.
- Por que? - Perguntou se virando para mim.
- Ninguém gosta de mim, todos... Menos minha mãe é claro... - Forcei um sorriso.
- Bem... Eu não sou todos, palavras da minha mãe. - Sorriu me fazendo rir. - Eu achei você bem legal, por que esta aqui sozinha?
- Novamente: Ninguém gosta de mim. - Disse desmanchando o sorriso.
- Eles não sabem o que estão perdendo, você parece ser uma boa pessoa e também é bonita demais para estar sozinha aqui, oh, desculpe esqueci de me apresentar, sou Cliff Manson. - Sorriu estendendo a mão.
- Sou Ammy Gomez. - Disse apertando a mão. - Nunca vi você por aqui, é novo?
- Sim acabei de voltar do Canadá. - Disse juntando as mãos.
- É canadense? - Ele assentiu. - Que bom!
- E você é daqui mesmo de Albuquerque? - Perguntou e assenti. - Latinas são mesmo bonitas. - Corei.

Olhei meu relógio e percebi que estava atrasada para voltar para casa.
- Tenho que ir. - Disse sem vontade.
- Nos vemos amanhã? - Perguntou docemente.
- Sim. - Disse descendo da arvore.  


 Estava voltando para casa, o dia havia sido cansativo, ser a garota nerd, ignorada pela maioria e que sofre bullying não é fácil, mas pelo menos tenho Cliff para me ajudar, depois de seis anos nos tornamos melhores amigos. O caminho estava sendo tranquilo como sempre, mas estava com um mal pressentimento, ignorei e continue o caminho, cheguei em casa e abri a porta, estava tudo escuro porem não me importei, deixei minha bolsa no chão e comecei o caminho para ir para a cozinha que também estava com as luzes apagadas. Senti algo agarrar o meu braço e me fazer bater fortemente na parede e me fez cair no chão, tentei me levantar mais algo segurou minhas mãos e as prendeu no chão, tentei lutar contra mas não consegui.
- Por favor, sai do cima de mim. - Pedi com a voz embargada.
- Não... - A voz era conhecida. - Vamos brincar...
- P-Pai? - Gaguejei
.
Senti lábios gelados encostarem no meu pescoço me fazendo ficar com medo, ele desceu uma mão ate minha coxa e começou a aperta-la fortemente.
- Pai para! Pai você esta bêbado de novo! Pai! - Gritei, mas fui interrompida pela mão dele.
- Você fala de mais Jade! - Ele disse apertando a mão contra meus lábios. - É melhor não dar um piu! Se não vai ser bem pior! - Ele disse tirando a mão da minha boca.

Senti as lagrimas virem com cada toque que ele fazia em minha pele, senti ele levantar minha saia vagarosamente, Agora não tem mais jeito. Solucei alto sentindo minha saia ser rasgada pelas mãos do homem, ele acariciou minha virilha vagarosamente me fazendo tremer. Ouvi a porta ser aberta para minha salvação, pelo menos foi o que eu pensei no momento, Papai me levantou e segurou-me pelos pulsos.
- Você demorou. - Disse meu "pai".
- Desculpe, ela cresceu bastante, poderemos brincar com ela. - Disse dando um riso seco.

O sujeito me segurou pelos pulsos e ouvi o som de algo caindo no chão, senti meu pai se aproximar e rasgar minha calcinha, senti ao na minha entrada, Ele realmente vai fazer isto?! Senti uma dor imensa em meu corpo, fechei meus olhos com força tentando não ver a cena, forcei um gritou, mas taparam minha boca. Ouvi novamente a porta ser aberta e mentalmente amaldiçoei o sujeito.
- Ammy? - Cliff, era o Cliff! - Ammy onde você esta?
- Ammy filha cadê você? - Minha mãe.

Senti os dois me soltarem fazendo meu corpo cair no chão fazendo um estrondo, estava jogada no chão como um cachorro morto, sem valor, realmente fui abusada pelo meu próprio pai! Ouvi os passos de Cliff e minha mãe aproximando-se de mim, a luz foi ligada e não consegui abrir meus olhos, mas imaginei a cena.
- Que merda é essa?! - A voz de Cliff estava raivosa.
- Juan! Juan que merda você fez com a nossa filha?! - Minha mãe gritou indignada.
- Você esta vendo Marta! - Ele disse rindo. - Deveria ter feito isto quando ela nasceu, é muito bom! - Gargalhou.
- Alejandro?! - Cliff. - Mas que Eu sou um babuíno boboca que balbucia em bando.! Por que você o ajudou? Ela é sua sobrinha seu desgraçado! - Ouvi algo sendo lançado na parede.

Senti uma mão encostar na minha cabeça e outra batendo levemente na minha bochecha.
- Ammy, Ammy acorda! - Cliff dizia desesperado. - Anda Gomez!
- Cliff... - Disse em sussurro. - M-me... Tira daqui...

Senti Cliff me levando para seus braços e dei um gemido de dor, meu corpo todo doía como nunca doeu na minha vida, mesmo depois de tantas suras de meu pai, a dor nunca iria comparar-se a esta.
- Solta ela! - Era Juan. - Solta ela seu viadinho, ainda não terminei com ela.
- Você é um mostro Juan! - Era minha mãe. - Como você pode? Ela é sua filha!
- Nem chega mais perto Marta! Estou avisando! - Disse em tom nervoso.
- Ou o que? - Um tiro.

Me senti sendo jogada no chão, mas que merda havia acontecido? Senti alguém me pegando no colo novamente e começou a tentar andar mais rápido. Outro tiro. Ouvi o grito de dor de Cliff e senti algo molhado molhar as roupas dele, Cliff ofegou e continuou correndo mesmo senti dor.
Pelo que parecia estávamos longe da minha casa, ouvi uma porta sendo aberta e me senti ser colocada com cuidado em algo macio e fofo, ouvi um soluço sair da boca de Cliff, senti ele sentar-se ao meu lado e me deitar em seu colo acariciando minha cabeça. Senti lábios molhados em minha testa.
- Vai ficar tudo bem... - Sussurrou.
- O que aconteceu? - Perguntei ainda com os olhos fechados.
- Ele... E-Ele atirou na sua mãe... Ammy... A Marta morreu, ele a matou... - Gaguejou as palavras.

Senti as lagrimas invadirem novamente meu rosto e afundei meu rosto na curva do pescoço dele.
- O que eu vou fazer Cliff? Me ajuda por favor! - Disse abafado.
- Vamos para os Estados Unidos, soube que você tem um irmão lá, não é mesmo? - Ele disse abraçando a minha cintura. - Vamos ficar bem, eu não vou te deixar momento algum. - Ele disse me apertando.[/i]

Estávamos no carro de Cliff, já nos preparando para ir para os Estados Unidos, iriamos para Lima, Ohio, morar com meu irmão. Minha vida seria melhor com meu irmão mais velho Adam Júlio (Ler-se Rúlio). Cliff pouco fala e não queria comentar sobre a bala que havia tomado, a viagem foi totalmente silenciosa e em alguns instantes ficamos rindo e sorrindo, ele apenas para não me deixar triste é claro.
[...]

Estava na porta do apartamento do Adam, esperava que ele não me deixasse de lado como o resto da família, hesitei em bater na porta, mas Cliff apertou minha mão levemente e sorriu docemente para mim me dando confiança para abrir a porta, bati nela duas vezes e ouvi um: "Já vai" e Adam apareceu empurrando a porta, ele estava estático, dei um passo para frente e o mesmo me abraçou como se fosse meu ultimo dia viva.
- Ammy! - Ele me apertando. - Como estas?
- Bem... Mamãe morreu... Juan atirou nela... - Ele me soltou e me olhou surpreso. - Posso ficar aqui?
- Claro! - Ele se afastou mais e soco a parede. - Eu sabia que não devia ter ido embora.
- Não se preocupe Adam, Cliff cuidou de mim. - Sorri para o garoto que estava ao meu lado. - Bem Cliff também vai ficar comigo então... - Fui interrompida por Cliff.
- Na verdade irei voltar para o Canadá... Apenas vim deixar você com seu irmão... - Ele disse fixamente para mim.
- M-Mas... Você disse Cliff! - Gritei. - Você disse que não ia me deixar! E-Eu... V-Você... - Funguei.
- Olha para mim. - Ele disse calmo, mas hesitei. - Ammy olha para mim... - Virei meu rosto. - Olha para mim! - Ele gritou e olhei para ele. - Realmente preciso ir Ammy, algo aconteceu com minha irmã Lily... Ela precisa de mim.
- O que aconteceu com ela? - Perguntei em um sussurro.
- Câncer... - Ele disse aproximando-se da porta. - Preciso ir...
- Me desculpe Cliff... - O abracei. - Não se esqueça de mim por favor.
- Não vou. - Ele disse e desfez o abraço. - Eu te amo, desde o dia em que te vi. - Ele disse antes de depositar um beijo em meus lábios.
Adam coçou a garganta fazendo-nos separarmos.
- Tenho que ir... - Disse e saiu pela porta me deixando perplexa.
- Tem algo a me dizer? - Adam perguntou e neguei. - Bem é melhor se arrumar, vou fazer sua matricula no novo colégio.
- Qual o nome do colégio? - Perguntou pegando minha mala.
- McKinley High School. - Disse e saiu do apartamento.

[..]
Abri meus olhos percebendo que já estava dentro do carro do Adam, abri a porta e deixei um suspiro sair de meus lábios, sai do carro e ajeitei minha bolsa no ombro. Entrei na escola pelo portão principal, era até que aconchegante, mas o olhar das lideres de torcida e de outros alunos sobre mim era intimidador, tentei sorrir em meio a isto. Arrumei minha bolsa no ombro novamente, estava nervosa com o primeiro dia nesta escola nova, o que era de se esperar para qualquer um. Estava perto de um quadro cheio de anúncios quando fui empurrada para a parede por um rapaz alto e forte. Tentei me levantar e olhar para o sujeito que havia me empurrado, contudo ele foi rápido e me deixou jogada no chão como uma sem-teto, suspirei levantand-me e encarrei os anúncios, a maioria sobre lideres de torcida, olhei para os ultimos e um me despertou curiosidade: Clube Glee. Dizia que era um coral, sorri e comecei a ler a informações sobre o mesmo. Ajeitei minha bolsa no ombro pela terceira vez naquele dia e fui ao caminho do Clube Glee, ao passar pela porta senti um frio desagradavél no estomago. Olhei para os membros do grupo que sorriam para mim. Um homem alto e de queixo largo e um lindo sorriso se aproximou de mim.
- Olá. - Disse baixo.
- Olá, vejo que é nova por aqui. Sou Will. - Estendeu a mão para aperta-la.
- Sou Ammy Jade Gomez Dowft. - Disse nervosamente apertando a mão do homem.
- Que nome, hein? - Sorriu. - Bem, por que veio?
- Vim... Hum... Fazer uma audição... - Disse sem jeito.
- Bem, sendo assim que musica ira cantar? - Perguntou ainda com o sorriso no rosto.
- Broken Hearts and Fairytales.. Da cantor Jake Coco. - Disse forçando um sorriso. - Por acaso aqui tem um violão?
- Sim. - Ele sorriu e pegou o instrumento. - Aqui esta. - Disse me dando.

Sentei-me em uma cadeira no centro da sala e preparei minha voz.
Life is so frustrating, and it's getting over rated.
A broken heart, a fairytale it's all the same to me.

Era minha musica preferida, por isto tentei me concentrar.
But I don't wanna be just waiting patiently
For life to come and take me away.

Tentei manter meus olhos secos, me lembrando das coisas que havia acontecido comigo.

So I'm sitting here in silence,
and I'm pretty sure that violence
Is the only form of love I'll ever know.
But I guess that goes to show that even those filled up with hope
have less than you can tell meets the eye.


Era tarde de mais para tentar conter minhas lagrimas, relembrei de Juan e aquilo realmente me destruía por dentro de uma forma totalmente arrasadora, senti-me sujo desde aquele dia.

And you lead me on and on and on again, you do.
You lead me on and on and on again;
I hope to God this hurts you too


Deixei sem querer um pequeno soluço sair de minha garganta e disfarcei forçando um pouco minha voz para manter-me no tom da musica, assim me lembrando de Cliff novamente, eu o amava e nunca tive a oportunidade de dizer diretamente para ele, pois quando tive não disse...

I wish I never loved you;
I wish I didn't care.


Aumentei o tom por causa do embrulho que meus pensamentos formavam dentro de mim, deixei novamente outra lagrima descer de meus olhos caindo em minha bochechas, senti minhas bochechas queimarem, sim estava corando por chorar.

Life is so degrading, and I'm pretty sure I hate it.
I gotta get myself out of this town.
Before I'm broken down, lying shattered on the ground,
For all the world to see who I am.


A musica realmente estava retratando todos os meus sentimentos naquela hora, forcei-me para não deixar minha voz ficar em tom embargado, para não estragar a melodia.

And you lead me on and on and on again, you do.
You lead me on and on and on again;
I hope to God this hurts you too.


Cantei novamente o refrão, senti meu lábio inferior tremer, não podia deixar meu choro estragar a musica, senti que tinha apenas uma chance para fazer isto. Limpei minha garganta e tentei pelo menos terminar de cantar a musica.

I wish I never loved you;
I wish I didn't care.


Cantei a ultima parte da musica com mais sentimento e mais forte.

Levantei-me e Will foi apertar minha mão, sai da sala com um enorme sorriso e lagrimas nos olhos, esperando apenas o resultado de minha audição.


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Re: [FP] Ammy Jade G. Dowft

Mensagem por Jhonah Ohlw. Winchester em Dom 17 Nov 2013 - 21:43

Aceita!

Bem, agora sua ficha esta aceitável. Sua audição esta boa, creio que com o tempo venha melhorando mais. Como disse sobre a história, esta ótima. Ficha Aceita! (:

- Bem-vinda ao WMHS e aos New Directions.

Do not give up on the first try! Just do better in the second.
thanks for dih!

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Re: [FP] Ammy Jade G. Dowft

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